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Cineweb
Loach e Laverty nunca abandonam seu território, o dos deserdados da sorte e da economia. Mas, desta vez, injetaram todo o humor possível. Como sempre, da ternura eles nunca abrem mão.
A Tarde
Loach narra, com a habilidade de sempre, como o personagem vai tentar se reinventar e, em sendo um anjo torto, quem sabe trilhando caminhos improváveis para chegar à redenção.
Cinema com Rapadura
O Reino Unido de "A Parte dos Anjos", enfim, ainda não é das mais promissoras terras, mas dessas vez Loach, pelo menos, diverte-se e faz divertir, além de parecer esperançoso.
Cineplayers
É notável o carinho com que o realizador aborda a caminhada de Robbie e seus amigos. Sem cair no sentimentalismo barato, ele deixa fluir a humanidade que existe em cada um e permite que suas histórias e atitudes sejam compreendidas, ainda que não se possa concordar inteiramente com elas.
Cinepop
Vale é dizer que o filme se torna algo inusitado, que causa interesse imediato, e consegue conter mais suspense numa única cena, do que a maioria do que é feito no cinema americano mainstream.
Cinética
"A Parte dos Anjos", assim, dialoga com esse estado de coisas na chave que mais pode afundar a lâmina da espada: a da irreverência e da graça. Nada mais acertado que implodir a solenidade da causa.
O Globo
"A parte dos anjos" se impõe como divertida comédia de erros e acertos de uma gangue de baixíssimo calão a quem o veterano diretor concede, generosamente, uma segunda chance com desdobramentos hilariantes.
Screen International
As tristes estatísticas do desemprego no Reino Unido foram transformadas em uma fábula comovente e realista, repleta de humor e sentimentos.
The Guardian
Uma comédia libertária e realista. De certa maneira, este é um dos filmes mais leves e mais bem-sucedidos de Ken Loach em bastante tempo.
The Hollywood Reporter
No final, algumas escolhas desajeitadas não comprometem o charme de um filme que funciona como uma comovente celebração da amizade, da gentileza e do perdão.
Télérama
Ken Loach sonha, com um pouco de ingenuidade, com uma revanche dos pobres, mas evita toda forma de sermão. [...] A paixão e a naturalidade dos atores, filmados com empatia, lembra as grandes comédias italianas dos anos 1950.
Zero Hora
O vigor e a graça que Loach imprime em "A Parte do Anjos" [...] vem tanto do ritmo de aventura em torno do planejamento e execução do arriscado golpe quanto do carinho que dedica a seus carismáticos personagens.
Preview
A solução encontrada pelo longa para abrir uma perspectiva para o rapaz é engraçada e subversiva.
CineClick
O diretor continua investindo em um cinema político recheado de humor pastelão. "A Parte dos Anjos" não foge à regra e é, acima de tudo, um filme divertido.
Rolling Stone
Loach traça um olhar generoso sobre a juventude suburbana de Glasgow. É no processo de envelhecimento que ele vê nascer uma nova oportunidade, mesmo sob o efeito do álcool.
Estado de Minas
A pieguice, a banalidade (a trama parece vários daqueles filmes com golpes de "mestres") e mesmo um certo maniqueísmo são riscos assumidos conscientemente por Ken Loach. Mas deixam rastro de dubiedade.
Folha de São Paulo
O início é promissor, contando o passado sombrio de Robbie. Mas Loach mostra uma mão pesada para sátira, e o filme se perde em uma trama cômica que não funciona.