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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
A ficção científica de Guillermo del Toro utiliza alta tecnologia para transformar um assunto vergonhoso em algo do nível dos blockbusters de Hollywood [...] "Pacific Rim" sabe que tipo de filme que deseja ser; é este filme, e muito mais [...] É uma ficção científica de verdade, um jogo de ideias.
Estado de Minas
"Círculo de fogo" é ficção científica contemporânea. Deixa a sensação de estar na linhagem de filmes como "Alien" ou "Blade runner", obras que, mergulhando na fantasia, despreocupadas com conteúdos, acabam criando olhares poderosos sobre a paisagem e a sociedade contemporâneas.
Revista Interlúdio
Neste épico colossal de robôs versus monstros, nada parece forçado para convencer o espectador, e Del Toro consegue reproduzir de maneira genuína para plateias acostumadas ou não, a mesma sensação de estar assistindo a um filme ou seriado infanto-juvenil japonês.
Blogs Pop
[...] "Círculo de Fogo" é a prova de que qualquer elogio ao diretor é merecido. O filme pode acabar não chamando muito a atenção das pessoas pelos temas e a impressão meio adolescente que passa, mas é – de longe – um dos melhores do ano.
Chronic'art.com
Parece pouca coisa, mas a falta de referência geopolítica salta aos olhos em "Círculo de Fogo": ela significa a recusa de estabelecer um estado do mundo - missão pomposa que a concorrência acredita dever cumprir. Ao contrário, Del Toro cultura uma recusa infantil do real.
CineClick
"Círculo de Fogo" é a melhor surpresa do ano. Depois de lutar contra o rótulo simplista de cópia de "Transformers", o filme de Guillermo Del Toro mostra personalidade e supera com facilidade a trilogia de Michael Bay em todos os aspectos.
Cinema em Cena
Empolgante e divertido em sua entrega absoluta à fantasia lúdica de criaturas gigantescas se enfrentando em nosso mundo, "Círculo de Fogo" ainda traz instantes de humor inesperados e quase nonsense.
Cinema10
Del Toro não se priva de abraçar os elementos característicos, como os discursos inspiradores e o heroísmo inconsequente, mas aborda-os com revigorante frescor. As cenas de batalha são empolgantes e de uma beleza sem igual no gênero.
Omelete
"Círculo de Fogo" defende a destruição caricata, indolor, numa época em que a estética documental tira do cinema-catástrofe seu grau de escapismo [...] embora "Círculo de Fogo" não tenha sido o hit do verão, sem dúvida é um bem-vindo antídoto ao cinemão corrente [...]
Preview
A vantagem de "Círculo de Fogo" em relação a seus competidores é ter por trás da câmera um cineasta de verdade, que sabe construir momentos memoráveis e não apenas emendar cenas de ação, por mais legais que sejam.
The Hollywood Reporter
Em muitas formas, este épico de ficção científica, paradoxalmente derivado e ainda imaginativo, é tudo o que todos os filmes de monstro da história do cinema gostariam de ter sido.
Télérama
O mexicano Guillermo del Toro [...] traz para a tela dois sub-gêneros da ficção científica japonesa. Sua criatividade é sempre lúdica, e a fluidez dos efeitos especiais digitais [...] cumpre o nosso desejo catártico de destruição.
Veja
É lindo o filme. O Guillermo del Toro é um sujeito que usa toda a imaginação inesgotável dele quando está fazendo um filme pop, como "Hellboy", ou quando ele está fazendo um trabalho super autoral, como "O Labirinto do Fauno". Para ele não existe diferença [...]
Cineplayers
Tamanho esclarecimento do cinema que aqui desenvolve confere a Del Toro todo o respaldo para basear sua narrativa em arquétipos e convenções. Assim, os personagens são bem acessíveis, com o trunfo de não ficarem reféns de um heroísmo de cartilha...
Cinepop
No final, o saldo é deveras positivo, pois, mesmo sendo um tanto prolixo, em seu tempo de duração, precisamente, por ser um trabalho escapista, o deslumbrante visual e as empolgantes cenas de batalhas, diverte o espectador e nos faz viajar no tempo.
A Tarde
Não seria leviano dizer que, diante da quase obrigatória comparação com "Transformers", "Círculo de Fogo" ganha com sobra. Se não chega a ser surpreendente, acumula bons resultados técnicos, que asseguram um bom mergulho por sua abordagem no mundo da fantasia pop [...]
Critikat.com
É grande (em tamanho), é impressionante, é agitado, é generoso... e - com o risco de contradição - é apenas isso [...] Em "Círculo de Fogo", por exemplo, falta um pouco da dimensão humana.
New York Times
"Círculo de Fogo" é também um lembrete - apenas em tempo ou tarde demais - de que esse tipo de filme pode e deve ser divertido [...] Os prazeres de "Pacific Rim", em outras palavras, são de certa forma nostálgicos, e talvez também regressivos.
Screen International
O diretor Guillermo del Toro criou um filme de ação e ficção científica entorpecido, honesto e ocasionalmente visionário, que é constantemente atrapalhado por seus personagens monótonos e performances indiferentes.
Cineweb
"Círculo de Fogo" é uma aventura retrô, mas, de certa forma, sobre o nosso tempo, no qual monstros alienígenas surgem das profundezas do planeta para destruir o mundo [...] Divertir-se com o filme significa entrar nos devaneios de embates e vísceras criados pelo cineasta espanhol.
Rubens Ewald
Fica claro que é um “monster movie”, e nesse ponto acho que ele acerta. A direção de arte/desenho de produção é interessante e criativa [...] Por outro [lado] tem que seguir uma fórmula de que não dá para se desviar muito. E acho que nem tenta.
Folha de São Paulo
Talvez a melhor solução para certos filmes fosse o supervisor de efeitos especiais assinar como diretor logo de uma vez. Um caso bem à mão é "Círculo de Fogo", a mais nova ameaça de apocalipse.
O Globo
"Círculo de fogo" é uma previsível colcha de retalhos de produções de segundo escalão. As escolhas são tão equivocadas que corre-se o risco de torcer pela vitória das criaturas destruidoras.
The Guardian
O filme blockbuster montros vs. robôs, de Guillermo del Toro, experimenta algumas idéias interessantes, mas sofre com um curto-circuito de personalidade.
Variety
Oferecendo um espetáculo apocalíptico em um espírito de diversão sem remorso, este é o filme mais quadrado, desajeito e, certamente, o mais expansivo da carreira de Guillermo del Toro.