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    Django Livre
    Média
    4,7
    6077 notas e 1006 críticas
    distribuição de 1006 críticas por nota
    533 críticas
    355 críticas
    69 críticas
    25 críticas
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    18 críticas
    Você assistiu Django Livre ?

    1006 críticas do leitor

    VITOR HUGO
    VITOR HUGO

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    4,5
    Enviada em 1 de junho de 2013
    Se eu fosse ver Django Livre sem saber de sua ficha técnica, desconhecer o diretor, não ter visto os créditos iniciais, na saída, certamente eu teria pelo menos 90% de certeza de que se tratava de uma obra cinematográfica com a assinatura inconfundível de Quentin Tarantino. Ou de um exímio imitador. Tarantino está ali, escancarado e ao mesmo tempo surpreendente. A verdade é que, a cada filme dele que vejo, mais gosto de Tarantino. Foi impossível, à medida que o filme rodava, não lembrar de Bastardos Inglórios. Lá, usando como pano de fundo a 2ª Guerra Mundial, Tarantino criou uma ficção extraordinária, e todos nós torcemos muito para que aquilo ali tivesse acontecido de verdade! Não faltaram atuações magníficas - ele é mestre em tirar dos atores o máximo que cada um pode dar - suspense de primeira linha (as cenas do oficial da SS, naquela cantina obscura, desmascarando pouco a pouco os americanos, através, inicialmente, do sotaque alemão de um deles, é memorável), e violência, sim senhor, há muita violência nos filmes de Tarantino, mas justificáveis, basta ver o contexto das histórias. Em Django Livre, todos estes elementos estão presentes, mas em vez da guerra, ele recriou um personagem dos anos 60, o Django de Sergio Corbucci protagonizado por Franco Nero, um anti-herói por excelência, naquela onda do "western spaghetti" surgido na Itália e espalhado pelo mundo. Eu tive o prazer de ver este e outros filmes assim nos saudosos cinemas da rua da Praia, em Porto Alegre... Não me levem a mal, deu-me um ataque de nostalgia... Desta vez, Django (protagonizado corretamente por Jamie Foxx) é um negro humilhado numa região do sul escravagista dos EUA, nos meados dos anos 1800. Algum tempo depois estouraria a guerra civil americana que colocaria em campos opostos o sul e o norte (se não viu, veja Lincoln, outro bom filme de Spielberg que trata do assunto sob o ponto de vista político). O caráter de Django, sua personalidade, sua obstinação, como vai se comportando e agindo desde que recebe ajuda do dr. Schultz (magistralmente interpretado por Cristoph Waltz), a parceria que faz com o meio dentista, meio escroque, caçador de recompensas, seu desejo de vingança e de encontrar sua mulher, tudo isto vai conduzindo a história tramada por Tarantino. A reconstituição da época, as belas paisagens, as demonstrações de extrema crueldade com que os negros eram tratados, formam um retrato da sociedade sulista dos Estados Unidos do século XVIII. E se você, por acaso, é anti-americano, não fique desdenhando o país por causa disto, lembre-se de que nós também tivemos escravatura... Leonardo DiCaprio, outro queridinho de Tarantino e Samuel L. Jackson emprestam credibilidade aos seus personagens, um como o milionário fazendeiro dono de muitos escravos e o outro como uma espécie de mordomo "capacho", capaz de ser até mesmo mais cruel com os outros escravos do que mesmo seu patrão. O clímax do filme ocorre na fazenda, muito suspense, há sempre algo no ar que pode acontecer a qualquer momento, a gente sabe que vai acontecer, o filme leva a pensar assim e a expectativa aumenta a todo o instante. Típico de Tarantino. Um belo filme, fotografia exemplar, vale a pena ver no DVD os extras da criação do enredo, da reconstituição de época, dos depoimentos, de como se constrói uma história com a meticulosidade que só mentes privilegiadas podem conceber.
    Jonas Furtado Bittencourt
    Jonas Furtado Bittencourt

    Segui-los 1394 seguidores Ler as 549 críticas deles

    2,0
    Enviada em 21 de março de 2020
    Junto com Death Proof, esse certamente é o filme mais fraco de Tarantino. Em Django Livre, o cineasta pesa demais a mão, tornando sua indulgência e estética cartunesca, divertidas e inteligentes em outros filmes, um mero exercício de vaidade, com muito estilo e pouca substância.
    Carlos B.
    Carlos B.

    Segui-los 7 seguidores Ler as 7 críticas deles

    5,0
    Enviada em 29 de março de 2013
    Nossa sem palavras para o que eu acabo de assisitir, Tarantino se superou. Nota 10+10+10.....etc..
    Leandro M.
    Leandro M.

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    4,5
    Enviada em 25 de março de 2013
    Filme fantástico, com atuações fantásticas de todos, mas merecem especial menção o Christoph Waltz, que já mostrou que veio para fazer barulho, depois do fantástico papel em Bastardos Inglórios, cujos filme e atuação, ainda conseguem ser melhores que este. Samuel Jackson também destrói no filme. Di Caprio tb está de parabéns. Obvio que Jaime Fox fez o que se esperava do papel. Entendo que até melhor que William Smith faria, pois associaríamos imediatamente com outros papeis de humor no velho oeste que fez, diminuindo o impacto. Ótimo filme!
    Stella A.
    Stella A.

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    4,5
    Enviada em 1 de julho de 2013
    Nunca imaginei que assistiria a esse filme, a esse gênero, que nunca me agradou. Na verdade, ainda não me agrada. Mas sei reconhecer quando o filme é bom. Uma estória supreendente, e o desenrolar me surpreendeu muito. Os caram são fo***! Realmente de se tirar o chapéu para a inteligência e habilidade tática, do Django e do Dr. Schultz, eu digo. Cenas impressionantes em todos os aspectos, principalmente pela alta violência, que na verdade, me chocou demais pelo fato de não estar acostumada com esse tipo de filme. Sentia pena de todos, só faltei chorar cada vez que um morria ou era castigado, kkkkk. Brincadeiras à parte, não me agradaram as cenas fortes spoiler: e a morte do Dr. Schultz , porém estória explendida, trilha sonora magnifica, e final espetacular. Recomendo a todos, principalmente aos apreciadores desse gênero!
    Barboza Wagner
    Barboza Wagner

    Segui-los 33 seguidores Ler as 58 críticas deles

    4,5
    Enviada em 20 de janeiro de 2013
    Recomendadíssimo Djando Livre ... A interpretação de Christoph Waltz esta indiscutivel. Muito bom !!! Quentin Tarantino conseguiu superar o Bastardos Inglórios. Quem derá se toda semana tivesse excelentes lançamentos no cinema como este filme!
    Felipe F.
    Felipe F.

    Segui-los 1083 seguidores Ler as 490 críticas deles

    5,0
    Enviada em 19 de junho de 2020
    Não há dúvidas que Django Livre é uma obra prima não só do Faroeste, mas do cinema moderno, e é uma das tantas produções perfeitas de Quentin Tarantino. São imensos detalhes durante o longa, e é daqueles filmes que merece ser visto mais de uma vez. As atuações são simplesmente fantásticas, o elenco é incrível, trilha sonora é magnífica, assim como a bela fotografia. Django Livre é um filme fantástico, com muito humor negro, mostra ainda os horrores da escravidão e Tarantino faz uma linda homenagem aos clássicos do western.
    Carlos Henrique Campos
    Carlos Henrique Campos

    Segui-los 16 seguidores Ler as 27 críticas deles

    4,5
    Enviada em 29 de março de 2013
    um filme com uma grande e longa história, grandes tramas e várias reviravoltas, um filme realmente muito bom!
    anônimo
    Um visitante
    2,5
    Enviada em 5 de agosto de 2013
    O filme sem dúvidas te prende. Não sou fã do estilo Tarantino mas quando ele acerta no elenco... Para mim, o filme não é dos melhores filmes do mundo mas um bom filme, sem dúvidas. Sangrento com final "feliz". O Waltz é um caso à parte!!!!! Por outro lado, fiquei com ódio do Samuel L. Jackson e seu papel FDP no filme. O DiCaprio mais uma vez mostrando que atua muito. Sem comentário para o J. Foxx. Indico.
    Fine9
    Fine9

    Segui-los 15 seguidores Ler as 7 críticas deles

    5,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2013
    Sensacional. Só não digo que foi meu filme preferido pois não gosto de filmes desse estilo. Tarantino é exagerado e já sabemos o que esperar desse diretor detalhista fantástico, mas ele sempre nos surpreende com ainda mais. DiCaprio está em sua melhor forma, sem dúvidas. O filme consegue fazer uma adaptação simplesmente perfeita dos velhos de faroeste, até nos detalhes. Quando digo isso, incluo o próprio Django original de 1966. Evidentemente Django Livre não é uma regravação do original e nem deveria ser mesmo, pois Tarantino perderia toda a liberdade fantástica que possui neste filme de mostrar todo seu lado exagerado e violento. Trilha sonora impecável, a começar pela música tema original do filme de 66. Estilo de gravação impecável, realizado da mesma forma que os antigos faroestes da década de 60. Direção impecável. Elenco impecável. Eu juro que procurei críticas para Django Livre, mas não encontrei. As três horas de filme passaram extremamente rápido já que o filme possui uma fluidez que envolve o espectador. Apesar de ser um entretenimento fácil, o filme possui seus enigmas escondidos que são deixados lá para que os mais viciados em cinema possam desvendá-los. Faroeste puro ou um longa inteligente, Django atende a todos os gostos.
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