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Cemitério Maldito
Nota média
3,0
18 publicações
  • Collider
  • Cinepop
  • The Guardian
  • The Playlist
  • Cinema com Rapadura
  • Estado de São Paulo
  • New York Times
  • Observatório do Cinema
  • O Globo
  • Screen International
  • Screen Rant
  • The Hollywood Reporter
  • Papo de Cinema
  • Chicago Sun-Times
  • Cineplayers
  • Critikat.com
  • Variety
  • Cineweb

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

18 críticas da imprensa

Collider

por Perri Nemiroff

"Cemitério Maldito" não apenas representa uma sólida adição à lista de filmes adaptados de livros de Stephen King, ele também se encontra no topo, ao lado dos melhores de todos os tempos.

A crítica completa está disponível no site Collider

Cinepop

por Renato Marafon

"Cemitério Maldito" é um filme de terror brutal e assustador, que ao mesmo tempo tem o benefício de ser rápido e eficiente, com um roteiro redondinho que não traz excessos ou aquela famosa enrolação.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

The Guardian

por Peter Bradshaw

É um thriller sobrenatural sobre o nosso medo da morte - e nosso anseio pela morte como um fim para esse medo. "Cemitério Maldito" tem todos os troféus honrados e talvez até mesmo clichês da era de ouro de King, e Kölsch e Widmyer inventam alguns saltos de alta voltagem.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

The Playlist

por Ryan Oliver

As atuaçõees e os quesitos técnicos estão muito melhores [em relação ao filme original] e existem algumas surpresas legítimas, mas a paleta de cores sombria o torna menos interessante do que a maioria das refilmagens de terror.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Cinema com Rapadura

por Robinson Samulak Alves

Na essência, “Cemitério Maldito” é um filme de terror que oscila entre bons momentos carregados pelo drama e sequências de terror mal executadas.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Estado de São Paulo

por Luiz Carlos Merten

O cinema industrial faz muitos filmes para celebrar a família. Esse é sobre a família maligna. Um a um seus integrantes vão sendo dominados pelo mal [....]. É um caminho sem volta. Stephen King tinha razão. É sua história mais assustadora.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

New York Times

por Glenn Kenny

Quando os diretores se acomodam em um ritmo que se alinha com o do romance, o filme oferece grandes sobressaltos inquietantes que se aproximam do poder da visão de King.

A crítica completa está disponível no site New York Times

Observatório do Cinema

por Caio Lopes

Ao mesmo tempo em que se garante como um produto técnica e dramaturgicamente melhor que o longa original bastante problemático, este "Cemitério Maldito" é, por outro lado, menos marcante pela falta de riscos tomados e uma pasteurização de seus aspectos mais escatológicos.

A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

O Globo

por Mário Abbade

Abusando dos sustos, o filme traz desta vez personagens tridimensionais, além dos interessantes comentários sobre o racismo e os povos nativos, os índios americanos.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Screen International

por Nikki Baughan

Como em todas as histórias de Stephen King, há temas universais ressonantes que passam por "Cemitério Maldito": culpa, luto e trauma. [...]  O roteirista Jeff Buhler se aproximou mais do tom do livro do que a versão de 1989 e as ideias em jogo são certamente intrigantes.

A crítica completa está disponível no site Screen International

Screen Rant

por Sandy Schaefer

"Cemitério Maldito" consegue capturar a brutalidade do material escrito por Stephen King, mas a tentativa de acrescentar reviravoltas chocantes ao original atinge resultados pouco convincentes.

A crítica completa está disponível no site Screen Rant

The Hollywood Reporter

por John DeFore

O filme fez um bom trabalho ao espalhar as camadas do velho trauma que farão uma nova perda especialmente dolorosa - e fazer com que a ação venha mais do que apenas um fantasma nojento. [...] É uma sólida, se não horrível, produção de horror construída em torno de desempenhos notavelmente bons.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Papo de Cinema

por Robledo Milani

Se por um lado o novo "Cemitério Maldito" que chega às telas três décadas depois é totalmente casto em sua visão de mundo – é um filme de terror no qual, curiosamente, ninguém transa – em relação ao gore os excessos estão por toda a parte, principalmente em sua metade final.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Chicago Sun-Times

por Richard Roeper

Um cara inteligente comete um ato idiota atrás do outro, levando à inevitável chegada detragédia e criando momentos frustrantes [...] Embora a versão de 2019 de “Cemitério Maldito” seja muito superior ao filme surdo de 1989 em quase todos os níveis, os problemas da primeira adaptação ainda estão lá.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

Cineplayers

por Francisco Carbone

"(...) O filme acaba se prestando a um material mais ralo, o do entretenimento ligeiro e sem compromisso, abrindo mão das nuances que realçariam o sombrio mergulho dos personagens."

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Critikat.com

por Josué Morel

"Cemitério Maldito" parece uma síntese tão curiosa quanto improdutiva das regras do gênero de terror comercial e dos efeitos, vazios mais bem visível, de um certo "terror de arte" ("Hereditário", "Ao Cair da Noite", "A Bruxa").

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

Variety

por Peter Debruge

Em vez de temer as baixas, o público agora espera as mortes, sem o tipo de pequenos detalhes que fazem esses personagens ganharem vida, é fácil sentir que eles existem apenas para serem despachados de acordo com os caprichos dos diretores.

A crítica completa está disponível no site Variety

Cineweb

por Alysson Oliveira

Há transformações bastantes drásticas que modificam o andamento da trama, caminhando para um final que pode causar risos, mas não de tensão. De deboche mesmo. Tudo é tão esquemático, pensando em fazer apenas a trama andar, que é difícil se solidarizar com Louis.

A crítica completa está disponível no site Cineweb
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