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    Bohemian Rhapsody
    Média
    4,6
    2065 notas e 271 críticas
    distribuição de 271 críticas por nota
    138 críticas
    86 críticas
    31 críticas
    14 críticas
    1 crítica
    1 crítica
    Você assistiu Bohemian Rhapsody ?

    271 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    2,0
    Enviada em 14 de março de 2020
    Era previsível que esse filme teria uma nota tão alta do público. Afinal, a maioria dos usuários desse site são espectadores médios, o ''povão'', os leigos que gostam de entretenimento seguro, esquemático, e medíocre. Público médio = Entretenimento medíocre. Quanto ao filme em si, apenas mais uma cinebiografia clichê, covarde, com uma fórmula batida no liquidificador no ponto para agradar as pessoas certas e fazer milhões. Ao menos, Malek tem seus momentos como Mercury e os últimos 20 minutos são bem feitos, com a reconstituição do Live Aid 85. Mas de resto, apenas mais um entretenimento chinfrim que se aproveita da fama das figuras reais retratadas de maneira totalmente genérica e amenizada para ser aprazível ao público corriqueiro, passando uma borracha nos momentos mais polêmicos tanto do Queen quanto de Mercury, sua vida pessoal e seus notórios excessos, tornando seu longo conflito pessoal uma nota de roda pé e dando enfoque ao seu breve relacionamento heterossexual com uma moça que viria a se torna sua melhor amiga...Sono
    Cássia Adriane L
    Cássia Adriane L

    Segui-los 9 seguidores Ler as 31 críticas deles

    5,0
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Em Bohemian Rhapsody conhecemos não só a jornada de sucesso da banda Queen, mas toda a trajetória do grupo. O filme nos retrata cada detalhe, a formação da banda, a composição das músicas mais famosas, as gravações de discos, e claro, os altos e baixos do grupo, principalmente do vocalista, Freddie Mercury. Contar a história de uma banda que foi tão importante para o cenário mundial da música não é uma tarefa fácil, o diretor Bryan Singer conseguiu construir uma narrativa que envolve e emociona os fãs da banda que assistem ao filme. Além do filme como um todo ser excepcional, é preciso destacar a atuação de Rami Malek como Freddie Mercury, o ator se entregou completamente ao papel, sendo o verdadeiro destaque da história, assim como previsto, já que estava no papel de vocalista da banda. Apesar de "longo" (2h 15min), o filme não se torna cansativo em nenhum momento, você se envolve em cada segundo da narrativa, conhecer de perto e por outros ângulos a história do Queen foi uma experiência única e emocionante.
    Andreza L.
    Andreza L.

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    5,0
    Enviada em 2 de novembro de 2018
    Vão a merda quem crítica este filme. A vida de uma banda como Queen e a vida do Freddy não tem como ser retratada em pouco mais de 2 horas. Gente sem noção, q não prestam nem pra agradecer por um filme tão sensível q de forma humana retratou momentos difíceis q eles tiveram. Este filme eh pra ter saudades. Este filme eh pra ver a importância q Queen teve música mundial. Este filme eh pra mostrar como a vida de alguém famoso pode ser solitária. Este filme eh pra alertar quem eh famoso , ter por perto pessoas que ajudam e não te levam pro abismo. Pessoas que criticam este filme , são pessoas que ganham a merda do dinheiro pra menosprezar a vida das pessoas. E q por sinal, não levarão pro caixão nenhum centavo da merda do dinheiro q se tem.
    Mari B
    Mari B

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    5,0
    Enviada em 3 de novembro de 2018
    O filme é sensacional!, você sente muitas emoções, a atuação de Malek é incrível, impossível não se emocionar, esse filme com certeza é um dos melhores desse ano!
    Jackson A L
    Jackson A L

    Segui-los 4495 seguidores Ler as 678 críticas deles

    4,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2019
    Gostei do filme, achei bem convincente, sobretudo a atuação de Rami Malek, no qual interpreta Freddie Mercury. Foi demonstrada toda extravagância da icônica lenda, além de seu orgulho, fraquezas e sentimentos. As canções executadas são emocionantes. Muito bom!
    Carolina C
    Carolina C

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    5,0
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Emoção do começo ao fim! Um filme que retrata a história de um dos melhores cantores história. Difícil você não interagir junto.
    Drih S.
    Drih S.

    Segui-los 833 seguidores Ler as 290 críticas deles

    4,0
    Enviada em 17 de dezembro de 2018
    Bohemian Rhapsody Dirigido por Bryan Singer, produzido por Graham King e Robert De Niro, e escrito por Justin Haythe e Anthony McCarten. Bohemian Rhapsody é uma cinebiografia de uma das maiores e mais icônicas bandas de rock da história - QUEEN. Devo dizer que eu conheço pouca coisa a respeito do Queen e consequentemente do Freddie Mercury. Conheço o que todo mundo conhece, como suas mais clássicas letras e as partes da história da vida de Freddie até sua morte. Até por isso, eu fui ao cinema com bastante expectativas sobre o filme, e de certa forma eu estava esperando que o longa me proporcionasse uma grande aproximação de todos os fatos e relatos que fez o Queen chegar aonde chegou e, consequentemente, conhecer a história da vida (do início ao fim) de Freddie Mercury de uma forma bem mais abrangente. Mas não foi bem isso que aconteceu! O longa é uma biografia musical belíssima, com uma vibe e uma energia incrível, é impossível não se contagiar com toda magia que o filme te proporciona. Eu sou um apaixonado por música, pelo Rock and roll, então poder acompanhar um filme sobre o Queen e sobre o Freddie Mercury é algo único. Gostei muito da forma como foi passada cada parte da trajetória do Freddie e da banda (por mais curto que possa ter sido), gostei ainda mais das partes dos shows e principalmente da apresentação no Live Aid - essa parte é o ponto alto de todo filme, sem dúvidas. Porém: devo destacar o roteiro de Anthony McCarten, que na minha opinião, é a parte mais falha de todo filme. Para uma pessoa que não conhece o Queen (assim como eu), depois de assistir ao filme pouca coisa irá mudar em seus conhecimentos sobre a banda. Eu fiquei um pouco confuso com o roteiro, com a forma como ele ia contando a história do Freddie Mercury junto com a banda. Eu achei muito corrido (e olha que o filme é longo), muito vago, muito raso, sem fluidez. Eu esperava alguma coisa sobre o início da vida de Freddie Mercury e suas origens, como ele aprendeu cantar, mais do seu relacionamento com sua família, alguma coisa nesse sentindo. Gostaria de mais atenção do roteiro sobre as passagens do filme, sobre suas músicas mais icônicas, como foi a criação das letras e suas inspirações. Poderia ter divido o foco com os integrantes da banda e não somente em Freddie Mercury. Grandes letras que falam diretamente sobre todas as dificuldades enfrentadas por Freddie foi deixada de lado, sem a devida atenção. Não sei qual era o verdadeiro propósito do roteiro de Anthony McCarten, mas acredito que não era focar com mais detalhes na homossexualidade e na morte de Freddie Mercury - outra parte que também senti falta no filme. Enfim, muitas coisas foram deixadas de lado sobre o Queen e sobre Freddie Mercury. Pelo pouco que conheço sobre Freddie Mercury, devo aplaudir de pé o ator Rami Malek! Rami Malek é praticamente o Freddie Mercury, ele entrou no personagem com uma grandeza invejável, uma entrega sem igual. Uma atuação segura, forte, corajosa, onde podíamos notar todos os seus trejeitos e facetas, chegando ao ápice no show do Live Aid, onde Rami Malek dá um verdadeiro show no palco. Nessa cena em específico podemos notar a paixão e a felicidade que Malek atua, podemos ver em seus olhos toda a sua realização em cena. Rami Malek está indicado ao Globo de Ouro 2019 na categoria Melhor Ator de Filme - Drama, e digo mais, pelo seu trabalho apresentado em Bohemian Rhapsody ele tem tudo pra estar entre os indicados ao Oscar 2019. Devo destacar os outros integrantes do Queen, que mesmo não sendo o foco do roteiro e consequentemente tendo menos tempo de tela não fizeram feio, pelo contrário, estiveram bastante formidáveis. Gostei muito de Lucy Boynton, que fez Mary Austin, a namorada e companheira da vida de Freddie Mercury. Foi muito interessante acompanhar o envolvimento inicial de Freddie com Mary, e a partir daquela cena em que Freddie diz para ela que é homossexual, ela toma uma postura diferente, se mostrando uma verdadeira companheira e amiga pra vida toda. Não posso deixar de mencionar a trilha sonora de Bohemian Rhapsody, que mesmo sendo um filme onde a música é quase 100% presente, o compositor John Ottman soube usar esse fato ao seu favor e nos entregar uma trilha sonora memorável. A fotografia também é outro ponto alto do filme, assim como todos os arranjos dos cenários e detalhes muito bem encaixados e observados dos anos 70 e 80. O longa está indicado ao Globo de Ouro 2019 na categoria Melhor Filme - Drama. Bryan Singer nos entrega um drama biográfico excelente (mesmo com alguns probleminha de roteiro), que nos fez viajar e nos imergir dentro da história do Queen e do Freddie Mercury - esse ícone da música que será lembrado até os fins dos tempos. [15/12/2018]
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    4,5
    Enviada em 3 de novembro de 2018
    Ícone. Lenda. Gênio. Estas três palavras são amplamente associadas às personalidades que marcaram a história da arte em algum momento, principalmente se levarmos em conta o mundo da música. Elvis, Michael Jackson, Sinatra, Bowie... Freddie Mercury. Artistas transgressores, que transcenderam barreiras, criaram obras épicas, influenciaram (e ainda influenciam) artistas e têm seus nomes marcados na história da humanidade. E Freddie foi um homem único. Com um talento imensurável e inegável. Mesmo quem não conhece profundamente a obra do Queen, conhece alguma canção deles. Eu cantarolei o filme inteiro. Rsrsrs. Esta bela e emocionante homenagem à Mercury é algo realmente admirável. Os aspectos técnicos são bem realizados, a narrativa é fluída e não cansa em suas mais de duas horas de projeção. Rami Malek escancaradamente se entregou ao papel de corpo e alma. Sua atuação de Mercury é excepcional. Apesar de não ser tão semelhante assim ao verdadeiro Freddie, é impressionante a caracterização de seus movimentos e trejeitos, que nunca resvala na caricatura. Uma entrega evidente e extremamente difícil, pois não é qualquer um que consegue a proeza de interpretar uma figura tão carismática e conhecida sem perder o tom. E o filme aposta na emoção. As cenas de performances no palco (principalmente quando vai se aproximando ao fim) são hipnotizantes. Nem é preciso dizer que a trilha sonora é arrebatadora. Os maiores hits do Queen estão lá. Pessoas cantando contigo na sala de cinema! Rsrs. Nunca vi isso antes. E ao final da exibição, palmas infindáveis. A aposta foi na entrada de Mercury na banda e a decolagem vertiginosa da mesma, focando na parte criativa e na personalidade forte do protagonista, pincelando em sua vida pessoal e seus relacionamentos. Mas o filme não é perfeito por dois motivos simples: primeiro, há uma confusão cronológica que para nós, brasileiros, fica evidente. Acredito que tenha havido um motivo para isso, talvez para não haver uma quebra no ritmo e ainda assim mencionar a marcante apresentação do Queen no Rock in Rio de 1985. O segundo problema, na minha concepção, é que apesar de o filme focar em Mercury, ele leva realmente a crer que todo o sucesso da banda se baseia somente em sua figura, o que não é verdade. Os outros músicos também são excepcionais e isso não é tratado da forma como poderia ter sido. Mas não há como negar que o filme funciona maravilhosamente bem. É muita história para ser incluída em um só filme. Daria facilmente para ser feita uma bela minissérie para contar com mais precisão a criação de uma das mais importantes bandas de todos os tempos. O clima nostálgico e a alta dose de emoção fazem esses pequenos deslizes narrativos virarem fichinha. Um filme muito bem produzido tecnicamente, e que tem uma relevância enorme tanto para os fãs quanto aos que conhecem pouco este astro que continuará marcado na história da música para sempre.
    Alvaro Triano
    Alvaro Triano

    Segui-los 67 seguidores Ler as 93 críticas deles

    4,5
    Enviada em 4 de novembro de 2018
    Falar de Queen sem exaltar umas das maiores bandas de rock de todos os tempos, não é fácil. O filme Bohemian Rhapsody dirigido por Bryan Singer (X-men, Superman - O Retorno) é um longa que não só celebra a banda britânica, mas enaltece o seu icônico e excêntrico fundador e vocalista - Freddie Mercury, interpretado com uma performance avassaladora de Rami Malek (entreguem um oscar para ele). O título que dá nome a produção é uma das canções mais complexas e conhecida do Queen, usada com bastante frequência na mídia e em trailers como "Esquadrão Suicida" da Warner/DC. Ela foi composta em 1975, por Mercury, e incluída no álbum "A Night at the Opera". A canção envolve todo o longa desde a primeira tomada até a experimentação de sua composição no estúdio, no entanto, existem outras também famosas que fazem parte da trilha como "Somebody To Love", "We Will Rock You", "We Are The Champions", "I Want To Breack Free", "Radio Ga Ga", "Don't Stop Me Now", "Under Pressure", "Another One Bites The Dust", "Killer Queen", "Ay-Oh" e a linda "Love Of My Life", entre outros dos muitos clássicos. Bohemian Rhapsody fala sobre ascensão, queda e redenção, uma narrativa bem comum em filmes biográficos dessa envergadura, e o roteiro de Anthony McCarten contribui para isso, nas falas dos integrantes do grupo Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) que também fazem parte da produção como consultores criativos (Brian May e Roger Taylor). Vemos muito planos detalhes desde o início, focando muito em elementos representativos de seu protagonista (Mercury), como trejeitos, óculos e vestimentas excêntricas, além dos enquadramentos e tempo de tela de suas relações amorosas. A montagem é muito bem feita, particularmente, gostei muito dos planos e da fotografia bem carregada de cores, às vezes lembra as composições de HQ's com a tela se dividindo em vários quadros. Apesar de não ser fã do trabalho de Singer, aqui ele faz algo competente e grandioso, mesmo não concluindo todo o filme e passando a bola para o diretor Dexter Fletcher - é quase imperceptível essa quebra visual, mesmo com alguns problemas no escopo do 1º ato ao 2º, onde fica algo meio atropelado é compreensível. O filme do Queen não trata, apenas, de um "bigodudo gay", mas de um artista fenomenal e fora dos padrões. Bohemian Rhapsody é só uma pequena parte do que foi, e do que é, essa banda memorável - que eu sou muito fã - como o Queen, na figura do icônico Freddie Mercury. Queen é, e sempre será tão grande quanto The Beatles. Você vai sair do cinema cantarolando We Are The Champions!
    Carol
    Carol

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    0,5
    Enviada em 4 de março de 2019
    FRAQUÍSSIMO! Conseguiram a proeza de fazer um filme ruim com uma história maravilhosa. Cheio de erros, só não tendo o mínimo de senso crítico e não sabendo absolutamente nada da história da banda para achar o filme bom! Só algumas atuações e caracterizações podem ser consideradas boas. Mas, como um todo, o filme é muito raso e mal feito!
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