Orin Boyd (Steven Seagal) é um detetive que, ao realizar seu trabalho, ultrapassou o limite da lei para servir a população. Transferido para o pior distrito policial do centro da cidade, ele logo se envolve na luta contra o tráfico de drogas local, recebendo a ajuda de Latrell Walker (DMX), um dos chefes do crime local que também pretende desbaratar a quadrilha dos traficantes.
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Ninguém dava um mísero dinheiro para ver Seagal nem de calcinha rebolando. Seagal sempre fez filmes de porrada de décima categoria, com mocinhas despeitadas e o próprio com frases célebres. Nisso os críticos arrebentam o filme. Mas desta vez não sobrou ninguem para falar mal (bom, só aquele que odeia de morte o Seagal, que odiou todos os seus filmes e não suporta nem ouvir seu nome). O filme apresenta um enredo legal, diálogos engraçados (acredite, Seagal contando piadas para rir mesmo) e show de coajuvantes (tem um gordão lá que é muito show), sem falar a ação do filme, que é maneira. DMX também está legal no filme. Acredite, só de ver Seagal fazendo tratamento com loucos e rebaixado para guarda de trânsito valem o ingresso. Sem contar a parte do o grandalhão entala na cadeira, que vale a compra da fita. IMPERDÍVEL! |
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"Rede de corrupção" tem um dos roteiros mais inverossímeis que já vi até hoje. E ainda assim possui diversas falhas de continuidade ou até mesmo se esquece de alguns de seus personagens ao longo da trama, como ocorre com a chefe de Seagal. Mas ainda assim realmente é um dos melhores filmes do ator (para se ter idéia do nível dos demais), apesar de Seagal não demonstrar mais a mesma agilidade de seus filmes anteriores. Algumas boas lutas, muita montagem para permitir golpes impossíveis e atores canastrões. Pode ser pouco para um filme comum, mas é muito para um filme estrelado por Steven Seagal. |
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Um ótimo filme de ação, assim como os demais de Seagal. Não é o melhor filme de sua carreira mas é bom. Só que os filmes de ação de hoje estão ficando chatos, todos estão na era Matrix e as cenas são um exagero. |
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Olha a roubada que eu entrei! Vi tanta gente elogiando esse filme, dizendo que mesmo sendo um filme com o Steven Seagal trazia algo diferente do que ele já havia feito. Na verdade a única coisa aqui que é diferente de seus outros filmes é a caprichada produção do Joel Silver. Até a direção do Andrzej Bartkowiak é como a dos outros filmes do Steven Seagal. Será que alguém admira o trabalho desse cara? Acredito eu que não, pois não é possível, em seus filmes só tem pancadaria gratuita e pior ainda, mal feitas. Aqui as lutas são lentas, mas a câmera fica se movimentando para dar a impressão de velocidade. Acho que ninguém foi enganado por esse truquinho barato e manjado. O roteiro do filme é tão ruim e inverossímel que dá até desgosto falar dele. As lutas são bobas, algumas exageram, outras são mal filmadas, resumindo: a cada tomada uma falha para se encontrar. Os argumentos do roteiro são tão ruins que não sei como alguém tem a coragem de passá-los para a telona. A junção de herói e bandido já foi feita em alguns filmes, mas em nenhum foi tão mentirosa quanto a desse aqui. Chega um momento de "Rede de Corrupção" em que não acreditamos no que estamos vendo. Uma total falta de respeito com quem gastou o dinheiro. Eu, que já não assistia filmes do Steven Seagal, só assisti esse pelos argumentos que eu apresentei acima e acho que jamais irei cometer esse mesmo erro. Cair em outra bomba como essa, mas nem pensar. Orin Boyd (Steven Seagal) é um policial durão (pra variar) que está sempre se metendo em confusão. Assim ele acaba caindo de posição dentro da policia e cai em um esquadrão horrível, chegando até a ser guarda de trânsito. Após um roubo de droga ele está novamente dentro do esquema, mas ele acaba descobrindo uma rede de corrupção que envolve policiais. Assim, criminosos se juntam a ele para acabar com esse esquema. Jogando clichês imensamentes ridículos, o filme acaba caindo mesmo é na chatice. Fica repetitivo e o final nunca parece chegar e, quando chega, nos faz rir de vergonha de tão podre. "Rede de Corrupção" é um filme tosco do início ao fim, não cai nessa de que o filme é diferente dos outros do Seagal, é a mesma porcaria. Salva-se alguns momentos raros de boa ação. Tem um tiroteios que vão te fazer rir, fica 20 minutos de bang-bang e ninguém acerta ninguém. Ria de si mesmo! |
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Steven Seagal! Basta dizer esse nome que já dá para notar que lá vem bomba cinematográfica e esse filme não foge à regra! É provavelmente o filme mais idiota que eu já vi na minha vida, o roteiro é um absurdo, este tal "Rede de Corrupção" consegue ser o pior filme de Steven Seagal, apesar da grande concorrência! Eu não consigo entender como o filme passou em branco pelo Framboesa de Ouro, um filme tão ruim como este que de bom só a fotografia! E esse tal de DMX, que é um péssimo ator!Resumindo em poucas palavras: "Rede de Corrupção" é o pior filme que eu já vi em toda minha vida, eu não consegui assistir mais da metade do filme, é simplesmente uma porcaria! Apesar de toda a carreira medíocre de Steven Seagal, este filme consegue ser pior do que "Em Terreno Selvagem", "Ameaça Subterrânea" e "Guerra Biológica" juntos! |
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A coerência depende de fatores dos mais diversos tipos para que o texto seja construído. Eles podem ser de ordem lingüística, cognitiva ou cultural. "Os elementos de coerência servem como pistas para a ativação dos conhecimentos armazenados na memória, constituem o ponto de partida para a eleboração de inferências, ajudam a captar a orientação argumentativa dos enunciados que constituem o texto, etc." (KOCH, 1998:59). O conhecimento do mundo é um elemento de suma importância para a coerência de um texto. É necessário que o autor seja cauteloso para que seu texto não pareça totalmente estranho ao seu receptor quanto ao seu conteúdo. Esse tipo de conhecimento é arquivado em nossa memória, à medida em que vivemos, em blocos cognitivos, para que não os percamos durante a vida.Um tipo de modelo de bloco cognitivo segundo KOCH (1998:60) são os scripts: "conjuntos de conhecimentos sobre modos de agir em dada cultura, inlusive em termos de linguagem". FÁVERO (1993: 66) afirma que os "scripts são planos estabilizados, utilizados ou invocados com muita freqüência para especificar os papéis dos participantes e as ações deles esperadas". Nos scripts, as funções devem ser preenchidas por seres determinados dentro do quadro social, por muitas vezes estereotipados.Um erro de coerência dentro do modelo cognitivo de script pode ser percebido no filme "Rede de Corrupção (Exit Wounds, de 2001)". No longa-metragem, Steven Seagal é um detetive que acaba salvando a vida do vice-presidente norte-americano, que sofrera um atentado de ex-policiais. Depois é convocado para investigar uma vizinhança que está sob suspeita de tráfico de drogas. No meio da aventura, apaixona-se por uma policial, que o ajuda nas investigações (Isaiah Washington). Os dois vivem um típico romance, com beijos calorosos e tudo mais que o enredo dos filmes de ação pedem.Está montado aí um thriller com um herói que se apaixona pela mocinha, um famoso script muito presente nos filmes estrangeiros e digno da cultura ocidental. Porém, o andar do filme é atrapalhado com uma cena surpreendente. Numa perseguição a traficantes de drogas, Isaiah dá uma carona ao detetive Orin Boyd para ajudá-lo a pegar os bandidos (mais uma comprovação do script do herói). Porém o jipe que a policial dirige bate em um caminhão. Orin, antes que o automóvel batesse, consegue pular e se livrar de possíveis ferimentos. A jovem policial, entretanto, não consegue fazer o mesmo e acaba batendo a cabeça contra o pára brisas do carro. Orin apenas olha a mulhar ensagüentada e, sem esboçar reação alguma, consegue arramjar uma motocicleta para correr atrás dos traficantes.Não era o personagem de Steven Seagal o apaixonado homem que possivelmente viveria um romance até o final do filme? Por que ele deixaria que a atraente policial se acidentasse e deixaria de prestar primeiros socorros ou até mesmo levá-la ao hospital? Percebe-se que o diretor Andrzej Bartkowiak não conseguiu manter o script do herói até o fim do filme: a policial sequer é mencionada depois dessa cena.Como o referido modelo cognitivo preza, seria necessário que o diretor mostrasse ao menos o entrerro do policial, ou os sentimentos fúnebres de Orin, o que não ocorreu. Portanto, o filme "Rede de Corrupção" demostra um grave erro decoerência, que acaba por comprometer a construção argumentativa da narrativa cinematográfica. |
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