Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Entrevista Com o Vampiro
    Média
    4,5
    1121 notas e 25 críticas
    distribuição de 25 críticas por nota
    16 críticas
    5 críticas
    1 crítica
    0 crítica
    2 críticas
    1 crítica
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    25 críticas do leitor

    Luiz C.
    Luiz C.

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    5,0
    Enviada em 11 de agosto de 2015
    Filme clássico, desde o lançamento considerado "cult" e emblemático, que pode levar a reflexões profundas em relação às questões existenciais do homem contemporâneo, especialmente as que envolvem modulações de espaço/tempo e que abarcam as sutilezas da sexualidade humana, gênero e etnia. Partindo de uma entrevista noturna em São Francisco, no início da década de 1990, logo passamos a uma narrativa em flash back, na primeira pessoa, iniciada na região de Nova Orleans, em 1791, onde somos apresentados a uma grande fazenda ("plantation") repleta de escravizados e de propriedade da aristocracia creole (franco-americanos), extremamente refinada. Devemos lembrar que a Louisiana era então colônia francesa e que a sua passagem aos Estados Unidos da América (1805) é documentada pelo filme quando o entrevistado diz "nos tornamos todos americanos". Logo nas primeiras cenas, o belo Louis (Brad Pitt), montado à cavalo, nos narra suas desventuras, enquanto viuvo aos 24 anos, cujo único filho morreu com a mãe no momento do parto e que agora, portanto, anseia pela morte, a decadência e o sofrimento. É o crepúsculo de um dia que deve ter sido longo e, na sequência, cenas sombrias e noturnas, destacando-se o monumento funerário da falecida esposa de Louis, prenunciando igualmente o crepúsculo da sua própria mortalidade. Porque Louis clama pela morte ela o procura, não na figura do assaltante que o persegue ou da prostituta que o ameaça com a provável doença, mas do vampiro Lestat (Tom Cruise, na sua melhor atuação) que evidentemente e declaradamente se apaixona por Louis e deseja com ele partilhar a eternidade. Que as platéias da época não tenham encarado a relação de Louis e Lestat como um casamento homoafetivo é de se estranhar muito, especialmente depois que ambos, de comum acordo, "adotam" a menina Claudia, tornando-a uma vampira. É Lestat quem se refere a ela como "a nossa filha". Esta foi talvez a primeira família homoafetiva com dois pais da história do cinema e, inusitadamente, não causou qualquer polêmica. Talvez não tenha havido polêmica ou estranhamento pelo fato de que se tratava de vampiros e, desta maneira o vínculo entre ambos é o afeto, para além do sexo. No entanto, havemos de recolocar o complicador de que para que Lestat tornasse Louis um vampiro houve entre ambos um vínculo de sangue, onde cada um deles tomou o sangue do outro, o sorveu, com prazer voluptuoso, o que é altamente simbólico. Da mesma maneira, é através do sangue que Claudia se torna uma vampiresa e sua filha. Através das viagens de Louis e Claudia, passeando por interiores suntuosos e elegantes da Paris de 1870, encontramos Armand (Antonio Banderas, igualmente jovem) o qual passa também a desejar Louis, então separado de Lestat. Para tentar ficar com Louis, Armand lança mão de um estratagema sinistro para afastá-lo da "petite" Claudia, a qual acaba sendo consumida/queimada pelo sol. Há inúmeras metáforas durante o filme, como a utilizada para se referir à epidemia de AIDS, na época (1994) sem nenhum controle, apresentada na forma da peste que se abate sobre Nova Orleans e acaba por vitimar a mãe de Claudia, bem como aquelas utilizadas para se referir às questões raciais e sociais, já que ninguém se importa, em momento algum do filme, com as mortes causadas pelos vampiros enquanto elas aconteciam apenas entre os escravos e os pobres. Não é um filme de terror. É um filme de amor. Um amor ambivalente, com doses de ódio profundo, que une Louis e Lestat e que atravessa os séculos.
    DidoM
    DidoM

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    3,0
    Enviada em 7 de maio de 2013
    Assisti o filme recentemente logo após terminar o livro! Os dois (tanto o livro quanto o filme) foram muito recomendados..até então, apesar de conhecer a fama de Anne Rice, nunca tinha me interessado em ler e ver Entrevista com Vampiro! A sensação que fiquei foi que o livro é muito arrastado, com diálogos lentos de dar sono mas a história em si é muito boa...e o filme já possui uma narrativa rápida demais...um pouco atropelada! Anne Rice, que também é a responsável pelo roteiro do filme, não fez escolhas muito felizes para transportar seu maior sucesso para as telas do cinema! É um filme bacana, com atuações boas mas que poderiam ter sido ótimas pois os personagens são ótimos, aliás é o que acho do filme todo, poderia ter sido ótimo mas é apenas ok!
    Marcelo S
    Marcelo S

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    5,0
    Enviada em 27 de janeiro de 2014
    Tom Cruise, Brad Pitt, Anna Paquin, entre outros, este filme é um clássico, um verdadeiro filme de vampiros. Saudades dos tempos do bom cinema, nos anos 90 ainda tinhamos ótimos filmes. Recomendo, qualquer cinéfolo que se preze precisa ver este filme.
    Drih S.
    Drih S.

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    5,0
    Enviada em 15 de abril de 2018
    Mais um grande clássico dos saudosos cinemas dos anos 90! ENTREVISTA COM O VAMPIRO (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles Os anos 90 foi uma década muito importante para a história do cinema. Temos grandes obras-primas e grandes clássicos tirados dessa época, como o próprio "Entrevista com o Vampiro", que até hoje é muito bem lembrado e amado pelas pessoas que tiveram a oportunidade de viver naquela época (graças a Deus eu sou uma dessas pessoas). O longa é de 1994 e foi baseado no livro homônimo da escritora Anne Rice. Dirigido por Neil Jordan e roteirizado pela própria Anne Rice, Entrevista com o Vampiro começa com a entrevista feita pelo repórter (Christian Slater) com o vampiro Louis de Pointe du Lac (Brad Pitt). Vamos conhecendo a história da vida de Louis através de flash-back, onde também aparece o vampiro Lestat de Lioncourt (Tom Cruise), grande responsável por vários acontecimentos. Entrevista com o Vampiro é uma verdadeira obra-prima, uma pérola cinematográfica, uma obra de arte do cinema. Eu sempre tive uma grande curiosidade em ler o livro do filme, sempre tive um grande interesse, mas nunca parei realmente pra acompanhar a história (preciso muito fazer isso). O roteiro do filme é algo sensacional, de uma inteligência e uma genialidade incrível. A forma como acompanhamos a trajetória de Louis: Um vampiro com duzentos anos que ainda possui uma dualidade, que não consegue se desvencilhar dela. A maneira como o roteiro nos apresenta a figura de Lestat, que se apresenta com uma forma inversa de Louis. O ponto alto do filme é sem dúvidas as cenas memoráveis entre Lestat e Louis, e todos os acontecimentos por trás de cada figura. É muito interessante e inteligente acompanharmos o desenrolar da história de cada um: Louis que acabou se entregando para a morte quando havia perdido sua esposa e seu filho, cujo momento ele enfrenta um arco pessoal e uma questão muito própria entre matar os seres humanos pra obter sua existência. Por outro lado nos deparamos com a figura perversa e mortal de Lestat, que possui seus objetivos e desejos próprios, que às impõe com a sua maneira e sua vontade. O longa de Neil Jordan ainda possui qualidades que até hoje são enaltecidas pela suas grandiosidades. Como a trilha sonora de Elliot Goldenthal que foi indicada ao Oscar de 1995, uma música tema sensacional que até hoje é muito bem lembrada. A fotografia é prazerosa e muito bem destacada. O figurino e maquiagem são extremamente perfeitos (destaque para as maquiagens em Brad Pitt e Tom Cruise). Os cenários são incríveis, com uma ambientação magnífica e uma direção de arte absurda (a direção de arte também foi indicada ao Oscar em 1995). Brad Pitt e Tom Cruise carregam o filme nas costas, é impressionante como os dois estão perfeitos em seus respectivos personagens. A química alcançada pela dupla é perfeita, as cenas e os diálogos são completamente memoráveis, são dois personagens que com certeza ficaram marcado na carreira de ambos atores. A pequenina Kirsten Dunst (com apenas 12 anos na época) me impressionou e me deixou boquiaberto com sua atuação (o que foi aquela cena do seu primeiro beijo - kkkkkkkk). Uma apresentação forte e muito bem feita, muito bem trabalhada, parecia uma veterana em frente das câmeras - sensacional (Kirsten Dunst foi indicada a Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro de 1995). Ainda tivemos as apresentações de Christian Slater que fez o repórter Daniel Malloy, com uma cena final espetacular. Antonio Banderas e Stephen Rea completam o elenco de ouro com suas ótimas apresentações. Entrevista com o Vampiro ganhou indicações ao Oscar, Globo de Ouro e MTV Movie Awards em várias categorias, sendo muito bem reconhecido e ganhando muitas críticas positivas. Com certeza está na lista dos maiores clássicos dos anos 90! [15/04/2018]
    Yanko Rodrigues
    Yanko Rodrigues

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    4,5
    Enviada em 5 de janeiro de 2020
    Entrevista Com O Vampiro tem uma história fascinante, muito melhor que qualquer filme do Crepúsculo. O filme só peca no final poderia ser melhor.
    Italo S.
    Italo S.

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    5,0
    Enviada em 17 de outubro de 2017
    Isso sim é um verdadeiro filme. "O melhor filme do gênero" com certeza, atuação, figurino e música impecável , as cenas no ar dos anos antigos dão uma sensação de que o filme não se trata de uma ficção, clássico de hollywood
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 26 de fevereiro de 2020
    Obra prima e um dos melhores filmes sobre vampiros já produzidos! Tom Cruise, Brad Pitt, Kirsten Dunst, Antonio Banderas, Christian Slater, Stephen Rea e Thandie Newton estrelam esse grande filme sobre escolhas e suas consequências. Um roteiro bem construído desde sua raiz e com um desfecho excepcional, filme que por vezes é lento, mas que não perde sua energia e muito menos deixa o telespectador fora da história. Entrevista com o vampiro é primoroso.
    anônimo
    Um visitante
    4,5
    Enviada em 28 de dezembro de 2016
    Uma história fascinante. "Entrevista com o Vampiro" tinha tudo para ser indicado em todas as categorias do Oscar sem nenhum problema.Ao começar,temos apresentações geniais de Tom Cruise,Brad Pitt e Kirsten Dunst. Direção,figurino,maquiagem,roteiro adaptado,montagem,fotografia e trilha sonora,são alguns exemplos de que esse filme foi cruelmente esnobado.
    Felipe F.
    Felipe F.

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    4,0
    Enviada em 9 de março de 2019
    Um bom filme, conta com ótimas atuações e tem uma boa história, apesar dela tomar certo rumos duvidosos. Neil Jordan romantiza os vampiros, os dá um charme e elegância que ficariam marcados para sempre no cinema.
    Leon K.
    Leon K.

    Segui-los 48 seguidores Ler as 117 críticas deles

    5,0
    Enviada em 7 de março de 2013
    Sensacionalcriativo!perturbador!enfim um classico do genero vampiresco!Ja assisti e assisti umas 500 vezes,Anne Rice é a mãe dos vampiros sem duvidas,crepusculo?uma piada de mal gosto hahaha Um elenco fora do comum com a estreante kirsten dunst dando um show,Tom Cruise de aplaudir culminou nesse classico,pena que a rainha dos condenados não chego nen aos pes desse nota 10!
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