Notas dos Filmes
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    Ensaio sobre a Cegueira
    Média
    4,1
    650 notas e 39 críticas
    distribuição de 39 críticas por nota
    9 críticas
    11 críticas
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    39 críticas do leitor

    Tom B.
    Tom B.

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    5,0
    Enviada em 13 de maio de 2013
    Filme espetacular originário do livro - igualmente incrível - de José Saramago. O filme é uma montanha-russa de sentimentos, gerando compaixão, repulsa, horror, deslumbre. Não diria que é um filme que faz as pessoas saírem tristes depois de assistir a ele, mas - antes de mais nada - privilegiadas. Forte e intenso, assim definiria.
    Patricia H.
    Patricia H.

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    5,0
    Enviada em 9 de maio de 2014
    Exelente! eu nao li o livro, e da pra saber que no mesmo deve se encontrar muito mais rico em detalhes, mas as cenas do filme, sao exelentes, e mexe perfeitamente com o psciquico de qualquer pessoa que tenha compaixao. Átimos do filme retratam de forma mais intensa uma sociedade onde vivemos nossa vida freneticamente esqueçemos daquilo que nos rodeia. Varias cenas me fizeram pensar bastante, como foi o caso do coito, forçado em troca de comida, porque existem pessoas de carater ruim, que mesmo em uma situação em que o dinheiro, as jóias, de nada siginificaria mas a dignidade, e a compaixao daquelas mulheres, fizeram com que mesmo as que nao eram mães, cuidassem dos outros como fruto de seu ventre. Enfim, um filme rico em boas cenas, envolvente, que nos faz pensar que o nosso táctil, um simples toque, um contato, algo que nos foi dado, passa dispersebido em uma sociedade tao corriqueira. Acresça-se que, quando o livro foi escrito, em 1995, ainda nao se tinha esse "prisma", ou essa optica diante da forma que ficaria nosso social, mas o José Saramago soube descrever nitidamente, sem nenhum embasamento científico que tornasse isso real. Acredito que por assistir esse filme no ano de 2014, torna-se bem mais impactante, em notar meu corpo social, "doente" como os cegos retratados no filme.
    Rian L.
    Rian L.

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    4,0
    Enviada em 24 de outubro de 2014
    Ótimo elenco, o filme nos prende a atenção do inicio ao fim, o enredo baseado no livro homônimo do Saramago é bastante original e inquietante, acabamos de ver o filme e ficamos nos perguntando o que essa história quis dizer, e são várias possíveis interpretações, vale a pena ver...
    Fabiana R.
    Fabiana R.

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    4,0
    Enviada em 22 de janeiro de 2013
    Já tinha ouvido falar desse livro, que é bem complexo, e por isso acho que deve ter sido muito difícil fazer um filme sobre ele. No meu entendimento, trata-se mais do que as pessoas são capazes de fazer para sobreviver do que a epidemia em si e é isso que torna a história diferente de outros filmes sobre epidemias. A ideia de sociedade e civilização é completamente perdida em situações extremas. O que torna o filme ainda mais interessante é que não se sabe onde é, os nomes dos personagens e não há uma explicação concreta de como começou ou como terminará a doença. É um filme para refletir e imaginar o que faríamos em situações semelhantes...
    DORNAS_PR
    DORNAS_PR

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Excelente adaptação da obra do nobel José Saramago. A excelente interpretação de Julianne Moore (vestindo um personagem sutilmente enigmático) me levou, ao final do filme, a procurar pelo livro. A história nos remete a questionamentos a respeito do comportamento do ser humano diante do caos absoluto. Não existem pessoas exclusivamente "boas" ou "más" em sua essência. Após o filme, nos questionamos: somos tão mais racionais do que os macacos???
    rodrigo l.
    rodrigo l.

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    2,0
    Enviada em 6 de setembro de 2015
    Olha sinceramente esperava mais do filme, o livro é muito bom mas o filme achei uma adaptação muito pobre, o diretor poderia ter pensado mais sobre algumas cenas. Para quem ja leu o livro pode-se entender perfeitamente o tempo que os personagens ficaram no manicômio até começarem ha se degradarem e entenderem o quão desumano estavam naquela situação, uma cena que fiquei um pouco chocado no livro passou despercebido no filme, quando o exercito demorou mais tempo para entregar comida do que de outras vezes, fazendo algumas famintas pessoas a perderem a razão e ficando olhando para o portão a espera de comida, quando o exercito enfim trouxeram e deixaram perto da entrada os cegos se atropelaram uns aos outros. os soldados com muito medo se serem contaminados abriram fogo contra a multidão de errantes que tombaram ao chão. Achei a escolha dos atores ótima, único ator que não combinou foi o lider malvado, esperava ver alguém um pouco mais parrudo e psicopata. No filme quando a mulher do medico olha para a ferida do ladrão do automóvel faz uma cara de dor mas não mostra a ferida. Enfim uma serie de cenas que ficaram se pé nem cabeça para quem não leu o livro e um filme fraco para quem leu. Sem contar que dublagem foi péssima. Uma história incrível como essa merecia uma adaptação muito melhor.
    Wellingta M
    Wellingta M

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    1,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Não gostei desses filme e vou explicar porque: Primeiro, o filme tinha tudo para seu um grande filme com um elenco de bons atores capitaneado por Julianne Moore, um diretor do quilate de Fernando Meirelles,baseado na obra de um dos maiores escritores da língua portuguesa: Saramago. Mas não é um grande filme.Ensaio sobre a cegueira é, acima de tudo, uma metáfora sobre a cegueira da humanidade, a cegueira da alma humana. Esse filme, mesmo sendo dirigido pelo competentissímo Meirelles se perde em meio à cenas confusas, algumas nojentas e sem sentido algum com atores que com exceção de Moore, não disseram a que vieram. Até Bernal está ruim. Uma pena, mas eu fico com o livro.
    Andreia F.
    Andreia F.

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    3,0
    Enviada em 5 de março de 2014
    Sinceramente, não li o livro, mas sei que os detalhes são maiores, mas o filme fica a desejar em cenas sem profundidade, em alguns momentos tem cenas boas, tipo quando ela mostra o dedo pra o soldado, ou quando são obrigados a ter que conseguir comida em troca de seus pertences e do coito com as mulheres dos outros grupos, porém tem coisas que não fazem sentidos... Os 'cegos' no isolamento por um instante não tem nomes, tem profissão. Todos muito resignados, praticamente sem personalidades, não se perguntam o porque, como, não pensam em outras soluções de socializar no isolamento... Outra situação é a traição com justificativa de que a mulher cuidava do cara como a mãe dele... Daí, a pessoa tá dando a vida pelo cara e por todos e ele ainda a esnoba, e ela leva numa boa a traição... O cara é inútil pra ir buscar comida, mas parece que tropeçou e caiu em cima da mulher que ele já devia gostar desde a época que a via. Outra, o filme não relata o tempo que durou o confinamento, mas por lógica, se a cegueira acontecia após dormir, quer dizer que a personagem que enxergava consegui ficar pelo menos 2 semanas sem dormir o suficiente pra cegueira não lhe contagiar.? Humanamente impossível!! Depois, eles saem do isolamento. A cidade tá um caos e ninguém, mesmo que cego tem reação alguma de horror, pânico, cansaço, estresse, medo, ou mesmo se questionam o suficiente diante de um possível fim em uma epidemia cega e selvagem da humanidade. Ps. pra mim resignação eh parte da cegueira interior dos homens de hoje, mas a revolta, medo, pânico generalizado diante de situações de como a do filme seriam frequentes pois não se tinha nenhum cuidado ou resposta das autoridades, mas não, existia resignação. E por fim, aquela que sustentou eles até ali, um pequeno grupo, o restante que morresse e se perdessem... não foi tão reconhecida pelo grupo. Teve que ser defendida quase que aos 48 do segundo tempo por um estranho, nem o marido defendeu e tem que quando todo mundo recuperasse a visão ficar cega. Será que o marido cuidaria bem dela?? E a explicação de tudo, dos porquês?? Pra mim, fica faltando, cabe a imaginação do leitor, telespectador completar lacunas? As vezes sim, mas... nem sempre... Não dá pra saber qual a intenção de fato.
    VIctorbf
    VIctorbf

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    1,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Ótimo filme, recomendo.. para quem não leu o livro, indispensável!
    Enio
    Enio

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    0,5
    Enviada em 3 de novembro de 2015
    CEGUEIRA DE QUEM ESCREVEU Eles tinham os elementos necessários para uma boa analogia: Mostrar à sociedade o que realmente nos torna “cegos” ou insensíveis nos meandros das relações humanas. Mas, não é isso que VEMOS em “Ensaio Sobre Cegueira”. Nos deparamos com uma produção quase amadora, e imagino também, com baixo orçamento... mas não é isso que compromete o filme... O roteiro perde muito tempo em contextualizar a degradação humana causada por uma repentina e global endemia de cegueira, fazendo questão de narrar o OBVIO: Um cenário de mundo pós apocalíptico com cenas que estamos muito bem acostumados a ver em filmes e seriados do gênero “zumbi” que enchem as telas e esvaziam nosso intelecto. Quando o roteiro finalmente aborda situações interessantes, como as de preconceitos causadas por uma sociedade “atrofiada” pela cultura industrializadamente visual, o filme já esta em seus minutos finais e “estanca” a possibilidade de não acabar de forma superficial e medíocre.
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