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    Rush - No Limite da Emoção
    Média
    4,6
    1329 notas e 230 críticas
    distribuição de 230 críticas por nota
    118 críticas
    99 críticas
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    230 críticas do leitor

    Elson Leonardo
    Elson Leonardo

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    5,0
    Enviada em 30 de setembro de 2014
    Fil-ma-sso!!!!! Sem duvida nenhuma, o filme mais injustiçado do ano passado... Quando assisti "Rush - No Limite da Emoção", iniciei sem muitas expectativas e terminei o filme embasbacado e sem compreender como pôde ter ficado de fora do Oscar de 2014. Merecedor para ter concorrido as categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator (Daniel Brühl se transformou em Niki Lauda) e melhor filme (na minha opinião, só perderia para Gravidade), este longa metragem é incrivelmente bem conduzido e prende sua atenção, tanto para as cenas de corrida que são de tirar o folego, quanto a história da rivalidade que trazem uma trama interessantíssima. Um dos melhores filmes de 2014 e da minha vida... MAIS QUE RECOMENDADO!!!!
    Flávio Gomes
    Flávio Gomes

    Segui-los 12 seguidores Ler as 11 críticas deles

    5,0
    Enviada em 4 de novembro de 2013
    Não é apenas, mais um filme de corrida, ou de uma rivalidade Histórica entre Niki Lauda e James Hunt, mas a formação de uma amizade construída por uma competição que ira definir ambos dentro e fora da Fórmula 1.
    Danilo J.
    Danilo J.

    Segui-los 11 seguidores Ler as 5 críticas deles

    5,0
    Enviada em 14 de setembro de 2013
    Quando fui ao cinema ontem, queria ver o filme do Jobs. No fim das contas, acabei assistindo a "Rush" e confesso que não apostei nenhuma ficha. Logo nas primeiras cenas, o filme mostrou os bastidores do mundo das corridas e ao longo dele, percebe-se que ele é apenas o pano de fundo de uma grande história sobre a motivação humana, rivalidade e respeito. Um detalhe que me cativou foi a ousadia do diretor em reproduzir quase todas as cenas sem recorrer às gravações originais, exigindo mais dos atores em captar a tensão da história. A escolha dos protagonistas não poderia ser melhor: Chris Hemsworth e Daniel Brühl estiveram soberbos na pele de James Hunt e Nick Lauda, especialmente nas sequências finais. Enfim, uma grande estréia que vale o ingresso e melhor que um livro de auto-ajuda.
    Mr. Hendrickson
    Mr. Hendrickson

    Segui-los 38 seguidores Ler as 9 críticas deles

    4,0
    Enviada em 22 de setembro de 2013
    Despretensiosamente sentei em minha poltrona para ver o que me esperava, afinal eu havia sido frustrado no ultimo filme de F1 que ví (o fiasco Drivens protagonizado por Sly em 2001), confesso que nao vi o trailer e tao pouco li a sinopse e por conta disto estava preparado para "criticar" um filme de corridas sem saber quem era o diretor, produtor ou os protagonistas da trama. Logo no inicio fui apresentado a 2 personagem que de imediato me causaram espanto ao saber que se tratavam de Nik Lauda e James Hunt, grandes pilotos de F1 na década de 70 do qual eu havia houvido falar muito quando criança, mas isto não foi o que me chamou mais a atenção, no decorrer dos primeiros 20 minutos enquanto eu tentava analisar roteiro, fotografia, som, direção, etc, me deparei com o antagonismo dos personagens: Lauda o cético, metódico, calculista e certeiro, de outro lado Hunt o fanfarrão, beberrão, mulherengo e imprudente. Filosoficamente falando o lado negro e e lado branco, o homem da razão e o homem da fé, um piloto pratico na sua vida e em suas corridas, contrapondo o que aproveita o trabalho e a vida no que ela tem de melhor. Neste momento me vi obrigado a escolher um lado, afinal este filme não tinha um protagonista e sim dois no qual obviamente me identifiquei com um deles. Quem me conhece sabe, sou mais emocional do que cético e inevitavelmente me deixei levar pela emoção do filme deixando de lado qualquer critica e/ou análise que estivesse disposto a fazer. Teorias racionais deixadas de lado, decidi mergulhar na trama sem medo, foi uma experiência fantástica! Percebi que não se tratava de um filme de F1 apenas, mas sim a historia de dois grandes pilotos que este esporte já teve, cada um com suas particularidades, carismas, filosofias e quais quer mais adjetivos. O filme se passa na década de 70 e na primeira meia hora temos aquela sensação de um épico, quando o tempo passa muito depressa, é aí algo me chama a atenção pois não há romances a moda cinema americano fugindo dos clichês pacionais, fiquei aliviado. A ambientação setentista esta ótima incorporando elementos atuais de cinema como câmeras, ângulos e tomadas diferentes o que me fez por alguns momentos me confundir se o filme era recente ou antigo. Tive a impressão de que algumas cenas foram montadas com imagens reais das corridas da época porem sem desacreditar no que via. Rush - No limite da Emoção, tem um nome que não condiz com o que realmente é mas tirou meu folego e me colou na poltrona me envolvendo durante toda a sessão, seja pelos diálogos maravilhosos com tons filosóficos, de que gosto muito, mas tambem pelas cenas de corrida com derrapagens e ultrapassagens dignas de suspiros. Ao final da sessão, durante a contemplação dos créditos, ainda fui surpreendido ao saber que o diretor é Ron Howard (Cocoon, Apolo 13, O Grinch, Uma Mente Brilhante e Anjos e Demônios) e a trilha sonora composta pelo fantástico Hanz Zimmer (Homem de Aço, Batman, A Origem). Saí satisfeito da sala de cinema. Um filme, um documentário histórico, uma produção pipoca? Não sei, só sei que foi assim! Mr. Hendrickson
    Roberto Carlos M.
    Roberto Carlos M.

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    2,0
    Enviada em 1 de agosto de 2015
    assisti no canal telecine touch hd, achei bem fraquinho, história mal produzida e mal dirigida, atuações não convincentes, cenas de ação mal elaboradas, salvou-se a dublagem muito boa.
    Star Man R.
    Star Man R.

    Segui-los 5 seguidores Ler as 13 críticas deles

    5,0
    Enviada em 13 de novembro de 2014
    Incrível , isso é o que tenho a dizer sobre esse filme . Até para os que não são fãs de F-1 é um filme obrigatório de se assistir , uma história de uma das rivalidades e admiração mais incríveis do esporte !
    FOCA
    FOCA

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    4,5
    Enviada em 17 de abril de 2015
    Eu Não gosto de Formula 1, mas gosto de bons filmes e este é excelente. Geralmente filmes sobre carros, são uma bela porcaria, com uma história fraca, manobras ridiculamente impossíveis e cheio de efeitos especias pra compensar tudo isso. Rush, vai na velocidade certa, pra apresentar uma rivalidade entre dois grandes piloto. Baseado em história real, alem de falar sobre corridas o filme trata sobre, orgulho, relacionamentos e superação.
    Marcos A.
    Marcos A.

    Segui-los 50 seguidores Ler as 123 críticas deles

    5,0
    Enviada em 13 de setembro de 2013
    Para quem gosta de automobilismo e também para quem não gosta, um dos melhores filmes do ano, sobre serem humanos que fizeram a diferença no esporte que escolheram, e a história do campeonato de 1976 que foi sensacional. Uma parte da história da Fórmula 1 contada pelo Niki Lauda de forma emocionante e corajosa, prepara o lenço...
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 27 de janeiro de 2014
    A minha geração conhece uma grande rivalidade dentro dos circuitos nos quais se passam as corridas de Fórmula 1: a do brasileiro Ayrton Senna contra o francês Alain Prost, a qual foi muito bem retratada no documentário “Senna”, de Asif Kapadia. O filme “Rush: No Limite da Emoção”, dirigido por Ron Howard, nos apresenta a uma outra rivalidade clássica ocorrida no mundo da Fórmula 1: a que envolveu, nos anos 70, o austríaco Niki Lauda (Daniel Bruhl, indicado ao Globo de Ouro 2014 e ao Screen Actors Guild Awards 2014 de Melhor Ator Coadjuvante) e o inglês James Hunt (Chris Hemsworth). Os dois foram protagonistas de uma das temporadas mais equilibradas da história da Fórmula 1, quando, em 1976, Lauda e Hunt mantiveram o ritmo competitivo que só decidiria o campeonato na última corrida daquele ano, o Grande Prêmio do Japão. O lado curioso – e, ao mesmo tempo, trágico – desta temporada foi que, por boa parte daquele ano, Niki Lauda ficou ausente das corridas após sofrer um gravíssimo acidente no Grande Prêmio da Alemanha (quando ele ficou preso, por vários minutos, nas ferragens da sua Ferrari coberta por um incêndio). O senso de competição que fez com que Niki Lauda voltasse ao circuito de Fórmula 1 somente após seis semanas do grave acidente que sofreu é um dos elementos mais importantes do roteiro de “Rush: No Limite da Emoção”, que foi escrito por Peter Morgan. Desde a primeira cena, a construção de Niki Lauda e James Hunt nos leva a crer que estamos diante de dois homens extremamente competitivos e que fizeram da rivalidade que tinham nas pistas – bem como, fora delas – o grande motor de incentivo para seguirem em frente, sempre tentando ultrapassar os (seus) limites. A superação de limites parece ser uma característica comum entre aqueles que dedicam sua existência a esportes nos quais eles correm sérios riscos de vida. Neste sentido, “Rush: No Limite da Emoção” é um filme que consegue capturar muito bem as particularidades que fazem o caráter de cada um desses personagens. Ron Howard transmite, com o apoio das ótimas atuações de seus dois atores centrais, aquilo que fazia com que os dois sempre ficassem um de encontro ao outro – é importante frisar que sempre de forma muito leal e justa, sem espaço para situações antiéticas. Um outro ponto positivo de “Rush: No Limite da Emoção” é a reconstituição de época perfeita, que retrata muito bem como era o circuito mundial de Fórmula 1 na década de 70 – um período que foi muito negro para o esporte, com muitos acidentes (alguns fatais) e em que os carros ofereciam pouca segurança para os pilotos. Sem dúvida alguma, as cenas de corrida fazem parte dos pontos mais altos deste filme, com destaque para o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, especialmente a edição e o trabalho de edição e mixagem de som, além da trilha sonora de Hans Zimmer, oferecendo os pontos de emoção certos nos momentos necessários.
    Ric Brandes
    Ric Brandes

    Segui-los 81 seguidores Ler as 102 críticas deles

    5,0
    Enviada em 5 de fevereiro de 2014
    Acelere seu coração! Dirigido por Ron Howard (Vencedor do Oscar com Uma Mente Brilhante) e estrelado por Chris Hemsworth (Thor) e Daniel Brühl (Adeus, Lênin!) Rush – no limite da emoção recebeu duas indicações no Globo de Ouro (Melhor filme e melhor ator coadjuvante para Daniel Brühl, intérprete do lendário NIki Lauda). Um filme com excelentes atuações também nos papéis secundários, mas muito envolventes, das atrizes Olivia Wilde e Alexandra Maria Lara, companheiras dos pilotos Hunt e Niki). Rush é um filme emocionante, que segue em alta velocidade com boas doses de ação, romance e disputas heroicas nas pistas, retratando a época de ouro da fórmula 1 e o duelo particular entre James Hunt e Niki Lauda. Rivalidade e motivação humana entre dois pilotos com temperamentos distintos, mas com a mesma vontade de vencer a qualquer custo. Uma grandiosa história com excelentes tomadas e efeitos especiais, capazes de comover e emocionar em alta velocidade. Rush - No Limite da Emoção aborda um ano inesquecível no automobilismo, com boas reflexões sobre a capacidade de viver e vencer. Por Ricardo Brandes / Escritor
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