Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Divergente
    Média
    4,4
    4805 notas e 285 críticas
    distribuição de 285 críticas por nota
    105 críticas
    75 críticas
    54 críticas
    33 críticas
    10 críticas
    8 críticas
    Você assistiu Divergente ?

    285 críticas do leitor

    Janaina A.
    Janaina A.

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    5,0
    Enviada em 17 de abril de 2014
    Não há nada mais gratificante do que sair satisfeita, ou, nesse caso, imensamente satisfeita do cinema, após assistir a adaptação de um livro tão maravilhoso. “Divergente” é um filme fiel ao livro, com atuações impressionantes e cenários de tirar o fôlego. Em um futuro onde as pessoas são dividas em facções que determinam suas formas de pensar e agir, Tris não é uma menina comum. Ela não se encaixa em nenhuma categoria, portanto, ela não pode ser controlada. Isso pode fazer com que sua vida corra muitos riscos, ou a faça ser capaz de lutar contra aqueles que acreditam que novas pessoas devam assumir o poder e que pessoas como ela devem ser eliminadas. Foi uma surpresa muito agradável ver Shailene Woodley e Theo James interpretando Tris e Quatro. Eles nasceram para interpretar os protagonistas de “Divergente”. Devo confessar que nunca tinha visto nenhum filme com eles, portanto, Theo James interpretou Tobias sem nenhuma diferença de como o personagem é descrito no livro. Era impossível não se encantar cada vez que o homem com apenas quatro medos surgia na tela. Sua voz é de tirar o fôlego. Ele conseguiu encontrar o equilíbrio perfeito entre a seriedade, os medos e o cuidado que formam o personagem. Shailene não é apenas perfeita como Tris, ela é uma atriz fantástica. Conseguiu me emocionar em cenas que eu não tinha tido vontade de chorar nem lendo o livro. Às vezes, quando você vê atores jovens trabalhando com atores já consagrados como Kate Winslet, a diferença na atuação é impactante, porém, ela consegue acompanhar perfeitamente, demonstrando toda a sua emoção e conseguindo fazer com que cada cena tenha uma qualidade impressionante. Eu sempre imaginei o espaço em si, onde se ficavam as facções, como algo bem menor, porém, se tratando de Chicago, não poderia ser menos expressivo do que apresentado no filme. Toda perspectiva de espaço do filme tomaram proporções muito maiores do que eu imaginei quando li o livro, e o resultado foi muito mais fabuloso e real do que eu jamais poderia ter criado em minha mente. O complexo da audácia é tão diferente do resto da Cidade, representando cada peculiaridade daquela facção perfeitamente, fazendo jus ao que a facção prega para seus habitantes. Todas as cenas importantes e necessárias do livro estão presentes, além de algumas coisas novas. Eu não me lembro de algum dia ter visto uma modificação de uma cena de um livro para o filme e ter gostado mais de seu desfecho no filme, mas isso aconteceu em “Divergente”. Vocês verão uma cena com um desfecho diferente, mas muito mais emocionante e perfeita do que no livro, mas sem perder em nada, apenas evoluindo algo que já era muito bom para outro patamar. Mal posso esperar para assistir novamente o filme no lançamento no dia 17. Além, é claro, de já ter ficado imensamente ansiosa para assistir “Insurgente”. Quando o filme acabou e “Beating Heart” começou a tocar, senti um arrepio de ansiedade pelo próximo filme que, se for tão bom quanto o primeiro, irá superar novamente todas as minhas expectativas.
    Cristiano M.
    Cristiano M.

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    5,0
    Enviada em 18 de abril de 2014
    Buscar um tom ideal numa adaptação nunca é fácil, ainda mais quando sua historia é parecida com a de um grande sucesso da atualidade, pra começar é preciso retirar da cabeça qualquer ideia de que é parecido com jogos vorazes ou baseado, ambos seguem caminhos diferentes, oque ambos tem em comum é o fato da sociedade de ambos os filmes estarem totalmente dominadas perante os poderosos. A trama que acompanha Beatrice (Shailene Woodley), que possui características de facções distintas, e isso a torna diferente, fazendo dela uma ameaça para todo aquele sistema, o filme segue uma linha parecida com os de colegiais americanos, nele é possível ver os famosos grupinhos de colégio, os Nerds, patricinhas, atletas e assim por diante, mais é quando alguém não se enquadra em nada disso? é uma fase muito preocupante na cabeça de uma pessoa a adolescência, quando ela não consegue se adequar ao ambiente em que vive, um mundo de duvidas paira sobre a sua cabeça e nisso o filme toca com uma boa profundidade, a rebeldia, outro ponto forte na adolescência também é mostrado em diversos pontos, mais pra isso, os poderosos criaram tipos de drogas que os acalmam e os mantem dentro daquelas normas, há também diversos jogos que de certa maneira são sádicos e podem também atrair alguns fãs do gênero terror, alem das atuações que estão num tom agradável, vemos no filme uma heroína ainda tímida, mais que promete amadurecer ao longo de todos as continuações.
    Marii R.
    Marii R.

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    5,0
    Enviada em 9 de abril de 2014
    Perfeito ! o livro e perfeito, o filme não pode ser menos que isso .. adorei , já estou no segundo livro e super ansiosa ! quero ir na pré estreia ^^
    Ric Brandes
    Ric Brandes

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    5,0
    Enviada em 22 de abril de 2014
    Prepare seus aplausos para mais um grande sucesso do cinema! Muita ação, aventura, drama, suspense, romance e um toque de comédia. Forte crítica política e social com temática jovem, com grupos e facções em disputa, e um bom romance pra apimentar a história baseada em uma série de livros de grande sucesso em todo o mundo. O que será? Harry Potter? Jogos Vorazes? Não, é Divergente! O mais novo trabalho do diretor Neil Burger (O ilusionista/2006) pode até lembrar algumas franquias teens, mas logo nos primeiros minutos deixa claro que veio para se impor com muita ERUDIÇÃO. Um grande trabalho com momentos memoráveis, que abre uma nova franquia que promete fazer muito barulho nos cinemas. Com toda AUDÁCIA promovida pelos grupos e facções de jovens, saltando de trens e lutando para sobreviver em um mundo futurístico pós-guerra, o destaque vai para as cenas dos testes psicológicos de Beatrice, personagem principal interpretada pela bela e promissora atriz Shailene Wooley (Os Descendentes/2012), onde o espectador é surpreendido por momentos de grandes surpresas e fortes emoções (Uma injeção incomoda muita gente... Muitas injeções incomodam muito mais!). Beatrice não tem habilidades natas, e durante todo o filme luta com unhas e dentes (e uma mente aberta para aprender tudo que pode) para conseguir sobreviver na facção escolhida, da qual não quer fazer parte. Como passarinho fora do ninho (Há vários no filme!) ela enfrenta muitos dilemas e alça voo para fora do seu trem, saltando na parada mais próxima, sem perder a viagem de grandes descobertas e fortes desafios. Detonando a mesmice com excelente trilha sonora, que traz Zedd, Ellie Goulding e muitos outros grupos e artistas de sucessos, Divergente ainda apresenta cenários de tirar o fôlego, até debaixo d’água! Seja no Fogo, seja na água, as músicas e cenários acompanham bem os amigos e inimigos, amores e suas dores... Falando em AMIZADE... A protagonista Beatrice forma grandes amigos e fortes inimigos em sua jornada, que se fazem presentes de marcante. E, pra variar, entre os amigos, um deles (o galã das muitas tatuagens e qualidades) torna-se uma amizade pra lá de colorida, provocando suspiros da plateia empolgada, que ri, chora e se comove com a jornada de Divergente. Os grupos sociais e sua ABNEGAÇÃO promovem grandes lutas pela sobrevivência, fazendo o espectador torcer por alguns, ter raiva de outros e pena pelos que partem dessa pra melhor. Até a Kate Winslet (A eterna garota TITANIC) está presente no filme, mas não como Rose. Ao contrário, ela é uma vilã loira e megera, comparada a uma Hitler em versão feminina. (Não, Leonardo DiCaprio não está neste filme para salvá-la!). Como destaque especial, momento vale a pena curtir de novo, a cena da Roda Gigante, presente no cartaz do filme, que traz momentos decisivos e cheios de beleza em cena. Com toda FRANQUEZA, divergente é um grande filme e merece todos os méritos e todo sucesso nas telas do mundo da sétima arte. Esse é só o primeiro filme do total de QUATRO que compõe a série. E os grandes olhos de Beatrice "Tris" Prior brilham ao ouvir esse número... Por Ricardo Brandes / Escritor
    Guuh C.
    Guuh C.

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    2,0
    Enviada em 18 de abril de 2014
    Mudaram muita coisa do livro. De detalhes que eu considero importantes a cenas essenciais mudadas e cenas acrescentadas desnecessarias. Fizeram a Tris ser um fracasso nas lutas...ela perdeu as duas, no livro ela ganha da Molly e perde do Peter antes. Colocaram ela la no fim da lista..Depois nem fizeram o Al se apaixonar por ela...eles nem se aproximaram direito, tanto que quando ele se matou ninguem nem deve ter sentido falta. A cena do abismo da Christina foi nada a ver....eles nem criaram a cachoeira e as pedras na agua do fundo...era simplesmente um buraco negro. Na hora que o Peter,Al e Drew iam jogar a Tris do abismo foi em outro lugae,tipo nem era no abismo,enquanto no livro era. Ela nem via o rosto do Al. A Jeanine apareceu na Audacia varias vezes, no livro a Tris so escuta a voz dela. Eles descobrem sobre o soro de um jeito nada a ver. Fizeram a mae da tris encontrar ela escondida, nem existiu Dia Da Visita. A parte das paisagens do medo foram estranhas, os segredos do Quatro foram revelados a Tris muitp facilmente. Nao fizeram a aproximacao dos dois ser tao intensa quanto no livro, nao senti aquela paixao, aquele romance. Caca a bandeiras deveria ser em uma floresta/parque, com paintball, nao em um predio com dardos que simulam a dor de um tiro. Cade a rede de braços humanos na hora da tirolesa? A morte da mae da tris nao demonstrou um signifcado tao bonito como no livro, ela simplesmente levou um tiro sem querer. E que morte tosca aquela do pai da Tris. E depois aquele fim tosco que so deveria ter a Tris e o Quatro na sala de controles, tinha varioa guardas, Jeanine..aff nada a ver. Triste e lamentavel :l ps: e varias outras coisas. A Shailene interpretou muito bem a Tris. Mas nao se pode dizer o mesmo do Theo. Enfim... decepcionante!
    Kai E
    Kai E

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    3,5
    Enviada em 16 de janeiro de 2015
    Atenção : Essa critica é de uma pessoa que não leu nenhum livro da trilogia ``Divrigente´´. O filme não trouce nada de novo . Na verdade quando os murmurinhos de que a trilogia de livros iria virar filme começaram a dizer ``O romance de Veronica Roth (Divrigente) , é semelhante com o romance de Suzanne Collins (Jogos Vorazes)´´, quando fui assistir pude ver que não tem nada a ver um com o outro . Gostei muito , recomendo , Como tem todo romance um governo aparentemente perfeito , mais nada feliz e secretamente mau governa as 5 facções (cuje são chamadas : Erudição , Amizade , Audácia e Franqueza , e no meio de tudo isso encontramos Tris (Shailene Woodley) uma jovem que tem que escolher se vai ficar em sua facção de origem ou se vai para outra , ela decide ir para Audácia e lá tem que enfrentar desafios se quiser viver , e do nada descobre que é uma Divrigente (Pessoa que não pode ser controlada pelo governo ) . E então ela encontra Tobias ou Quatro e ai está o ``Nada de novo nessa trama´´, mais mesmo sem nada que nós traga algo novo o filme por si só já é bom , mais uma duvida é que ouve uma Guerra terrível ... E ai as pessoas que sobraram foram divididas em Facções , e o povo não se revoltou ? E foi isso ? . Agora só nós resta esperar até dia 19/03/2015 .
    Zeca L.
    Zeca L.

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    4,0
    Enviada em 18 de abril de 2014
    Fui assistir Divergente sem grandes expectativa, pois já tinha lido livro e me apaixonado pela históanto, saí do cinema satisfeito com o filme que vi. A produção é parcialmente parcialmente ao livro, embora não consiga superá-lo; a produção foi muito bem executada:roteiro bem escrito e excelentes cenas de ação e anto, o filme pecou no setor de atuação, pois a maioria dos atores se mostraram sem profundidade. Enfim, é um bom filme, mas nada extraordinário; vale a pena o ingresso, contanto que você vá buscando apenas uma boa diversão descompromissada.
    Marcos A.
    Marcos A.

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    3,5
    Enviada em 18 de abril de 2014
    Bom filme, divertido, bacaninha e ponto extra para Shailene Woodley que faz a personagem Breatrice, mas o melhor mesmo é assistir ao filme em uma sala cheia de adolescentes gritando e vibrando com cada cena que é parecida com o livro. Vale o ingresso.
    Shiro T.
    Shiro T.

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    4,5
    Enviada em 18 de abril de 2014
    Há menos de três horas, eu estava na fila do cinema local da minha cidade, prestes a assistir Divergente e não sabia exatamente o que esperar, sendo fã dos livros e tudo o mais. Felizmente, saí do cinema com um grande sorriso no rosto e preparado para divulgar esse ótimo filme. Mas como posso começar essa crítica? Divergente conta a história de Beatrice Prior, uma adolescente de 16 anos da facção Abnegação - uma das cinco facções que dividiram uma Chicago futurística, junto da Amizade, Franqueza, Erudição e Audácia. Durante o teste de aptidão, que revela qual facção ela se aproxima mais, ela descobre que seus resultados foram inconclusivos, sendo a mesma então uma "Divergente". Ela escolhe então a facção dos corajosos, a Audácia e a partir daí, a história inteira se desenrola, entrando num rumo agradável e divertido para o público-alvo. Lá, conhece Quatro, seu instrutor, que será de fundamental importância para o resto do filme. A trilha sonora é um dos pontos positivos mais impactantes do filme, tendo músicas que emocionam ou simplesmente fazem você entrar no clima de "Audácia", o que, em geral, é o que mais faz todos prestarem atenção no filme em si. Além disso, o elenco é talentoso, tendo destaque para Shailene Woodley (Os Descendentes), que incorpora a personagem Tris de uma forma impressionante, fazendo você torcer para que tudo acabe dando certo para a mesma. Porém, embora o elenco seja excelente, é notável a falta de desenvolvimento dos personagens secundários, o que afeta algumas partes que, originalmente, deveriam causar mais emoção do que o que foi mostrado no filme. Outro tópico é o romance, que é leve e igualmente belo, apesar de um certo desgaste a partir das cenas finais. Apesar disso, não compromete o resultado final. Não recompensa também a pouca explicação dada sobre o mundo da franquia. Com uma pasta mista de humor, ação e romance, Divergente consegue agradar aos fãs e igualmente aos jovens em geral, sendo sempre uma boa opção para assistir em família ou com amigos. Mas se você for alguém mais adulto, então encare o filme como o seu "eu adolescente" encararia, pois assim você vai curtir muito mais.
    Malu P.
    Malu P.

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    3,5
    Enviada em 19 de abril de 2014
    Eu olhava das redes sociais e todas as páginas de sagas faziam contagens regressivas e não deixavam de falar de um único assunto, Divergente. Procurei saber o que era, e descobri a história e que seria lançado o filme em apenas vinte dias. Corri até a livraria e comprei o livro. Comecei a ler e me apaixonei pela história que Veronica Roth criou. Acabei o livro em cinco dias. E fiquei enchendo a paciência dos meus pais e dos meus amigos, por que, eu queria ver o filme! Eu precisava ver o filme! Quando chegou o dia eu estava eufórica e quase chorando. Depois que a sessão acabou, analisei todas as diferenças do filme e do livro. Sim, mudaram cenas, e cortaram outras. Não colocaram os personagens. Mas, percebi que o contexto da história estava lá. Só por que mudaram 60% do livro, não quer dizer que foi mal adaptado. Gostei do filme, mas acho que tiveram cenas que mereciam estar nele. Uriah, Edward, Lynn, Drew, Susan... Fizeram uma falta tremenda.
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