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Divertida Mente
Média
4,7
4377 notas e 267 críticas
61% (162 críticas)
28% (75 críticas)
7% (18 críticas)
3% (7 críticas)
1% (3 críticas)
1% (2 críticas)
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267 críticas do leitor

Malhena F.
Malhena F.

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4,0Muito bom
Enviada em 21/06/15

Já aguardando a continuação, com a Riley na adolescência :)

Hnriq
Hnriq

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4,5Ótimo
Enviada em 24/06/15

Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver? Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós. E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista. Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos. A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo. Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos. Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.

Michel B.
Michel B.

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5,0Obra-prima
Enviada em 23/06/15

De longe é a maior animação da pixar que capricha tanto na criatividade quanto na animação!

Camila S.
Camila S.

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5,0Obra-prima
Enviada em 28/06/15

OMG. Melhor animação que ja foi criada!!! Ri muuuito, chorei, me emocionei, e depois fiquei lembrando... tomara que façam uma continuação, porque ficou gostinho de quero mais!!!

fernandessales
fernandessales

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5,0Obra-prima
Enviada em 23/07/15

Há muito tempo eu não via um filme tão bacana, divertido e inteligente como esse; eu tenho um filho de seis anos e estou me tornando um expert em filmes para crianças e já assisti a todas as animações que vocês possam imaginar. Do meu ponto de vista, mesmo que a criança não compreenda totalmente o funcionamento dos "trabalhos" realizados no interior da mente da Riley, mesmo assim ela vai gostar do filme. Gostei dos Meu malvado favorito 1 e 2, mas esse é melhor do que Os Minions. Nota 10!

Amanda A.
Amanda A.

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5,0Obra-prima
Enviada em 12/07/15

excelente filme!!! faz tempo que os filmes para as crianças chamam tanto a atenção dos adultos, acho que os produtores fazem histórias cada vez mais interessantes para nós. eu adoro filmes infantis 😁

Bruno C.
Bruno C.

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3,0Legal
Enviada em 25/06/15

ótimo filme que marca a volta da pixar que vinha somente fazendo continuações de seus sucessos anteriores para um adolescente ou um adulto é interessante assistir o filme mas para uma criança principalmente as mais pequenas pode ficar cansativo pois ela pode acabar não entendendo muito a mensagem que o filme quer passar

Diego Espeschit
Diego Espeschit

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5,0Obra-prima
Enviada em 28/06/15

A melhor animação desde... Espera esse filme é melhor que O Rei Leão! É melhor que Shrek, melhor que Up, melhor que Frozen, melhor que Nemo, melhor que Toy Story, melhor que do que Toy Story 2 e Toy Story 3... Divertidamente é a melhor animação que já vi!

Fernanda A.
Fernanda A.

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5,0Obra-prima
Enviada em 27/06/15

Muito bom! Eu e minha família choramos muito kkkk

Leonardo L.
Leonardo L.

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3,0Legal
Enviada em 26/07/15

Disney inovou nessa trama, fazendo o possível e o impossível para agradar a todos os publicos... Causando alegria, angústia , ansiedade, tristeza, emoção em um só filme. Bom filme para assistir com a família.

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