Meu AdoroCinema
Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto
Média
3,7
68 notas e 11 críticas
18% (2 críticas)
27% (3 críticas)
36% (4 críticas)
18% (2 críticas)
0% (0 crítica)
0% (0 crítica)
Você assistiu Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto ?

11 críticas do leitor

cinetenisverde
cinetenisverde

Segui-los 26 seguidores Ler as 1 068 críticas deles

5,0
Enviada em 16/01/17
Não é fácil perceber a genialidade de um dos diretores mais esquecidos pela academia (nunca ganhou um Oscar) e pelo público em geral. Regente de projetos aparentemte simplórios, mas que envolvem o espectador de uma maneira sem volta (Um Dia de Cão), quem leu seu livro Making Movies (Fazendo Filmes) percebe que sua maneira de trabalhar é ordenada e disciplinada, o que mais ou menos garante que os objetivos do filme estejam tanto no iníco do projeto quanto no final, na sessão de estreia.
FOCA
FOCA

Segui-los 7 seguidores Ler as 68 críticas deles

4,5
Enviada em 20/11/15
O que você faria por dinheiro? e por afeto? e por vingança?... Até onde o ser humano é capaz de ir pra ter aquilo que deseja. Quando a vida ferra com você, isso da o direito de ferrar os outros para consertar tudo? E se os outros são da sua família? O filme pesado e intrigante graças a excelente direção de Sidney Lumet, e a melhor atuação de Philip Seymour Hoffman pergunta e responde tudo isso em seu roteiro. Cada personagem tem seu bom motivo pra fazer o que está fazendo, ninguém quer ser vilão até o momento que passa a ser. Assista Antes que o Diabo Saiba que Você está Morto e tente não ir pro inferno assim. ;)
Glauco
Glauco

Segui-los Ler as 6 críticas deles

5,0
Enviada em 24/01/11
Acho que o título é bastante emblemático e transparente, no sentido que o enredo do filme engendra situações, as quais nem mesmo o ser acima mencionado, também conhecido como lúcifer ou satanás perdoaria. Em outras palavras, impediria os protagonistas de adentrarem em seu mundo, fétido, quente e exalando enxofre... Demonstra uma temática muito parecida com “O Sonho de Cassandra”, filme que compus uma resenha há poucos dias: compõe-se de dois irmãos, circundados por uma aura de fracasso e descrédito profissional e sentimental, chamados Andy e e Hank (interpretados respectivamente por Philip Seymour Hoffman e Ethan Hawke), que tramam um golpe dito perfeito, mas que na realidade peca pela extrema frieza e confiança do primeiro e pelo visível titubeio e insegurança do segundo. A propósito, a condução incorreta desta incursão criminosa é elemento-chave para o insucesso da empreitada e os dois irmãos constatam que o seu insucesso de outrora foi multiplicado por conta disso. Vícios, desunião (em contraponto ao grande “sonho americano”), ganância e distanciamento são substantivos que corroboram e justificam o maquiavélico ponto central do filme: um assalto mal-sucedido. Infelizmente (e isso a produção comprova), a teoria de que resolver um problema a partir da criação de outro aparentemente mais simples de se administrar, porém mais rentável, mostra a faceta da real falta de valores que permeia a espécie humana desde os tempos mais primitivos até os mais hodiernos.
Fabrício Madureira
Fabrício Madureira

Segui-los Ler as 53 críticas deles

3,0
Enviada em 20/11/17
Em se tratando de um suspense, não achei que o filme foi conduzido de forma a prender a atenção do expectador. A direção não empolga. Achei o final um pouco previsível. Não é filme para se arrepender de ter assistido, mas também não é uma obra para se indicar.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

Segui-los 23 seguidores Ler as 125 críticas deles

3,0
Enviada em 09/09/13
Um bom filme. Não digo que é um filmaço, porém da pra assistir de boa. Se não fosse o estilo de ida e volta nos períodos do tempo, o filme seria sofrível, bem parado. Mas com esse esse estilo de filme não contínuo, o filme se tornou dinâmico. Apesar de ser parado, nos deixa curioso pra saber o final. Atuações fracas do Ethan Hawke e do Philip Hoffman, talvez tenham atuado como foram lhes pedido. Mas ambos poderiam ter rendido bem mais. O filme merece uma Nota 6,5
Deia Rodrigues
Deia Rodrigues

Segui-los Ler as 44 críticas deles

4,5
Enviada em 08/04/18
Um excelente filme com atuações maravilhosas e uma história carregada de tensão e amoralidade.O quanto a alma humana pode se corromper e chegar ao limbo por suas paixões e perversidades.
Ricardo L.
Ricardo L.

Segui-los 50 seguidores Ler as 1 221 críticas deles

3,5
Enviada em 10/08/15
Um filme policial de boa qualidade! com o Grande Hoffman e com o ator Ethan Henk! Um filme que vale apena assistir com atenção!!!
Lewis
Lewis

Segui-los 1 seguidor Ler as 9 críticas deles

4,0
Enviada em 25/03/14
Sidney Lumet me fez lembrar de Dog Day Afternoon (1975) neste filme. Desespero, sentimento, alma humana. Normalmente filmes como este irão motivar alguns comentários do tipo 'lento', 'cansativo' etc. Um diretor com a obra do Lumet não teria feito isso, desta forma, por acidente. Talvez, movido pelas bilheterias, ele o faça com menor frequência, mas felizmente voltou ao seu melhor momento em Antes que o Diabo Saiba que Você está Morto. Atuações fidedignas de Hawke e Seymour. Para o segundo, o estilo cai suave, combina com os seus trejeitos introspectivos. Por isso sublinho a atuação do primeiro que, sem dúvidas, lembrou um pouco o Al Pacino de 75. Espero que produções assim continuem desagradando a muitos, e que eu continue usando a minha pinça para encontrar algum filme que valha a pena.
Sidney  M.
Sidney M.

Segui-los 47 seguidores Ler as 956 críticas deles

3,5
Enviada em 20/02/14
O enredo é muito bom, seguindo de atuações plausíveis de Hoffman e Hawke. Não gostei do final...
Jair
Jair

Segui-los Ler as 6 críticas deles

2,0
Enviada em 17/10/10

O curioso provérbio irlandês: “Que você tenha alimento e roupas, um travesseiro suave para sua cabeça; que você faça 40 anos no paraíso, antes que o diabo saiba que você está morto”, deu origem ao não menos curioso nome do filme, “Antes que o diabo saiba que você está morto”, (2007), o qual é um drama de suspense policial apresentado em zig-zag pelo diretor, Sidney Lumet.

A história começa com dois irmãos, Andy (Philip Seymour Hoffman, o Capote do filme de mesmo nome) e Hank (Ethan Hawke, trabalhou em: “A sociedade dos poetas mortos” e “Dia de treinamento”), os quais planejam o “crime perfeito” que vai resolver seus problemas financeiros. Hank é executivo de uma grande empresa, viciado em drogas pesadas e está usando dinheiro da empresa para financiar seu vício, Hank deve três meses de pensão alimentícia da filha que vive com sua ex mulher. O crime consiste em roubar as jóias de seus pais, donos de uma joalheria em um Shoping Center. Durante o roubo, sua mãe (Rosemary Harris), que não deveria estar no local, acaba morta.  Seu pai (Albert Finney) jura que vai achar o assassino a qualquer custo. A excelente interpretação de Seymour não eclipsa o brilho de Marisa Tomei no papel da mulher de Andy e amante de seu irmão.

Com uma boa história, onde os personagens são amorais, a inovação do diretor está, justamente, na condução do roteiro. Além das idas e vindas das cenas, onde cada personagem “vê” o que acontece pelo seu ponto de vista, as cenas repetidas sempre são filmadas de um ângulo ligeiramente diferente, o que confere ao filme uma dinâmica interessante que mantém a atenção do espectador.

Depois do crime e da morte da mãe dos dois, começam emergir os esqueletos dos armários de cada personagem, a típica família americana é cheia de fantasmas, Andy se acha preterido em favor de Hank, e este é o filho mimado meio irresponsável, na verdade, é o típico Looser, e ainda existe uma irmã controladora que vive distante. A amoralidade da família é assombrosa, os irmãos estão preocupados unicamente com as conseqüências da morte da mãe, com o que pode acontecer com eles, e não apresentam qualquer arrependimento ou desconforto com a morte dela. As implicações do crime acabam afetando a todos, até o traficante de drogas, fornecedor do Andy. O fim do drama fica em aberto, mais uma sacada genial do diretor Lumet, que andou pisando na bola quando dirigiu o sofrível filme, "Sob suspeita", com Vin Diesel, e estava sendo olhado de esguelha pela crítica e fãs. JAIR, Floripa, 17/10/10.

Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
Back to Top