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Café de Flore
Café de Flore
Duração 2h 00min
Direção: Jean-Marc Vallée
Elenco: Vanessa Paradis, Kevin Parent, Hélène Florent mais
Gênero Drama
Nacionalidades França, Canadá
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Sinopse e detalhes

Esta história de amores se passa em dois momentos distintos: Paris nos anos 1960, e Montreal nos dias atuais. Na primeira história, Antoine é um DJ canadense, apaixonado pela namorada Rose, mas ainda traumatizado pelo fim da relação com Carole, seu amor de adolescência e mãe de seus filhos. Já a segunda história mostra Jacqueline (Vanessa Paradis), mãe de um jovem com Síndrome de Down, que se apaixona por uma garota com a mesma doença que a dele.
Distribuidor -
Ver detalhes técnicos
Ano de produção 2010
Tipo de filme longa-metragem
Curiosidades 1 curiosidade
Orçamento 10 000 000 $CAD
Idiomas Francês
Formato de produção -
Cor Colorido
Formato de áudio -
Formato de projeção -
Número Visa -

Trailer

Café de Flore Trailer Original 1:58
Café de Flore Trailer Original
1 247 visualizações
Pela web

Elenco

Vanessa Paradis
Personagem : Jacqueline
Kevin Parent
Personagem : Antoine Godin
Hélène Florent
Personagem : Carole
Evelyne Brochu
Personagem : Rose
Ficha completa

Fotos

37 Fotos

Curiosidade das filmagens

Como uma partitura musical

O cineasta Jean-Marc Vallée é tão fascinado pelo cinema quanto pela música. As canções são geralmente o ponto de partida de seus filmes, como já tinha sido o caso em C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor, e o mesmo ocorre com Café de Flore. Ele afirma ter ouvido obsessivamente a canção "Doctor Rickit", composta exclusivamente para o Café parisiense que se chama justamente Café de Flore, e o filme corresponde às imagens que a canção evoca para o autor.

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Comentários

  • Koolbloke
    Fazia muito tempo que nãot assitia um filme que me impressionasse pela maneira como aborda um assunto tão complexo, que toca a fundo nas nossas crenças. A maneira como o diretor canadense conduz duas estórias aparentemente paralelas, mas que convergem no fim de maneira surpreendente, deixa-nos intrigados do princípio ao fim de descobrir o que liga duas realidades tão diferentes. E, naturalmente, a escolha musical foi excelente. Para quem não conhece, a canção do filme veio de uma banda de rock contemporâneo chamada Sigur Rós, de que sou fã.
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