Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    O Homem Mais Procurado
    Média
    3,8
    207 notas e 41 críticas
    distribuição de 41 críticas por nota
    6 críticas
    8 críticas
    14 críticas
    9 críticas
    3 críticas
    1 crítica
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    41 críticas do leitor

    Carlos Eduardo A.
    Carlos Eduardo A.

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    1,0
    Enviada em 21 de janeiro de 2015
    Entediante e o final revela que tudo o que foi feito em 2 horas foi para o lixo.
    Neto S.
    Neto S.

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    3,5
    Enviada em 30 de outubro de 2015
    Depois de ser brutalmente torturado, um imigrante de origem chechena e russa faz uma viagem à comunidade islâmica de Hamburgo, tentando resgatar a grande herança que seu pai teria lhe deixado. A chegada deste homem desperta a curiosidade das polícias secretas alemã e americana, que passam a acompanhar seus passos. Enquanto a investigação avança, todos fazem a mesma pergunta sobre o imigrante: seria ele apenas uma vítima ou um extremista com um plano muito bem elaborado?Bom Filme , Tem uma Historia Interessante e Otimas Atuaçoes . Nota 8.0
    apenasumr
    apenasumr

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    0,5
    Enviada em 16 de outubro de 2014
    O Filme inteiro e muito entendiante,A Historia e pura investigacao o filme inteiro e eh muito cliche,Tem algumas piadinhas mais e muito chato nao tem muito oque falar deste filme
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

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    3,5
    Enviada em 8 de outubro de 2016
    O filme consegue prender sua atenção,mesmo não tendo tiros,é um ótimo suspense com grandes atuações,mas o final realmente decepciona um pouco por não ser tão claro.
    anônimo
    Um visitante
    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2015
    Pode até parecer ser bastante atraente aos estúdios,contarem essas histórias anualmente.Só vimos uma troca de elenco,mais com os mesmos fundamentos.O Homem mais Procurado,é sim um terrorista,mais que se ver em um início de atividade.Vigiado de perto por agentes competentes,que é o caso de Gunther (Philip Seymour).Gunther não desistirá do terrorismo que cerca tanto ele,quanto a cidade .O que mais afeta o filme,é a dúvida do tal personagem,que se passa por terrorista.Porque a descoberta vai nos enrolando todo o filme.
    Peter B.
    Peter B.

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    3,5
    Enviada em 2 de janeiro de 2015
    Não posso falar deste filme sem falar do talento incrível que perdemos neste ano que passou , Philip Seymour Hoffman no filme mostra todo o seu talento e capacidade , Sobre o filme é um filme tenso em que os homens maus não levanta suspeitas e suas contas bancarias são gordas....É um bom filme...
    Marcio S.
    Marcio S.

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    5,0
    Enviada em 11 de junho de 2015
    O HOMEM MAIS PROCURADO Há pouco tempo conversava com um casal conhecido sobre a onda de terrorismo na França no início de ano. O debate foi em cima das ações dos que são chamados de terroristas, a maneira que eles tem para lutar, como os países grandes fazem maldades e invadem países (e fazem mais maldades) mais por um (velado) interesse de caráter econômico do que por um sentimento de justiça. Por coincidência assisti O Homem Mais Procurado logo após essa conversa. Ele me fez chegar à conclusões pessimistas. Não há solução para esses conflitos. Ambos os lados se justificam e fazem maldades sempre achando que estão se defendendo. É como o cachorro que corre atrás do rabo. Só por causa disso o filme já é interessante. Soma-se ainda aos atores, o diretor, o roteiro adaptado e outros recursos cinematográficos e assim temos um filme sério e inteligente que vale a pena assistir. O filme se passa na Alemanha e se inicia falando que o comando do ataque de 11/09 aos EUA partiu de terroristas que estavam nesse país. Para se combater o terrorismo e fazer algo que a lei não permite existem organizações que atuam nos bastidores para impedir que células terroristas propaguem o terror. Gunther Bachmann (Philip Seymour Hoffman) lidera um time que é incumbido dessa missão. Quando um refugiado checheno islâmico, com um histórico de violência na família entra na Alemanha clandestinamente e uma advogada ativista resolve ajuda-lo no país, Gunther e sua equipe irão tentar desvendar um esquema de desvio de dinheiro para financiamento terrorista. O filme é um roteiro adaptado (ficcional, mas que parece ser tão real) por Andrew Bovell do livro do famoso escritor John le Carre. Ele é famoso por ter uma narrativa em que seus protagonistas são uma espécie de James Bond às avessas. Seus personagens resolvem os problemas sem dar nenhum tiro. Suas ações e palavras são muito mais enfáticas do que outro tipo de ação. Só assim ele já passa um recado: poderíamos resolver alguns conflitos apenas com palavras, onde a arma e a violência extrema deve ser usada em último caso. O roteiro constrói a narrativa pausadamente sem pressa como por exemplo foi a adaptação do livro do mesmo autor O Espião Que Sabia Demais. Mas esse filme me fez pensar mesmo foi no filme Syriana. Ao chegar no final do filme percebi que primeiro não existe nenhum mocinho nos países como EUA, Alemanha, Russia etc. E que devemos esquecer qualquer senso de justiça no mundo. Quando tiver que ser feito, aqueles que MANDAM no mundo irão passar qualquer limite para chegar onde querem. Isso inclui torturas, morte de pessoas inocentes, traições e outras coisas ilícitas. Por sua vez quem recebe essas maldades se veem no direito de revidar e então a solução é que nunca teremos uma solução. O filme tem uma narrativa tão séria que os atores estão tão focados que conseguem desempenhos excelentes. Dessa maneira a saudade que Philip Seymour Hoffman nos provoca é imensa. Ele era um excelente ator. Tinha uma sensibilidade extrema. Sua atuação é impecável. A composição de seu personagem é de um ser humano que dificilmente irá altear sua voz e por isso parece que nunca vai perder o controle. Sua vida solitária e seu passado que parece não ter ido embora totalmente só corroboraram para uma degeneração física e emocional. Seu olhar parece cansado e cínico em relação a seu trabalho. A cena em que ele diz o porquê faz o que faz é de um cinismo vibrante. O diretor ainda adota uma câmera que parece tensa e ao mesmo tempo se integra ao mundo dos personagens. As ações dos personagens, de sempre estarem na espreita, escondidos das pessoas se refletem nas posições da câmera. É como se ela pertencesse ao mundo da espionagem. Ela fica meio que escondida e nos conta a história meio que detrás de uma mesa ou do outro lado da rua ou de dentro de um carro. Anton Corbijn filma com uma sutileza enorme. Quando um determinado personagem entra em cena ele consegue através de um movimento de câmera mais tenso do que ele adota, estabelecer que aquele será o grande perigo para o sucesso da missão. Sempre quando ele aparece o diretor estabelece a dicotomia entre o protagonista e ele colocando eles sempre de maneira antagônica. Um filme que é uma despedida a altura de um ator que era diferencial em seus filmes. Um filme que respira essa realidade dura que vivemos atualmente. Onde não há mocinhos nem bandidos. Só seres humanos que querem sempre dar um passo na frente do outro. Se precavendo do que possa ocorrer. Assim esperam vencer um inimigo que nunca será morto e que dificilmente assistiremos algum vencedor.
    Mircon K.
    Mircon K.

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    1,5
    Enviada em 14 de dezembro de 2014
    Sabe aquele filme que você começa a assistir, vai gostando de alguns personagens e torce prá que no final essas pessoas se salvem desse mundo cruel? Nesse filme essas pessoas vão se ferrando um por um, e no final, quando você acha que alguém vai sobreviver, que vai sair do "fundo do poço" vem o bandido e amarra uma corda com uma pedra gigante no pescoço e ainda dá tchauzinho... The End. É esse filme aí. Quanto à "fotografia", teria que assistir de novo prá prestar atenção. Em todas as cenas em que o Philip aparece, há tons amarelados chamando atenção da cena, desde a decoração das paredes "modernas" do escritório, os bilhetes de recados amarelos colados no quadro, flores do campo, até a iluminação dos bares. Como se quisessem nos dizer que existe uma esperança nele, que pudesse salvar alguém ou o filme. Que nada... Se tivesse mais uma cena no filme, seria dele e os demais se enforcando, deprimidos!
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    3,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    __O Homem Mais Procurado__ é um daqueles filmes que tenta te manter quase que completamente atento apenas pelo poder de persuação de seu protagonista. Para sorte do diretor __Anton Corbijn__ (__Um Homem Misterioso__), o intérprete __Philip Seymour Hoffman__, apesar de ter ido jovem, foi um dos grandes de sua geração, e constrói mais uma vez um personagem, se não multidimensional, crível naquele esquema de espionagem pós-atentados 11/9.
    Fernando D.
    Fernando D.

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    2,5
    Enviada em 9 de junho de 2015
    um filme bom mais que não conta com muitas cenas de ação, é um filme com muitos diálogos e pra que entenda precisa prestar muita atenção . Recomendo apenas nos dias que tiver muito atento
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