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    Hannah e Suas Irmãs
    Média
    3,7
    49 notas e 8 críticas
    distribuição de 8 críticas por nota
    2 críticas
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    8 críticas do leitor

    Rafael V
    Rafael V

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    3,0
    Enviada em 6 de maio de 2013
    Hannah e suas Irmãs: “Hannah e suas Irmãs”, EUA, 1986, direção/roteiro de Woody Allen; a filha mais velha de um casal de artistas, Hannah (Mia Farrow), é quem cuida de toda a família, principal alicerce desta, exerce forte influência sobre as decisões e as vidas das irmãs mais novas, Lee (Barbara Hershey) e Holly (Dianne Wiest), estas são complicadas e suas vidas estão fora dos eixos e, Hannah tenta ajudá-las, só que uma delas, Lee, esconde um terrível segredo, que se Hannah descobrir, derrubará toda a estabilidade de sua vida pessoal, já que seu marido Elliott (Michael Caine) está tendo um caso com a irmã de Hannah, Lee; Holly tem um caso com Frederic (Max Von Sydow), mas que acaba logo e, Holly se envolve com Mickey (Allen), que é o ex-marido de Hannah; outra coadjuvante é April (Carrie Fisher), amiga de Holly; filme sobre relações interpessoais e familiares; belíssimo roteiro (mais um de Allen), que ganhou o Oscar/1986 de Melhor Roteiro Original; Caine e Wiest também ganharam Oscars nesse ano pelos papéis coadjuvantes no filme em questão; ótimo filme que concilia comédia com drama, na medida certa! nota: 8.
    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 2 de março de 2016
    -Filme assistido em 01 de Março de 2016  -Nota 6/10 Outro trabalho parecido de Woody Allen.O elenco é formidável para a época. Michael Caine aparece muito pouco.Dianne Wiest também merece destaque.Ambos premiados pelas atuações, não a toa.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    1,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Woody Allen mais uma vez usa seus filmes para falar de dois temas recorrentes em sua filmografia: religião e relacionamentos. Aqui ele não consegue ser tão feliz quanto em "Manhattan" ou "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa", mas ainda assim traz alguns personagens interessantes. Sim, porque "Hannah e suas irmãs" como um todo é um filme razoável apenas, mas tem alguns personagens que merecem destaque. Um deles é o interpretado pelo próprio Woody Allen, que no decorrer do filme apresenta questionamentos sobre a morte e a importância da religião na vida das pessoas. Outro personagem bastante interessante é o interpretado por Michael Caine, que possui um casamento feliz e ainda assim sente uma paixão por sua cunhada. Além disso, Caine tem de longe a melhor atuação de todo o elenco. No geral, "Hannah e suas irmãs" é um bom filme mas que fica apenas entre os medianos da brilhante carreira de Woody Allen.
    Elvira A.
    Elvira A.

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    5,0
    Enviada em 2 de outubro de 2013
    Uma reunião de talentos, numa trama universal, que faz rir e chorar. Difícil dizer que "irmã" se saiu melhor: Dianne Keaton, Barbara Hershey ou Mia Farrow. Mais um acerto de direção de Woody Allen.
    Marcio S.
    Marcio S.

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    5,0
    Enviada em 28 de abril de 2013
    Woody Allen tem uma carreira notável. Seus filmes abordam temas recorrentes a sociedade. Ele fala de religião e de angústias vividas por muitos seres humanos. Neste, ele toca nesses temas e realiza um dos filmes mais otimistas de sua carreira. Neste filme temos uma história que gira em torno de Hannah (Mia Farrow). Hannah é casada com Elliot (Michael Caine), contador bem sucedido e logo no início diz ter atração pela sua cunhada Lee (Bárbara Hershey). Hannah ainda tem uma irmã chamada Holly (Dianne Wiest) que é depressiva e que não conseguiu vencer profissionalmente. Ainda temos Mickey (Woody Allen) ex-marido de Hannah que é hipocondríaco. A partir de um almoço no dia de Ação de Graças, onde praticamente toda família está presente, a história se desenvolve. Em paralelo conhecemos Mickey que por conta de sua vida estressante começa a desconfiar que possa estar com algum problema de saúde. Logo no início percebemos também através de imagens e de diálogos entre os personagens que há algo acontecendo entre Elliot e Lee. Através do diálogo entre eles percebo que da mesma maneira que ele sente atração por ela, a recíproca em minha opinião, acontece com diálogos provocativos. Só o diálogo entre eles demonstra que o flerte mexeu com ela. A imagem de um abajur com a cor vermelha ao lado de Elliot em seguida um abajur semelhante ao lado de Lee enaltece essa paixão que está aflorando. Acho uma imagem de plano e contra-plano muito boa. A entrada em cena de Mickey demonstra pelo movimento de câmera e pela movimentação dos atores que a vida dele é estressante. Aliás, acho que os quadros são muito bem compostos e nos passam em imagens algumas idéias do filme. A trilha sonora também é muito boa. Às vezes achamos que a música é um som não diegético e, no entanto é um personagem que está tocando ao piano. O roteiro consegue aproximar as histórias que se iniciam paralelas. Tanto a de Hannah e sua família e a de Mickey. Conseguimos perceber que os personagens iniciaram com um ponto de vista e terminam com outros diferentes do início. Acho fantástico como Mickey conclui sua busca pelas respostas da vida. Depois de buscar em vários cantos que “poderiam” lhe dar respostas, ele a obtêm em um lugar que compactuo com ele. Percebe-se também que o plano inicial é bem parecido ao do final. A história gira e termina no mesmo ponto, porém como já citei, os personagens evoluíram com o passar do tempo. Woody Allen sempre tem um olhar mais pessimista sobre a vida do ser humano. Nesse filme ele aborda temas recorrentes em sua filmografia. Principalmente o da religião. No fim temos a impressão de que por mais que ele não aceite nenhuma religião, algo divino acontece e então um reflexo de uma nova vida aparece no horizonte.
    Edson Kiyoshi M.
    Edson Kiyoshi M.

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    4,5
    Enviada em 18 de novembro de 2013
    Os anos 70/80 foram os mais proficuos na extensa filmografia de Woody Allen mas em nenhum outro está tão engraçado e com atuações tão coesas quanto nesta adaptação de Tchecov. As reflexões sobre a vida e morte nunca tiveram um tratamento com leveza e profundidade. Somos envolvidos nesta filme maduro e aconchegante.
    Leonardo d.
    Leonardo d.

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    4,0
    Enviada em 1 de janeiro de 2015
    Provavelmente um dos melhores de Woody Allen, o que se deve à qualidade dos diálogos, à precisão das atuações e à direção sofisticada que insere elementos nas cenas que só enaltecem o que se quer dizer.
    Cid V
    Cid V

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    4,0
    Enviada em 16 de outubro de 2019
    Entre três festejos de Ação de Graças, Elliot (Caine), casado com Hannah (Farrow), apaixona-se pela irmã dela, Lee (Hershey), que vive com um ex-professor, Frederick (Sydow) mais velho e rabujento, e que afirma ser ela a sua única ponte com o mundo exterior. Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2019/10/filme-do-dia-hannah-e-suas-irmas-1986.html
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