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    Bohemian Rhapsody
    Média
    4,6
    1445 notas e 184 críticas
    54% (100 críticas)
    32% (58 críticas)
    9% (17 críticas)
    4% (8 críticas)
    0% (0 crítica)
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    184 críticas do leitor

    Andreza L.
    Andreza L.

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    5,0
    Enviada em 2 de novembro de 2018
    Vão a merda quem crítica este filme. A vida de uma banda como Queen e a vida do Freddy não tem como ser retratada em pouco mais de 2 horas. Gente sem noção, q não prestam nem pra agradecer por um filme tão sensível q de forma humana retratou momentos difíceis q eles tiveram. Este filme eh pra ter saudades. Este filme eh pra ver a importância q Queen teve música mundial. Este filme eh pra mostrar como a vida de alguém famoso pode ser solitária. Este filme eh pra alertar quem eh famoso , ter por perto pessoas que ajudam e não te levam pro abismo. Pessoas que criticam este filme , são pessoas que ganham a merda do dinheiro pra menosprezar a vida das pessoas. E q por sinal, não levarão pro caixão nenhum centavo da merda do dinheiro q se tem.
    Mari B
    Mari B

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    5,0
    Enviada em 3 de novembro de 2018
    O filme é sensacional!, você sente muitas emoções, a atuação de Malek é incrível, impossível não se emocionar, esse filme com certeza é um dos melhores desse ano!
    Cássia Adriane L
    Cássia Adriane L

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    5,0
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Em Bohemian Rhapsody conhecemos não só a jornada de sucesso da banda Queen, mas toda a trajetória do grupo. O filme nos retrata cada detalhe, a formação da banda, a composição das músicas mais famosas, as gravações de discos, e claro, os altos e baixos do grupo, principalmente do vocalista, Freddie Mercury. Contar a história de uma banda que foi tão importante para o cenário mundial da música não é uma tarefa fácil, o diretor Bryan Singer conseguiu construir uma narrativa que envolve e emociona os fãs da banda que assistem ao filme. Além do filme como um todo ser excepcional, é preciso destacar a atuação de Rami Malek como Freddie Mercury, o ator se entregou completamente ao papel, sendo o verdadeiro destaque da história, assim como previsto, já que estava no papel de vocalista da banda. Apesar de "longo" (2h 15min), o filme não se torna cansativo em nenhum momento, você se envolve em cada segundo da narrativa, conhecer de perto e por outros ângulos a história do Queen foi uma experiência única e emocionante.
    Lili C.
    Lili C.

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    5,0
    Enviada em 5 de novembro de 2018
    Gostei muito do filme. Como um colega aqui mencionou, eu cantei o filme inteiro e, pela primeira vez na saída do filme os funcionários que cuidam do cinema estavam sorrindo!!! Assistiram ao filme e curtiram muito.... São pessoas novas e que já sabem o que é a boa música. Concordo com o colega que a cronologia não estava correta. Todos mencionaram o o rock in rio 85 mas o QUEEN veio ao Brasil pela primeira vez em 1981!!!! O maior show da carreira deles até então no estádio do Morumbi noa dia 20 de março de 1981 - EU ESTAVA LÁ!!!!! Foram mais de 100.000 pessoas e nem mencionaram este fato... Faltaram muitas músicas legais mas mesmo assim valeu a pena e foi extremamente emocionante.
    Mauro A
    Mauro A

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    2,0
    Enviada em 2 de janeiro de 2019
    Quem pensa que vai ver uma biografia do Fred Mercury vai se decepcionar. O roteiro vem se desenvolvendo como biografia, ainda assim, falha em muitos pontos, a partir de um determinado momento o que se vê apenas são os shows da banda, mas nada que se aprofunde na história do mito que pode ser considerado como um Elvis Presley II.
    Carolina C
    Carolina C

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    5,0
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Emoção do começo ao fim! Um filme que retrata a história de um dos melhores cantores história. Difícil você não interagir junto.
    Maria Carolina L.
    Maria Carolina L.

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    4,0
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Filme a não perder com uma interpretação notável. Muitos temas de reflexão: a amizade, o oportunismo, a solidão, a família, o amor........ A vida de um grande artista focada com uma escolha criteriosa de situações, sabendo pôr a tónica no fundamental e deixando o acessório.
    Alvaro Triano
    Alvaro Triano

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    4,5
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Falar de Queen sem exaltar umas das maiores bandas de rock de todos os tempos, não é fácil. O filme Bohemian Rhapsody dirigido por Bryan Singer (X-men, Superman - O Retorno) é um longa que não só celebra a banda britânica, mas enaltece o seu icônico e excêntrico fundador e vocalista - Freddie Mercury, interpretado com uma performance avassaladora de Rami Malek (entreguem um oscar para ele). O título que dá nome a produção é uma das canções mais complexas e conhecida do Queen, usada com bastante frequência na mídia e em trailers como "Esquadrão Suicida" da Warner/DC. Ela foi composta em 1975, por Mercury, e incluída no álbum "A Night at the Opera". A canção envolve todo o longa desde a primeira tomada até a experimentação de sua composição no estúdio, no entanto, existem outras também famosas que fazem parte da trilha como "Somebody To Love", "We Will Rock You", "We Are The Champions", "I Want To Breack Free", "Radio Ga Ga", "Don't Stop Me Now", "Under Pressure", "Another One Bites The Dust", "Killer Queen", "Ay-Oh" e a linda "Love Of My Life", entre outros dos muitos clássicos. Bohemian Rhapsody fala sobre ascensão, queda e redenção, uma narrativa bem comum em filmes biográficos dessa envergadura, e o roteiro de Anthony McCarten contribui para isso, nas falas dos integrantes do grupo Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) que também fazem parte da produção como consultores criativos (Brian May e Roger Taylor). Vemos muito planos detalhes desde o início, focando muito em elementos representativos de seu protagonista (Mercury), como trejeitos, óculos e vestimentas excêntricas, além dos enquadramentos e tempo de tela de suas relações amorosas. A montagem é muito bem feita, particularmente, gostei muito dos planos e da fotografia bem carregada de cores, às vezes lembra as composições de HQ's com a tela se dividindo em vários quadros. Apesar de não ser fã do trabalho de Singer, aqui ele faz algo competente e grandioso, mesmo não concluindo todo o filme e passando a bola para o diretor Dexter Fletcher - é quase imperceptível essa quebra visual, mesmo com alguns problemas no escopo do 1º ato ao 2º, onde fica algo meio atropelado é compreensível. O filme do Queen não trata, apenas, de um "bigodudo gay", mas de um artista fenomenal e fora dos padrões. Bohemian Rhapsody é só uma pequena parte do que foi, e do que é, essa banda memorável - que eu sou muito fã - como o Queen, na figura do icônico Freddie Mercury. Queen é, e sempre será tão grande quanto The Beatles. Você vai sair do cinema cantarolando We Are The Champions!
    Lilia F
    Lilia F

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    4,0
    Enviada em 3 de novembro de 2018
    O filme conta a história da formação do Queen sem se aprofundar, mostrando o início de tudo até pouco antes do fim. O roteiro apesar de destacar a vida pessoal do cantor, não se preocupa em detalhar a fundo todos seus relacionamentos amorosos, ele deixa claro desde o começo sua sexualidade, sem em levantar bandeira alguma. (fazendo jus a como Freddie tratou a questão em vida.) O que mais é mostrado no filme é sua relação com Mary Austin, musa responsável por lhe dar inspiração para o grande hino Love of My Life, e com os outros membros do Queen em si. Bohemian Rhapsody deixa claro que a existência de Freddie Mercury e da Queen dependiam uma da outra, a banda não existiria sem ele, assim como também não existiria sem Bryan May, Roger Taylor e John Deacon. Cada um foi fundamental para a banda ter o sucesso que teve. Se uma mesa tem quatro pernas, e uma de suas pernas é arrancada, é provável que essa mesa caía ou tenda a cair para um lado. Assim era o Queen, uma combinação completamente única e insubstituível. Rami Malek, tirou de letra a difícil missão de encarnar Mercury, ele transmitiu bem a enigmática, porém excêntrica persona que Freddie tinha, o ator é tão expressivo que sua atuação consegue transmitir diversos sentimentos com um simples olhar. O carisma de Rami só perde para sua incrível presença de palco, apesar de optado por dublar as canções (por motivos claramente óbvios). Sua interpretação vai muito além da aparência (que foi levemente alterada para se assemelhar com a de Freddie), todos os trejeitos do cantor foram replicados, assim como toda a dominância que ele tinha no palco. É simplesmente lindo ver o brilho em seu olhar durante uma cena de show, ou produzindo os álbuns em estúdio de gravação ou até mesmo escrevendo as músicas. Apesar de Rami Malek se destacar, seus colegas de elenco também não ficam para trás Gwilym Lee também fez um excelente trabalho como Bryan May, ele foi capaz passar toda a vibe tranquila que May tem, Bem Hardy que interpreta Roger Taylor nos mostra um lado mais rebelde e atrevido de Taylor e Joseph Mazzello encarna John Deacon de um modo bem ardiloso. A história nos mostra um pouco da busca incessante de Freddie por alguém para amar, e como a vida de celebridade pode muitas vezes ser solitária e sedutora. Nos mostra como ter todo o mundo aos seus pés não é suficiente, como sempre vai existir um vazio cuja a necessidade humana sempre nos fará tentar preenchê-lo de alguma forma. As cenas de apresentações da banda são arrasadoras tanto da perspectiva do público como da banda. Bohemian Rhapsody emociona de uma forma como só Freddie Mercury foi capaz de emocionar, com sinceridade, amor e sofrimento. Ele colocar em poesia a mistura louca e emocional que foi o Queen, e nos faz entender o que tornou a banda um fenômeno. O que os diferenciava era o fato deles serem, parafraseando o próprio Mercury: "Quatro desajustados que não pertencem juntos, tocando para outros desajustados, para os exilados bem no fundo da sala, que têm certeza de que eles não pertencem também." Mostrando uma história de uma família, que assim como todas tinha seus atritos, seus altos e baixos, mas que foi unida por algo maior: um amor a música e ao público.
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    4,5
    Enviada em 3 de novembro de 2018
    Ícone. Lenda. Gênio. Estas três palavras são amplamente associadas às personalidades que marcaram a história da arte em algum momento, principalmente se levarmos em conta o mundo da música. Elvis, Michael Jackson, Sinatra, Bowie... Freddie Mercury. Artistas transgressores, que transcenderam barreiras, criaram obras épicas, influenciaram (e ainda influenciam) artistas e têm seus nomes marcados na história da humanidade. E Freddie foi um homem único. Com um talento imensurável e inegável. Mesmo quem não conhece profundamente a obra do Queen, conhece alguma canção deles. Eu cantarolei o filme inteiro. Rsrsrs. Esta bela e emocionante homenagem à Mercury é algo realmente admirável. Os aspectos técnicos são bem realizados, a narrativa é fluída e não cansa em suas mais de duas horas de projeção. Rami Malek escancaradamente se entregou ao papel de corpo e alma. Sua atuação de Mercury é excepcional. Apesar de não ser tão semelhante assim ao verdadeiro Freddie, é impressionante a caracterização de seus movimentos e trejeitos, que nunca resvala na caricatura. Uma entrega evidente e extremamente difícil, pois não é qualquer um que consegue a proeza de interpretar uma figura tão carismática e conhecida sem perder o tom. E o filme aposta na emoção. As cenas de performances no palco (principalmente quando vai se aproximando ao fim) são hipnotizantes. Nem é preciso dizer que a trilha sonora é arrebatadora. Os maiores hits do Queen estão lá. Pessoas cantando contigo na sala de cinema! Rsrs. Nunca vi isso antes. E ao final da exibição, palmas infindáveis. A aposta foi na entrada de Mercury na banda e a decolagem vertiginosa da mesma, focando na parte criativa e na personalidade forte do protagonista, pincelando em sua vida pessoal e seus relacionamentos. Mas o filme não é perfeito por dois motivos simples: primeiro, há uma confusão cronológica que para nós, brasileiros, fica evidente. Acredito que tenha havido um motivo para isso, talvez para não haver uma quebra no ritmo e ainda assim mencionar a marcante apresentação do Queen no Rock in Rio de 1985. O segundo problema, na minha concepção, é que apesar de o filme focar em Mercury, ele leva realmente a crer que todo o sucesso da banda se baseia somente em sua figura, o que não é verdade. Os outros músicos também são excepcionais e isso não é tratado da forma como poderia ter sido. Mas não há como negar que o filme funciona maravilhosamente bem. É muita história para ser incluída em um só filme. Daria facilmente para ser feita uma bela minissérie para contar com mais precisão a criação de uma das mais importantes bandas de todos os tempos. O clima nostálgico e a alta dose de emoção fazem esses pequenos deslizes narrativos virarem fichinha. Um filme muito bem produzido tecnicamente, e que tem uma relevância enorme tanto para os fãs quanto aos que conhecem pouco este astro que continuará marcado na história da música para sempre.
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