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O Último Mestre do Ar
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O Último Mestre do Ar
Data de lançamento 20 de agosto de 2010 (1h 43min)
Direção:
Elenco: Dev Patel, Nicola Peltz, Jackson Rathbone mais
Gêneros Aventura, Ação, Família, Fantasia
Nacionalidade Eua
Ver o trailer
Imprensa ? 0 crítica
Usuários 3,2497 notas do qual 56 críticas
Adorocinema 1,5

Sinopse e detalhes

A Nação do Fogo está em guerra com as nações da Água, do Ar e da Terra porque pretende dominar o mundo. O conflito já dura um século e não há a menor previsão de quando chegará ao fim. Somente o aparecimento de um Avatar, único capaz de controlar os quatro elementos, poderá ajudar a restabelecer o equilíbrio. Quando Katara (Nicola Peltz) e seu irmão Sokka (Jackson Rathbone) encontram o jovem e poderoso Aang (Noah Ringer), logo percebem que estão diante de uma possível solução e para isso partem juntos numa grande e perigosa aventura em busca da paz.

Título original The Last Airbender
Distribuidor PARAMOUNT PICTURES
Ver detalhes técnicos
Ano de produção 2010
Tipo de filme longa-metragem
Curiosidades 4 curiosidades
Orçamento 150 000 000 $
Idiomas Inglês
Formato de produção -
Cor Colorido
Formato de áudio -
Formato de projeção -
Número Visa -

Críticas AdoroCinema

1,5 Ruim
O Último Mestre do Ar

FALTOU FÔLEGO

por Roberto Cunha
O diretor M. Night Shyamalan conquistou o mundo com o suspense O Sexto Sentido. Desde então, muitos cinéfilos de carteirinha esperam um filme melhor ou, pelo menos, igual. O Último Mestre do Ar não é a primeira tentativa, a última e muito menos o que esperam do cineasta. Por outro lado, a turma que é chegada em fantasia pode gostar e os iniciados no desenho animado que originou este longa também. Ou não. Vai depender do grau de exigência. O legal é que para que não entende patavinas, o roteiro dá uma força, explicando a ideia, coisa e tal. Na história, as nações representantes dos quatro elementos (Água, Terra, Fogo e Ar) viviam em harmonia até que a turma “inflamada” resolveu subjugar os outros. Ou seja, o vilão básico que quer conquistar o mundo. Contudo, existe uma salvação para os dominados e ela chama-se Avatar. Não. Você não está lendo nada errado. O nome original deste filme é Ava...
Ler a crítica
<strong>O Último Mestre do Ar</strong> Trailer Original 1:57
<strong>O Último Mestre do Ar</strong> Trailer (2) Original 1:44
<strong>O Último Mestre do Ar</strong> Trailer (3) Original 0:07

Entrevista, making-of e clipe

Interview 1 - English 4:31
Interview 1 - English
561 visualizações

Elenco

Dev Patel
Dev Patel
Personagem : Prince Zuko
Nicola Peltz
Nicola Peltz
Personagem : Katara
Jackson Rathbone
Jackson Rathbone
Personagem : Sokka
Shaun Toub
Shaun Toub
Personagem : Oncle Iroh
Ficha completa

Críticas de usuários

Boaventura
Crítica positiva mais útil

por Boaventura, em 28/01/2013

5,0Obra-prima

Como eu nunca assisti ao desenho,eu achei o filme o máximo,se o filme saiu essência do desenho eu ñ sei,mais gostaria muito... Leia mais

William D.
Crítica negativa mais útil

por William D., em 28/06/2013

3,0Legal

O filme, baseado na história de Aang, da versão animada, já traz consigo um público chave para que o mesmo tenha já um impulso... Leia mais

Todas as críticas de usuários
27% 15 críticas 9% 5 críticas 4% 2 críticas 24% 13 críticas 24% 13 críticas 13% 7 críticas
55 Críticas de usuários

Fotos

92 Fotos

Curiosidades das filmagens

Dois avatares

O título original do filme seria Avatar: The Last Airbender, baseado na série animada da televisão lançada em 2005. Entretanto, o cineasta James Cameron e a 20th Century Fox registraram primeiro o título Avatar (2009) e ficaram com os direitos do nome no cinema.

Dessa vez ele não escreveu

O Último Mestre do Ar é a primeira adaptação dirigida pelo cineasta M. Night Shyamalan.
4 curiosidades

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Comentários

  • Simone M.

    também amei este filme e recomendo.

  • Augusto G.

    estragou um ótimo desenho

  • Samuel F.

    Qual o problema de Hollywood em deixar os personagens morenos/negros? Sokka é moreno e no filme escolheram um ator "cor de neve".

  • Senhor Ivan!

    Água,Terra,Fogo,Vento....Eu me lembro bem dessa frase em algum desenho do passado.É lógico que faltou um item na frase.Mas isso não tem nada a ver com O Último Mestre do Ar.Somente em conter todos esses elementos.M.Night Shyamalan estaca cada vez mas decadência.Deixando os suspenses de lado um pouquinho,ele trouxe um certo tipo de ação/fantasia,regados de excelentes efeitos,mas com um péssimo roteiro adaptado.Se fosse pra contar a história da série da televisão ficaria um pouco bem mas charmosa.O filme insiste em colocar os jovens promissores do elenco a frente da história,querendo ver algum tipo de resultado positivo nas atuações,mas a inexperiência fica bem visível em toda cena.Sem contar que são bastante repetitiva,e com o passar de minutos,não tem a mesma graça...

  • Roberto Carlos M.

    assisti na tela quente na tv globo, eu achei um pouco fraco, a história até que é legal, o elenco não convenceu, cenas de ação e efeitos visuais bem legais, dublagem nota dez.

  • LeandroMM

    Como nunca assisti o famoso desenho que "O Último Mestre do Ar" foi inspirado, o que direi aqui está isento de qualquer comparação entre filme e desenho. Não vi no cinema por ter suspeitado da qualidade do filme, só fui assistir em casa sem levar em consideração as diversas críticas e o que vi na tela foi uma catástrofe cinematográfica e por isso essa obra vai entre para minha modesta lista dos piores filmes que já assisti na vida. Vamos lá, são vários aspectos a serem considerados. O pouco que se salva no filme são os efeitos visuais, vou começar analisando essa característica. Os efeitos são bem feitos, mas ainda modestos para a tecnologia atual, pois senti que foram mal aplicados durante todas as cenas. Ficou evidente o uso exagerado de chroma key, sendo que muitos dos cenários poderiam ter sido filmados em ambientes naturais ou reais e apenas alguns elementos dos cenários em chroma key, ficaria mais equilibrada a sensação entre real e digital deixando o visual do filme mais verossimilhante no aspecto hiper realismo visual. Mas parece que a direção e produção do filme decidiram fazer quase tudo digitalizado, forçaram tanto a barra com isso, que apesar das paisagens serem belíssimas nenhuma delas pareceu realista o suficiente: tudo soa falso do início ao fim, tudo excessivamente computadorizado. Os poderes dos personagens parecem mais efeitos de jogos de video game, tudo soa muito digital e pouco realista. Em muitas cenas, os movimentos de luta e de manipulação dos elementos da natureza realizados pelos personagens são prejudicados pela maneira como o enquadramento das cenas foi realizado, prejudicando a performance dos atores. O câmera poderia ter explorado ângulos que valorizam cenas de ação com mais impacto e lutas mais emocionantes. Foi inevitável que eu comparasse o ângulo de cada cena com os filmes de ação e luta que eu cresci vendo, onde o Jack Chan foi em décadas um mestre absoluto sem qualquer uso de recursos de efeitos digitais e sem nenhum dublê onde ele criou cenas incríveis apenas com a performance corporal, lutas de alto impacto e ângulos que valorizavam as ações dos personagens, cenas que literalmente são convincentes e empolgantes até hoje. Os produtores de O Último Mestre do Ar poderiam pegar aulas com Jackie Chan, ou pelo menos assistir minuciosamente os melhores filmes dele para ter alguma noção de como fazer boas cenas de luta! Indico também Tony Jaa, Jet Li e o eterno "divisor de águas" de luta/ação, Bruce Lee. Fantasia, ficção e misticismo no mesmo filme onde apresenta conceitos similares ao budismo(reencarnação, avatar) , lutas de kung fu (Aang utiliza movimentos do kung fu para manipular os elementos), então as cenas de lutas entre personagens tão poderosos poderiam ter melhores, mas as cenas de luta ficaram medíocres e repetivas. Quanto a interpretação dos personagens, faltou profundidade nos diálogos, nos gestos e principalmente drama. A cara fechada, triste e inexpressiva do Aang deixa os diálogos cada vez mais entediantes e os diálogos não duram o suficiente para convencer o espectador. Como se não bastasse, o roteiro do filme força a barra com diálogos que explicam demais os fatos por trás da trama do Avatar Aang, deixando tudo muito chato, seria melhor se as cenas por si só já demonstrassem isso com flashs (flashback) de lembranças do Aang ou pelo menos com diálogos mais objetivos. Mas infelizmente, decidiram por uma narrativa pouco objetiva, muito prolixa e cenas de ação corridas e repetitivas, onde não há nada divertido, nada emocionante. Ficou difícil tentar se identificar com os conceitos que carregam os mestres dos elementos. Os personagens em geral não convencem e falta carisma ao protagonista. Esse filme foi catastrófico, desperdício de dinheiro e neurônios, aliás, parece que não se esforçaram muito em utilizar o cérebro para produzir essa fraca obra cinematográfica. Talvez crianças de três a seis anos de idade fiquem entretidos com um filme chato como esse, ou não...

  • LeandroMM

    Os poderes dos personagens parecem mais efeitos de jogos de video game, tudo soa muito digital e pouco realista. Em muitas cenas, os movimentos de luta e de manipulação dos elementos da natureza realizados pelos personagens são prejudicados pela maneira como o enquadramento das cenas foi realizado, prejudicando a performance dos atores. O câmera poderia ter explorado ângulos que valorizam cenas de ação com mais impacto e lutas mais emocionantes. Foi inevitável que eu comparasse o ângulo de cada cena com os filmes de ação e luta que eu cresci vendo, onde o Jack Chan foi em décadas um mestre absoluto sem qualquer uso de recursos de efeitos digitais e sem nenhum dublê onde ele criou cenas incríveis apenas com a performance corporal, lutas de alto impacto e ângulos que valorizavam as ações dos personagens, cenas que literalmente são convincentes e empolgantes até hoje. Os produtores de O Último Mestre do Ar poderiam pegar aulas com Jackie Chan, ou pelo menos assistir minuciosamente os melhores filmes dele para ter alguma noção de como fazer boas cenas de luta! Indico também Tony Jaa, Jet Li e o eterno "divisor de águas" de luta/ação, Bruce Lee. Fantasia, ficção e misticismo no mesmo filme onde apresenta conceitos similares ao budismo(reencarnação, avatar) , lutas de kung fu (Aang utiliza movimentos do kung fu para manipular os elementos), então as cenas de lutas entre personagens tão poderosos poderiam ter melhores, mas as cenas de luta ficaram medíocres e repetivas. Quanto a interpretação dos personagens, faltou profundidade nos diálogos, nos gestos e principalmente drama. A cara fechada, triste e inexpressiva do Aang deixa os diálogos cada vez mais entediantes e os diálogos não duram o suficiente para convencer o espectador. Como se não bastasse, o roteiro do filme força a barra com diálogos que explicam demais os fatos por trás da trama do Avatar Aang, deixando tudo muito chato, seria melhor se as cenas por si só já demonstrassem isso com flashs (flashback) de lembranças do Aang ou pelo menos com diálogos mais objetivos. Mas infelizmente, decidiram por uma narrativa pouco objetiva, muito prolixa e cenas de ação corridas e repetitivas, onde não há nada divertido, nada emocionante. Ficou difícil tentar se identificar com os conceitos que carregam os mestres dos elementos. Os personagens em geral não convencem e falta carisma ao protagonista. Esse filme foi catastrófico, desperdício de dinheiro e neurônios, aliás, parece que não se esforçaram muito em utilizar o cérebro para produzir essa fraca obra cinematográfica. Talvez crianças de três a seis anos de idade fiquem entretidos com um filme chato como esse, ou não...

  • Roberto Carlos M.

    assisti na temperatura máxima na tv globo, excelente, já o havia assistido em dvd, história bem produzida e dirigida, atuações muito convincentes, efeitos visuais espetaculares, cenas de ação bem legais, dublagem nota dez,

  • Vinicius S.

    (2)

  • Vinicius S.

    ESSE FILME É UMA BOSTA !

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