Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Por Aqui e Por Ali
    Média
    3,6
    34 notas e 6 críticas
    distribuição de 6 críticas por nota
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    6 críticas do leitor

    Lúcio T.
    Lúcio T.

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    4,0
    Enviada em 10 de dezembro de 2016
    Prepare-se para o ator galã Robert Redford (.....senhoras suspirando ao fundo.....) fazer sua última proposta indecente enquanto o ator Nick Nolte conta histórias de guerra. Uma aventura da qual não importa a idade, pois se você já enfrentou o Capitão América cara a cara, arriscou sua vida contra Robert De Niro enlouquecido ou atuou ao lado de Brad Pitt e ainda foi eleito o mais bonito e teve como filho o incrível Hulk.....uma trilha cheia de perigos, animais selvagens e com um ambiente hostil, não é nada para estes dois aventureiros que enfrentarão a morte a cada passo! PREPARE-SE, pois nada disso vai acontecer (ou parte de)..... Sim, é um filme de aventura. Sim, temos uma trilha com de cerca de 3.500km. Uma jornada que pode parecer não ter nada atraente para se assistir, se os protagonistas não tivessem mais de 70 anos. Que filmasso!!!!! Que belo trabalho do diretor Ken Kwapis que dirigiu a adaptação do livro de Bill Bryson com o mesmo nome, lançado em 1998. Não é um filme de ação, de drama, de terror, mas sim de superação, amizade e determinação. Os pontos fortíssimos são as interpretações dos atores, a Trilha Sonora, a Fotografia e os diálogos! E digo, só isso que se tem nesta película. As atuações de Redford e Nolte estão dignas de respeito, admiração e carisma. Redford nos traz um personagem que, mesmo em uma idade avançada, não se encaixa na "cadeia" da sociedade e sente saudades de suas viagens e sua liberdade, uma vez que se aposentou dos "perigos" mundo afora, para construir uma família. Nolte já é o contrário, passou a vida adoidado. Ambos parceiros de caminhadas no passado e com o tempo, se afastaram. E o mais legal é que o enredo poderia seguir com os dois "a lá Missão Impossível", mas não, a trama segue fiel com dois idosos andando sozinhos pela selva, com cuidados, medos e limitações, mesmo que a vontade de ser o que era, seja enorme. E as conversas são divertidas demais. E a referência de que Redford ainda tira suspiros da mulherada é froid! Uma história que nos faz pensar sobre a vida e como ela passa e sim, envelhecemos! Me vi junto com um amigo/irmão nesta travessia, lógico que ele o bonitão zeloso e eu o beberrão que está la por estar. Eu adorei e espero que você goste! Não há tiros, assassinos, lutas ou qualquer coisa que faça sua adrenalina dar picos, mas sim um bom bate papo, natureza e amizade, tudo de bom para quando se chega a certa idade...
    Sandro P.
    Sandro P.

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    2,5
    Enviada em 22 de novembro de 2018
    O filme é divertido, mas também é lento... Esperava mais aventura, vale a pena assistir, mas sem muita expectativa!
    Davison P.
    Davison P.

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    4,0
    Enviada em 26 de julho de 2016
    Uma caminhada na floresta Bill Bryson (Robert Redford) um escritor idoso já aposentado, ao ir num velorio de um antigo amigo se pergunta o que ainda resta de útil em sua vida, decide fazer uma trilha longa de 3408 km, onde ficará 6 meses longe de sua família e sua esposa Catherine Bryson (Emma Thompson) que não gosta muito da idéia e o alerta de vários risco dessa caminhada perigosa, depois de Catherine escrever avisos, com informações de que tudo pode dar errado, condições climáticas, ataques de ursos, parasitas e a idade de Bill, mesmo assim ele decide ir, ela muito preocupada, concorda, mas com a condição de ele ir acompanhado de algum amigo, ele liga pra todos e ninguém quer ir, até que recebe a ligação de Katz, amigo de juventude que ficou sabendo por outro amigo e se oferece para acompanha lo, eles tiveram algumas brigas e se afastaram com o tempo, e usam essa trilha para se descobrirem novamente em busca de uma nova jornada em suas vidas. O filme é baseado do livro de Bill Bryson que conta essa incrível história, onde aprendemos que não precisamos percorrer uma jornada longa e perigosa para nos encontrarmos, gostei muito da trilha sonora, o filme é bem dinâmico e muito hilário, pois são dois idosos revivendo histórias do passado e cada um com seu jeito teimoso, numa imensa trilha, o filme conta com a participação de Kristen Schaal que interpreta Mary Allen, uma mulher sozinha na trilha que não tem papas na língua, super chata e que tira os dois do sério, ri muito nos 10 minutos que ela esteve em cena. Recomendo galera.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    3,5
    Enviada em 10 de fevereiro de 2016
    Caminho da Diversão. Em casos raros, produtores apostam em filmes protagonizados por atores já idosos, evidentemente apostando na terceira idade como algo relevante para a peélicula, como acontece neste divertido A Walk in the Woods. Nesta produção americana, Robert Redford interpreta Bill Bryson, um escritor que viveu décadas na Inglaterra e, após anos longe de sua terra natal, resolve voltar para relembrar suas origens. Como forma para se reconectar com seu país, ele decide fazer um passeio pela Trilha dos Apalaches, um percurso com mais de 3.000 quilômetros. Devido a sua idade já avançada e a pouca experiência do percurso, ele acaba recebendo como companhia o bonachão Stephen Katz (Nick Nolte), outro que servirá apenas como auxiliar, já que nem mesmo conhecimento ele detém sobre a trilha. Por se tratar de uma comédia com retoques de drama, o roteiro aposta pesado em situações inusitadas envolvendo a dupla, muitas delas tirando proveito da pouca resistência oriunda da idade avançada, evidentemente sem deixar que isso seja pejorativo. Tal feito permite a criação de diversas gags e boas risadas, principalmente por causa de Katz e seu comportamento atrapalhado, resmungão e preguiçoso. Aliado a isso, o roteiro ainda possui um outro trunfo, o de permitir que o espectador vá conhecendo um pouco do passado e das situações pelas quais Bryson e Katz viveram, já que eles acabam comparando alguns momentos do presente com o passado, muitos deles até mesmo satirizando como piorou com devido o passar dos anos. Vale citar também que o passeio pelas Trilha dos Apalaches serve como busca para aliviar as frustrações pessoais dos protagonistas, pois ao mesmo tempo que Bryson tem dificuldades em se socializar, Katz possui sérios problemas para sair do pensamento que o prende no comportamento da juventude. A química que flui dos atores, já bem experientes, é funcional e torna tudo ainda mais fantástico, principalmente quando o diretor Ken Kwapis abusa de planos aéreos para mostrar a beleza das locações, sejam elas com um verde belíssimo ou sob as alturas do mais alto ponto da trilha. Com uma ótima trilha sonora, A WALK IN THE WOODS (ainda sem título nacional) é um divertido filme para se ver sem altas expectativas, pois é uma comédia simples e funcional, no qual o relacionamento da dupla principal é o maior ponto da produção.
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