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    Tomb Raider: A Origem
    Média
    3,8
    705 notas e 125 críticas
    distribuição de 125 críticas por nota
    31 críticas
    22 críticas
    36 críticas
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    125 críticas do leitor

    c4rlc4st
    c4rlc4st

    Segui-los 456 seguidores Ler as 285 críticas deles

    2,5
    Enviada em 18 de março de 2018
    E a maldição dos games continua... Tomb Raider garante seu espaço no hall dos filmes genéricos, superficiais e presiveis que foram adaptados de um jogo. As boas cenas de ação não compensam as diversas facilitações narrativas, assim como alguns aspectos do roteiro são enfadonhos, sem se preocupar em desenvolver uma verdadeira motivação para a Lara Croft. A atriz é boa, ela convence como uma moça de habilidades de luta. Pena que muitas das suas capacidades a gente não descobre muito bem como ela adquiriu. Vale uma meia entrada, se você não for com muitas expectativas.
    Vinícius M.
    Vinícius M.

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    4,5
    Enviada em 16 de março de 2018
    ** NO SPOILERS ** NO SPOILERS ** NO SPOILERS ** NO SPOILERS ** Sabe quando vc mistura duas de suas comidas favoritas, o visual fica incrível e vc da aquela mordida achando que vai ser SENSACIONAL e é uma Mer...leca? Então adaptação de games no cinema tem sido essa baita experiência ruim!! É incrível como Hollywood acerta a mão em uma adaptação de quadrinhos (ex. Guerra Civil, Vingadores, etc) e continua entregando as maiores merdas feito Assassins Creed, Warcraft, etc. A bola da vez é Tomb Raider: A Origem, do diretor Roar Uthaug, com a😍 pescoçuda 😍 ganhadora de Oscar a sueca Alicia Vikander no papel da famosa Lara Croft. O filme foi baseado no recente reboot dos games aonde temos uma Lara jovem (menos sexualizada) aprendendo na sofrência a ser a aventureira “badass” que conhecemos. Lara sofre com ausência do Pai e ao encarar a triste realidade encontra pistas que a levam para a misteriosa ilha nipônica de Yamatai, em busca da Primcesa Himiko (trama pro primeiro game). Os trailers passaram um baita sensação errada de filme clichê exagerado a lá Velozes e Furiosos. Para minha espetacular surpresa Tomb Raider é um FILMAÇO!! O visual está incrível e o roteiro tá redondinho!! Toda hora ele brinca com os clichês de filme de aventura mas sempre entregando algo novo e inesperado!! Pela primeira vez um game é adaptado com maestria na tela grande!! Tomb Raider está fazendo história! É o Batman Begins dos filmes de Games!! Torço para que faça muito dinheiro!! Esse é o caminho que gostaria para os games no cinema!! Nota 9,0!!
    Thanure R.
    Thanure R.

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    5,0
    Enviada em 15 de março de 2018
    Ótimo! Intenso e emocionante. Algumas partes lembram muito o jogo! Recomendo a todos! Vale muito a pena!
    condittrich
    condittrich

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    3,0
    Enviada em 14 de março de 2018
    A arqueóloga Lara Croft sempre foi um dos maiores ícones do mundo dos games e, desde a sua estreia na mídia em 1996 com o videojogo Tomb Raider, ganhou o coração do público, sendo considerada a “musa dos games” por muitos, enquanto influencia gerações. O sucesso foi tão grande, que a personagem, com suas belas curvas e uma destreza fora do comum, estampou diversas capas de revistas, foi garota-propaganda de inúmeras ações publicitárias e, lógico, ganhou as telonas em 2001. Angelina Jolie, que já atraia os holofotes com prêmios e notório reconhecimento como atriz, aceitou o desafio de adaptar a forte protagonista, o que rendeu ainda mais notoriedade por seu desempenho físico, chegando a ser aclamada como uma das maiores estrelas de filmes de ação. Mesmo com uma produção mediana, o sucesso foi grande, o que rendeu uma sequência que acabou não agradando ao público e se tornou um fracasso de bilheteria. O mesmo acontecia com os videojogos da franquia, que já não traziam mais novidades. Com isso, se fez a necessidade de restabelecer a personagem em um estilo que atraísse mais jogadores e que trouxesse um ar de novidade aos fãs de longa data. Em 2013, a produtora dos games lançava o divisor de águas da franquia. O videojogo, intitulado “Tomb Raider” (como o original de 1996), reiniciava a história da personagem e mostrava uma Lara Croft mais humanizada, utilizando seus instintos para sobreviver a um ambiente inóspito de uma ilha perdida no Mar do Diabo. O novo Tomb Raider é, então, aclamado pela crítica, estreando em primeiro lugar em diversas lista de vendas no mundo todo. Logo, produtoras de cinema começaram a sondar a possibilidade de realizar uma nova adaptação da franquia. O que realmente foi colocado no papel com o lançamento do segundo videojogo desta nova versão. A história nos cinemas, porém, seria bem diferente da que vimos em 2001. Tomb Raider – A Origem traz a ganhadora do Oscar Alicia Vikander no papel de uma Lara Croft mais jovem. Filha do excêntrico arqueólogo Richard Croft (Dominic West), que desaparece ainda na adolescência da jovem, a herdeira não possui qualquer propósito para seu futuro e ganha a vida fazendo entregas de bicicleta nas ruas de Londres. Determinada a forjar seu próprio caminho, ela se recusa a tomar as rédeas do império global de seu pai com a mesma convicção com que rejeita a ideia de que ele realmente se foi. Aconselhada a enfrentar os fatos e seguir em frente depois de sete anos sem seu pai, Lara busca resolver o misterioso quebra-cabeças de sua morte, mesmo que nem ela consiga entender a sua motivação. Deixando tudo para trás, ela parte em busca do último destino em que ele foi visto: um lendário túmulo em uma mítica ilha localizada no traiçoeiro Mar do Diabo. Na Ilha de Yamatai, Lara é obrigada a testar seus maiores limites e deverá usar de sua inteligência para sobreviver. O filme é basicamente uma corrida contra o tempo – com um ritmo bem veloz -, resultando em inúmeras perseguições e acrobacias que desafiam a lei da física. O desenvolvimento da personagem, que começa de maneira certeira, acaba sendo deixado de lado no decorrer do seu enredo e, com isso, temos aqui apenas mais uma aventura de ação descompromissada. Mesmo embaladas com uma trilha sonora formidável e tendo momentos bem empolgantes, algumas cenas de ação sofrem com edições por vezes ruins - o que acaba incomodando de certo modo. O ritmo frenético do filme e os diversos quebra-cabeças nas tumbas, porém, diminuem essa sensação, deixando o espectador curtir o seu próprio momento. O roteiro segue uma história bem linear e não deixa pontas soltas, mas carece de profundidade. As determinações de Lara são pouco exploradas, limitando-se apenas à procura por seu pai, em uma relação pai-e-filha que pouco funciona. Falta aquela carga dramática para envolver o espectador. O carisma de Vikander é o que realmente salva a produção. A atriz se mostra digna para o papel e traz uma certa inocência que a personagem precisa para que a trama se sustentasse. Ela transmite a dor, o desespero e a confusão momentânea em suas ações. Seu desempenho físico também merece destaque, já que a atriz oferece grande credibilidade em cenas mais exigentes. Vale mencionar que um dos diálogos mais interessantes do longa é quando Richard menciona o fato de que mitos são baseados na verdade. Essa colocação é fundamental para que o filme trabalhe no realismo de sua história, deixando de apelar para o inexplicável e fantasioso. É um caminho mais trabalhoso, que pode dar errado, mas Uthaug fez direitinho seu trabalho de casa. Em uma época em que as mulheres finalmente têm ganhado espaço no protagonismo, Tomb Raider – A Origem é mais que bem-vindo. Mesmo com tanto potencial desperdiçado, o filme é divertido, empolgante e mostra uma força feminina necessária no entretenimento. Mas assim como a nova Lara Croft, a nova franquia tem muito o que aprender... Mais em CINE3DBRASIL.COM
    Drih S.
    Drih S.

    Segui-los 777 seguidores Ler as 290 críticas deles

    4,0
    Enviada em 1 de abril de 2018
    A volta da heroína da minha infância e adolescência! TOMB RAIDER - A ORIGEM Sou um verdadeiro fã da musa dos vídeos games dos finais dos anos 90 e inícios dos anos 2000. Conheci a Lara Croft em seu primeiro game em 1996, já virei fã logo de cara e passei a acompanhá-la em jogo por jogo até os dias atuais, já tendo conseguido terminar todos os seus jogos existentes até hoje (incluindo a franquia original e os spin-off de todas as plataformas de vídeo games). Tive o prazer de acompanhar as duas estreias dos filmes em seus respectivos anos (2001 / 2003), estrelado pela a musa Angelina Jolie. Pra mim como uma fã da Lara e dos jogos, devo admitir que Angelina Jolie é a forma humana da Lara e sempre será (nunca existirá uma atriz que a substitua nesse papel). A Lara Croft da Jolie é a melhor representação da heroína dos games iniciais (os 5 primeiros do playstation 1), trazendo a verdadeira fodona, a badass, a musa com corpo escultural e belos seios envolvidos em uma roupa super colada ao corpo (perfeita adaptação da Lara dos jogos do play e play 2). Jolie trouxe a "sexy symbol", a "femme fatale", aquela heroína desejada por todos os homens da época (tanto no game, quanto no filme). Devo destacar a primeira cena do "LARA CROFT: TOMB RAIDER (2001)", quando a musa já aparece de cabeça para baixo em sua sala de treinamento quebrando o pau com o robô em treinamento - ali já observamos todo o poder e sedução fatal de Jolie na pele da musa dos vídeos games Lara Croft. Após 15 anos, surge a nova Lara Croft (dessa vez interpretada pela talentosa Alicia Vikander). Uma Lara mais humanizada, mais gente como a gente, sem aquela pinta de heroína fodona e muito menos uma "sexy symbol". A Lara de Vikander já deixa isso bem claro logo na primeira cena (quando ela perde uma luta), ali já podemos observar a nova Lara. O roteiro já faz questão de nos mostrar que a nova Lara é uma ser humana normal (antes de mais nada), que abre mão da fortuna do pai (coisa que nunca aconteceu nos games e muito menos nos filmes da Jolie), que deseja trabalhar e assumir suas próprias dívidas (o empoderamento feminino atual). Bem: Eu gostei da nova Lara da Alicia Vikander, ela se encaixou muito bem na Lara do game de 2013 (o reboot da franquia Tomb Raider). Sua forma física e sua aparência ficaram muito boa, sua atuação convenceu, me agradou bastante. Porém, acho que a Alicia Vikander precisa se soltar mais como Lara Croft, acho que ela tem muita mais a oferecer na pele dessa heroína (potencial ela tem de sobra). Apesar do começo do filme querer nos passar o lado mais humano da Lara, eu não curti esse início, achei bem chato e monótono. Mas a partir do momento que a Vikander incorpora a Lara (da cena do barco em diante), fica muito bom. A atuação da Vikander como Lara cresce e chega a nos impressionar, com toda sua luta pela sobrevivência na floresta e sua luta final com o vilão. Angelina Jolie é a melhor Lara Croft dos games iniciais (isso ninguém tira), mas se tratando dos dois novos games (2013 / 2015), Alicia Vikander tem um grande potencial pra estrelar uma sequência de dois ou mais filmes. O novo TOMB RAIDER é dirigido por Roar Uthaug (não conhecia seus trabalhos). O roteiro do filme é a parte mais falha (assim como os próprios roteiros dos filmes da Jolie, que não tinham nada de surpreendente). O começo parece promissor (com toda nova história da nova Lara), a sempre busca pelo pai está presente novamente (como nos jogos e nos filmes anteriores). Mas toda história em si é bem vaga, não tem um grande (ou surpreendente) desenvolvimento, sem falar que a parte que mais peca em minha opinião, é a parte dela com pai, pra mim não havia a necessidade em trazer a história dessa forma para o filme. O pai da Lara está desaparecido há 7 anos, ok, até ai beleza, está bem plausível, mas dai o roteiro segue um caminho que não me agradou nem um pouco, pelo contrário, até me decepcionou em partes. Me agradou bastante a forma utilizada nas cenas com a Lara na floresta, com muitas (mas muitas mesmo) cenas idênticas as do vídeo game. Deu uma grande sensação de estar ali vivendo e enfrentando a grande aventura com ela (a mesma sensação que eu tenho quando jogo os games). Todo desenvolvimento da Alicia Vikander correndo, pulando, atirando flechas e até usando a icônica arma de escalar no gelo (que eu não sei o nome), que está muito presente nos dois games, é sensacional. O vilão interpretado por Walton Goggins (Os Oito Odiados), está ok, nada surpreendente, mas ok (típico vilões dos filmes anteriores, que não influenciavam em nada). Portanto: O novo TOMB RAIDER é sim um bom filme, mesmo com alguns probleminhas, mas conseguiu começar bem e conseguiu me agradar e muito. A Alicia Vikander deu uma nova cara pra nova Lara Croft, também me agradou muito e como eu falei: Ela tem sim um grande potencial pra ir cada vez mais longe com a franquia TOMB RAIDER. Ao final o longa deixa bem claro o desejo de formar uma nova franquia com a série, se vai dar certo ou não, ai é questão de esperar as bilheterias dizerem. Não posso deixar de mencionar a cena final com a Lara encontrando as suas duas armas icônicas e a trancinha tradicional da Lara dos games - sensacional, vibrei com esta cena, em que só quem é fã vai entender o que eu estou falando! [31/03/2018]
    Thiago
    Thiago

    Segui-los 5 seguidores Ler as 4 críticas deles

    2,0
    Enviada em 29 de janeiro de 2019
    Fraco nem chegou perto de tomb raider as atuações são boas os efeitos são terríveis até o antigo parece ter um efeito mais agradável
    higors
    higors

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    3,0
    Enviada em 13 de março de 2018
    Produção muito boa, roteiro meia-boca. Típica história de mocinho (mocinha*, no caso) com burrice descabida no enredo geral e em passagens específicas. Pode irritar bastante por isso, mas outras boas cenas devem balancear as sensações.
    Matheus R.
    Matheus R.

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    5,0
    Enviada em 15 de março de 2018
    Tomb raider a origem é o melhor filme que assisti, cheio de ação e aventura que enche os olhos de quem ver.
    Luís Fernando C.
    Luís Fernando C.

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    3,5
    Enviada em 15 de maio de 2018
    Tomb Raider A Origem adapta aos cinemas uma das mais icônicas franquias do mundo dos games, com direção de Roar Uthaug e com Alicia Vikander, Dominic West, Walton Goggins, Daniel Wu e Kristin Scott Thomas no elenco. O longa estreou nos cinemas nacionais no dia 15 de março de 2018. Para os fãs do mundo dos games, Tomb Raider dispensa apresentações, a franquia de aventura e ação tem mais de 20 anos, com dezenas de games lançados, inclusive já tendo dois filmes estrelados pela sexy symbol Angelina Jolie. Origem adapta a versão mais recente do game, lançada em 2013. Na trama somos apresentados a uma Lara Croft em conflito, por não aceitar a morte do pai, desaparecido há sete anos, ao encontrar um pequeno artefato, ela tem acesso a uma câmara secreta que revela pistas sobre a verdade por trás do desaparecimento de seu pai, com isso ela ruma em busca da mítica ilha Yamatai, ultimo lugar que seu pai foi visto com vida. Assim como no game de 2013, a protagonista é jovem, inexperiente e frágil, muito distante da personagem clássica que conhecemos, ou mesmo dos filmes estrelados pela Angelina Jolie, a ideia é justamente mostrar a jornada da personagem até se tornar a destemida heroína Lara Croft, mas ao contrario do game ao qual se baseia, o filme peca justamente em mostrar de forma consistente essa evolução. Alicia Vikander é uma ótima atriz e até convence com a sua Lara Croft, porém o desenvolvimento da trama não ajuda no crescimento da própria protagonista, tudo ocorre de forma rápida e superficial de mais, além disso, os coadjuvantes que interagem com Lara são rasos e não ajudam a deixar a trama mais interessante, nem mesmo o antagonista Mathias consegue convencer, que no game é apresentado como um fanático religioso obcecado com o mito de Himiko, mas no filme é reduzido a um capanga seguindo ordem, com o único objetivo de fugir da ilha. Os últimos games da franquia buscaram atualizar a personagem, deixando ela mais humana, em tramas mais realistas, porém sem deixar de lado os elementos fantásticos e aventureiros que fazem parte da essência de Tomb Raider, o longa busca fazer o mesmo, mudando alguns pontos na origem da Lara, porém excluindo justamente a parte mística envolvendo a Imperatriz Himiko e a ilha Yamatai. Com isso a trama perde muito em qualidade, reduzindo-se a um filme mediano de ação. Outra falha no roteiro é trazer de volta um personagem que deveria permanecer morto, pois o seu retorno não contribui com o crescimento da protagonista, principalmente por aparecer em uma cena chave onde Lara mata pela primeira vez, quebrando totalmente a dramaticidade da cena. Quanto à ação o longa apresenta bons momentos, alguns claramente inspirados em cenas dos games, mas nada surpreendentes. Vale ressaltar que o lado exploradora de Lara, não foi deixado totalmente de lado, demonstrado em momentos que a protagonista precisa utilizar toda a sua perspicácia para desvendar pequenos quebra-cabeças. Tomb Raider A Origem, infelizmente é um filme mediano de ação, que até apresenta bons momentos, mas que peca no desenvolvimento da trama, principalmente por não dar uma profundidade maior à personalidade da protagonista, tornando-a pouco carismática. Infelizmente para os fãs do mundo dos games esse não é a adaptação digna que tanto esperamos e merecemos.
    Jenssy M
    Jenssy M

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    2,0
    Enviada em 29 de janeiro de 2018
    Bem, eu gostei dela no papel, so nao gostei da fisionomia dela, pois nos games o cabelo dela tem franja, o que ja caracterizou a nova lara, ai nos filmes ela vem inreconhecivel pois nao tem a franja jogada sobre o rosto o que inclusive foi bem elogiado pela Square enix pois o trabalho detalhado do cabelo dela deu naturalidade se tornou parte da personalidade dela, o que tiraram no filme e por conta disso tornou a lara inreconhecivel
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