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Filhos do Paraíso

titulo original: (Bacheha-Ye aseman)

lançamento: 1997 (Irã)

direção: Majid Majidi

atores: Mohammad Amir Naji , Amir Farrokh Hashemian , Bahare Seddiqi , Nafise Jafar-Mohammadi , Fereshte Sarabandi

duração: 88 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Bacheha-Ye aseman
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 28 min
  • ano de lançamento:1997
  • site oficial:
  • estúdio:The Institute for the Intellectual Development of Children & Young Adults
  • distribuidora:Buena Vista International / Miramax Films
  • direção: Majid Majidi
  • roteiro:Majid Majidi
  • produção:Amir Esfandiari e Mohammad Esfandiari
  • música:
  • fotografia:Parviz Malekzaade
  • direção de arte:
  • figurino:
  • edição:Hassan Hassandust
  • efeitos especiais:

imagens - 4

Filhos do Paraíso Filhos do Paraíso Filhos do Paraíso Filhos do Paraíso

sinopse:

Ali (Amir Farrokh Hashemian) é um menino de 9 anos proveniente de uma família humilde e que vive com seus pais e sua irmã, Zahra (Bahare Seddiqi). Um dia ele perde o único par de sapatos da irmã e, tentando evitar a bronca dos pais, passa a dividir seu próprio par de sapatos com ela, com ambos revezando-o. Enquanto isso, Ali treina para obter uma boa colocação em uma corrida que será realizada, pois precisa da quantia dada como prêmio para comprar um novo par de sapatos para a irmã.

elenco:

  • Mohammad Amir Naji (Pai de Ali)
  • Amir Farrokh Hashemian (Ali)
  • Bahare Seddiqi (Zahra)
  • Nafise Jafar-Mohammadi (Roya)
  • Fereshte Sarabandi (Mãe de Ali)
  • Kamal Mirkamiri (Assistente)
  • Behzad Rafi (Treinador)
  • Dariush Mokhtari (Professor de Ali)
  • Mohammad-Hassan Hosseinian (Pai de Roya)
  • Masume Dair (Mãe de Roya)
  • Kambiz Peykarnegar (Organizador da corrida)
  • Hasan Roohparvari (Fotógrafo da corrida)

comentários

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Marcelo Zambon
02/01/2001
nota:Rate09
Uma ode à dignidadeO cinema do Irã continua vivendo uma fase de alta qualidade com filmes obviamente baratos, sem muito recursos, que retratam o humanismo e o valor da solidariedade. Nos últimos anos, constantemente divulgado e premiado nos mais importantes festivais, o cinema iraniano, finalmente, conseguiu uma indicação ao Oscar de filme estrangeiro. O responsável é o belo "Filhos do Paraíso" com uma história simples, sutil, comovente que enaltece a pureza da inocência e o poder do companheirismo.Ali (Amir Hashemian) é uma criança pobre que apesar de ter apenas 9 anos, mal pode brincar porque já é obrigado pelo pai a trabalhar para ajudar à família, mas sem abandonar a escola, que aliás é um dos melhores alunos. Tudo se complica quando Ali perde os sapatos da irmã, Zahra, que estavam sendo restaurados e pede a ela para não contar aos pais ( repare no desespero de Ali ). Ambos passam a dividir o tênis de Ali para irem à escola, resultando numa série de percalços e aventuras. Ali espera todo dia sua irmã chegar da escola para pegar o tênis e ir estudar. Ali enxerga uma esperança numa competição de atletismo que a sua escola vai promover, cujo prêmio para o terceiro lugar é um par de tênis, e ele garante para Zahra que chegará somente em terceiro. Atente para a cena da corrida, extremamente bem filmada utilizando o recurso da câmera lenta, é de uma emoção e expectativa deslumbrante ( é fácil lembrar de "Carruagens de Fogo" ). O resultado de Ali não é o esperado e fica reservado à trama um surpreendente e tocante final que impede que as pessoas deixem a sala de cinema sem algum questionamento.O diretor Majid Majidi, também autor do roteiro, está de parabéns pela realização dessa obra. Embora predomine na tela o lado pobre e miserável do Irã, Majid nos apresenta a face rica da sociedade iraniana com um divertido e fantástico passeio a bordo de uma bicicleta na companhia de Ali e seu pai. O contraste de vida entre a alta sociedade e a família de Ali é evidenciado no filme e, é simplesmente memorável a cena em que um garotinho rico corre atrás de Ali para chamá-lo para brincar; enquanto um não encontra tempo para brincar, o outro "preso" numa enorme casa não brinca por não ter amigos.Distribuído internacionalmente pela Miramax, que depositou todas as fichas na corrida pelo Oscar no italiano "A Vida É Bela", inclusive modificando o final original para torná-lo mais comercial, "Filhos do Paraíso" parece ter ficado um pouco esquecido. É uma pena, porque eu me arriscaria a dizer sem receio que é um dos melhores filmes que eu vi ultimamente e deveria ser este o filme a ganhar a estatueta - superando até "Central do Brasil" - mas com pouco marketing e se tratando de um país com pouca expressão na categoria foi preterido na escolha final. Afinal, "A Vida É Bela" se tornou a maior bilheteria de um filme estrangeiro no mercado americano e tem uma "cara" de filme grande : uma fotografia primorosa, uma edição marcante e foi indicado ao Oscar de filme e filme estrangeiro (antes só acontecido com "Z" de Costa-Gavras em 1969).Mensagens e lições de vida são passadas a cada tomada desse filme e, cabe ao espectador, assimilar aquilo que lhe é interessante e tentar incrementar a sua vida com estes fluidos positivos, tão necessários para uma melhor convivência. Uma cena, no mínimo honesta, é uma que o pai de Ali perante milhares de torrões de açúcar, pede ao filho para ir a vizinha pegar açúcar emprestado para adoçar sua refeição e Ali, surpreso, fala para o pai pegar um torrão a sua frente, mas esse diz ao filho que os torrões não são dele e isso seria roubo. "Filhos do Paraíso" é mais um a mostrar que as idéias simples são responsáveis por belos filmes e como hoje em dia o que impera é a pirotecnia e os efeitos especiais de Hollywood, estes se tornam raros e muito essenciais. Assista e depois vá ao armário e pense se não pode doar aquela roupa ou sapato que está lá no cantinho sem qualquer sinal de uso. Um filme indispensável."
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Junior Maschio
03/01/2001
nota:Rate03
Fiquei surpreso ao assistir esse filme e me recordar que ele foi indicado para o Oscar de MELHOR FILME ESTRANGEIRO junto com "CENTRAL DO BRASIL" e "A VIDA É BELA". Como é possível tal façanha? O roteiro é pobre, os atores se não são parecem amadores, a trilha sonora é tão ruim que no final do filme a gente não se lembra dela, a interpretação dos personagens é ridícula, para não dizer outra coisa. As duas crianças que atuaram no filme não nasceram para o cinema, não possuem talento algum.
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Rodrigo
05/01/2001
nota:Rate08
Num momento em que os filmes se dividem em megaproduções cheias de efeitos especiais ou em filmes "cabeça" que fazem do hermetismo seu cartão de visitas é um alivio ter um filme como este. Da simplicidade total (roteiro, direção, edição, atores) surge uma obra que busca encontrar emoções como companherismo, inocência, dever, solidariedade, adaptabilidades, etc. Não só cumpre bem o que promete como mostra que o "cinema independente" é muito mais amplo do que se pensa. Evidentemente não iria ganhar o Oscar, mas foi um concorrente digno e não faz feio perto de "A vida é bela" e "Central do Brasil". Tocante!
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Joílson Damacena
06/01/2001
nota:Rate010
O filme relata a verdadeira identidade do Irã.Isso vale para todo o pais e principalmete em toda periferia do mundo. Vimos filmes onde todos acabam nunha boa ao contrario deste filme que só mostou a realidade Humena.
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Helon Gomes
07/01/2001
nota:Rate010
ESTE É O TIPO DE FILME QUE DEVERIA PASSAR A TARDE NOS FINAIS DE SEMANA, PARA NOSSAS CRIANÇAS ASSISTIREM. PODERIA AJUDAR NA EDUCAÇÃO DOS NOSSOS FILHOS, PARA SEREM MAIS UNIDOS.ADOREI ESTE FILME E OTIMO, EU RECOMENDO.
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Marcos
08/01/2001
nota:Rate010
Gostei desse filme,acho que em drama ele merece 10!,pelo menos em drama,soh vi esse filme quarta-feira 29/09/04 em intercine,kra eu não sabia nem que o irã fazia filme. filme realmente legal.
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Vanjivaldo da Silva
09/01/2001
nota:Rate010
Autêntico, real e acima de tudo, revelador, pois apresenta a realidade vivida em todo o mundo, que se investe milhões em armamentos, mas não olham sequer para milhões de pessoas que passam fome. Crítica bem feita e tão envolvente que assisti todo o filme do inicio ao fim, e "torcendo" para Ali conseguir ganhar o tênis para a irmã...só me aquietei, quando vi o par de sapatos na bicicleta do pai...Fantástico.
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JOSE CARLOS
10/01/2001
nota:Rate010
É maravilhoso, uma história simples, várias lições de vida, nem é interessante chegar em 1º lugarl, O filme é maravilhoso. Esse filme entrou na minha lista dos melhores filmes.
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Lucinete Haramuraa
11/01/2001
nota:Rate010
Filme com poucas luses mas muito comovente vivi historia muito semelhante e em algumas senas nao contive as lagrimas porem nao encontrei em nenhuma locadora para alugar gostaria de saber onde poderia alugar ou comprar,pois guardarei pro resto de minha vida esta lembrança.obs.assisti ao filme no cinema de uma escola.
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Paulo
12/01/2001
nota:Rate010
Sem Palavras! Impressionante como as produções de países menos desenvolvidos, trazem momentos de reflexão para a gente! A história deste filme gira em torno de um par de sapatos, e apenas com isso, já faz emocionar a quem assiste! Emocionante.
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Márciaa
13/01/2001
nota:Rate010
Simples, profundo, cheio de lições! O filme nos faz refletir sobre realidades que muitas vezes desconhecemos e ainda assim julgamos. Nos remete de volta às emoções mais puras que só mesmo crianças nos fariam recordar. Lindo. Humano. Apaixonante.
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Renato Luís Lopes
14/01/2001
nota:Rate09
Um filme lindo! Uma estória simples, mas repleta de emoção e atos de muita honra. Sem efeitos especiais, sem astros e estrelas milionários, sem apelos de qualquer natureza. Apenas emoção. Assista, pois vale muito a pena!
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Patrícia Torresa
15/01/2001
nota:Rate010
O cinema iraniano tem se mostrado amadurecido e com um filme aparentemente simples como " Filhos do paraíso", as questões sociais são tratadas dentro do contexto iraniano,mas que pode perfeitamente ser parte do contexto brasileiro. Vi e me emocionei. Vale a pena conferir!
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André Luís Carneiro
16/01/2001
nota:Rate010
Esse filme nos mostra que longe dos efeitos especiais dos grandes estúdios de Holywood pode-se fazer um bom filme usando-se a simples fórmula "talento e sensibilidade". Parabéns ao cinema iraniano por essa pérola.
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Paula Tavaresa
17/01/2001
nota:Rate010
Um filme magnífico. Um dos melhores que já vi. Filhos do paraíso, caracteriza-se por uma história simples, delicada e sensível. Ao assisti-lo não se deve buscar os efeitos especiais sensacionalistas de filmes estadunidenses ou britânicos, entretanto a simplicidade e sutileza de um filme asiático muito bem feito. Recomendo para todos os apreciadores de uma história inteligente e fabulosa.
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Ângela Alhanatia
18/01/2001
nota:Rate010
O filme convida, de maneira sutil e comovente, uma reflexão sobre valores morais, tais como: lealdade, integridade, confiança, amizade, responsabilidade,solidariedade,etc. Vale a pena assistir não apenas uma, mas muitas vezes para que se possa enxergar muitas coisas que a princípio ficam escondidas.
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Patríciaa
19/01/2001
nota:Rate010
Achei o filme excelente, ele ensina o professor a olhar seus alunos com um olhar diferente que talvez antes nunca tinha enxergado, olhar seus alunos com o coração!
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Fernando Teixeira
20/01/2001
nota:Rate010
É impressionante como um enredo tão banal quanto o desse filme, se transforma em uma história tão linda. É maravilhoso ver um filme que mostra um conteudo tão lúdico, mostrando sempre o ponto de vista das crianças. É a beleza mais triste que eu já vi em um filme.
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Elias T.
21/01/2001
nota:Rate010
O filme é comovente e simples. Pura inocência! Imagino que o diretor tenha feito milagre com o orçamento que possivelmente estava disponível. O menino, Ali, é simplesmente fantástico.
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Sibelea
22/01/2001
nota:Rate010
Excelente filme. Enredo envolvente. Detalhe para a caracterização do ambiente de uma família muçulmana, algo que aqui no ocidente a gente desconhece, ou conhece sob a ótica de nosso imperador. Muito linda a cena de Zhara e Ali escrevendo em árabe. Aliás, discordando do companheiro acima, a atuação dos dois é muito boa.
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JOSE CARLOS
23/01/2001
nota:Rate010
Concordo com o meu colega de crítica. As crianças não nasceram pro cinema, elas nasceram para a vida. Transbordam a inocência e a humildade que foram propostas pelo enredo do filme de maneira que uma criança vencedora de Oscars Hollywoodianos seria incapaz de fazer.
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Edílson Ricardo
24/01/2001
nota:Rate010
É um dos melhores filmes que eu já assisti. Só hoje vejo que a disputa pelo oscar em 1997 foi acirrada, pois este pra mim deveria ser o principal premiado. Somente uma pessoa sem uma sensibilidade artística e poetica para não gostar do filme. uma lição de companheirismo, simplicidade e honestidade. A fita retrata de forma crítica as dificuldades, mas antes de tudo, a superação dos problemas através da integridade e do trabalho. Para as pessoas que acham que só Holywood consegue fazer bons filmes, este é um exemplo que o cinema mundial tem suas qualidades e que estão inexploradas pelo grande público.
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Warley Roberto de Araújo
25/01/2001
nota:Rate010
Assisti através da Tv Globo, na madrugada de 28/09/2004 e me pareceu um chamado do instinto, pois havia levantado por insônia e liguei o televisor. Me encantei com a simplicidade em que vivem os personagens, que, apesar das dificuldades não deixam de ser solidários. Conhecer um pouco da cultura local e diferenças entre classes sociais.
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Ingrida
26/01/2001
nota:Rate010
Eu adorei o filme.....ele eh ótimo..não precisou de efeitos especiais para se tornar um filme bom. Além do mais as pessoas não gostaram porque não sabem apreciar a simplicidade deste filme além de serem insensíveis. Eu sou apaixonada pela cultura oriental e o filme me fez chorar pelo esforço que o garotinho faz para ter sapatos novos. Uma beleza o filme. Parabenizo todo o elenco, o diretor e o autor.
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Lilianea
27/01/2001
nota:Rate010
O filme nos mostra o sofrimento de duas crianças que só querem o que qualquer uma delas teria por direito e necessidade, um par de sapatos. Muito humildes, porém com sentimentos muito puros, demonstram mútua solidariedade. É simplesmente tocante, apesar de triste nos faz pensar muito sobre a vida. Maravilhoso!
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Lilian Xaviera
28/01/2001
nota:Rate010
Achei este filme espetacular, posso considerar-lo como um dos melhores filmes que já assisti. Mesmo sendo um filme com pouca produção, sem grandes gastos com efeitos especias é um filme que consegue passar uma emoção muito forte. Primeiro com aquele menino com carinha de triste ,a menininha meiga e a união de ambos fizeram o filme se tornar comovente me dava vontade de entrar no filme para ajudá-los. Já assisti duas vezes e sempre choro, é surpreendente!
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Gustavo Finoti
29/01/2001
nota:Rate010
Excelente, um dos melhores filmes da década, juntamente com A Vida é Bella e Central do Brazil, crianças dão o tom de humanidade às histórias. Vale assistir.
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André A. Yamanaka
30/01/2001
nota:Rate010
Filhos do Paraíso é realmente uma obra-prima e concordo plenamente com todos aqueles leitores que assim aqui o consideraram. A ünica exceção, ficou por conta de um leitor, provavelmente escravo inconsciente da odiosa indústria americana, que produz, posso dizer com total segurança, mais de 95% de filmes absolutamente voltados à violência, cultivando e icentivando o ódio, a desonestidade, a arrogância e todas as 'qualidades' inerentes aos americanos. Como eles se julgam donos do poder e da verdade, subjugam todas as demais pessoas, fazendo nelas uma verdadeira lavagem cerebral; fazendo-nas crer que precisam assistir sempre à violência que eles produzem. Amigos, cinema, há muito náo é mais visto como ARTE, e sim como fonte de captação de fortunas, que beneficiam somente a 'industria americana'. Não culpo somente os americanos. Se fizermos um retrospecto do cinema brasileiro recente, veremos que, invariavelmente, os diretores se utilizam de um linguajar extremamente ofensivo, com várias palavras de baixo calão...Será que é realmente necessário? Vejam o exemplo deste filme FILHOS DO PARAÍSO. Apesar de mostrar a realidade de um país que tem uma população extremamente pobre, as crianças vão à escola. Os pais ensinam dignidade. Não vou ficar aqui repetindo as cenas do filme, pois o amigo que fez a primeira critica, já o fez e muito bem (com algumas exceções, absolutamente passáveis: não é Ali (o menino) que sugere ao pai, que utilize o açúcar que está quebrando, mas sim Zahra, a menina, que em sua inocência, é ensinada pelo pai que, aquele açúcar é para ser utilizado na cerimônia e não pertence ã eles...Imaginem como seria a cena num filme brasileiro... provavelmente o diálogo seria...ah...eles nem vão perceber uma ou duas pedrinhas a menos de açúcar.... Amigo que criticou negativamente ao filme, assista-o novamente, após ler as nossas críticas e assista-o esquecendo-se do artificialismo dos filmes americanos. Recomendo que assista a alguns filmes europeus e asiáticos. Pelo menos uns 15 ou 20. Depois, desafio-o a conseguir assistir a um filme americano, de qualquer gênero. Cinema, amigo, é ARTE. A sétima arte. Não confunda arte com papagaiada...Não seja mais um submisso aos americanos!
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Édson Almeida
31/01/2001
nota:Rate010
Ao contrario de Junior Mashio(critica do leitor), eu digo qual eh a escala de uma criança nascida no irã fazer o papel principal de um filme de seu país, e faze-lo como fez o ator que interpretou ali juntamente a atriz que fez a irmã de ali ...fazer um filme e emocionar profundamente, como a vontade de um ser humano em conseguir completar a sua meta... oque ali fez naum eh pra qualquer ator mirim de hollywood fazer ..então pense bem antes de opinar algo junior maschio pois esse eh um filme, pra naum se por defeito, e sim elogiar muito pois o pais q fez naum se eh de tradição e muito menos de atores famosos..(fiquei muito irritado com que o leitor junior maschio falou..).
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Jovelino Cabrera Almeida
01/02/2001
nota:Rate010
Um filme singelo,e emocionante.Se você se permite a emoção,sem achar que está sendo ridículo por isso, então vai adorar esse filme.Lembro de um outro filme que me fez lacrimejar como neste caso:Marcelino Pão e Vinho. Permita-se sentir a beleza de uma ética inata existente entre duas crianças...é inspirador,porque mostra que o ser humano tem sim,uma natureza bonita, voltada para o bem e a virtude.As premiações deste filme, mostradas acima,eloqüentemente nos dizem que os belos valores que aparecem no filme falam profundamente às pessoas, e de uma forma ampla (isto é,não somente a poucos "sensíveis" );e isso é, sem dúvida alguma, muito reconfortante:saber que o bem,a ética e a virtude moram em cada um de nós!
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Bruno Miguel
02/02/2001
nota:Rate010
Filhos do Paraíso é um filme espetacular!! Um filme simples sem efeitos especiais, mas prende a atenção do telespectador. A primeira vez que eu vi, foi de madrugada na Rede Globo. Até meu sono passou!
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Bárbaraa
03/02/2001
nota:Rate010
O filme é tão simples, mas é tão lindo, eu não sei explicar como algo tão pequeno transmite algo tão grandioso, é tão perfeito, eu amo esse filme!
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Nara Valuska Almeidaa
04/02/2001
nota:Rate010
É realmente lamentável o pouco acesso que temos a outras culturas que não seja a norte-americana. Quase não vemos, por exemplo com raras exceções em TVs fechadas filmes produzidos em outros países, e acabamos sem conhecer o excelente cinema feito na França, na Rússia, na China e em países de cultura árabe, como o Irã. Pensei em levantar essa questão depois de assistir ao formidável "Filhos do Paraíso", do diretor iraniano Majid Majidi. (O título original é "Bacheha-Ye aseman" e, em inglês ficou "Children of Heaven"). Lamentei não ter conhecido o filme antes, já que foi produzido em 1997. Depois, lamentei pelas pessoas que não assistiram nem nunca assistirão. Porque "Filhos do Paraíso" é um filme que torna as pessoas mais sensíveis, que faz você querer ser melhor. Um filme que fala das coisas simples da vida, das coisas que verdadeiramente importam. Majidi parte de um argumento ingênuo, pueril e, a partir daí, revela todo um leque de questionamentos sobre religião, política social e cultura sem, no entanto, parecer didático, sem impor lições de moral. A sutileza, aliás, é a grande virtude do filme. Seja na hora de denunciar os contrastes sociais na tradicional Teerã, seja nas relações familiares, nos gestos e nos diálogos dos personagens. O menino Ali (Amir Farrockh Hashemian) vive numa pequena casa localizada na periferia de Teerã, capital iraniana, com sua irmã mais nova, Zahra (Bahare Seddiqi) e seus pais. A mãe é doente e o pai está sempre fora de casa, procurando algum serviço para garantir o sustento da família. Os irmãos precisam aprender a viver na estreita linha entre a independência e a rígida obediência aos pais. Com apenas nove anos, Ali ajuda ao pai, à mãe e à irmã em tudo o que pode, e é tratado como adulto, numa clara referência à realidade dos países pobres onde as crianças são forçadas a amadurecer muito cedo. Essa, aliás, é uma das poucas situações que o diretor decide denunciar claramente através da fala do pai de Ali, quando ele diz, dirigindo-se ao filho: "Você já não é mais uma criança. Tem nove anos!" (Conhecemos bem essa realidade). Os problemas que norteiam o filme começam quando Ali, distraído, perde os sapatos da irmã, que tinha levado para o conserto. Com medo de apanhar, os dois concordam em não contar aos pais sobre o acontecido. Mas Zahra não tem outro par de sapatos para ir à escola. A solução encontrada pelos dois é uma grande lição de solidariedade, de partilha e companheirismo, além de ser esteticamente bem construída. Os irmãos passam a dividir os tênis de Ali. Pela manhã, Zahra usa o calçado para ir à escola. Quando sai, precisa correr desesperadamente para encontrar o seu irmão, já no meio do caminho, ansioso, impaciente, que precisa dos tênis para também ir ao colégio. Os atrasos constantes, no entanto, vão deixar Ali em situação complicada diante do inspetor da escola. Nas cenas de corrida das duas crianças, Majidi mostra a realidade cruel da Teerã periférica: casas paupérrimas, esgotos a céu aberto, pessoas maltratadas. Mas mostra também a solidariedade quando, por exemplo, Zahra perde o tênis no esgoto e é ajudada pelo dono da quitanda. Algumas cenas são de pura beleza, sem outros grandes objetivos, como a hora em que os irmãos brincam de fazer bolhas de sabão, ou quando dão comida aos peixinhos da fonte. Mas há cenas plasticamente perfeitas que também trazem um forte significado por trás, como por exemplo, na peregrinação que Ali e seu pai fazem a bordo de uma velha bicicleta pelas ruas da parte rica da cidade. À procura de serviços de jardinagem, os dois passeiam por entre mansões de muros altos, arranha-céus e out-doors que anunciam produtos tão distantes de sua realidade. O diretor, mais uma vez, encontra uma forma sutil de tratar sobre o distanciamento entre ricos e pobres: Ali e seu pai, na verdade, nunca são recebidos pelos donos das mansões, mas apenas falam pelo interfone. E, novamente, Majidi encontra nas crianças a única fonte de compreensão e amizade. Porque é através de Ali e de um menino rico e solitário que o seu pai acaba encontrando trabalho. O filme traz diálogos curtos, quase sempre. Há pouca conversa entre os personagens, mesmo entre Ali e Zahra, que se entendem perfeitamente através do olhar. Ou ainda recorrem à escrita, numa das cenas mais brilhantes do filme."Filhos do Paraíso" concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1998, no mesmo ano que o brasileiro "Central do Brasil" e o vencedor italiano "A Vida é Bela". Mas isto é apenas um dado que não diminui nem acrescenta em nada a qualidade do filme que, por si só, é uma espécie de obra-prima da simplicidade. Vale a pena alugar a fita e assistir.
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Fábio Guimarães
05/02/2001
nota:Rate010
Magnífico, Belo, simples, terno, cativante, enebriante, lava a sua alma, é impossível não se emocionar, ficar indiferente! Não gostar desse filme é uma dura pena! Encantado, Shine!
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André Felipe Alfieri
06/02/2001
nota:Rate010
Um filme extraordinário! Usou a simplicidade com a visão humana e social e resultou em um dos melhores filmes do mundo, cheio de mensagens e metáforas que fazem chorar.
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Magno Inácio Rodrigues
07/02/2001
nota:Rate010
Adorei o filme, expressa a simplicidade de um provo sofrido, pela desigualdade e pela pobreza, discorco que as crianças não atuaram bem no filme, elas foram os personagens ideais, pois dá para ver no olhar as crianças o real sofrimento daquele povo. Adorei.
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Bruno Silva
08/02/2001
nota:Rate010
É um filme espetacular...mostra a humildade de pessoas q sonham em ter apena um par de tenis novo, e lutam para isso! enquanto ha pessoas a nossa volta q nem sabem o q é ser humilde. Sem contar o companherismo q entre os dois irmaos... a demosntração de amor ao proximo é total...uma coisa q é rara de se ver hoje em dia! o filme pra mim é nota 10..pois retrata a vida dura de pessoas pobres e batalhadoras q qerem vencer na vida!
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Luiz Carlos Vieira
09/02/2001
nota:Rate010
Assisti vários filmes iranianos e sempre absorvo grandes mensagens, pois de coisas simples os diretores fazem grandes filmes. Majid Majid está de parabens.
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Roberta da Silva Pedroa
10/02/2001
nota:Rate010
Sem dúvida este é um dos melhores filmes que já assisti na vida. Nunca o amor foi contado de maneira tão simples e bela. O filme evoca sentimentos preciosos entre uma família. É belíssimo.
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Milena Lopesa
11/02/2001
nota:Rate010
É um filme comovente que faz pensarmos o quanto existe desigualdade social e o quanto a pobreza é cruel.Ótimo filme para estudo pedagógico repensando nas politicas publicas e açoes educativas.
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Luiz dos Passos
12/02/2001
nota:Rate010
Este filme é uma verdadeira obra de arte e sem duvida existe no seu conteudo algo inesplicavel uma espécie de magia, uma verdadeira ipnose, que prende, arrebata e faz-nos refretir, realmente deveria fazer parte dos repetecos dos orarios nobres.
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Alexandre
13/02/2001
nota:Rate010
O melhor filme ja passado nos ultimos tempos, o filme que TODO mundo deveria ver , é perfeito ;é o tipo de filme que deveria ser passado nos domingos pra toda a família assistir...é sem comentários o que o irmão faz pela sua irmã.isso é amor... Assistam, vale a pena!
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Nivaldo Caliman
14/02/2001
nota:Rate010
Emocinante!!! A capacidade do cinema ainda trazer mensagens tão emocionantes e pouco e frequentes nos filmes atuais. Um filme belíssimo, onde a essencia humana e explorada em todos os seus aspectos. Imperdível, principalmente para educadores, terapêutas e a juventude ocidental.
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Sônia Cristina Corrêaa
15/02/2001
nota:Rate010
Adorei o filme ,pois se trata de uma história que nos mostra até mesmo como educadores e também pais como devemos educar nossos filhos e alunos para uma vida digna e honesta .Em nenhum momento vimos atitudes naquelas crianças que nos demonstrasse falta de caráter .E um filme que deveria ser visto por todas as crianças e adultos pois podemos trazer os seus ensinamentos para as nossas vidas.Parabéns .Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de assistí-lo.
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Jamilea
16/02/2001
nota:Rate09
Nunca havia assistido a uma produção iraniana antes, este filme mostra um contexto cultural bem interessante, vale a pena assistir. Em especial,a cena onde o inspetor da escola de Ali,julga-o como "irresponsável".
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Yolita de Araújoa
17/02/2001
nota:Rate010
Um filme em que predomina a simplicidade. Não há apelações.O texto retrata a vida real com emoção, cumplicidade e calor humano apresentados por atores mirins muito bons. Parabéns!
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Flávia da Silva Oliveiraa
17/02/2001
nota:Rate09
O filme é repleto de valores e sua simplicidade faz pararmos para analisar o nosso próprio jeito de agir com as pessoas. Por vezes somos ambiciosos, por carros caros, grandes casas, muito dinheiro e nos esquecemos de bens muito mais preciosos que são os nossos valores, a nossa humildade, o nosso companheirismo, que pode mover a nossa vida e a fé das pessoas.
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Fabiane Rodriguesa
18/02/2001
nota:Rate010
É impossível ser o mesmo após assistir a este filme. Filhos do Paraíso escancara, de forma sutil, mas incisiva, a desigualdade social que nos rodeia. De forma leve, mas muito profunda, o filme nos conduz a uma reflexão sobre o modo de vida capitalista.
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Elias O. Stos
19/02/2001
nota:Rate010
Sem dúvida pode ser o melhor filme que já assisti na minha vida, é lindo, emocionante e verdadeiro. Certo ainda que foge dos padrões norte americano. vale a pena ver, indico a todos.
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Maria Aparecida Gomes Piolaa
20/02/2001
nota:Rate010
Não me considero uma pessoa para fazer críticas adequadas a filmes. O único critério para ser um bom filme, para mim, é ele toca meu coração. Filhos do Paraíso mexeu com meus sentimentos e também meus conhecimentos sobre a vida de outros povos, outras pessoas. Há um momento que me pareceu mágico: quando os dois irmãos trocam bilhtes , em casa,para afugentar a ira dos pais .Esta cena me fez lembrar a importancia da escrita para o cidadão. Ela consegue produzir um efeito especial de solucionar um problema de ordem prático. Que venham mais filmes desta qualidade.
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Joana Paula Manuela
21/02/2001
nota:Rate010
Sem comentários. O filme é demais; os miúdos são grandes actores creio que se continuarem no cinema irão longe. O filme toca de qualquer forma o sentimentalismo de qualquer pessoa normal, para além de ser uma história verídica; isto é totalmente normal que aconteça nos paises do terceiro mundo, onde 1 dólar é a renda usada por uma família para sobreviver. Aí podemos constactar o amor puro entre os dois irmãos; Ali se sacrifica tanto para poder ver sua irmã sorrir, ele prefere passar mal pra ver sua irmã bem, tenta de todas as formas resolver o problema sem que ele chegue aos pais. Isto já não acontece na nossa sociedade, o sacrificio pelo outro virou um 'mito'. São filmes como estes que o cinema deveria apresentar. Ele superou-se... grande filme.
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Gelis
22/02/2001
nota:Rate010
Amei! O filme retrata como a união dos irmãos consegue de alguma forma amenizar um problema social, onde famílias humildes que moram em periferias se viram para poder sobreviver e dão valor a pequenas coisas que possuem...È incrivel e impossível não se comover com as carinhas dos irmãos tentando dividir o mesmo tênis.Um filme verdadeiro, simples e forte na sua mensagem.
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Jorge Rondelli da Costa
23/02/2001
nota:Rate010
Um belíssimo filme. Simples e ao mesmo tempo profundo. E emocionamte, além de mostrar as diferença da sociedade iraniana. Merecia o Oscar. Pena que tenha concorrido com A Vida é Bela. Não minha opinião deveria ter havido empate na premiação.
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Daianea
24/02/2001
nota:Rate010
Não tem como não se emocionar e principalmente sentir um pouco de vergonha quando reclamamos da vida que temos, uma história simples e muito emocionante, acredito que todas as pessoas deveriam assistir.
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Rita Cataldoa
25/02/2001
nota:Rate010
Este filme foi uma das coisas mais belas que já ví em cinema; denso, riquíssimo em mensagens profundas, retratando perfeitamente a realidade local e, ao mesmo tempo, cosmopolita no que diz respeito a valores humanos... Absolutamente lindo!
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Edílson Almeida Ribeiro
26/02/2001
nota:Rate010
Este é, sem nenhuma sombra de dúvidas, um dos melhores filmes que já assisti. Superando até um outro que até dias atrás eu achava insuperável... "Felicidade não se compra". Somente os vidrados em efeitos especiais, pancadaria e sem senso crítico para não gostar do filme. Para quem acha que só os EUA fazem bons filmes, este é um excelente exemplo de que existem grandes autores, cineastas e atores fora desse circuito, e que o grande público fica por fora dos filmes sem grandes orçamentos. Não tenho nada contra "Central do Brasil", e "A vida é bela", que foram geniais também, mas este merecia a estatueta. Uma lição de companheirismo, simplicidade, dignidade e superação. Pena que não encontro no Brasil a versão em Português pra aquisição, pois gostaria que meus filhos assistissem e se maravilhassem, como eu.
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Fernando Vasconcelos
31/12/2009
nota:Rate010

Este filme é extraordinário, um dos mais belos que já assisti. Um filme de pequeníssimo orçamento, cujo resultado é surpreendente, dada à riqueza dos ensinos transmitidos em seu roteiro singelo, tocante e enriquecedor. Acheí-o infinitamente melhor do que a Vida é Bela e Central do Brasil, concorrentes seus pela disputa do oscar de fita estrangeira (o filme italiano - a vida é bela - comercialmente mais atraente, foi quem ganhou a estatueta). Coisas do Oscar ...


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