Tudo Pode Dar Certo
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Média:   3,6 por 4033 notas das quais 14 críticas  | 
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14 críticas dos espectadores

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Renan
Renan

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  4 - Muito bom

Muito bom e divertido, um homor negro afiadíssimo, ótimo!

Adicionado em 05 de mai de 2011 às 00h40
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auler_juliana
auler_juliana

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  5 - Excelente

ótimo

Adicionado em 25 de fev de 2011 às 15h04
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Rafael Vespasiano
Rafael Vespasiano

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  4 - Muito bom

Filme maravilhoso, divertido e com um humor sarcástico e inteligente. O protagonista vivido por Larry David é o alter-ego perfeito de Woody Allen, que não atua no filme, apenas dirigido e roteirizado o mesmo; e que roteiro! Uma personagem inteligente, mas arrogante, aos poucos muda de comportamento com a presença inesperada em sua vida da personagem vivida por Evan Rachel Wood e Boris começa a rever seus conceitos de arrogância e prepotência. Genial! O melhor filme de Allen desde Match Point.

Adicionado em 07 de fev de 2011 às 07h53
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Alegria
Alegria

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  4.5 - Ótimo

...Muito bom, não só pelo sarcasmo e conteúdo dos diálogos mas pela crítica a sociedade e o modo como mostra que é na essência de cada um que se encontra a felicidade e a satisfação. E os personagens só descobrem isso quando se libertam um pouco da sociedade que os "prende", o que me lembra um certo filósofo alemão bigodudo. Muito muito bom, pra mim um dos melhores do Woody Allen.

Adicionado em 01 de jan de 2011 às 19h49
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patriciamf
patriciamf

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  2 - Fraco

Diversas opiniões sobre o filme. Achei todas elas interessantes. Se falarmos de fé cristã, com certeza o filme não é bem quisto. Se falarmos de inovação e de modernidade do mundo atual esse filme é bem prafrentex ( como diria minha avó). Eu gostei muito do filme, um filme com humor ácido, as vezes meio chocante, mas muito interessante para refletirmos e termos essas discussões diversas como temos aqui sobre o filme. Muito bom.

Adicionado em 28 de out de 2010 às 12h56
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agathe
agathe

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  2.5 - Regular

Tudo pode dar certo Wood Allen figura tarimbada em trágico-comêdias nova-iorquinas e temas existenciais psicanalíticos e em criações que encantam e surpreendem os mais desavisados. Agora Allen ataca novamente com mais uma obra prima o filme Tudo Pode Dar Certo, contem excelente tema, muito atual, Wood trabalha com uma perspectiva contemporânea. O filme começa com uma grande discussão filosófica entre amigos, onde Lerry David o Boris Yellnikoff o protagonista da historia relata suas crenças e descrenças. Boris foi professor universitário, lesionava mecânica quântica. Aposentado passa seus dias a pensar sobre o ser humano e suas relações sociais. Boris é extremamente pessimista, descrente na sua visão decadente para com o ser humano, e faz um tratado cientifico e filosófico em torno da vida, observando o que é mais importante para as pessoas normais. Temas engraçados e sérios causando reviravoltas inesperadas. Wood baseia-se nas teorias modernas sobre ciência, faz um comparativo com as relações humanas. Qual o sentido da vida? Formula uma teoria do acaso ou do caos, onde tudo tem sua própria ordem. Que ordem é essa, que é problema? Baseado na física quântica, para ser mais exato mecânico quântica, que acredita em uma teoria do fim ultimo e verdadeiro, exedendo-se também, para as obscuras relações humanas. Referente à nossa procura pela felicidade, como procurar, onde achá-la? Porque sempre, alguma coisa sai dos padrões, e nada é como a gente imagina. O acaso caso inesperado entre Boris e Melodie, serve de tema ilustrativo, “quando nossa própria teoria nos trai”, e somos pegos pelos pés. Embora Boris saiba que essa relação não vai lhe dar total segurança, e que a disparidade de idade e idéias não se ajusta. Ele embarca na relação, como diz um grande escritor: “embora estejamos adestrados para a vida, existe sempre algo que nos arrebata e nos põem a prova”. A partir dessa relação entre Boris e Melodie vai-se bordando as histórias dos personagens, narradas por Boris e seu pessimismo ferrenho e revoltado, devido ao que ele acredita; a enormidade de burrice contida em certos seres humanos. Como sempre Wood surpreende; o texto maravilhoso recheado de teorias científicas filosóficas moldando, o que eu diria; um clássico do cinema nova-iorquino. Física quântica, teorias da filosofia moderna, descontinuidades, psicanálise. filósofos como Deleuze, Nietzsche; o psicanalista Guattari, o cientista Wittgenstein. Baseado na Teoria das Cordas e os novos princípios matemáticos utilizados nesta teoria, permitem aos físicos afirmar que o universo possui 11 demissões; 3 especiais – altura, largura e comprimento. 1 o tempo e 7 demissões curvadas como massa e carga elétrica, o que explica as características das forças fundamentais da natureza. De acordo com a teoria das cordas, os elementares do universo não são partículas puntiformes – forma de ponto. Mínimos filamentos unidimensionais como elásticos infinitamente finos que vibram sem cessar. Está teoria propõe que roda a matéria e todas as forças provém de um único componente básico – cordas oscilantes. “Teoria que explica tudo”. Com muita filosofia e critica social Wood formata seu filme, criando uma comédia trágico-romântica, de diferentes temáticas, reciclando temas e feituras anteriores, dando uma visão espantosamente nova as questões dos desejos e as decepções humanas abordadas no filme. Tudo isso de maneira inteligente, artística e de bom gosto. Wood mantém seu nível intelectual como bom judeu nova-iorquino, prendendo o espectador até o fim em sua telinha mágica. Ass, Golon Byron

Adicionado em 22 de jul de 2010 às 22h18
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Julianaalves
Julianaalves

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  0.5: Horrível

SE VOCÊ FO CRISTÃO, NÃO ASSISTA ESTE FILME A história sobre o senhor que conhece a garota é só o pano de fundo pra na vardade contar uma outra história: Uma família que se diz cristã, que deixa de acreditar em Deus, e a mãe vai morar com dois homens, o pai com um homem, e no final...eles ficam muito mais felizes do que estavam antes...Resumindo, a moral do filme é: deixe de acreditar em Deus, siga a sua vida, você será muito mais feliz.

Adicionado em 24 de jun de 2010 às 13h17
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stefanojosef
stefanojosef

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  2.5 - Regular

Simplesmente genial!!!! Estamos na metade do ano, mas com certeza esse filme já está entre os melhores do ano, Woody Allen com todo seu brilhantismo em diálogos bem construídos, reviravoltas na trama, e um protagonista que o representa em sua essência, inteligente, sarcástico e rabugento. Destaque não só para Larry David como para seu par romântico, representado por Evan Rachel Wood, em atuação que dá ainda mais brilhantismo ao papel do protagonista. Altamente recomendado para quem aprecia uma comédia inteligente e o estilo Woody Allen de ser!!!

Adicionado em 22 de jun de 2010 às 18h22
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Manoela Montero
Manoela Montero

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  2 - Fraco

Cinema: fonte, expressão e troca de sensibilidade. “TUDO PODE DAR CERTO” – Woody Allen – “Whatever Works”, EUA/França, 2009 “Vamos lá! Escreve!” Sou eu, conversando comigo mesma, mas dirigindo-me a vocês. “Manoelita, não deixe de escrever. Você pensou em coisas interessantes. Vá em frente!”. Sem dar-me conta, faço o mesmo que Woody Allen, conversando conosco, no início e no final do filme. Embora o ator não fosse ele, a gente sabe que era ele, não é mesmo? Retomo minha conversa com vocês só agora, no dia seguinte à noite em que não produzi. Não lhes digo isso à toa. Digo-lhes porque, com certeza, isso não acontece só comigo: O que escrever? Por que? Para quem? Para que? O que fazer? Como ser? O que mostrar? O que viver? Digamos, então, que é com esse olhar que podemos viver o filme. Cada um de nós, em algum momento, fêz-se perguntas para as quais não havia resposta de imediato. Como já me disseram: “O mal da pergunta é a resposta”. Pergunta é para ficar ecoando em nós, para que em nós faça caminho e nos leve para outras plagas, outros lugares em nós mesmos, e nos ajude a compreender melhor o que vivemos. Reproduzo o que li, agora cedinho: “É próprio de o mistério ser inesgotável; não é enigma que, decifrado, perde a graça. O Mistério envolve-nos, carrega-nos, dá-nos o sabor de aprofundarmos nele; e nele sempre mais nos adentramos, sem jamais esgotá-lo. Experimentamo-lo, carregando-o; mas, na verdade, é ele que nos conduz” (frei Walter). Viver é um grande mistério! Vivamos, e na atenção, saboreemos tudo! E, vamos ao filme: Não vou me lembrar dos diálogos, até porque sabemos como eles são rápidos e densos. Nada, em Woody Allen (WA), é supérfluo e superficial. Ele está o tempo todo nos confrontando com questões existenciais, filosóficas, religiosas, que estão entranhadas em nossas muitas relações e em nosso cotidiano. Por isso, não se trata de concordar ou não com ele, mas de sabermos que são questões do homem contemporâneo (ou de todos os tempos), imerso em dúvidas, incertezas e no desejo sempre presente de manter a esperança e de acreditar que “Tudo pode dar certo”. Creio que WA, no seu jeitão irônico preferiria: “Qualquer coisa sempre funciona” – “Whatever works”. Não à toa, o nome da jovem é Melodie St. Ann Celestine. Ela vai dar a “melodia” do filme; todos os outros personagens surgirão a partir dela, que está como que em estado puro, virgem; está sem teto, tem fome, pede comida e abrigo; é ingênua, nada sabe, e não se ofende quando isso lhe é mostrado; seu olhar para cada um é de compreensão (inda que “naïf”); ela é leal, fiel, verdadeira, e expõe com franqueza e autenticidade seu sentir e pensar. Portanto, é no confronto com este lugar melodioso, santo (puro) e celestial (talvez nossa condição nascente, mas da qual nos distanciamos por condição do próprio viver relacional e humano) que a trama se fará. Boris Yetzinsky (uma gozação com Boris Sparsky, o invencível campeão de xadrez russo, e o presidente e palhaço Boris Yeltzin – observação de Izaak), vai dialogar é com essa parte do existir, representada em Melodie, e vai ser afetado na mesmice e rabugice em que se encontra. A mãe e o pai de Melodie, assim como os intelectuais, também serão afetados e incorporarão mudanças. Mas, não se fixem na opção de vida que se segue a esse sair da mesmice: a mãe com dois companheiros, o pai vivendo sua homossexualidade, e nem nos diálogos que questionam crença, religião, Deus. Lembrem-se de que uma mente genial e privilegiada, como a de WA, não iria criar uma obra como esta, abrangente e profunda, apenas para nos fazer conformes a estas ou aquelas idéias. O filme trata, sim, é da incerteza, do improvável, do inesperado; mostra a sincronicidade, o possível e o amor; tudo como condição necessária para a aceitação do outro, do repensar, do ser e fazer o quer que seja, para que “qualquer coisa possa sempre funcionar”. O fundamental é ter claro que repensar, fazer um outro caminho, é possível e necessário, mas que isso se dá dentro do território do improvável e do mistério do viver. Como disse Izaak: “O ‘todo’ (eu agrego: o viver) não é a junção das partes; o todo é o encontro entre elementos como um mosaico em que cada parte é importante, por mais ingênua, idiota, inculta, preconceituosa, erudita que seja (representado pela garota, pela mãe, pelo pai e pelos intelectuais).”. Aproveitem o filme! Aproveitem os diálogos! Aproveitem o viver! Aproveitem o incerto! manoelita1408@yahoo.com.br – 03 de junho de 2010

Adicionado em 22 de jun de 2010 às 14h38
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zoneburn
zoneburn

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  1.5 - Ruim

Vi um comentário logo acima e gostaria de comentar.... Disseram que é um filme inteligente.... hummm, não creio que porque os roteiristas tentem te convencer que o cara é intligente, que o filme tem que ser inteligente. É um bom filme, não é um filme digno de pagar 30 conto em alta estação no cine =], mas da pra rir e se divertir, recomendo.

Adicionado em 15 de jun de 2010 às 16h19
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