Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Nocaute
    Média
    4,4
    528 notas e 44 críticas
    distribuição de 44 críticas por nota
    13 críticas
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    44 críticas do leitor

    Bel M.
    Bel M.

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    4,5
    Enviada em 14 de janeiro de 2016
    Adorei o filme , me lembrou mt Rocky em alguns momento. Mostra como uma tragédia pode mudar nossas vidas , como agir por impulso pode nos trazer perdas irreparável . As atuações estão ótimas . Recomendo
    Yanko Rodrigues
    Yanko Rodrigues

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    3,5
    Enviada em 24 de dezembro de 2019
    Nocaute aborda duas coisas, se você está preparado em ter muito sucesso e se você está preparado de perder muito especial. É um ótimo filme de luta, as cenas de luta são incríveis.
    Neto S.
    Neto S.

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    2,5
    Enviada em 29 de março de 2016
    Billy "The Great" Hope (Jake Gyllenhaal), um lutador, trilha seu caminho rumo ao título de campeão enquanto enfrenta diversas tragédias em sua vida pessoal. Além das batalhas nos ringues, ele é forçado a lutar para conquistar o amor e o respeito de sua filha, em uma busca por redenção. Mediano, Nocaute tem um bom elenco, Jake Gyllenhaal ta otimo como sempre, Rachel McAdams esta bem, o filme tem boas, cenas mais eu achei tediante. Nota 6.2
    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 25 de janeiro de 2016
    Apesar do péssimo título nacional -­ southpaw, na linguagem do esporte, refere-­se à postura do lutador que posiciona sua mão direita à frente, geralmente um lutador canhoto -­ "Nocaute" conta o drama do lutador Billy Hope, invicto e atual campeão dos meio­-médios do boxe que sofre um grande revés na vida ao perder a esposa e a guarda da filha, e acaba entrando em depressão. E a missão de contar essa grande história ficou nas mãos de Antoine Fuqua, diretor mais conhecido por um prematuro grande sucesso (Dia de Treinamento, 2001), em parceria com o roteirista e criador da série popular "Sons of Anarchy" Kurt Sutter. Outros talentos como Jake Gyllenhaal, Forrest Whitaker e Rachel McAdams se uniram ao projeto, atraindo todos os olhos do mundo cinéfilo para esta grande produção. Nocaute é um filme sobre "coração". O drama esportivo pode ser considerado um dos subgêneros mais emocionantes da sétima arte. São vários os filmes que fizeram, ao subir dos créditos, mais lágrimas caírem do que se alguém cortasse uma plantação inteira de cebola. Só no boxe há vários exemplos: os clássicos Rocky (1976) (chorar assistindo Rocky é obrigação sim!) e Touro Indomável (1980); O Campeão (1979), Menina de Ouro (2004), A Luta Pela Esperança (2005), O Vencedor (2010)... Algo comum no gênero, os elementos que nos causam tal sentimento quase sempre são os mesmos. Geralmente, um lutador não é um ser humano comum, costumam ser personagens notáveis por sua bravura dentro do ringue, bem como a superação, pois muitas vezes passam por situações extremamente adversas na vida e precisam "lutar" contra tudo e contra todos e o destino, sim, é bem comum o drama esportivo acreditar na fatalidade, na tragédia, no acaso, para que o protagonista possa cumprir uma missão predeterminada na vida. É claro que todos esses elementos combinados podem nos dar a sensação de já termos visto algo bem parecido em outros filmes, o que popularmente chamamos de "clichê". Uma história totalmente original ou uma reversão dos elementos do gênero tem uma capacidade enorme de nos deixar boquiabertos e surpresos ­ o que é muito bom ­ mas nem todo clichê é ruim, se bem empregado ou combinado com outros elementos que façam o espectador "suspender a descrença" durante o filme. Há exemplos no esporte que poderiam facilmente ter virado filmes dinos de Oscar. Alguns deles, a revanche entre Frankie Edgar e Gray Maynard pelo UFC 125 em 2011, ou o combate entre Anderson Silva e Chael Sonnen pelo UFC 117. Duas lutas épicas, com reviravoltas e desfechos tão espetaculares que, se houvessem acontecido em um filme, seriam consideradas improváveis e até clichês. Recomendo que assistam essas lutas para terem outra visão sobre o assunto. Falando agora do filme, não é novidade que os clichês do gênero estão muito presentes sim. De início, somos apresentados aos principais personagens. Billy Hope -­ confesso que acho muito brega esses nomes pouco sutis que os filmes norte-­americanos usam, como este, já que "hope" quer dizer esperança em inglês -­, sua esposa Maureen (Rachel McAdams) e seu agente Jordan (50 Cent). Não precisamos de muito tempo e explicação para perceber exatamente as principais características de cada personagem, seja por suas atitudes, por suas vestimentas ou por suas falas, e isso é muito bom. A direção de Fuqua nos coloca quase que imediatamente dentro da luta. Os closes e sincronismo da ação são obras de uma cinematografia impressionante, muito bem executados e detalhados com o auxílio do diretor de fotografia. Posteriormente, entram em cena sua filha Leila (Oona Laurence) e seu futuro treinador Tick Wills (interpretado muito bem pelo sempre competente Forrest Whitaker, embora "will" em inglês signifique força de vontade, lembram o que eu disse sobre nomes?). Nocaute tem alguns problemas já no seu início, onde a mão pesada de Fuqua na direção deixa o filme exagerado e sempre um tom acima, seja na relação familiar de Billy com sua esposa e filha, as provocações do rival Miguel Escobar (Miguel Gomez), e algumas cenas soltas (toda a ostentação da familia Hope e o evento beneficente) que culminam no evento trágico conhecido como primeiro ponto de virada, a morte de sua esposa. Toda essa introdução bem exagerada soa um tanto artificial e bizarra -­ lembrando outro filme criticado pelo mesmo motivo, "Um Domingo Qualquer" (1999) - embora tais eventos fossem necessários para que a vida de Billy chegasse ao fundo do poço e Jake desse início a mais uma atuação monstruosa na carreira. A impressionante transformação física de Gyllenhaal e sua dedicada interpretação vêm para coroar a grande fase de um ator que eu defendo ser um dos melhores dos últimos 10, 15 anos. Embora ainda seja prematura qualquer especulação, imagino que uma indicação ao Oscar esteja ao seu alcance mais uma vez, pois o filme faz o suficiente para sustentar a indicação. Apesar do roteiro, enquanto acompanhamos a degradação da vida de Billy, vale muito a pena reparar em outros aspectos do filme, que combinam muito bem. A trilha do recém falecido James Horner (Titanic, Coração Valente) consegue tocar a emoção do espectador com as melodias pontuando precisamente com as imagens e a fotografia de Mauro Fiore (Avatar) é uma das melhores do ano. As atuações do elenco, especialmente Jake e Forrest, são cheias de vigor e coração, características que todo grande lutador deve ter. O filme demora a engrenar, mas consegue. Poderia ter sido um filme muito melhor, é verdade e até usarei de um clichê para descrever o que poderia ter sido feito: menos é mais. Lição simples, mas que muitos cineastas ainda não aprenderam. Portanto, o filme realmente funciona porque é um melodrama que não tem vergonha em se assumir como tal -­ a direção de Fuqua chega a surpreender de tão boa em relação aos seus últimos trabalhos, mas o roteiro é brega, impedindo que o filme se leve mais a sério. Partindo do princípio que o espectador se deixe envolver pela história, o filme prende a atenção e tem capacidade de emocionar a platéia. O resultado de tudo isso é um guilty pleasure fantástico, ou para que não conhece o termo, um maravilhoso filme ruim, que vale a pena ser visto.
    Marcio A.
    Marcio A.

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    2,5
    Enviada em 16 de outubro de 2015
    Roteiro recheado de clichês e previsível. "50 Cent" como ator não vale nem isso, atuação digna de um filme dos Trapalhões. Salvam-se a ótima atuação de Forest Whitaker e as excelentes cenas de luta que fazem do boxe a "Nobre Arte" e o esporte de maior plasticidade para o cinema. Assista se você for muito fã de boxe, como eu sou.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 6 de novembro de 2015
    Pra começar,o que intriga bastante "Nocaute" é que não vimos um nocaute no filme,de fato.Sendo que o título original é "Southpaw",algo que ficaria bem mais adequado. O filme conta o drama do lutador Billy Hope (Jake Gyllenhaal),um boxeador invicto que esbanja felicidade com sua vitórias,até um terrível acidente com sua esposa. A vida do profissional começa a desandar a partir desse momento. Para quem achar que "Nocaute" seja um filme de ação,está inteiramente errado.O filme se prende a um drama sensacional,cheio de emoções e pode ser integrado aos filmes sobre 'coração'.Já se lançaram vários filmes com esse tema.Desde o clássico "Rocky" até mesmo a bela atuação de Hillary Swank em "Menina de Ouro".Os sentimentos nesses filmes podem parecer super parecidos,ou até ser chamado de clichê. Mesmo assim,a história emociona rapidamente.Porque não só envolve a vida do boxeador em cima dos ringues,mas ganha muita força na vida particular.Na procura de um novo emprego,na luta para reconquistar o amor de sua filha e ser novamente o topo de sua categoria. Aceita então voltar seus treinamentos com um experiente no assunto.Titus,vivido por Forrest Whitaker,que faz uma apresentação mediana,mas é algo tão profundo,assim como todos seus trabalhos anteriores.Sem contar que temos Antoine Fuqua na direção.O mesmo já conseguiu me impressionar em "Dia de Treinamento'' e "Lágrimas do Sol",então é mais um favorito para minha lista. -Filme assistido em 06 de Novembro de 2015 -Nota 8/10
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,0
    Enviada em 25 de março de 2016
    Você já assistiu, em outros filmes, histórias como a de Billy (Jake Gyllenhaal), protagonista de Nocaute, filme dirigido por Antoine Fuqua. Para resumir a trajetória desta personagem, Billy é alguém que saiu de um lar adotivo para encontrar o sucesso e a fortuna como um boxeador famoso e em ascensão na carreira. Além disso, ele tem a família perfeita na esposa Maureen (Rachel McAdams), que o apoia em tudo aquilo que ele faz, e na filha única Leila (Oona Laurence). Entretanto, por um daqueles golpes terríveis do destino, Billy se vê sem o seu eixo na vida. Nocaute, portanto, é a história de um homem que tem que dar a volta por cima na sua vida, após perder aquilo que ele tinha de mais precioso. Para tanto, ele precisará da ajuda de outras pessoas. É aí que entra no filme a figura de Tick (Forest Whitaker), um rigoroso técnico de boxe que oferecerá para Billy o suporte emocional e físico necessário para que ele reerga a sua vida. Apesar de ser apoiado em clichês, como pode ser percebido, Nocaute é um filme que prende por completo a atenção da plateia, em parte por ter personagens interessantes e com os quais passaremos a nos importar. Neste sentido, o mérito é todo de Jake Gyllenhaal e Forest Whitaker, que oferecem muita humanidade a Billy e Tick. Destaca-se também no filme a excelente direção de Antoine Fuqua nas cenas que retratam as lutas de boxe que ocorrem no decorrer de Nocaute. São nelas que vemos, também, a entrega física dos atores – no caso de Jake Gyllenhaal, é notável a transformação física que ele passou para dar credibilidade à sua interpretação como um lutador de boxe, esporte que exige não só muito do físico, como também do lado psicológico de seus praticantes.
    Hugo D.
    Hugo D.

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    4,5
    Enviada em 2 de outubro de 2015
    Jake Gyllenhaal arrebenta no papel do boxeador Billy Hope, que nasce sem nada, ganha tudo com o boxe e perde tudo com a morte trágica de sua esposa. O filme aborda duas coisas, estar preparado para o sucesso e o dinheiro e como conseguir se levantar após uma "pancada" recebida pela vida. Forest Whitaker, brilhante como sempre, é o choque de realidade que Hope precisa. Oona Laurence, que surpreende como a filha Leila, é o complemente perfeito para este drama.
    Sidney  M.
    Sidney M.

    Segui-los 3733 seguidores Ler as 1 067 críticas deles

    5,0
    Enviada em 11 de setembro de 2015
    Southpaw ja é para mim um dos melhores filmes do ano, tudo graças ao ótimo trabalho de Jake Gyllenhaal e companhia. Espetacular!
    Alvaro S.
    Alvaro S.

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    4,0
    Enviada em 20 de abril de 2016
    Antes de mais nada é preciso dizer que alguns filmes só chamam a atenção depois de certo burburinho. Nocaute foi super comentado por entregar mais uma atuação impressionante do ator Jake Gyllenhaal. Ele vive o lutador de peso médio Billy Hope, que vai da fama ao ostracismo da noite para o dia após um acidente marcante na sua vida e de sua família. Os clichês habituais do gênero estão todos na tela, mas a força da interpretação do Gyllenhaal é a mola que faz o filme girar. Ele praticamente carrega o filme nas costas, te levando a torcer por ele todo o tempo. Quer mérito maior que esse? É uma experiência que vale ser experimentada. Curiosidade. Inicialmente o rapper Eminen ia dar vida ao lutador Billy Hope. Nota do público: 75 (IMDB) Nota dos críticos: 61%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $52 milhões Mundo - $91 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
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