Royal Tenenbaum (Gene Hackman) e sua esposa Etheline Tenenbaum (Anjelica Huston) tiveram três filhos, Chas (Ben Stiller), Margot (Gwyneth Paltrow) e Richie (Luke Wilson), e logo depois resolveram se separar. Com o passar dos anos cada um dos filhos demonstrou talentos diferentes, tornando-se todos bem-sucedidos. Chas logo em sua adolescência resolveu investir em bens, demonstrando um dom natural para finanças, enquanto que Margot se tornou uma escritora de sucesso e Richie um tenista profissional de sucesso. Mas toda a história de sucesso dos três jovens Tenenbaums é esquecida quando seu pai resolve reatar os antigos laços e lutar pelo amor de Etheline, que está prestes a se casar com seu contador, Henry Sherman (Danny Glover).
|
|
|
||||||
|
Bom filme. Na verdade "Os Excêntricos Tenenbaums" possui dois grandes destaques: seu roteiro e a precisa caracterização dos personagens principais. Este é um filme que lembra um pouco "Magnólia", nem tanto pelo brilhantismo do filme de Paul Thomas Anderson mas sim porque também possui um roteiro linear, em que vários personagens interagem entre si, e sem um clímax definido. Isto acaba fazendo com que o filme, apesar de ter cenas simplesmente sensacionais, fique cansativo em sua metade, retomando o fôlego apenas no final. A divisão do filme em capítulos, como se fosse um livro, também acaba favorecendo a este cansaço do público. Mas o mais interessante no filme é justamente a caracterização dos personagens, que desde o início consegue fazer com que o público identifiquem como eles são. Há a depressiva Margot (Gwyneth Paltrow), que vive desiludida com seus parentes e seu casamento; o neutórico Chass, que ainda se recupera da morte da esposa; e Richie, o caçula da família que possui seus conflitos internos e transmite uma postura mais zen. Há ainda Royal, o pai pilantra que aos poucos descobre o valor da família que simplesmente abandonou; Etheline, a mãe zelosa que fez tudo pelos filhos; Eli, vizinho da família Tenenbaum que cresceu sonhando em se tornar um deles; Henry, contador da família que se apaixona por Etheline; e ainda Raleigh, que ao mesmo tempo em que trabalha numa experiência biológica sofre com os problemas em seu casamento com Margot. É toda esta gama de personagens que consegue fazer com que a história se torne tão interessante ao público, fazendo com que todos os atores surjam bem em cena, sem haver um destaque específico. Se o próprio modo como a história é contada não o tornasse cansativo no seu decorrer, possivelmente este "Os Excêntricos Tenenbaums" teria chegado perto da genialidade de "Magnólia"." |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Os primeiros minutos de "Os Excêntricos Tenenbaums" estão entre os melhores da história do cinema. Comentada por uma versão instrumental de "Hey Jude", dos Beatles, a apresentação das personagens, todas elas tratadas bizarramente pela vida, transmite brilhantemente o que o filme pretende ser. O carinho que seu diretor e roteirista Wes Anderson tem por elas lhe garante uma identidade própria. Trata-se de um filme realmente diferente de todos os outros.Personagens problemáticas fatalmente são envolvidas em situações melodramáticas ou depressivas e Anderson as conduz em um universo que quer mais do que tudo ser colorido e alegre. Os Tenenbaums e todos os que lhe cercam, graças à genialidade de seus criadores e à performance perfeita de todo o elenco, são capazes de transitar para sempre no imaginário dos cinéfilos, assim como as personagens de ''Do mundo nada se leva'', outro filme marcante sobre uma família nada convencional." |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Atores primorosos em belíssimas cenas. O filme é uma sátira divertidíssima ao comportamento familiar, aos relacionamentos amorosos, ao consumo de drogas e à falsidade dos humanos. A trilha sonora é fantástica: Ramones, Beatles, The Clash, Velvet Underground, Bob Dylan, etc. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Quando fui assistir "Os Excêntricos Tenembaums" não sabia o que estava por vir. Sem dúvida alguma, a maior pérola americana do último ano, completamente esnobada pelo Oscar. A única categoria em que concorreu, roteiro original, era para ter ganho. E era pra ter tido no mínimo mais 3 indicações: filme (o melhor do ano!), ator (Gene Hackman, que merecia mais o prêmio pela sua atuação entre comédia e tragédia do que os extremamanete dramáticos Russell Crowe e Denzel Washington) e atriz coadjuvante (para uma Gwyneth Paltrow mais inspirada e dedicada do que a vencedora do Oscar em 99). Sem falar na direção, muito interessante, e a divisão em capítulos, que explica a ênfase em certos personagens em determinadas partes do filme. O filme está de parabéns e Owen Wilson provou que é melhor roteirista do que ator. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Adorei "Os excêntricos Tenenbaums". Achei extremamente estiloso e sofisticado. Um filme rico em detalhes e temos todo o tempo a impressão que o filme está sendo narrado pelas bordas, sem atingir diretamente o "nó dramático" da questão, como um belo filme de Robert Altman. O roteiro vai revelando detalhes e situações (a priori) relevantes, mas estes fatos vão fazendo com que os personagens bizarros pareçam reais. Gene Hackman tem uma interpretação irretocável como Royal Tenenbaum, pilantra e com os dias contados na Terra, sempre assessorado de perto pelo seu fiel escudeiro Pagoda. Mas é certo que com exceção de Ben Stiller, que está exagerado demais no papel do filho neurótico, as demais interpretações também são primorosas. Anjelica Huston mais uma vez arrasa e Luke Wilson está indiferente e distante, no bom sentido, como o filho suicida. Mas Gwyneth brilha como uma apática moça de sociedade, sua personagem aprecia tudo com um olhar blasé de quem desgosta de tudo; um papel que se encaixa com perfeição à beleza high-society de Paltrow. Sua interpretação me faz lembrar o jeito como Lauren Bacall (tão sofisticada quando Gwyneth) desliza indolentemente pela tela em qualquer de seus filmes, seja em "À Beira do Abismo" (clássico de Howard Hawks) ou no mais recente "Prêat-à-Porter". A lamentar nos Tenenbaums apenas a impressão de que o roteiro se estendeu além do que deveria e muitas vezes achamos que o filme vai acabar... mas não acaba! A direção de arte é impecável e a trilha sonora é tão boa quanto a de "Quase Famosos", as músicas melancólicas nos fazem acreditar que não estamos assistindo a um filme oco. O filme tem algumas belas quedas para o drama e o final é belo e sincero. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O filme não é ruim, mas eu não diria que é bom. Eu diria que ele tinha potencial. Os personagens são bons e os atores são ótimos, mas não sei, acho que faltou um tom mais cômico. Essa foi uma das comédias menos engraçadas que eu já vi. Nem sei se isso pode se classificar como comédia mesmo. Me pareceu um filme que saiu do nada pra chegar a lugar algum. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O filme foi incrivel, otima musica (Elliot smith com: needley in the hey), um grupo de feras atuando, uma historia que foi se desdobrando de uma forma bem diferente da convencional. è uma cómedia que nem todos entendem por ter uma certa sutileza que para alguns não é tao obvia quanto para outros. Foi um achado p/ mim, não é lixo como o tão esperado " beleza americana", filme q achei uma verdadeira porcaria e perda de tempo com uma trilha sonora muito mau escolhida p/ o tipo de filme. Enfim, achei o filme perfeito, com pessoas certas nos papeis certos. Mas como não acredito q o Oscar seja uma premiação justa, tenho certeza q não influencia em nada. Pq esse filme tinha capacidade pra ganhar ateh 3 estatuetas... mas como tudo é carta marcada consigo entender pq naum aconteceu. |
|||||||
| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
| 2 - | Premonição 4 | 5 | 16 |
| 3 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 25 |
| 4 - | Sherlock Holmes | 8 | 37 |
| 5 - | O Fada do Dente | 7 | 3 |
| 6 - | Amor Sem Escalas | 6 | 8 |
| 7 - | High School Musical - O Desafio | 8 | 8 |
| 8 - | O Fim da Escuridão | 6 | 4 |
| 9 - | Invictus | 8 | 10 |
| 10 - | Xuxa em O Mistério de Feiurinha | 4 | 35 |