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    Inverno de Sangue em Veneza
     Inverno de Sangue em Veneza
    Data de lançamento desconhecida / 1h 52min / Suspense, Terror, Drama
    Direção: Nicolas Roeg
    Elenco: Donald Sutherland, Julie Christie, Massimo Serato
    Nacionalidades Reino Unido, Itália
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    Sinopse e detalhes

    Após a trágica morte acidental de sua filha, o casal Laura (Julie Christie) e John Baxter (Donald Sutherland) decide começar uma nova vida em Veneza, onde ele trabalhará na restauração de uma igreja. Lá os dois conhecem duas estranhas irmãs. Uma delas afirma ter contato com o espírito da criança falecida e avisa que o casal corre um sério risco em Veneza. John duvida, mas logo começa a ter misteriosas visões.
    Título original

    Don't Look Now

    Distribuidor -
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    Ano de produção 1974
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 4 curiosidades
    Orçamento 5 500 000 $
    Idiomas Inglês, Italiano
    Formato de produção -
    Cor Colorido
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -
    Inverno de Sangue em Veneza Trailer Original 3:18
    Inverno de Sangue em Veneza Trailer Original
    4777 visualizações
    Pela web

    Elenco

    Donald Sutherland
    Personagem : John Baxter
    Julie Christie
    Personagem : Laura Baxter
    Massimo Serato
    Personagem : Bispo Barbarrigo
    Renato Scarpa
    Personagem : Inspetor Longhi
    Ficha completa

    Foto

    Curiosidade das filmagens

    Literatura

    Baseado em conto de Daphne Du Maurier.

    Christie/Sutherland e a lenda

    O filme é famoso pela cena de sexo entre Julie Christie e Donald Sutherland. Boatos afirmam que a relação sexual aconteceu de verdade ali na frente das câmeras, não era encenação.

    Sem saber de nada

    Renato Scarpa, o inspetor Longhi, não falava inglês. Ele leu suas falas sem sequer saber o significado, o que adicionou um tom interessante ao personagem.

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    Comentários

    • Andries Viljoen
      Lidar com a morte é lidar com um terror vazio, sem face definida. Você vai direto até a raiz de desespero, nada de histórias mirabolantes ou enchimentos de linguiça. P.S.: Impressionante como Veneza no início dos anos 70 era mesmo sinônimo de treta.Durante todo o filme eu esperava as palavras PERIGO IMINENTE pularem na nossa cara, pois a sensação de ameaça constante vai desde a primeira cena, hein. Muito bom.Um filme incompreendido pelo grande público. Este é o segundo filme do Nicolas Roeg que assisto (o primeiro foi O Homem Que Caiu na Terra). A simultaniedade dada pelos cortes abruptos entre cenas é uma característica presente nestes dois filmes, assim como os saltos cronológicos. Isso somado ao final absurdo afasta, muitas vezes, o espectador.Li que a adaptação às telas é muito fiel à história original (infelizmente o acesso à obra de Daphne Du Marier no Brasil é bem difícil, portanto ainda não li nenhum livro dela), o que explica este final (que não é nada nonsense, como alguns comentaram, afinal de contas,Enfim, um filme que merece a reputação que tem (muito comum em listas de melhor filme) e que vale a pena conferir.
    • Andries Viljoen
      Uma das cenas de sexo mais sinceras num filme. Filme completamente atmosférico orquestado por Nicolas Roeg, que consegue viajar através de vários gêneros sem nunca perder fôlego. Um ótimo filme, belíssimamente ritmado e rarefeito. Atmosférico, cru e bastante intimista, é um filme que tem toda uma simbologia e só através dela se entende a obscuridade de seu final. A obra brinca com os maiores medos do ser humano, e como em uma profecia, tudo segue o rumo já determinado. Um filme maior.Todo terror psicológico que se preze consegue, com pouquíssimas cenas assustadoras, te causar aquele medo primordial e inexplicável, esse filme tem uma aura realmente macabra e a sensação de inquietude me acompanhou logo nos primeiros minutos e não me largou até agora.Gostei demais, é um filme de um sub-gênero do terror que nem existe mais: aquele suspense em que, desde o início, você sabe que algo está prestes a acontecer, mas nada acontece de fato. Então chega uma cena e você pensa É agora, mas não é. Aí vem outra, você pensa É agora e não é, e assim continua, até atingir um estado de completa tensão. O que pode ser visto como enrolação por muitos, a mim agrada bastante.É muito triste saber que tem pessoas que veem esse filme esperando um final mirabolante a respeito do assassino, ignorando praticamente todo o desenvolvimento do filme, estudo dos personagens e simbolismos. Se durante 90 minutos, o assassino é somente pano de fundo para o casal Baxter, porque, nos últimos 15, ele passaria a ser o foco principal do filme?O tipo de filme que seria necessário ver, no mínimo, duas vezes, mas que poucos irão fazê-lo por ser arrastado e contemplativo. Li muitas críticas sobre ele aqui, mas achei que vale muito a pena e que não deixa pontas soltas. E um dos poucos casos em que o título nacional supera o original.
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