Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Clube de Compras Dallas
    Média
    4,5
    1894 notas e 107 críticas
    distribuição de 107 críticas por nota
    37 críticas
    56 críticas
    13 críticas
    1 crítica
    0 crítica
    0 crítica
    Você assistiu Clube de Compras Dallas ?

    107 críticas do leitor

    Tibério M.
    Tibério M.

    Segui-los 52 seguidores Ler as 59 críticas deles

    5,0
    Enviada em 21 de janeiro de 2014
    O que dizer de um sujeito grotesco, preconceituoso, machista, que vive entre o trabalho como eletricista e a gandaia entre mulheres, bebidas, cocaína, sexo e rodeios? Muitas pessoas preferem se silenciar, já outras podem dizer que não passa de um pobre coitado. Pois bem, este sujeito se chama Ron Woodroof (Matthew McConaughey) e ele lhe convida para o Clube de compras Dallas. - Bom, na verdade, ou você tem U$400 dólares ou não é sócio do clube. Woodroof foi diagnosticado com AIDS em 1986 durante uma das épocas mais obscuras da doença. Embora os médicos tenham lhe dado apenas 30 dias de vida, Woodroof se recusou a aceitar o prognóstico e criou uma operação de tráfico de remédios alternativos. Dallas Buyers Club faz uma crítica ao preconceito contra os gays onde a partir do momento em que Woodfrood tá com o vírus, ele começa a sentir todo esse sofrimento que é causado por pessoas ignorantes que outrora ele já foi e também uma excelente crítica a indústria farmacêutica onde outros países permitem outros medicamentos para os mesmos fins e afirmando que eles são eficazes. Mostrando também que a pessoa é livre para poder escolher qual o medicamento ela quer usar para seu tratamento. Woofrood passou de oportunista para um ativista não-intencional. De anti-herói para herói descobrindo que a partir do momento em que convivemos com diferentes tipos de pessoas percebemos algo que somente a vida é capaz de nos ensinar com o tempo: de que somos todos iguais. As atuações de Matthew McConaughey e Jared Leto são impecáveis. Ambos conseguiram dar vida e dramatizar muito bem o sofrimento de seus personagens. As premiações para esses dois atores não foram a toa.
    Pablo M.
    Pablo M.

    Segui-los 13 seguidores Ler as 25 críticas deles

    3,0
    Enviada em 21 de fevereiro de 2014
    CLUBE DE COMPRAS DALLAS é um filme chocante e mais ainda pela excelente atuação de Matthew Mcconaughey nos faz lembrar que a AIDS é ainda uma realidade crua. O filme retrata a história do início quando a AIDS foi descoberta e nada sabia sobre a doençidade nas atuações e no roteiro que não vemos desde Philadelphia. Apesar de um drama triste o filme está longe de ser um filme chato. Bom filme.
    Fred Coelho
    Fred Coelho

    Segui-los 6 seguidores Ler as 14 críticas deles

    5,0
    Enviada em 28 de fevereiro de 2014
    Clube de Compras Dallas o nome do longa soa um tanto estranho mais meus amigos quando a história começa a acontecer e Matthew McConaughey começa a nos proporcionar uma atuação épica e memorável ninguém pode reclamar viu. A AIDS ou Síndrome da imunodeficiência adquirida infelizmente é uma doença sem cura determinada pela ciência nos dias atuais e se hoje já é complicado para ciência imagina em 1986. E por este motivo o filme é tão surpreendente pois a luta desesperada pela vida o torna um ser humano de verdade capaz de enfrentar seus medos e preconceitos de frente e é justamente isto que o personagem Ron Woodroof nos mostra no longa. Com certeza um dos melhores filmes que já tive o prazer de assistir e espero que ganhe muitas estatuetas no próximo dia 02/03, pois sem dúvidas merece. Recomendo a todos !!!
    Alexandre S.
    Alexandre S.

    Segui-los 50 seguidores Ler as 116 críticas deles

    4,5
    Enviada em 23 de fevereiro de 2014
    Nos meados dos anos 80, um eletricista, que passa a vida bebendo, se drogando, aplicando pequenos golpes e tendo relações sexuais casuais e sem proteção, sofre um acidente de trabalho e através dos exames feitos descobre ser soro positivo para HIV, o vírus da AIDS. Como na época o HIV era considerado erroneamente como "doença dos homosexuais", ele busca não só o tratamento do AZT como tratamentos alternativos afim de não só se tratar como ganhar uma grana com isso. Matthew Mcconaughey, que está em um momento espetacular na carreira, já assusta pela aparência, arrebenta na interpretação, onde é meu favorito ao prêmio de melhor ator no Oscar de 2014. Jared Letto também surpreende etambém pode ser premiado no Oscar como coadjuvante. Vale uma visita ao cinema e tirar suas próprias conclusões.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

    Segui-los 1911 seguidores Ler as 1 122 críticas deles

    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Nós, libertários, somos frequentemente acusados de não termos coração quando dizemos que as pessoas deveriam ser livres para buscar sua própria felicidade, mesmo que isso implique que os mais desafortunados tenham que se virar muito mais. No entanto, quando esse pensamento chega no sistema de patentes estadounidense, mais especificamente as drogas que tentam amenizar a dor e prolongar a vida de pessoas com HIV/AIDS, torna-se claro que a manipulação estatal nunca teve por princípio a busca da felicidade.
    Vinícius C.
    Vinícius C.

    Segui-los 11 seguidores Ler as 26 críticas deles

    5,0
    Enviada em 25 de março de 2016
    Simplesmente perfeito. Jared Leto e Matthew McConaughey mereceram o Oscar. A parte que spoiler: o Rayon chora dizendo que não quer morrer é de cortar o coração. O que só vim descobrir no final do filme é que ele é baseado numa história real. É muito triste ver que a indústria farmacêutica colocava defeito no tratamento que o Ron utilizava dizendo que não era seguro mesmo dando resultados positivos. Isso me lembrou a questão da fosfoetanolamina que ocorre agora. É necessário entender que quem está com os dias contados não pode sofrer com a burocracia e o boicote que o Estado e a indústria farmacêutica impõem. Filmaço! Recomendadíssimo!
    Fabiano S.
    Fabiano S.

    Segui-los 9 seguidores Ler as 5 críticas deles

    4,0
    Enviada em 24 de fevereiro de 2014
    Clube de Compras Dallas | Crítica Apenas para situar o leitor, cresci nos anos 80. E o grande monstro da década foi a AIDS. Até o início dos anos 90, a AIDS era considerada uma doença de gueto e restrita aos Homossexuais e drogados. Chegaram a ser noticiados alguns casos de contaminação por transfusão de sangue contaminado mas, para o grande público, a doença estava restrita a estes grupos. No Brasil, a capa da revista Veja com o já debilitado Cazuza, foi algo assustador para todos e que reforçava a característica de gueto da AIDS. Nos anos 80, os homossexuais eram quase que obrigados a ficarem restritos aos clubes destinados a este público e sofriam com a não aceitação do seu modo de vida pela sociedade em níveis absurdos (um bom (e esquecido) filme que trata desta cena nos EUA é o policial “Parceiros da Noite” com Al Pacino). Voltando ao “Clube de Compras Dallas”, muito se foi falado da mudança física de Matthew McConaughey para interpretar o personagem principal Ron Woodroof. E realmente foi algo impressionante. Toda a fachada de galã de Hollywood desaparece e, com exceção da voz e do sotaque do sul dos EUA, é impressionante como a dedicação física e de interpretação do ator o fazem desaparecer em seu personagem. E é exatamente ai, na interpretação de Matthew McConaughey com o apoio de um surpreendente Jared Leto na pele do travesti Rayon, que o filme tem seu alicerce e consegue prender o espectador. A história tem início em 1986 quando conhecemos o eletricista Ron Woodroof. Um típico sulista norte americano com suas posições homofóbicas e gosto por rodeio que tem como objetivo gastar o seu dinheiro com drogas, bebida e mulheres. Claro que em sua busca desenfreada pelo prazer, tem contato com drogas injetáveis e sexo com homens e mulheres sem nenhuma proteção. Diagnosticado com o vírus HIV, os médicos lhe dão apenas 30 dias de vida em decorrência dos abusos com álcool e drogas e do seu já muito debilitado sistema imunológico. Mas Ron não se conforma. Busca de todas as maneiras ter acesso ao ainda recente (para uso no combate ao HIV) AZT e consegue no mercado negro. Porém, nos anos 80, o AZT foi o primeiro remédio dedicado ao combate do vírus, ao contrário do coquetel de que hoje faz parte. Tomado sozinho e na medida que era indicada, o remédio destruía não somente as células contaminadas mas as saudáveis também. Ao buscar a medicação no México, ele começa a tomar uma série de medicamentos não aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão do Governo Americano que controla e libera o uso de remédios naquele país. Após um tratamento inicial, Ron percebe que está muito melhor ao utilizar o coquetel mexicano do que com o AZT americano e, visando lucro, inicia uma rede de contrabando de remédios para venda nos EUA. Sem apelar para saídas fáceis ou uma forçada “redenção” do personagem, vamos acompanhando a jornada de Ron Woodroof como ativista pelo direito à vida, mesmo que ainda visando o seu lucro. Sem se aceitar como bissexual, ele vai lutando contra tudo que faz dele a pessoa difícil e canhestra até alguém respeitado e admirado pelos portadores do vírus. O trabalho de Matthew McConaughey e Jared Leto é magnífico e hipnotizante. Além das indicações ao Oscar de Ator e Ator Coadjuvante, respectivamente, ambos já faturaram os prêmios nestas categorias no Globo de Ouro e no SAG Awards (Sindicato dos Atores de Hollywood), transformando a dupla em fortes concorrentes ao prêmio máximo. Um bom filme com uma ótima atuação de seus protagonistas e que vale, sem dúvida, ser conferido.
    Tassiana
    Tassiana

    Segui-los 4 seguidores Ler as 41 críticas deles

    4,5
    Enviada em 23 de março de 2014
    Definitivamente, McConaughey conquistou seu lugar ao sol. A partir de “O poder e a lei”, tem mostrado que é sim um ótimo ator e que amadureceu. E que atuação visceral! Jared Leto também surpreende. O filme é convincente ao retratar o preconceito com relação a Aids nos anos 80, época em que a sociedade era mal informada e um tratamento eficaz ainda não existia. É sabido que no início não havia um teste que detectasse o vírus, logo, quem precisasse de uma transfusão de sangue corria o risco de ser infectado. Se no início todos os contaminados eram homossexuais masculinos, nos anos seguintes, o denominado “câncer gay” se espalhou para hemofílicos, usuários de drogas, heterossexuais e mulheres. E foi nessa última estatística que Ron Woodroof se enquadrou. A falta de dados concretos sobre os mecanismos de transmissão deixava as pessoas em pânico, de modo que pegar na mão de uma pessoa contaminada, ou ser alvo de sua saliva, como na cena em que Woodroof cospe em seus amigos, era algo inaceitável. Uma vez infectado pelo vírus, era provável que o tempo de vida se restringisse a no máximo quatro anos, e no caso de Ron Woodroof, 30 dias e nada mais. E como sobreviver a tanto preconceito e desconhecimento acerca da doença, mantendo uma imagem pública, quando se é um garanhão homofóbico e grosseiro? Tornando-se um ativista, mas ainda assim mantendo a mesma pose de mal. E é justamente aqui que o filme acerta, pois a luta pela causa é muito maior do que o preconceito que Ron tem, além de todos os seus outros adjetivos é claro, e se aliar ao “inimigo” que luta pela vida como ele, o faz passar por um processo de humanização ao longo do filme. Todo esse contexto mais o humor ácido, a linearidade do roteiro e a fotografia contribuem para um grande filme, com grandes atores e um resultado impactante.
    Sidnei F.
    Sidnei F.

    Segui-los 4 seguidores Ler as 3 críticas deles

    4,5
    Enviada em 21 de fevereiro de 2014
    Filme inteligente, apesar do tema pesado, é dirigido com sensibilidade sem ser piegas. A história prende a atenção desde os primeiros minutos. Mathew McConaughey et´s brilhante como um eletricista homofóbico que é contaminado pelo virus do HIV na década de 80 quando a AIDS ainda era conhecida como a praga gay, e a transformação deste cara durão em um cara sensível que acaba tendo como melhor amigo um travesti vivido brilhantemente por Jared Leto. Eu recomendo como um dos melhores filmes lançados este ano.
    Julio C.
    Julio C.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 74 críticas deles

    5,0
    Enviada em 23 de março de 2017
    Quando descobriu que estava doente não se perdeu, foi atrás de ajuda, teve que aprender a conviver com as pessoas a quais ele não gostava, fez negócios, salvou muitas vidas, lutou contra uma corporação que só queria dinheiro, fez ela perceber que ele estava certo! Uma grande história, muito bem contada! 👏👏
    Quer ver mais críticas?
    • As últimas críticas do AdoroCinema
    Back to Top