Título original: (Picnic)
Lançamento: 1955 (EUA)
Direção: Joshua Logan
Atores: William Holden, Kim Novak, Betty Field, Susan Strasberg.
Duração: 115 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Hal Carter (William Holden) é um viajante errante, que chega em uma pequena cidade do Kansas para visitar e tentar conseguir emprego com um rico colega de faculdade, Alan (Cliff Robertson). Porém ele conhece e se apaixona por Madge Owens (Kim Novak), a linda namorada de Alan. Quando a mãe da jovem sente que esta paixão é correspondida entra em desespero, pois sonha ter a sua filha casada com o melhor partido da região.
Fernando Vasconcelos em 20/01/2010Nota: 4
Filme com roteiro um pouco avançado para os padrões da época em que foi realizado (todavia sem cenas ou diálogos picantes), com elenco em boa sintonia com nos seus respectivos papéis, destaque para William Holden e Kim Novak.
Susana Lopesa em 03/01/2001Nota: 3.5
Segundo o crítico de cinema Luiz Carlos Merten, esse filme, rodado em 1955, é o retrato definitivo da América provinciana. Realmente, é interessante ver os costumes de uma época em que tudo era proibido e as aparências tinham de ser mantidas perante a sociedade. Numa cidadezinha do Kansas, todos os que participam do piquenique do Dia do Trabalho parecem felizes, mas é só a aparência. No fundo, todos sofrem, especialmente as mulheres. A garota mais bonita e cobiçada da cidade (Kim Novak), acaba sendo conquistada pelo forasteiro (William Holden), que havia chegado à cidade à procura de um amigo. Um clima de erotismo transpira por todo o filme a cena do vestiário, por exemplo, quando a câmera mostra apenas as pernas de homens e mulheres tirando seus trajes de banho e, especialmente, a cena da dança entre Kim Novak e William Holden, que Merten considera um dos momentos mais eróticos da história do cinema. Exageros à parte (como o crítico mesmo diz, a cena com certeza será considerada pudica demais para os tempos permissivos de hoje), vale a pena ver o filme, principalmente pela curiosidade de ver os costumes no interior dos EUA dos anos 50.
Ayres Pereira Filho em 05/01/2001Nota: 4
"Todos os anos, no último dia de verão, faziam um piquenique, à moda antiga, com jogos e competições, e coroavam a rainha da beleza, que descia o rio numa barcaça cheia de flores". Quem poderia ganhar o concurso de beleza? Ora, quem! Kim Novak, 22 anos e no auge de sua estonteante beleza, adentra a pista, batendo as mãos, no ritmo de Moonglow, aproximando-se da câmera que a filma à distância. Dançavam, sim, dançavam como se os corpos traduzissem a música; dançavam juntos e, no entanto, separados. "Aproximava-se o crepúsculo. Começaram a cantar para além do coreto e, uma a uma, voltavam as canções de verão, débeis e doces, tristes como as lembranças. O céu abrasava-se, emprestando fulgores ao rio, transfigurando a própria terra em luz flamejante. Era o pôr do sol na cidadezinha do Kansas, ao lado do rio e da ferrovia". Além de Kim Novak, a Madge, mais a sua irmã Susan Strasberg, a Millie, começando no cinema e vindo da Broadway, onde no mesmo ano (1955) fez no teatro O Diário de Anne Frank, filha de Lee Strasberg, que chegou a dirigir o Actor's Studio, Betty Field, a Flo e mãe das duas, William Holden, o vagabundo errante, Cliff Robertson (praticamente começando no cinema e que, há pouco, apareceu por aqui como o tio Ben de Peter Parker, o Homem-Aranha) como o filho de rico a formar um dos vértices do triângulo amoroso. Ainda se destacam no drama os experientes Arthur O'Connell e Rosalind Russell, a solteirona e professora Rosemary, formando um novo par romântico. Tudo gente que viveu os saudosos anos 50 fazendo cinema para toda gente. Férias de Amor é, pois, o retrato vivo do romantismo dos anos 50, o amor na sua mais inocente ternura.
Gustavo Martins em 02/01/2001Nota: 4.5
Retrata de forma implacavel e muto critica a rotina da america do norte da epoca, de forma muito humorada e quase comica,tambem demostra justificativas nos refexos da sociedade de hoje. e sem duvida atea calor nas lembracas dos joves da epoca. embora antigo ainda atual, infelismente posso dizer. recomendo.
Paulo Roberto da Costa em 04/01/2001Nota: 5
Baseado numa peça de William Inge, hábil narrador dos dramas do "meio oeste americado", nos revela o íntimo de personagens realistas, tais como Holden (um vagabundo errante), Novak (jovem noiva de herdeiro de um imperio cerealista)que se apaixona pelo vagabundo. Aparentemente uma história parecida com as nossas novelas, alguma coincidência, pois o ricaço foi colega de Holde na faculdade. Porém serve de pano de fundo para revelar a fraqueza humana dos personagens, sendo altamente um filme revelador para a época. Holden num papel sexy e Kim Novak linda como nunca. Um belo filme, excelentes interpretação de William Holden (sempre bom em qualquer filme).
otimas atuaçoes,mas não gostei do filme e acho que é muito fora da realidade. como é que...
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:38
DESSA VEZ GOSTEI DA ATUAÇÃO DE SAM WORTHINGTON,E O FILME REALMENTE PRENDE A ATENÇÃO.
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:29
DESSA VEZ GOSTEI DA ATUAÇÃO DE SAM WORTHINGTON,E O FILME REALMENTE PRENDE A ATENÇÃO.
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:29
Estranhei a fórmula, embora a trama passada em uma única data, ao longo de 20 anos, seja u...
por Melody, 13/02/2012 às 04:27