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    Bad Boys para Sempre
    Média
    4,4
    137 notas e 22 críticas
    distribuição de 22 críticas por nota
    9 críticas
    6 críticas
    7 críticas
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    22 críticas do leitor

    Sidney  M.
    Sidney M.

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    5,0
    Enviada em 3 de fevereiro de 2020
    Eu sempre esperei uma continuação, mas confesso que fiquei decepcionado quando anunciaram que Michael Bay não iria dirigir, mas olha, o cara não fez falta nenhuma. O filme é excelente, com ótimas sequencias de ação, com uma direção muito segura. A comédia é ótima, diversão garantida. Will Smith e Martin Lawrence continuam impagáveis. Muito bom!
    Daniel N.
    Daniel N.

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    3,5
    Enviada em 10 de fevereiro de 2020
    Mais do mesmo? Sim. E isso não significa ser ruim... o mesmo padrão dos outros filmes, mas um pouco menos "brilhoso", pela facilidade do enredo e atalhos para situações buscadas. Um entretenimento bacana, que - a meu ver - encerra o ciclo (embora o filme aparente pensar diferente).
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    5,0
    Enviada em 24 de janeiro de 2020
    Mesmo passando tanto tempo, essa dupla consegue manter seu charme e ser incrível nas telas. São protagonistas divertidos e que garantem ação sem repetição ou qualquer tipo de cena cansativa. Essa é a terceira parte e não perderam a mão...o longa é ótimo! Dos diálogos a trilha sonora, definitivamente são Bad Boys Para Sempre.
    Kleyanderson S.
    Kleyanderson S.

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    5,0
    Enviada em 20 de novembro de 2013
    BAD BOYS 3 essa será uma das continuações mais esperadas do ano, concerteza vai ser sucesso de bilheteria, ve Smith contracenando com Martin novamente em um dos melhores filmes de ação com uma pitada de comédia que ja pude ver. Só espero que o enredo seja parecido com o do segundo filme, o primeiro também é otimo mais tinha hora que se tornava chato por causa de muito papo. BAD BOYS 3, tem de tudo para ser sucesso novamente!
    Gerson R.
    Gerson R.

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    3,0
    Enviada em 5 de fevereiro de 2020
    Nesses 17 anos que separam o segundo filme da franquia Bad Boys e este novo, muita coisa mudou no cinemão de ação hollywoodiano – e não falo apenas de características técnicas ou de efeitos especiais – em filmes com heróis da ação como Jason Bourne, James Bond ou Ethan Hunt, roteirista começaram a dar mais valor em construções de personagens e emoções, elementos que tornavam mais intensas e verossímeis suas tramas – mesmo que envoltas de cenas de perseguições automobilísticas e tiroteios irreais – uma característica que, claro, outras franquias, como Velozes & Furiosos ou Transformers, pouco se importavam – e, falando deste último caso, com um diretor como Michael Bay sob o comando de um filme com personagens como os interpretados aqui por Will Smith e Martin Lawrence, provavelmente Bad Boys para Sempre seria um longa que apenas recapitularia tudo que já havíamos visto no filme original de 1995 e na sua continuação de 2003. Felizmente, os novos diretores do projeto agora, os belgas Adil El Arbi & Bilall Fallah, optaram por estabelecer ligações emocionais e boas construções de seus personagens – embora o roteiro de Chris Bremmer, Peter Craig e Joe Carnahan ainda tente empregar certas reviravoltas um tanto improváveis (no melhor... quer dizer, pior estilo da “saga” Velozes & Furiosos), o que garante que Bad Boys para Sempre seja um filme um pouco acima da média deste gênero é justamente o carisma de sua dupla central – além disso, fica bem visível como há realmente uma intenção de mostrar com mais atenção as personalidades tanto de Mike, quanto de Marcus, deixando em evidências suas crises, discussões e incertezas sobre o ramo em que atuam – mas isso é algo que não tenhamos visto nos dois filmes passados já? Seria algo novo? Não – mas o resultado se diferencia das produções assinadas por Michael Bay antes por justamente tentar lidar com os sentimentos dos protagonistas – ao invés de focar somente no humor – afinal, Bay deixou Bad Boys II com inacreditáveis duas horas e meia de duração, só por inserir tomadas longas de humor – sem a menor ligação com a trama – enfim, deixando um filme que realmente tinha ótimas cenas de ação se tornar algo cansativo e repetitivo – naquela época, Bay ainda entendia um pouco do que era fazer cinema, isso não podemos negar. Enfim, este terceiro longa mostra que Mike (Smith) e Marcus (Lawrence) envelheceram realmente – mas cada um do seu jeito – enquanto o primeiro se sente ainda um jovem de cinquenta anos (e sem vontade alguma de constituir família ou se apegar amorosamente), o segundo já vislumbra sua aposentadoria, a fim de ter mais tempo com sua esposa (Randle) e seu recém-nascido neto – a aparente tranquilidade da dupla muda quando um perigoso mexicano, chamado Armando (Scipio) e sua mãe Isabel (Castillo) começam a tramar uma onda de assassinatos contra vários profissionais da lei de Miami – fazendo Mike e Marcus precisarem se unir com uma nova equipe da policia local, comandada pela agente Rita (Nuñez). Justamente aquele toque mais emocional que faz o filme funcionar melhor – a dupla de diretores não tem medo de levar um dos personagens, logo no primeiro ato, a passar por uma situação mais perigosa (e letal) – o que, de certa forma, faz com que haja urgência e realmente temor pelos personagens centrais – há, infelizmente, problemas por parte de algumas decisões dos diretores em querer fazer rápidas surpresas/brincadeiras com momentos que parecem mais sérios – logo na primeira perseguição, durante os créditos iniciais, e em um momento que culmina com uma festa de casamento – coisas que não funcionam, porque no final soam previsíveis mesmo – e só de terem deixado Michael Bay fazer uma ponta como o mestre de cerimonias do casamento, o filme já mereceria uma bronca... Mas brincadeiras a parte – é bom lembrar que as piadas estão bem presentes. A química dos dois atores ainda é o ponto alto da obra – o que surpreende um pouco é a atuação de Martin Lawrence – sumido dos cinemas desde 2011, com Vovó...Zona 3 (aliás, há algumas piadas com esse filme também), ele demonstra seu belo timing para o humor ao encarnar as inseguranças e tentativas de mudanças de comportamento de Marcus – seu medo de levar broncas e decepcionar sua esposa, sua tentativa de seguir uma vida mais “religiosa” (uma das coisas mais divertidas do longa) e suas discussões sobre sua vida sexual – apesar de serem momentos até chulos, é o suficiente para causar alguma empatia ainda – enquanto que Will Smith mantém sua determinação como Mike, mas como agora é um homem mais maduro, fica claro que sua composição deixa o policial mais meticuloso, porém, ainda agressivo e implacável – esse toque clássico, aos moldes de outra franquia policial – Máquina Mortífera – torna mais uma vez a relação dos dois impagável em tela – além de ser cômico durante as cenas de ação, a ligação de amizade, que faz os dois agirem feito irmãos – um preocupado com o outro – é o acerto desta sequência, ao demonstrar tal relação de afeto. E os diretores tentam estender essa abordagem um pouco mais emocional para os demais personagens também, fazendo do chefe deles, o capitão Howard de Joe Pantoliano, um coadjuvante importante para lidar com o comportamento rebelde de Mike – e a Rita de Paola Nuñez cumpre bem sua função de liderar a equipe que ajuda a dupla – ela não deixa se abalar pela postura às vezes arrogante de Mike, por exemplo – funcionando como mais do que um flerte com o personagem de Smith – embora os demais integrantes novos da equipe sejam criações um tanto preguiçosas – a ex-High School Music Vanessa Hudgens faz uma das agentes, sem ter muito o que demonstrar, além dos agentes Rafe do Charles Melton, que só serve, inicialmente, para confrontar o ego de Mike e o hacker Dorn, do Alexander Ludwig, que diz ter um trauma em matar pessoas, por isso só atua fora do campo – isso realmente é algo que não faz diferença alguma com o resto do filme – talvez para inserir algumas piadinhas mais para o fim – ainda temos participações de artistas pop latino-americanos, como o caso do cantor Nicky Jam interpretando um criminoso – ele participa da maior cena de perseguição do projeto – além do DJ Khaled, fazendo um “açougueiro informante”, que deixa Mike irritadíssimo por sujar um de seus ternos caros – detalhes que não agregam muita coisa ao filme, infelizmente, somente funcionando para o humor – no caso de Jam, há uma piada um tanto bizarra envolvendo uma contusão que sofre. E com relação a vilania, o longa se mostra irregular – se inicialmente parece forte e urgente a determinação dos personagens de Kate del Castillo e Jacob Scipio, o roteiro prepara algumas revelações mais ousadas, digamos assim, lá pelo terceiro ato – spoiler: é difícil acreditar que o Armando de Jacob seja realmente filho de Mike – e este nunca tenha contado para ninguém sobre isso – nem para seu melhor amigo, Marcus – fora o fato de que mostrar a Isabel de Kate como se fosse realmente uma bruxa pode até soar como uma visão estereotipada de crenças mexicanas – felizmente, os diretores não se aprofundam muito nisso – o que os impedem de cometer a mesma falha grave que o pavoroso Rambo: Até o Fim cometeu, em retratar os mexicanos com xenofobia; e não deixa de soar estranho ver Will Smith se vendo em combate com um personagem que parece ser ele mesmo mais jovem – coisa que vimos meses atrás em Projeto Gemini. O que faz tais coisas serem perdoadas são as cenas de ação – talvez em menor quantidade do que no segundo filme, mas superiores ao primeiro – as escolhas de enquadramentos dos diretores são eficientes, capazes de mostrar as cenas de perseguição com clareza – e a montagem de Dan Lebental e Peter McNulty sabe fazer os cortes nos momentos certos – sem transformar lutas, tiros e explosões em colchas de retalhos incompreensíveis – viu, Sr. Bay? A longa perseguição de motos pelas ruas de Miami, com Mike e Marcus em uma moto com um banco lateral é muito bem realizada – assim como o final em uma mansão semidestruída envolvendo um helicóptero – mostrando o trabalho bem feito de edição de som. Sem ser tão (desnecessariamente) longo quanto a segunda parte e nem tão simplório quanto a primeira, Bad Boys para Sempre acaba por ser o melhor da franquia – apesar disso não representar muita coisa, ainda é uma diversão correta, graças ao brilho de seus dois atores principais e algumas decisões mais atuais para o gênero de ação por parte de seus diretores – mesmo que presos no conceito de “surpresa oculta surgindo do nada”, como a “saga” Velozes & Furiosos gosta de fazer. Obs.: tem uma cena “pós-créditos”, que na verdade é bem no inicio dos créditos finais, sinalizando mais um filme pela frente...
    Gean R.
    Gean R.

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    4,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2020
    Me diverti muito. Tem tudo que um filme de ação precisa. Ação, humor e história bem pessoal e novelesca e uma câmera bem inovadora.
    Anderson C.
    Anderson C.

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    3,5
    Enviada em 12 de fevereiro de 2020
    Bad Boys sendo Bad Boys, achei legal o filme, engraçado, emocionante, algumas cenas a computação gráfica gritou! (Especificamente a queda do helicóptero). Um filme que traz uma lição legal sobre a importância de família e amizade...
    DUDU SILVA
    DUDU SILVA

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    4,5
    Enviada em 6 de fevereiro de 2020
    Os dois primeiros filme são sensacionais, e esse novo filme é o melhor dos três, muito divertido, a ação é maravilhosa e as piadas funcionam muito e não é cansativo, depois de 17 anos os protagonistas continuam com um introsamento incrivel, enfim bad boys para sempre é excelente
    Viviane C.
    Viviane C.

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    3,0
    Enviada em 11 de fevereiro de 2020
    Nossa o Martin Laurence está com uma atuação muito ruim neste filme um verdadeiro frouxo isso fez do filme razoável na verdade o personagem dele é muito chato mesmo.
    Matheus F.
    Matheus F.

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    4,0
    Enviada em 31 de janeiro de 2020
    Dificilmente é dificil de fazer uma sequência de um filme mais o Bad Boys Para Sempre para mim superou a expectativa!
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