Notas dos Filmes
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    As Vinhas da Ira
    Média
    4,0
    45 notas e 24 críticas
    distribuição de 24 críticas por nota
    12 críticas
    10 críticas
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    24 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 17 de setembro de 2018
    Um dos melhores filmes de todos os tempos! Direção formidável do gênio John Ford, que lhe rendeu o óscar , óscar também para Jane Darwell como atriz coadjuvante, destaque para fotografia em preto e branco espetacular, destaque também para o monstro sagrado Henry Fonda numa atuação incrivelmente maravilhosa. As vinhas de ira é algo único e estupendo.
    Miguel Neto
    Miguel Neto

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    4,5
    Enviada em 20 de abril de 2014
    Um clássico cheio de qualidades, não só pelo filme em si, mas também pela idade da produção. Um filme em preto e branco onde a fotografia é fantástica. Muitas vezes se nota que é tudo cenário, mas mesmo assim não perde suas qualidades, as paisagens da época como as estradas, as plantações ou os postes de energia elétrica são um importante registro histórico. Interessante ver um filme politicamente tão à esquerda sendo filmado por americanos e sem demagogia. A pobreza da população sem terra é semelhante ao que acontece hoje no Brasil, mas sua aceitação pela sociedade é totalmente diferente. Nota-se aí que estamos quase cem anos defasados.
    marcelo
    marcelo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Este filme é sem dúvida a obra prima mais linda que podemos ver em nossos dias atuais. O cinema americano nos surpreende com um filme deste, com uma ótima fotográfia e com a grande participação de Henry Fonda no papel de um ex-condenado. Sem contar os diálogos sofridos no final de filme entre ele e sua mãe. Um filme que merece sem dúvida não só os oscar que ganhou mas vários porque se trata da verdadeira história de um povo sofrido daquela época e que o filme nos passa com grande ênfase esta mensagem.
    Khemerson M.
    Khemerson M.

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    5,0
    Enviada em 16 de dezembro de 2014
    As Vinhas da Ira é o tipo de filme que todo estudante deveria assistir. Baseado no livro homônimo de John Steinbeck e publicado em 1939, a obra ambienta-se na época da Grande Depressão Americana, quando colonos agrícolas do Estado de Oklahoma migraram para a Califórnia em busca de melhores condições de trabalho, já que a Grande Crise praticamente liquidou a pequena propriedade agrícola, uma vez que os antigos arrendatários destas propriedades foram expulsos de suas terras graças à mecanização crescente do campo (numa tentativa desesperada dos grandes proprietários em saldar suas dívidas com os bancos) e graças também às intensas tempestades de areia que assolaram as áreas rurais de Oklahoma durante praticamente toda a década de 1930. E com isso, a Califórnia passou a ser considerada o destino ideal para estes agricultores expropriados de suas terras e de seu trabalho, já que a Califórnia oferecia trabalho em suas plantações de algodão e laranja, onde os trabalhadores passavam a conviver em acampamentos agrícolas, muitos dos quais insalubres e desumanos. É portanto uma obra sobre a proletarização do trabalhador do campo numa época de profunda recessão da economia americana mas que, passados mais de 70 anos de sua publicação, continua atual e necessário... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO)
    anônimo
    Um visitante
    4,5
    Enviada em 29 de junho de 2013
    John Ford e Henry Fonda juntos num filme que marcou Hollywood para sempre e mostrou todo o talento de John Ford e do próprio Henry Fonda em mais uma excelente atuação. Um filme diferente dos feitos até aquele momento, uma lição de vida e moral!
    Antonio R
    Antonio R

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    5,0
    Enviada em 25 de novembro de 2013
    Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath1940) baseado em livro de John Steinbeck é na realidade o melhor filme de John Ford. Ele que se apresentava como quem fazia westerns, jamais foi premiado dirigindo este tipo de filme, mas ganhou 4 Oscars com os dramas que ele dirigiu. É um épico gigantesco que focaliza com coragem o drama que se abateu nos Estados Unidos nos 30, na época da grande Depressão. A trama gira em torno de um família desesperada que, ao perder tudo, sai do Oklahoma e segue para a Califórnia na esperança de uma vida melhor. A produção queria Tyrone Power para o papel central, mas Ford impôs Henry Fonda. Esta decisão foi acertada - Henry Fonda tem aqui o melhor desempenho de sua carreira. John Carradine também está soberbo e Jane Darwell que interpreta a mãe foi premiada com o Oscar de melhor coadjuvante. Um obra prima que retrata com realismo uma época dramática.
    Marcelo C.
    Marcelo C.

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    4,5
    Enviada em 23 de fevereiro de 2017
    Um grande clássico e obra cinematográfica dirigido estupendamente pelo grande John Ford e brilhantemente protagonizado por Henry Fonda. Uma adaptação do clássico dá literatura americana e obrigatório a todos os cinéfilos. Um enredo onde a pureza da humanidade era presente em uma colonização inocente e dolorosa as classes e famílias atingidas pela grande depressão dos séculos 30/40 dos EUA. Não se faz mais filmes como esses!
    Isabelle
    Isabelle

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    4,5
    Enviada em 1 de junho de 2019
    Adaptado a partir de um livro clássico de Steinbeck, o filme transmite a desilusão de um tempo na história americana que o escritor retrata com maestria, refletindo como poucos sobre as injustiças sociais de uma época de modernização do sistema de produção capitalista. Verdadeiro, humano, arrebatador, o filme se mantém atual por não termos superado os dramas que relata. A mãe é um daqueles personagens fundamentais no cinema, e sua fala final emociona e motiva todos que lutam por justiça social e pela democratização dos meios de produção. Uma experiência de cinema e de humanidade.
    Fabrizio Roger Vigni
    Fabrizio Roger Vigni

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    5,0
    Enviada em 30 de maio de 2020
    "Mãe, onde quer que haja um policial espancando alguém, onde quer que um recém-nascido faminto chore, onde houver uma luta contra o sangue e ódio que pairam no ar, procure por mim, eu estarei lá". Assim cantava Bruce Springsteen em "The Ghost of Tom Joad" em 1995. Talvez nem todos saibam que o personagem citado pelo "boss", escolhido como herói que luta em favor dos direitos dos oprimidos e indefesos, é um dos protagonistas do romance "As vinhas da ira" de John Steinbeck, livro que rendeu ao escritor enorme sucesso comercial e o prêmio Pulitzer em 1940 e no qual este filme dirigido por John Ford, vencedor de dois Oscars, é inspirado. Estamos na América da grande depressão. Milhares de famílias estão se mudando em busca de um futuro melhor. Entre elas os Joad, arrendatários que perderam suas terras e seduzidos por um panfleto que promete trabalho bem remunerado na Califórnia, decidem sair do estado de Oklahoma rumo à terra prometida. O filme propõe na sua tragicidade existencial uns dos pilares da narrativa fordeana: a viagem como metáfora da vida humana, a busca contínua por um ponto de chegada, a tensão rumo ao alcance de algo que foge continuamente. A peregrinação dos Joad pelas estradas desertas do Oklahoma, do Novo México, da Arizona e por fim da Califórnia é repleta de encontros que revelam uma humanidade desesperada em fuga. Ao chegar à Califórnia, acampamentos e campos de trabalho onde os trabalhadores são explorados, sem respeito por sua dignidade e liberdade pessoal são o cenário símbolo da miséria vinda da crise econômica. Aqui os Joad encontram dor, sofrimento, morte, mas não a derrota. Na parte final da obra, Ford revela seus fins, até então escondidos, que se mostram ao espectador com toda sua força narrativa É nessa porção de história que o grande cineasta americano mostra o desejo de revanche, a capacidade do homem, cujo espírito é indômito e livre, de conseguir vencer as adversidades e olhar com otimismo para novos horizontes. Uma obra prima.
    Carla Faye
    Carla Faye

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    5,0
    Enviada em 16 de abril de 2016
    Filme belíssimo! Não tem como não se emocionar com a saga dessa família em busca de uma vida melhor, com dignidade. Vi uma semelhança imensa entre os personagens do filme e os personagens do livro "O quinze " da Rachel de Queiroz.
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