Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Divertida Mente
    Média
    4,6
    6872 notas e 713 críticas
    distribuição de 713 críticas por nota
    395 críticas
    224 críticas
    70 críticas
    15 críticas
    5 críticas
    4 críticas
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    713 críticas do leitor

    Malhena F.
    Malhena F.

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    4,0
    Enviada em 21 de junho de 2015
    Já aguardando a continuação, com a Riley na adolescência :)
    Hnriq
    Hnriq

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    4,5
    Enviada em 24 de junho de 2015
    Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver? Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós. E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista. Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos. A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo. Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos. Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.
    Camila S.
    Camila S.

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    5,0
    Enviada em 28 de junho de 2015
    OMG. Melhor animação que ja foi criada!!! Ri muuuito, chorei, me emocionei, e depois fiquei lembrando... tomara que façam uma continuação, porque ficou gostinho de quero mais!!!
    Michel B.
    Michel B.

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    5,0
    Enviada em 23 de junho de 2015
    De longe é a maior animação da pixar que capricha tanto na criatividade quanto na animação!
    Bruno C.
    Bruno C.

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    3,0
    Enviada em 24 de junho de 2015
    ótimo filme que marca a volta da pixar que vinha somente fazendo continuações de seus sucessos anteriores para um adolescente ou um adulto é interessante assistir o filme mas para uma criança principalmente as mais pequenas pode ficar cansativo pois ela pode acabar não entendendo muito a mensagem que o filme quer passar
    Amanda A.
    Amanda A.

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    5,0
    Enviada em 12 de julho de 2015
    excelente filme!!! faz tempo que os filmes para as crianças chamam tanto a atenção dos adultos, acho que os produtores fazem histórias cada vez mais interessantes para nós. eu adoro filmes infantis 😁
    Diego Espeschit
    Diego Espeschit

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    5,0
    Enviada em 28 de junho de 2015
    A melhor animação desde... Espera esse filme é melhor que O Rei Leão! É melhor que Shrek, melhor que Up, melhor que Frozen, melhor que Nemo, melhor que Toy Story, melhor que do que Toy Story 2 e Toy Story 3... Divertidamente é a melhor animação que já vi!
    José Fernandes S
    José Fernandes S

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    5,0
    Enviada em 23 de julho de 2015
    Há muito tempo eu não via um filme tão bacana, divertido e inteligente como esse; eu tenho um filho de seis anos e estou me tornando um expert em filmes para crianças e já assisti a todas as animações que vocês possam imaginar. Do meu ponto de vista, mesmo que a criança não compreenda totalmente o funcionamento dos "trabalhos" realizados no interior da mente da Riley, mesmo assim ela vai gostar do filme. Gostei dos Meu malvado favorito 1 e 2, mas esse é melhor do que Os Minions. Nota 10!
    Tassiana
    Tassiana

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    5,0
    Enviada em 22 de agosto de 2015
    Ao saber que Pete Docter está envolvido num projeto de animação, é certo que tenhamos um encontro com muita sensibilidade, inovação e diversão. Sua inspiração, dentre outras coisas, na mudança de personalidade de sua filha fizeram do filme algo inusitado. Os personagens são lindos e é encantador perceber que, dependendo da situação, suas partículas brilham mais; um detalhe que faz uma diferença absurda no resultado final. Há muita técnica em jogo e a competência absurda da "Pixar", capaz de nos proporcionar prazeres como esse. "Divertida Mente" faz bem aos olhos e ao coração! Uma graça!
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    2,5
    Enviada em 29 de junho de 2015
    Primeiramente, o título desse filme em português é ultraje. O trocadilho é ridículo e o filme é pouco divertido. Na verdade, uma amiga que viu o filme comigo traduziu o título de maneira muito mais adequada: Depressivamente. Em inglês, o nome é Inside Out (algo como, De Dentro Pra Fora), o que também soa bem mais adequado que a forma que foi chamada em português. Esta nova animação da Pixar/Disney traz consigo uma montanha russa de emoções, oscilando do alegre para o triste em um estalar de dedos. Bipolaridade reinante. O filme narra a história da menina Riley, de 11 anos, que vivia uma vida super feliz e interessante em Minnesota, até que seus pais decidem se mudar para São Francisco. Nova escola, longe dos amigos, Riley sofre uma avalanche de sentimentos contraditórios dentro de si. E o filme praticamente inteiro se passa dentro de sua mente. Seus sentimentos de Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho controlam as emoções da menina desde o momento de seu nascimento. As memórias, os circuitos que regem áreas importantes de sua vida como Família, Amizade, Honestidade, Bobeira e Hockey, são controladas de maneira relativamente harmoniosa, até que a mudança de cidades faz com que uma verdadeira confusão reine em seu interior. Bem, daí em diante, o filme conta as tentativas frustradas de retornar à paz de outrora. E aí o filme parecer ficar mais louco que os sentimentos da protagonista. Boas ideias, como as áreas abstratas, da realização de sonhos e subconsciência se mesclam com a dureza e a aspereza de situações limites que geram situações forçadamente angustiantes. A Alegria, que lidera o grupo de sentimentos controladores, precisa enfrentar dilemas extremamente tiranos até compreender o propósito de sua existência, enfrentando situações de risco, e até mesmo de sacrifício (que levam lágrimas aos olhos da Alegria), para superar as adversidades. O filme conta com personagens carismáticos e bem definidos, mas as circunstâncias de certa forma cruéis são de uma falta de tato aterradora. O filme me pareceu extremamente complexo para as crianças, que muito provavelmente não entenderão todas as nuances narrativas, além de poder causar alguns pequenos traumas com o destino de um simpaticíssimo personagem. Enfim, um filme que é de gente grande para entreter crianças somente visualmente devido ao visual apurado, como outros exemplares da Pixar, só que sem grande magnetismo e com alta dose de melancolia e desesperança até que o final feliz seja alcançado. Com tantos sentimentos à flor da pele, o filme leva emoções diversas à tona, e nesse meio fica um sentimento de não sabermos ao certo se o filme mais agrada do que deprime. Por fim, a sensação que reinou em mim foi de indiferença por um filme com grande potencial desperdiçado em prol de uma forjada boniteza, que no fundo, em meio a tantas emoções, me pareceu um frio retrato de amadurecimento entre risos e lágrimas. Ah, e o fraquíssimo curta que antecede o longa, intitulado Lava, é de longe o pior curta que já vi da Pixar.
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