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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
Mesmo sem ser um filme perfeito, a história por trás dessa figura é tão cativante (a parte profissional) que consegue contagiar qualquer falta de qualidade impressa na obra. Mais uma vez, não que o filme seja ruim. É difícil não recomendar Jobs sabendo o que temos atualmente em cartaz nos cinemas.
Cinema em Cena
Aliás, se "Jobs" tem uma virtude é justamente o fato de evitar se transformar em uma hagiografia, retratando o personagem-título como um indivíduo egoísta, egocêntrico e mesmo cruel. Infelizmente, o longa falha ao jamais estabelecer uma conexão lógica ou mesmo alguma transição entre as várias fases e facetas do sujeito [...]
Omelete
Apesar disso, quem for ao cinema ou assistir ao filme em casa depois tem tudo para se empolgar com a genialidade do ex-CEO da Apple, que é mostrado com a reverência de um fã - algo que Kutcher já provou ser ao conseguir reproduzir o seu jeito de andar e falar e amenizar as falhas de seu ídolo, focando mais no cara que era apaixonado pelo que fazia.
Screen International
Cinebiografias sempre contam memórias. No entanto, a surpresa bem-vinda aqui é Kutcher, como o rebelde descalço que trouxe o espírito da psicodelia à tecnologia.
Variety
A escalação de Ashton Kutcher acaba sendo o único elemento de risco de "Jobs", um filme suave, razoavelmente envolvente, mas não especialmente revelador, dos primeiros anos da longa carreira de Steve Jobs.
Chicago Sun-Times
Kutcher e seu diretor, Joshua Michael Stern ("Promessas de Um Cara de Pau"), deviam ter percebido que quando um filme apresenta como tema um messias do design intuitivo [...] ele deve pelo menos tentar seguir tais padrões mais exigentes.
Cinema com Rapadura
Visualmente, graças ao trabalho de sua equipe de direção de arte, Joshua Michael Stern conseguiu trazer o mundo de Steve Jobs para a telona, mas fracassou em dar conteúdo à essa forma. Certamente, caso o visionário empreendedor assistisse a esse filme, mandaria, sem muitas cerimônias, o diretor voltar para a fase de pré-produção.
Preview
O longa se arrasta no início, com tomadas pretensiosas de Jobs na juventude [...] As coisas melhoram quando os anos passam e a ação vai para dentro da empresa já estabelecida [...] Maior decepção é Ashton Kutcher que, mesmo distante de sua persona cômica, não consegue levar a interpretação além de um simples mimetismo.
Rolling Stone
Kutcher está fisicamente muito parecido com Jobs e se esforça para mostrar um pouco da essência do empresário. Mas Jobs era uma figura maior que a vida, e imitação alguma faria jus ao homem real.
CineClick
Em última instância, Jobs é como uma imitação de um produto Apple: podia ser bem melhor, desde que contasse com talento e abnegação na execução.
Cineweb
A opção pelo recorte de determinada fase da vida da pessoa retratada é válida, mas os acontecimentos escolhidos e o desenvolvimento do próprio personagem, neste caso, são feitos de forma superficial.
New York Times
A maior culpa recai sobre os cineastas, que nunca encontraram uma maneira de navegar pelas "paixões, perfeccionismo, demônios, desejos, arte, diabrura e obsessão por controle", que Walter Isaacson enumera em "Steve Jobs", sua biografia autorizada de 2011.
O Globo
Depois de quase 130 minutos de projeção, o público continua sem novas ideias sobre o assunto. O filme lista acontecimentos, fatos marcantes, mas a mente e o espírito por trás das decisões de Steve Jobs ficam à deriva.