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    007 Contra Goldfinger
    Média
    4,1
    102 notas e 12 críticas
    distribuição de 12 críticas por nota
    1 crítica
    7 críticas
    2 críticas
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    12 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,5
    Enviada em 20 de julho de 2017
    Ótimo filme! Segue na mesma pegada do anterior, muita ação e entretenimento, Roteiro é ótimo, mas tem falhas de desenvolvimento e a relação com Goldifinger é aberta de mais, chegando a ser confusa, Sean Connery mais uma vez está espetacular, digno de óscar e o elenco ótimo. Um filme de qualidade.
    Luis R.
    Luis R.

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    4,5
    Enviada em 9 de março de 2016
    Terceiro filme de James Bond é sensacional,com uma cena de abertura empolgante e um vilão megalomaníaco chamado Goldfinger,que tem um plano genial de roubar o Forte Knox. Filme também mostra um gadget formidável,um carro Aston Martin repleto de acessórios interessantes criado pelo genial “Q”,novamente interpretado por Desmond Llewelyn. Várias Bond Girls aparecem no filme,sendo que uma é uma vilã importante para a trama.Longa se desenvolve num ritmo frenético e inteligente.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 14 de novembro de 2013
    Com o mas novo filme de 007,James Bond interpretado ainda pelo o saudoso e bem humorado Sean Connery,a história se torna uma das melhores até o seu momento.A grande diferença dos anteriores,é poder ver um grande progresso no personagem,e a história também foi um ponto que ajudou e apenas no personagem principal (Goldfinger),o filme ficou muito mas interessante do que os antecessores.E mas uma vez,Sean Connery,mostra que sempre será um dos mas importantes no papel de Bond,James Bond...
    Ricardo A.
    Ricardo A.

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    3,5
    Enviada em 18 de junho de 2018
    Terceiro filme da franquia, quando ainda não imaginavam que a franquia iria sobreviver tantos anos e com tanto fôlego. Aqui, o roteiro é mais enxuto e extremamente óbvio e maniqueísta (talvez uma moda da época), mas isso nos dias de hoje deixa o filme um tanto infantil, já que mocinhos e bandidos já são apresentados assim logo no início. As piadas estão melhores, e por incrível que pareça, o som e seus efeitos também, considerando os filmes posteriores (ou seja, o que aconteceu com a equipe que ganhou Oscar em 1965 e depois deteriorou a qualidade do som?). Não sei se as mulheres gostam de 007, pois considero a franquia extremamente machista e a forma que tratam as mulheres como objetos sexuais de uso do protagonista. Tanto que aqui, no livro que inspirou o roteiro, a personagem Pussy é lésbica, mas no filme 007 faz o milagre da cura gay e consegue levar ela para a cama mais de uma vez, uma piada. A edição é longa, mas já percebi que é uma assinatura da franquia querer contar uma história sempre com 2 h de duração, o que acaba arriscando a criar barrigas na trama.
    Jairo D.
    Jairo D.

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    4,5
    Enviada em 5 de setembro de 2017
    Contando com um roteiro criativo, o carisma de seu protagonista e um vilão realmente ameaçador, além é claro de cenas marcantes e sequências empolgantes de ação, Guy Hamilton fez deste um filme superior aos anteriores, estabelecendo um padrão que seria seguido dali em diante. Aliás, justiça seja feita: “007 Contra Goldfinger” não é somente o melhor filme da franquia até então, como também é ainda hoje um dos melhores filmes do agente em seus mais de 50 anos de existência. Assistir '007 Contra Goldfinger' é assistir à origem de muita coisa que, hoje, vemos à exaustão nas telas do cinema de ação. Portanto, é um filme obrigatório para cinéfilos e um ótimo divertimento para todos.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    4,0
    Enviada em 16 de janeiro de 2017
    Primeiro filme da série com o diretor Guy Hamilton, que faria muitos mais, esse James Bond segue um ritmo mais pausado de início, o que permite um acompanhamento melhor da trama. Por outro lado, preso ao modo didático, pode soar um pouco decepcionante no final. O vilão Auric Goldfinger (Gert Fröbe) é um dos mais lembrados talvez pelo seu plano mais ambicioso: tornar inutilizável todo o ouro das reservas norte-americanas e como consequência multiplicar o valor do seu. É curioso também notar relação aparentemente amistosa entre Goldfinger e o agente britânico, onde até golfe jogam juntos (e seu capanga coreano mudo, Oddjob, é uma diversão à parte).
    Ricardo B.
    Ricardo B.

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    5,0
    Enviada em 10 de fevereiro de 2015
    O terceiro filme de James Bond foi, com certeza, o que garantiu que a franquia do 007 perdurasse por todos esses anos. Claro, os filmes anteriores, "007 Contra o Satânico Dr. No" (1962) e "Moscou Contra 007" (1963), foram ótimos, mas foi "007 Contra Goldfinger" que estabeleceu o que um filme do James Bond deve ser. Se uma pessoa me perguntasse qual filme do James Bond ela deveria ver para se interessar pelo restante da franquia, eu recomendaria este sem pensar duas vezes, pois ele contem todos os "bondismos" que os fãs esperam de um filme do 007: uma trama interessante, boas cenas de ação, um vilão icônico, uma bond girl bonita e intrigante, aparatos, frases memoráveis e, é claro, um James Bond de presença. Sean Connery no papel de James Bond é absolutamente inesquecível. Ele estabeleceu os padrões do personagem, usando uma masculinidade singular e um cavalheirismo britânico, com um leve toque de cafajeste. Além disso, ele tinha um ótimo humor, mas na hora certa, nada exagerado. O James Bond de Sean Connery é único, memorável, inesquecível e, com certeza, a melhor encarnação clássica do agente. Foi nesse filme que o pessoal começou a entender do que a franquia se trata, o que ela deve ser. Então, quando uma mulher se apresenta com o nome de Pussy Galore (Honor Blackman) e o Bond fala que deve estar sonhando foi ótimo, pois ele admitiu a estupidez daquele nome e fez com que ele não nos parecesse tão estranho. E quando Oddjob (Harold Sakata) corta a cabeça de uma estátua com o seu chapéu, nós não achamos absurdo ou implausível, pois o filme, desde o início, nos coloca no clima certo para esperar esse tipo de coisa. "007 Contra Goldfinger" contém um dos melhores vilões da franquia até hoje. Como eu disse antes, os dois filmes anteriores foram ótimos, mas eu senti falta de um antagonista icônico. E Goldfinger foi tudo que eu esperava de um vilão do James Bond. Além disso, foi nesse filme que começaram a aparecer as frases de efeito memoráveis, como, por exemplo, uma das minhas preferidas: - Você espera que eu fale? - Não, Sr. Bond, eu espero que você morra! Ótimas e inesquecíveis falas através desse filme inteiro. E um excelente roteiro também. Se fosse outro filme qualquer, alguns elementos dessa trama pareceriam meio implausíveis, mas o diretor, Guy Hamilton, tinha plena consciência de que algumas das coisas que acontecem no filme não aconteceriam na vida real. Então, ele já prepara o espectador para esse tipo de coisa, usando humor na hora certa e nos apresentando personagens interessantes. Falando no diretor, "007 Contra Goldfinger" tem a melhor direção da franquia até então. Sim, os dois filmes anteriores tinham ótimas cenas de ação, mas nesse elas parecem muito mais reais. Inclusive, o filme contém uma cena de perseguição melhor do que muitas cenas de filmes de ação atuais. E eu acho isso incrível, pois eles não tinham os recursos e a tecnologia de hoje em dia. Então, eu acho absolutamente fantástico quando uma cena de ação de um filme de 50 anos atrás consegue encher os nossos olhos e criar uma atmosfera imersiva e empolgante. No final das contas, "007 Contra Goldfinger" não é apenas um dos melhores filmes da franquia do James Bond, mas também um excelente filme de ação, com um protagonista inesquecível, uma trama interessante, um vilão icônico, falas memoráveis, excelentes cenas de ação e ótimo final. Esse filme é um verdadeiro clássico e leva uma merecidíssima nota 5 de 5.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filme de James Bond você sempre temque dar um desconto quando vai assistí-lo. É mentira atrás de mentira, absurdo atrásde absurdo, do início até seu final. "007 contra Goldfinger" não édiferente, mas consegue divertir o espectador exatamente por causa destes absurdos. Sãoas 5 loiras pilotando a esquadrilha de aviões, o gás lançado no ar mas que fazefeito imediatamente, muito abaixo de onde foi lançado e outras cenas do tipo, quedivertem exatamente pelo absurdo que são. No mais, todos os clichês de Bond estãolá: as lindas mulheres, os apetrechos tecnológicos, o brutamontes quase imbatível, omaluco que tem um plano infalível prestes a executar... E tem também Sean Connery, omelhor James Bond de todos os tempos, que traz vida ao filme e ao personagem."
    Marcão
    Marcão

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    4,5
    Enviada em 17 de fevereiro de 2016
    O mais querido e aclamado filme de 007 de todos os tempos, mesmo tendo mais de 40 anos de idade e competindo, cada ano mais, com a tecnologia e com os efeitos visuais (e armas secretas) dos novos filmes. Ocorre que o enredo deste aqui é extraordinário e cativante, contando com o fato inédito (e aqui eu acho que sempre foi o segredo deste filme ser o considerado o melhor 007 de todos os tempos pelo público e pela crítica) da maioria dos atores terem sido extremamente CARISMÁTICOS, tanto como "mocinhos" ou "vilões". Logo no início a ajudante do vilão e excelente ator Gert Frobe (o Goldfinger), a bela loira Shirley Eaton com quem 007 passa uma noite romântica, é pintada de ouro dos pés à cabeça, para que seus poros fiquem tapados e ela morra por falta de respiração. Esta "morte maluca" chamou a atenção da Imprensa sobre o filme, antes mesmo dele ter sido terminado e foi notícia em todo o mundo como se fosse uma inédita notícia real ( o sucesso do filme já começou aí, com a enorme expectativa de seu lançamento). A seguir, a também bela e também loira Tania Mallet, no papel de irmã da assassinada, aparece para vingar a morte dela, também se envolve com 007 e acaba também assassinada pela turma do Goldfinger seguida por uma eletrizante perseguição ao carro de Sean Connery, o então jovem 007. Por fim, a sensualíssima Honor Blackman, a inteligente contratada de Goldfinger para ajudá-lo em suas tramóias acaba não resistindo ao charme de 007 e vira casaca para ajudá-lo a escapar e enfrentar o terrível e super-carismático vilão e braço diretiro de Goldfinger, o ator e ex-pugilista japonês Harold Sakata, que por sua vez, aproveitou a ocasião para faturar alto em diversas propagandas e comerciais de rádio, revistas e televisão com o sucesso deste seu personagem que, mesmo como bandido, virou um fantástico ídolo das crianças !!! Contudo, também não há como negar o talento, o charme e o carisma de Sean Connery que realizou este papel com muito mais brilhantismo e alegria do que nos outros episódios, inclusive, machucando-se realmente numa cena de briga com o Sakata e passando muito mal psicologicamente numa cena contra uma aranha (mesmo sabendo que ela não possuía veneno apesar do tamanho). Até hoje os bonequinhos e carrinhos referentes ao filme e aos seus personagens são vendidos por peso de OURO (conforme o nome e o assunto do próprio filme) por colecionadores do mundo inteiro !!! Excelente!Excelente!Excelente! Se não for o melhor melhor filme da série, é um dos melhores. Infelizmente, comecei vendo os filmes do 007 da forma errada...Comecei com o Die Another Day, e sai do cinema cansada, com o ouvido zumbindo e tirei a conclusão de que 007 era uma serie de filmes chatos e barulhentos. Até que um dia parei pra assistir esse, só por causa do Sean Connery, e achei simplismente fantástico! Nota 1000!
    Adriano S.
    Adriano S.

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    4,0
    Enviada em 17 de julho de 2018
    A Bondmania, se define realmente com esse terceiro exemplar da série. Em 007 contra Goldfinger tudo que existe na série Bond, surgiu graças a esse filme. O filme possuí uma trama bem mais movimentada que os dois anteriores, possuí um dos vilões mais marcantes da franquia, as cenas mesmo sendo datadas ainda são clássicas, nesse filme tudo funciona. A única coisa que não gostei foi da parte do roteiro da cena de ataque ao Fort Knox, faltava um pouco de mais sentido, porém isso não estraga essa obra, se nos anteriores Connery, já mostrava uma atuação sensacional, aqui nesse terceiro filme ele define de vez a sua versão como Bond. Vale apena conferir...
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