Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Ondas do Destino
    Média
    3,7
    27 notas e 7 críticas
    distribuição de 7 críticas por nota
    2 críticas
    1 crítica
    2 críticas
    1 crítica
    1 crítica
    0 crítica
    Você assistiu Ondas do Destino ?

    7 críticas do leitor

    ymara R.
    ymara R.

    Segui-los 130 seguidores Ler as 262 críticas deles

    5,0
    Enviada em 4 de maio de 2014
    " few movies can break my heart, but like this one..never more.." e estou me segurando aqui pra nao discursar sobre o mal que a religiao faz na vida das pessoas.. #arrasada apenas! Eu concordo com o Jailson Anderson- esta é a mais linda historia de amor que ja aconteceu no cinema.. com absoluta certeza! Show à parte- trllha sonora
    leonardo
    leonardo

    Segui-los Ler as 69 críticas deles

    1,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filme muito lento e excessivamente longo. Como representante do movimento Dogma 95 possui uma linguagem simples, câmera irriquieta e fotografia natural. É um exercício de paciência para quem prefere uma história contada sem enrolações, pois a duração excessiva e desnecessária pede constantes intervenções do fast foward. Com pelo menos uns cinqüenta minutos a menos seria uma obra mais interessante. As atuações do elenco são ótimas, Emily Watson carrega o filme nas costas com sua excelente interpretação. Mas o filme não está à sua altura."
    Elsden
    Elsden

    Segui-los Ler as 10 críticas deles

    5,0
    Enviada em 17 de abril de 2013
    MELHOR FILME DE TODOS OS TEMPOS!!! LARS VON TRIER PROVOCA UM TERREMOTO EM QUEM ASSITIR A ESSE FILME, SEM MAIS...
    Carlos Henrique S.
    Carlos Henrique S.

    Segui-los 859 seguidores Ler as 591 críticas deles

    3,0
    Enviada em 30 de dezembro de 2019
    Incômodo,é isso que sentimos ao ver mais um trabalho do controverso diretor Lars Von Trier.Bess é uma joven que tem problemas mentais,ela se casa com Jan e os 2 vivem felizes até que Jan sofre um acidente de trabalho o deixando tetraplégico,então ele pede que Bess saia com outros rapazes e conte como foi a experiência a ele.A idéia do filme tinha um foco em um sentido mas acaba em outro,de inicio ao ler a sinopse pode ser apenas um homem que quer ver sua esposa feliz novamente mas o que temos é algo abusivo e inquietante.O diretor dinamarquês sabe fazer esses tipos de histórias incômodas,seu estilo de direção com o usa da câmera na mão e muitos close-ups nos rostos dos atores.O clima então é transmitido de maneira vagarosa,são 2 horas e meia de filme que se arrastam.O roteiro escrito pelo próprio Von Trier é dividido em capítulos e eles não se passam da melhor forma,o ritmo de cada um se passa de maneira lenta e que de vez em quando sai do foco o que o Von Trier poderia ter melhorado,certos diálogos funcionam e muitas cenas mantém a dinâmica e a proposta da narrativa,o desenrolar da trama mesmo tendo partes bem arrastadas põe situações que colocam a protagonista em situação que te deixa mal,aflito e angustiado.O elenco do filme está bem,temos o Stellan Skarsgård que é um personagem que dá para odiálo pelas suas ações e principalmente porque ele é importante para os acontecimentos e ele tem boa atuação,o Adrian Rawlins como p Doutor é um personagem que lhe dá afeição e a Katrin Cartlidge é outra que funciona como uma irmã da Bess.Mas claramente o filme é da Emily Watson que em seu primeiro filme mostrava talento interpretando uma jovem ingênua,carinhosa,infantil e que demonstra amor e fé de maneira singela,as atidudes dela as vezes são como um presságio que dá dó antes de acontecer e é realmente uma boa atuação que não a toa rendeu a ela uma indicação ao Oscar de melhor atriz.Ondas do Destino é longo demais,o roteiro gosta de dar umas mastigadas mas cumpre a proposta do diretor que é incomodar te deixando inquieto e para baixo.
    AllBs
    AllBs

    Segui-los 3 seguidores Ler as 15 críticas deles

    3,5
    Enviada em 2 de julho de 2013
    A poderosa atuação de Emily Watson, encarnando aqui a Bless, e a arrebatadora direção do Lars Von Trier nos trás um daqueles filmes do mesmo diretor que talvez não seja de tão fácil digestão, graças a algumas características do DOGMA 95 como câmera tremula, instável e a longa duração. Apesar disso, é fácil se encantar com a inocência da Bless como ocorre com Selma, em Dançando no Escuro - Ambos os filmes que fazem parte da mesma trilogia. A Trilha Sonora é bem recheada, aparecendo somente nas apresentações dos capítulos, contando até com Elton John e Deep Purple. Assisti, sinceramente, este depois de Dancer in The Dark e não me emocionei tanto quanto pensei que ocorreria. Acontece que em ambas as histórias, temos duas personagens de bondade inexpugnável que acabam vendo 'tudo dar errado' - como pronuncia Bless em certo momento do filme. Porém, em Dancer In The Dark, vi mais Selma como vítima da maldade das pessoas e da sociedade ao redor, enquanto que aqui, Bless é mais vítima da própria loucura misturada com a inocência, além de vítima da igreja repleta de hipocrisias. Alguns diálogos e cenas ficaram no coração.
    Felipe
    Felipe

    Segui-los 1 seguidor Ler as 73 críticas deles

    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Sem dúvida um belíssimo filme, talvez o melhor de Von Trier, empatado com Europa. Mas é bem estranho ver um cineasta com uma linguagem moderna e única pregar a "filmagem simples e sem créditos", sinceramente Von Trier tem talento para destacar-se no cinema sem inventar modismos, tomara que ele volte a essa fase mais brilhante."
    Edvaldo Santos
    Edvaldo Santos

    Segui-los 1 seguidor Ler as 12 críticas deles

    4,5
    Enviada em 14 de abril de 2018
    O filme Ondas do Destino tem um argumento sobre valores universais humanos. É um tratado sobre a vida e a morte, a solidão e a liberdade, a felicidade e a condenação. Neste longo filme de Lars Von Trier é chamada a atenção à moralidade, às nossas regras (o que pode nos levar à uma conclusão equivocada que o diretor quer atacar instituições, como a igreja ou valores como o machismo). É claro que ele se utiliza destes conteúdos. Porém, vai mais além. O maniqueismo arraigado na trama pela grande força das atuações não encerra o discurso do filme. Podemos identificar aí uma camada do filme. Trier quer debater sobre a nossa mente através de conceitos de sanidade e loucura. Trier busca enxergar como o ser humano consegue relacionar-se com seus limites. Trata da fé. Trata do amor humano: possessivo ou libertador? Um filme para aproveitar os grande "intervalos" de conteúdo para refletir. Um filme com muito do Dogma 95, mas Trier brinca com sua própria anarquia, valendo-se de um desenho de produção robusto e uma trilha essencialmente linda para o início de cada capítulo ou ato de seu filme. Assista buscando muito além de uma crítica social. O filme não é só isso (o que já seria grandioso). É um inventário sobre a vida humana, nossos valores, nossas decisões.
    Quer ver mais críticas?
    • As últimas críticas do AdoroCinema
    Back to Top