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O Sonho de Cassandra
Média
3,6
74 notas e 4 críticas
25% (1 crítica)
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4 críticas do leitor

Vilmar O.
Vilmar O.

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4,0
Enviada em 26/11/15
Bom filme....opa, já é o segundo filme do Woody Allen que eu gosto, rsrsr. Mostra muito bem o que são os problemas financeiros. As ambições financeiras levam as pessoas a cometer diversos erros como corrupção, mentira, vícios em jogos, empréstimos sem condições de pagar, falcatrua, fraude, assassinato, etc., sendo que o filme passa por estes problemas no mundo dos negócios fora e dentro das famílias, durante todo o filme, o grande mote é o DINHEIRO !! E ainda tem um ótimo elenco. Vale a pena assistir!!
GI123
GI123

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5,0
Enviada em 21/02/12
Esse filme é fantástico, como a maioria dos filmes de Woody Allen. O elenco então, nem se fala. Ewan McGregor e Colin Farrell estão ótimos, com personagens realmente muito marcantes.
Renan Rossi
Renan Rossi

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3,5
Enviada em 04/05/11
Um Filme simples, mais é excelente, ainda mais com esse elenco.
Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

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2,0
Enviada em 05/08/10
Woody Allen é, sem sombra de dúvida, um excelente roteirista, diretor e humorista. Seus filmes sempre surpreendem pela criatividade (ou seria genialidade?). Isso, genialidade! Acima de tudo pela grande capacidade de Allen em contar uma história de forma eficiente, emotiva e humana. Quem acompanha seus trabalhos cinematográficos (assim como eu) percebe que ele tem uma paixão pela mitologia grega, pelo suspense e é claro pela comédia existencialista onde o próprio Allen é o personagem hipocondríaco principal. Assim como em Poderosa Afrodite, a produção de O Sonho de Cassandra também possui elementos mitológicos e suas tragédias paralelas sobre ambição, riqueza, poder, pecado e morte. Um drama dentro de elementos cômicos. Bem ao estilo Woody Allen de filmar. Ao ver o cartaz do filme já se tem uma pista que alguma tragédia irá acontecer ao notarmos que uma listra amarela, ao estilo que a polícia utiliza para demarcar cenas criminosas, ultrapassa – de ponta a ponta – todo o cartaz. Sem contarmos é claro o título “premonitório” que nos remete ao personagem mitológico Cassandra (filha de Príamo, Rei de Tróia e Hécuba). Cassandra era tida como louca por fazer previsões trágicas e só transmitir notícias ruins ao povo. Como ninguém lhe dava crédito ou sequer acreditava nas suas trágicas previsões Tróia acabou destruída e o povo exterminado ou escravizado. Assim, o Cartaz do filme “O Sonho de Cassandra” nos avisa que uma tragédia está por vir. Mesmo com estas pistas somos levados, por um roteiro interessante, a conhecer os motivos que levaram os personagens a encontrarem seus destinos. Ian (Ewan McGregor) é um cara que trabalha com o pai administrando um restaurante da família. Vive de aparências sonhando ser um homem de grandes posses dirigindo carrões caríssimos que pede emprestado da oficina mecânica onde trabalha seu irmão. Frequenta lugares badalados e desfila pelas redondezas com belas mulheres fingindo ser o que não é. Boa pinta, sempre bem vestido e uma lábia de encantar as moças do lugar. Quer entrar no ramo de hotéis na Califórnia, mas não tem um tostão furado nos bolsos. Seu irmão Terry (Colin Farrell) trabalha em uma oficina mecânica de carros de luxo. Também tem altos planos para o futuro, mas seu salário não cobre tais despesas. Assim, entre um jogo de pôquer, corrida de cachorros e outras tantas apostas, vai defendendo uns trocados a mais no fim do mês. Quando surge a oportunidade de comprar um pequeno barco os sonhos de grandeza tomam conta dos irmãos e os sonhos começam, aos poucos, tomarem ares de realidade. Mesmo que pequena tal aquisição meio que dá ânimo para que ambos possam aspirar a algo mais grandioso. Batizam o tal barco de O Sonho de Cassandra. Terry com sua compulsão pelo jogo acaba devendo mais do que pode pagar e a situação se complica (e muito) para esta família já tão endividada e de poucos recursos. A saída para tal enrascada é buscarem ajuda ao tio Howard (Tom Wilkinson) um milionário dono de clínicas de cirurgia plástica espalhada pelo mundo que está para chegar à cidade em uma visita familiar. Ao pedirem um empréstimo ao milionário tio para pagarem suas dívidas e construírem seus castelos de sonhos Howard aceita ajudá-los desde que eles também possam fazer um “pequeno” favor em retribuição: Matar seu contador que está prestes a servir de testemunha em um caso que o levará a ruína. O que poderia ser a salvação da lavoura acaba por tornar-se um verdadeiro pesadelo. Como um pacto Mafioso para defenderem os interesses da família os irmãos resolvem aceitar o caso. O problema surge em como dar cabo de tal tarefa já que ambos, apesar dos pequenos golpes e trapaças, não são assassinos profissionais e morrem de medo das consequências e dos desdobramentos futuros por ato tão drástico e fatal. De qualquer forma seguem o plano de assassinar Martin Burns (Philip Davis) e assim conseguirem realizar seus planos financeiros e ajudar o tio milionário a não ser preso. Evidente que tal assassinato requer certos cuidados e torná-lo uma realidade requer ainda mais preparo psicológico e logístico. Como executá-lo? E principalmente, como conviver com isso na consciência? Ian até que consegue digerir a idéia e executar o plano com mais naturalidade. Terry por outro lado aceita participar de tal plano, mas enfrenta grandes problemas de consciência e dilemas morais e éticos. Mas o plano segue firme e, após praticarem o crime, Terry resolve entregar-se à polícia para redimir-se de seu ato. A velha questão de Crime e Castigo... Começa então outro desdobramento na narrativa. Como fazer com que Terry desista desta loucura de incriminar a família e a si próprio? Causas e conseqüências. Toda a escolha tem seus desdobramentos e a consciência começa a pesar na mente conturbada de Terry. Ian que agora está apaixonado pela a atriz Angela Stark (Hayley Atwell) não pretende ver seu sonho desfeito e ter que viver atrás das grades. O destino está traçado e nem mesmo as previsões da mitológica Cassandra os livrará dos caminhos que terão que percorrer. Neste ponto Allen mostra um filme mais dramático e as atuações meio canastronas de Colin Farrell não prejudicam muito a narrativa. Apesar da reviravolta (um tanto quanto previsíveis como citei acima) o fim é abrupto como a ficar algo no ar ou argumentos ainda a serem explorados devidamente. De qualquer forma este é um filme de Woody Allen e por isso mesmo um filme que merece ser visto e apreciado. Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
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