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Fahrenheit
451 |
Num
futuro próximo, os bombeiros locais têm por função
queimar todo tipo de material impresso, que é considerado
como propagador da infelicidade. Até que um dos bombeiros
começa a questionar os motivos que fazem com que ele
e seus colegas queimem livros e revistas. Dirigido por François
Truffaut (A Sereia do Mississipi) e com Julie Christie no elenco.
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Ficha
Técnica
Título Original: Fahrenheit 451
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano
de Lançamento (Inglaterra): 1966
Estúdio: Anglo Enterprises / Vineyard
Distribuição: Universal Pictures
Direção: François
Truffaut
Roteiro: Jean-Louis Richard e François Truffaut,
baseado em livro de Ray Bradbury
Produção: Lewis M. Allen
Música: Bernard Herrman
Desenho de Produção: Syd Cain e Tony Walton
Direção de Arte: Syd Cain
Figurino: Tony Walton
Edição: Thom Noble
Efeitos Especiais: Bowie Films Ltd.
Elenco
Oskar Werner (Guy Montag)
Julie Christie (Linda / Clarisse)
Cyril Cusack (Capitão)
Anton Diffring (Fabian)
Anna Palk (Jackie)
Ann Bell (Doris)
Caroline Hunt (Helen)
Jeremy Spenser
Bee Duffell
Alex Scott
Michael Balfour
Sinopse
Em um Estado totalitário em um futuro próximo, os "bombeiros"
têm como função principal queimar qualquer tipo de material
impresso, pois foi convencionado que literatura é um propagador
da infelicidade. Mas Montag (Oskar Werner), um bombeiro, começa
a questionar tal linha de raciocínio quando vê uma mulher preferir
ser queimada com sua vasta biblioteca ao invés de permanecer
viva.
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Premiações
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Curiosidades
- O título Fahrenheit 451 é uma referência
à temperatura que os livros são queimados. Convertido
para Celsius, esta temperatura equivale a 233 graus.
- Fahrenheit
451 é o único filme em inglês dirigido por
François Truffaut.
- Todos os créditos
de diretor, roteiristas, elenco, produtores, música, fotografia
e até mesmo o nome do filme são narrados em off, não
aparecendo nada escrito na tela. Apenas surge, no final, o tradicional
"The End" e o nome do estúdio que produziu Fahrenheit
451.
- Entre os livros
queimados pelos bombeiros está a revista Cahiers du Cinema,
para a qual o próprio diretor François Truffaut escrevia
na época.
- Após
o término da montagem de Fahrenheit 451, o diretor
François Truffaut declarou estar decepcionado com a versão
original do filme, pois não gostou de alguns diálogos
em inglês. Truffaut declarou ainda que preferia a versão
dublada em francês do filme, cuja tradução foi
inclusive supervisionada por ele.
Críticas
| nota |
Resumo |
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Albano Carlos Rosa (Crítica do Leitor):
"Abaixo à repressão e viva a liberdade
de expressão!" Texto
completo |
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Vander Colombo (Crítica do Leitor): "Belíssima
fábula de Truffaut que conta a história em
ritmo de conto de fadas. A abertura sem um cartão
de título sequer arrepia quando assistida pela segunda
vez. Inenarrável..." |
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Eduardo Macedo (Crítica do Leitor):
"Uma obra de arte, lançando todas as tendências
e maneirismos para a confecção de filmes
de ficção cult dos anos 70."
Texto
completo |
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Luiz Romão (Crítica do Leitor):
"Uma verdadeira apologia da difusão livre
das idéias." Texto
completo |
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Marcos Schiavette (Crítica do Leitor):
"É a visão
que completa a de George Orwell em 1984, ainda que o livro
seja melhor e menos acessível." Texto
completo |
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José (Crítica do Leitor): "O filme tem uma linguagem bastante inovadora e uma boa fotografia. Mas a narrativa é sonolenta, e a crítica do filme é burra. Hippies são apresentados como heróis salvadores da sociedade." |
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Léa (Crítica do Leitor): "Achei este filme muito interessante, ao ponto de você participar ativamente.
Nos faz refletir e isso é muito gostoso." |
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Bernardo Heinz Pimentel Liedtke (Crítica do Leitor): "Excelente filme e roteiro. Deviam ser feitos mais filmes com roteiros criativos e diferentes, ao invés de se encher os filmes com efeitos especiais e utilizar roteiros simples e previsíveis." |
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Rinaldo (Crítica do Leitor): "Um filme que mostra a repressão de uma forma sarcástica e triste." Texto completo |
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René Wagner de Barros (Crítica do Leitor): "Além de ser um clássico da ficção científica, nos faz parar para pensar sobre o que estamos fazendo contra a alienação dos meios de comunicação de massa em detrimento da boa leitura." |
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