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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Screen International
Este drama reflexivo e provocante tem uma composição cuidadosa, controlada e uma narrativa tradicional [...] Tautou tem uma expressão facial austera, que mantém o mistério sobre suas motivações intacto o tempo todo.
Rubens Ewald
Difícil dizer porque gostei tanto do filme, talvez seja sua historia solida, bem narrada, bem produzida, que não é superficial como as adaptações americanas nem dá explicações definitivas ...
CineClick
Planos amplos de fotografia marcante chamam a atenção, algo comum aos bons filmes de época. O longa começa bem, mas acaba perdendo o ritmo com muitos personagens passando de forma ligeira pela trama.
Critikat.com
Miller aplica uma última vez - e com melhor equilíbrio do que nos seus últimos filmes - o artesanato que garantiu sua posição no cinema francês, entre essência humana e submissão da técnica dos artesãos à obra.
Estado de Minas
Apesar de ser filme elaborado, "Thérèse D." é irregular. Ótimos momentos, em todos os aspectos, convivem com outros nem tão expressivos assim, ainda que de grande beleza.
Omelete
Miller disseca o romance de Mauriac para refletir sobre a vida em si: se nossas atitudes, boas ou más, realmente nos levam a algum lugar. Sua conclusão é tão hesitante como sua protagonista, o que torna "Therese D." ainda mais interessante.
The Hollywood Reporter
O último filme de Miller tem a aparência polida, séria e pseudointelectual das minisséries de televisão, mas ele ainda traz tensão dramática e pedigree histórico suficientes para garantir o sucesso fora da França.
Télérama
É esta metamorfose, este renascimento [da protagonista] que o cineasta filma, mas com imagens belas demais, claras demais. Em nenhum momento dá para perceber o cheiro da terra - das árvores, da natureza - pesar sobre o destino de Thérèse.
Cineweb
O filme [...] conta a história de forma direta, sem muito esconder, e parecendo diminuir a aflição e o calvário de Thérèse, que encontra em Tautou uma intérprete que nem sempre dá conta da densidade sutil pedida pelo papel.
Folha de São Paulo
A nova versão dispensa os recursos do cinema moderno de Franju e filma a paixão de Therese com um convencionalismo formal que a converte numa heroína sem nada de especial.
O Globo
A representação da vida provinciana atrelada a recorrentes narrações de cartas e a uma trilha sonora pouco inspirada convergem para a construção de um ostensivo painel sobre o tédio. "C'est tout", como diriam os franceses.
Variety
O último filme de Claude Miller é de muito bom gosto, mas a narrativa desperta pouca empatia, tensão ou interesse.
Zero Hora
Se Miller é preciso na reconstituição do ambiente [...], o excessivo formalismo de uma narrativa arrastada faz de "Therese D". uma obra tão apática e desidratada de emoção quanto sua protagonista.