André Cardoso, Leitor do Adoro Cinema - Nota 10:
"Concorreu a melhor diretor (Frank
Capra), melhor ator (James Stewart), melhor filme, melhor edição e melhor som.
Infelizmente, a Academia fez uma injustiça (assim como o Oscar de melhor atriz para a
fraquinha Gwyneth Paltrow) e não concebeu nenhum oscar a esse filme.
A história é sobre James Stewart (George Bailey), que é uma
popular pessoa em sua pequena cidade, com um bom emprego, um grande pai e um grande esposa
(Donna Reed - Mary Hatch é a sua mulher). Porém, um dia sua vida vira de cabeça para
baixo e ele perde todo seu dinheiro, já que ajudava a todos, assumia negócios arriscados
para poder ver o sorriso no rosto de seus amigos. George era uma pessoa que jamais existiria.
Quando perde seu dinheiro, percebe que poderia ter estragado o Natal
de sua família, sem poder pagar suas contas e nem comprar uma pequena lembrança para sua
esposa. A vergonha e a humilhação fazem com que ele só pense em uma coisa: o suicídio.
Daí sua vida muda completamente!
Quando está no topo da ponte e se joga, ele é salvo das
correntezas por uma figura inusitada, estranha, que jamais poderia ser o que realmente é:
um anjo (Henry Traves). Esse anjo precisa fazer uma boa ação para poder ganhar seu par
de asas. E salvar uma vida deveria ser sua boa ação.
Mesmo com sua ajuda, George não acretida que ele é um anjo e tenta
ainda provar que deve morrer. E, de uma forma espetacular, Frank Capra fez com que o anjo
mostrasse como seria a vida sem George. E mostra que mesmo na miséria, na falta de
dinheiro, o amor da família e a amizade dos verdadeiros amigos jamais irão morrer. Uma
fábula nota dez. Se vocês puderem, vejam."