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A Estrada
Média
3,6
263 notas e 41 críticas
24% (10 críticas)
29% (12 críticas)
10% (4 críticas)
17% (7 críticas)
10% (4 críticas)
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41 críticas do leitor

Adriano P.
Adriano P.

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4,5Ótimo
Enviada em 29/04/15

O filme é o relato da viagem de dois seres por uma América devastada por um inimigo desconhecido. No entanto, o objetivo de A Estrada não é simplesmente contar mais uma história sobre o fim do mundo. Seu verdadeiro tema está na relação entre um pai e seu filho, e o quão forte, íntima e profunda ela pode ser para ambos. Esse é um dos aspectos mais interessantes de A Estrada. Mesmo num cenário caótico como aquele, em que a Humanidade foi praticamente expurgada do planeta, o Homem ainda faz questão de transmitir seus valores morais e éticos ao Menino. Para tanto, ele conta ao filho histórias de coragem e justiça. O filme defende a tese de que palavras como dignidade, decência, honra, bondade, honestidade e compaixão, não são meros conceitos, mas sim princípios básicos e inegociáveis do ser humano. A Estrada não é um programa fácil. A viagem do Homem e do Menino é penosa, dura e, acima de tudo, triste e com um final adequado para um belo filme. Sim, o filme termina com uma pitada de esperança. Mas o retrato do apocalipse nos joga na cara o quão irresponsáveis somos com o planeta em que vivemos.

Kelvin R.
Kelvin R.

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3,5Bom
Enviada em 23/11/14

Este filme não merece esta crítica esdruxula do Adorocinema, tanto é que, se procurar em qualquer site de cinema verá, com facilidade, o mesmo com notas muito mais altas. O filme é bom, não uma das mil maravilhas, mas agrada a grande maioria das pessoas, e, principalmente aquelas que leem a sinopse e já sabem o que esperar dela, a história de um pai e seu filho, e tudo que o primeiro tem de enfrentar para garantir a vida do segundo. Para alguns o filme não tem enredo, mas estão, e muito, enganados. O enredo é justamente a mudança dos personagens, a evolução deles, a estória não se baseia em como o mundo "acabou" e nem em um lugar onde o mundo ainda "seja o mesmo" de nossos dias. A trama é justamente o caminho em si, até mesmo o destino da jornada é simples, Spoiler: eles não querem ir pra um paraíso, só querem ir para o sul procurando um clima menos inóspito. Enfim, um ótimo filme com relação a mostrar até onde um pai pode ir para proteger seu filho, e também demonstra a relação dos dois um com o outro em circunstancias de vida ou morte de maneira esplendida. Uma ótima atuação do Viggo Mortensen, que consegue, nesse filme, realmente emocionar o espectador. Assim como uma ótima direção e trabalho de fotografia.

Felipe Bie
Felipe Bie

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4,0Muito bom
Enviada em 29/06/14

Um Filme melancólico, frio, de destruir qualquer fagulha de esperança e bem aventurança; A Estrada é um Filme Que vale a pena ser visto, muito bem executado com uma fotografia linda e depressiva; impossível não dizer ao contrário, já que supostamente se o mundo chegar a esse ponto inevitávelmente terá esse fim; extinto, uma loucura animalesca pela vida, aonde que já não mais existe humanismo. Gostei muito sobre o fato dos atores não possuírem nomes, muito bem absorvido por mim, já que os mesmo pode ser qualquer um... Esse filme segue suas notas resumidamente pela forma de como é assistido, não há esperança ou nenhuma palavra parecida que toque nas lacunas da felicidade ou pelo menos chegue perto disso; Um filme cruelmente melancólico de chegar a dar incômodo, canibalmente correto...

Guilherme P.
Guilherme P.

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5,0Obra-prima
Enviada em 19/02/15

o filme é incrível (não para alienados acostumado a filmes "hollywoodianos" onde um cara sai matando tudo que se mexe sem levar um arranhão) ele foca bastante no dramatismo em cada cena e o cenário é incrível, apesar de não desenvolver a interação com outros sobreviventes, eles veem um sobrevivente, eles fogem. E o guri é muito chato!! parece uma menina...

Luciana A.
Luciana A.

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5,0Obra-prima
Enviada em 10/03/14

Adorei o filme,muito emocionante,estou assistindo pela segunda vez.Só posso resumir o filme em uma palavra ele é excelente parabéns ao diretor,os atores,os figurantes emfim a todos que participaram desse maravilhoso filme.

cuceta L.
cuceta L.

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5,0Obra-prima
Enviada em 26/05/13

Um dos melhores filmes pós-apocalíptico que já assisti, ele retrata muito bem a miséria, medo, fome e a ausência de esperança num mundo destruído. Os cenários e fotografias são espetaculares em compensação o final é um droga sem tamanho.

Marcos Josian
Marcos Josian

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2,5Regular
Enviada em 09/11/10

Fotografia Exelente, O Filme é uma História comovente, um drama, A Estrada já começa surpreendendo, pois em seus primeiros momentos já somos jogados no interior das ações em uma época apocalíptica, sem que se saiba o que exatamente aconteceu para que o caos tomasse conta de tudo. Aos poucos, somos informados que existem os bons homens e os maus homens, aqueles que ajudam uns aos outros e aqueles que comem carne humana para sobreviver.

Os sobreviventes ao que quer que tenha acontecido devem fazer o inimaginável para continuar vivendo, contrariando suas noções de ética e moral, vivendo como selvagens, excetuando o canibalismo e o assassinato. Um deles é Viggo Mortensen (Senhores do Crime), que vaga com o filho (Kodi Smit-McPhee) rumo ao sul, para fugir do rigoroso inverno sem aquecimento e comida. Sua mulher não resistiu ao caos e se matou, o que nos priva de admirar por mais tempo a beleza de Charlize Theron (Hancock).

Os seres desesperados que encontram pelo caminho vão compondo, aos poucos e de forma aterrorizante, o panorama que se mostra cada vez mais desesperador. Como não há mais médicos, nem condições ideais para se salvar uma vida ou curar uma doença, os homens (maioria) e raras mulheres e crianças sabem que suas vidas estão no limiar.

Sidney
Sidney

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2,0Fraco
Enviada em 23/09/10

È indispensavél comentar que o filme é muito parado, e que muitas vezes se torna chato de assisir. Porém, eu acho que esse filme deve ser considerado como DRAMA e dos bons. Mesmo não nos explicando o motivo ou o ocasionamento do devastamento, o filme se sobre sai bem. Após o devastamento seja qual o motivo, o pai e o filho vão em busca de abrigo para passarem a noite e também tentam fugir dos perigos postos naqueles lugares. Ótima interpretacão de Viggo Mortensen e do garoto Kodi Smith-Mc Phee.RECOMENDO.

Senhor Ivan
Senhor Ivan

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1,5Ruim
Enviada em 07/09/10

O apocalipse chega aos nossos olhos.Mesmo tendo uma das fotografias mais belas que já vi,"A Estrada" é um filme bem ruim.É um filme que possui muito mais defeitos,do que qualidades.Durante a longa narrativa,conhecemos tais personagens,em tais situações.A maioria desorientada.Temos uma história de pai e filho,que não é nada interessante,nos faz sentir certa raiva deles dois,com seus diálogos desnecessários.No começo,o pano de fundo escuro,esfumaçado até consegue impressionar.Mas,com o desenrolar até isso se torna cansativo.Nem o elenco cheio de nomes fortes ,não consegue segurar o mau ritmo do filme. -Filme assistido em 23 de Outubro de 2010 -Nota 3/10

Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

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1,5Ruim
Enviada em 15/07/10

Quando comecei a escrever este comentário sobre o filme A Estrada, dirigido por John Hillcoat percebi que não lembrava o nome do personagem principal do filme interpretado brilhantemente por Vigo Mortensen. Aliás, não conseguia mesmo lembrar nem o nome do garoto interpretado por Kodi Smit McPhee e muito menos o nome da mulher na interpretação de Charlize Theron, do Velho (Robert Duvall) e do veterano (Guy Pearce). Por mais que eu tentasse lembrar não conseguia. Como não sou crítico de cinema profissional não vou fazendo anotações no decorrer do filme (será que eles fazem?). Mas enfim... Então fui procura na capinha do DVD o nome dos personagens e lá também não constava. Só consegui tirar de lá o nome dos atores. Pesquisei na internet e nada. Ninguém me informava o nome dos personagens desta história prá lá de pessimista. Blogs, críticos, etc... etc... Ninguém informava este dado importante. Como não li o livro do qual o roteirista se baseou para escrever esta obra também não tinha este dado. Mas então me dei conta que esta é uma história da condição humana e das consequências dos atos de todos nós como seres humanos viventes neste planeta azul. Assim, é evidente que os personagens não possuem nomes próprios porque eles representam cada um de nos: homens, mulheres, crianças, pretos, brancos. Todos estão, de alguma forma, representados neste drama de desesperança. Só agora escrevendo estas linhas é que percebi (a inexistência de nome dos personagens) a verdadeira amplitude do recado e da mensagem do filme. Sim, porque todo filme tem uma mensagem ou uma moral a ser divulgada (os filmes bons, evidentemente). Alguns filmes são puro entretenimento e não se preocupam (e nem deveriam) se preocupar com estas questões. Outros nem se quer merecem qualquer comentário. Para definir o personagem principal deste filme (“o homem bom”) poderíamos usar uma palavra: Teimosia. Ou talvez duas: Teimosia e sobrevivência. Mas teimosia se aplica melhor visto que ele lutava, não por uma sobrevivência já que não tinha perspectiva de futuro, mas por pura teimosia de continuar para o Sul e quem sabe, muito remotamente, talvez encontrar algo que valesse a pena continuar a viver. Talvez esta teimosia em manter-se vivo e na estrada fosse para proteger o filho (“o garoto bom), mas nem este estava mais disposto a viver nesta miséria e com o medo de ser devorado pelo canibalismo reinante nestes tempos funestos. Assim, porque lutava e teimava em viver este homem? Fé ele não tinha... Esperanças raríssimas... Sobrevivência da espécie humana? Talvez. Mas qual o motivo de lutar por uma vivência completamente animalesca sem nenhuma gota de racionalidade, civilidade e humanismo? Instinto poderíamos supor. Mas o homem viveu por instinto na era das cavernas e evoluiu. Será que o “Homem Bom” tinha, lá no fundo da sua alma, razões para acreditar que superaríamos esta hecatombe e surgiríamos novamente como seres pensantes? Quero crer que sim, caso contrário toda a luta seria inútil e morrer a única solução. A mulher não teve falsas esperanças e saiu porta a fora ao encontro da morte deixando para trás seu filho e marido. Pela estrada só encontravam destroços, fome, frio e morte. Muitos encontraram conforto no suicídio e outros devorados pela fome de seus semelhantes. Interessante notar que o “homem bom” tinha duas balas no revólver e estas representavam muito mais do que uma simples defesa, a certeza de poderem utilizá-las para encontrar a mãe (desejo explícito do garoto) e a segurança de uma morte rápida (desejo do homem). Pela estrada outros personagens igualmente desesperançosos vão surgindo e a certeza de que a raça humana extinguiu-se ou devorou-se. Num cenário frio, cinza de árvores desfolhadas ao chão chorar talvez seja a única maneira de pedir desculpas pela própria desgraça e entender que, apesar das lembranças em cores, o futuro é sombrio. A única certeza que tive ao ver este filme é que preciso ler o livro e entender melhor toda esta desesperança, pessimismo e encontrar alguma razão para tudo isso. Talvez um alerta. Mais um alerta neste momento em que Hollywood se volta para filmes apocalípticos. Que possamos tirar alguma lição de tudo isso e não fiquemos depois a sonhar colorido numa estrada deserta com frio, fome e medo. Esta é a mensagem do filme. meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com

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