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Elefante

titulo original: (Elephant)

lançamento: 2003 (EUA)

direção: Gus Van Sant

atores: Alex Frost , Eric Deulen , John Robinson , Elias McConnell , Jordan Taylor

duração: 81 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Elephant
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 21 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:
  • estúdio:HBO Films / Blue Relief Productions / Meno Films / Pie Films / Fearmakers Studios
  • distribuidora:HBO Films
  • direção: Gus Van Sant
  • roteiro:Gus Van Sant
  • produção:Dany Wolf
  • música:
  • fotografia:Harris Savides
  • direção de arte:Benjamin Hayden
  • figurino:
  • edição:Gus Van Sant
  • efeitos especiais:

imagens - 7

Elefante Elefante Elefante Elefante Elefante Elefante Elefante

sinopse:

Um dia aparentemente comum na vida de um grupo de adolescentes, todos estudantes de uma escola secundária de Portland, no estado de Oregon, interior dos Estados Unidos. Enquanto a maior parte está engajada em atividades cotidianas, dois alunos esperam, em casa, a chegada de uma metralhadora semi-automática, com altíssima precisão e poder de fogo. Munidos de um arsenal de outras armas que vinham colecionando, os dois partem para a escola, onde serão protagonistas de uma grande tragédia.

elenco:

  • Alex Frost (Alex)
  • Eric Deulen (Eric)
  • John Robinson (John McFarland)
  • Elias McConnell (Elias)
  • Jordan Taylor (Jordan)
  • Carrie Finklea (Carrie)
  • Nicole George (Nicole)
  • Brittany Mountain (Brittany)
  • Alicia Miles (Acadia)
  • Kristen Hicks (Michelle)
  • Bennie Dixon (Benny)
  • Nathan Tyson (Nathan)
  • Timothy Bottoms (Sr. McFarland)
  • Matt Malloy (Sr. Luce)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2003
nota:Rate07
Um exercício de direção para Gus Van Sant. Assim é "Elefante", que rendeu ao diretor a consagrada Palma de Ouro no Festival de Cannes. O longa-metragem é uma coletânea de imagens muito bem cuidada por Van Sant, de forma a que possa experimentar enquadramentos da câmera e formatos para a história que não são muito usuais no cinemão hollywoodiano. Até certo ponto o formato como a história é narrada, sempre pausadamente, lembra um pouco "Solaris", a recente refilmagem de Steven Soderbergh. Entretanto não há muito o que comentar de "Elefante" a não ser a bela direção de Gus Van Sant. A história é um fiapo extendido ao máximo, narrando eventos muito parecidos com os ocorridos na escola americana de Columbine. Há na verdade um grande truque do diretor, ao qual a reação do público acaba sendo determinante para gostar ou não do filme. Explico. Durante pouco mais da metade do filme Gus Van Sant apresenta ao público diversos personagens, todos estudantes comuns de uma escola qualquer. Através destas pequenas histórias passamos a nos interessar por aquelas pessoas, além de sermos situados no tempo dos acontecimentos, já que por diversas vezes uma mesma cena é exibida só que através da ótica de outra pessoa. O painel de todas estas óticas forma o panorama do momento: uma escola normal, com estudantes normais com seus interesses de adolescentes, em um dia absolutamente igual a todos os demais. A partir do momento em que dois adolescentes entram na escola com metralhadoras é que ocorre o truque de Gus Van Sant, em relação aos personagens apresentados na metade inicial do filme. O modo como se lida com tais personagens, e com a própria história daquele instante em diante, é inesperado e foge do padrão hollywoodiano, onde tudo sempre é explicado e tem início, meio e fim. O final do filme pode inclusive provocar reações dúbias, de apoio e desagravo. Para quem gosta de ser surpreendido, como eu, trata-se de um bom filme, cujo formato e direção é o que há de mais interessante. Mas para um ganhador da Palma de Ouro esperava mais.
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Daniel the Walrus
03/01/2003
nota:Rate010
"As circunstâncias de um evento são tão fáceis de ignorar quanto um elefante no meio de uma sala de estar" Deus fala pela Biblia: ""Amai a Deus e ao próximo como a ti mesmo", mas ele esqueçe de explicar se isso é regra ou apenas uma sugestão. E ainda dá para o homem o livre arbítrio. Não são todos as pessoas no mundo que encaram os mandamentos como ordem universal, e sim apenas como o nome de alguns filmes velhos com Charlton Heston. As vezes algumas pessoas seguem à risca as lições divinas apenas a parte, achando que amando apenas alguns, já estarão fazendo alguma coisa. E essas pessoas tendem a amar outros que, naturalmente, possuem mais semelhanças entre elas. Amam pessoas que gostam das mesmas coisas que elas, que pensam sobre as mesmas coisas, que agem da mesma forma... amam tanto que até mesmo aceitam suas poucas diferenças. E as que chegam depois, mesmo não sendo como elas, acham que precisam ser iguais para serem aceitas por aquelas outras pessoas que já estavam lá, e fazem de tudo para isso. E assim é 90% da humanidade. Do planeta. Dos Países. Das Cidades. Dos Trabalhos. Das escolas...Escola... O ambiente mais assustador da vida do ser humano. O primeiro texte psicológico ferrado que vc terá com outras pessoas, que não sejam seu pai ou sua mãe. O primeiro grande indício que a vida não será tão maravilhosa assim. O pior ambiente da vida de uma pessoa em formação, em todos os sentidos possíveis. Físicos, psicológicos, de caráter...O pior lugar de uma pessoa, no pior momento de sua vida. A escola é um matadouro. De uma hora para outra, sem aviso prévio, te tiram do conforto do seu lar ainda criança e colocam lá dentro junto com outros iguais a vc. Um "gado", tendo que se apertar entre eles para obter seu espaço e ao mesmo tempo aprender a fazer aliados para sua própria sobrevivência, (como na prisão) e o mais importante. Aprender a se adaptar a todo esse inferno.A escola é cruel. Mas "ela" não faz por mal. Foi criada para educar nossas crianças. Ensinar coisas que nossos pais não são capazes de explicar sozinhos. Explicar como funciona o mundo e seus derivados, pegando informações das fontes mais arcaícas e complicadas. Vc aprende a ler e somar na escola. Aprende a pensar, a calcular, a questionar. Ela ensina como nascemos, em todos os sentidos. Como nossos ancestrais agiam em sua época, e como o nosso planeta é diferente de outros. Assim como nosso país é diferente de outros. A escola ensina muito, mas quando achamos que ela vai ensinar mais, já aprendemos o bastante para saber que não existe mais porcaria nenhuma que a escola possa nos ensinar, e isso acontece geralmente quando estamos longe de sair dela. Acordamos todo dia as 6 da manhã para aprendermos coisas (que não aprendemos) que nunca usaremos. Resta apenas tentar estudar a nossa personalidade e a dos outros.A Escola nada é mais que uma sala de tribuna, sem se preocupar em saber os fatos. As evidências. O íntimo. Vc JULGA as pessoas tão fácil quanto lá, mas sem "provas". A casa de todos os esteriotípos que tanto assustam as pessoas (inclusive eu). Mas não são todos os excluídos que se deixam afetar. Existe aqueles que aceitam sua condições sem alarde e tentando o máximo, se adaptando como podem, com outras pessoas que assim como eles, tb se esforçam. Eles se divertem e se sentem queridos ou importantes tanto quanto aqueles considerados mais adaptados ainda.John, um típico colegial normal e saudável, é um exemplo claro disso. Responsável e sensível, John está mais preocupado com o pai com problemas de alcoolismo do que ser convidado para uma festa dos atletas na escola. Não é popular, mas tão pouco é excluído. Apenas é mais seletivo em suas amizades, mesmo sendo amigável com todos. Assim como seu amigo ELia, aspirante a fotográfo que esconde suas motivações em sua maior paixão. Tirar fotos.Diferente de John, Jordan é seu típico atleta-popular-super-star-esnobe que as escolas tão previligiam. Talentoso nos esportes e cheio de amigos, Jordam pode parecer a figura perfeita para se sobreviver na escola. Mas não se engane com isso. A escola é um inferno para TODOS, inclusive para aqueles que tem uma espécie de STATUS colegial. Eles, diferente dos excluídos, acostumados a serem excluídos, precisam lutar todo dia para continuar no "topo" e agir da forma como o "sistema" pede. A cada passo, cada piada, cada jogada, cada gesto... Eles precisam ser perfeitos. Até falhando. E Jordan, por mais afirmar que ama seu estilo de vida para sua namorada, não pode negar algo tão obvio. Ele não perde a chance de sacanear um colega fora da "ELITE" apenas para se mostrar aos seus colegas que as vezes nem precisam ser seus amigos. Ele quer apenas se mostrar, em cada gesto, como ele PODE fazer o que quer com quem quiser por ser quem ele é. Um tipíco e saudável colegial.E por último, formando a base do filme com os outros dois alunos, vem Alex, o típico NERD tão festejado como uma espécie de "bobo da corte" na monarquia que é a escola. Por algum motivo ele não gosta do que os outros gostam, ou pelo o menos do que a maioria admira. Seus interesses são outros ou nenhum. Mas ele tem dificuldade em se expressar também, ou se manifestar, que faz ele ficar imune a alguma compreensão por parte de seus colegas. E como toda a natureza do ser-humano, tendemos a excluir ou até mesmo "destruir" o que não entendemos. Escondemos a nossa ira por não conseguirmos entender alguma coisa, por forma de desprezo. E Alex é vítma desse desprezo, formado pela ignorância e a incompreensão que assola a nossa espécie e que Truffaut já havia alertado antes em "400 BLOWS. Incompreensão gera incompreensão. Alex não entende pq é tão humilhado, mas assim como seus agressores, não tenta muito compreender. Sem carinho, sem amigos, sem amor, só lhe resta um sentimento sobrando. Ódio. E é nele que ele se agarra com a paixão que faltou em outras coisas. E junto com o colega Eric, vitma dos mesmos abusos, une interesses para sua planejada vingança, sendo eles, dois típicos e...Saudáveis colegiais??? Sim, pq não?E unindo todos esses elementos que chegamos a conclusão que Gus Van Sant sabe de tudo disso. Um especialista em retratar o mundo dos jovens diferentemente que milhares de comêdias americanas dos anos 80 tentaram mostrar. Um lado melancôlico dos excluídos. Das pessoas que NÂO se adaptam ou daqueles que fazem TUDO para se adaptar, e como isso pode ser assombroso para alguns... E eternamente pertubador. E isso tudo culmina no que aconteceu em 1999, na Escola Columbine nos Estados Unidos em Portland, Oregan, quando dois estudantes, fortemente armados, entraram na escola atirando em todos e tocando o terror, SEM MOTIVO APARENTE...Fato em que o filme ELEFANTE, é baseado. A reconstituição ficcional dos fatos ocorridos no colégio.Van Sant filma o céu e as nuvens passando para saber, desde lá, se existe uma conexão entre o tempo e os jovens. Se um dia claro os motiva ou se um nublado os deixam instigados. Anciosos. Inseguros. As cenas longas escondem, em cada sutileza, a personalidade de cada pessoa. Jordan caminha do campo de futebol até a escola em uma tomada só, em busca de sua namorada. Ele anda orgulhoso apenas por existir. De fundo ouvimos Alex, que não aparece, mas no mesmo momento toca "Fur Elise" de Beethoven em seu piano depois de mais um dia difícil no colégio. Um talento obscuro e que poucos da sua idade iriam aprecia-lo por isso. Três garotas sem muito coisa na cabeça, mas que fazem parte do esteriotipo REAL que existe em uma escola, passeam falando das coisas mais insignificantes como se fossem as mais importantes do mundo, e enquanto isso a desajustada Kristen, retratada como uma anormal Mor no filme, é apenas mais uma pessoa se escondendo muito bem em uma "fantasia" para escapar de algum jeito da sua falta de convivência social. E acreditem. Cada personagem nesse filme chamados de esteriotipados, existe na vida real, e estão em cada esquina da nossa casa... ou escola. O filme é um pseudo-documentário ao estilo "KIDS" e não faz questão nenhuma de julgar o que acontece na tela. Mostra a ação e reação de cada cena. Parece acontecer em um dia só, mostrando os acontecimentos fragmentando aos poucos através do ponto de vista de diversos personagens na história. Acontecimentos não-lineares se juntam no final da melhor maneira possível. Eric que aparece na casa de Alex enquanto esse toca piano, joga um jogo de computador que o objetivo é simplesmente atirar nas pessoas que aparecem. Os dois depois compram armas pela Internet da maneira mais fácil e "segura" possível e depois as testam na parede do porão. Mais tarde eles discutem Hitler, enquanto assistem um documentário nazista e horas antes do massacre, tomam banho juntos e em um momento inesperado, se beijam, levados ao pânico total da incerteza sobre o futuro (Eric revela para o amigo que nunca tinha beijado ninguém antes) e da ansiedade acompanhada pelo tédio, em uma das cenas mais sinceras da história do cinema. O suficiente para detratores virem e acusar o filme de ufanismo e moralismo, tentando fazer o povo acreditar que eles são movidos por influências preconceituosas, ainda mais pelo fato de Eric ser um "Eminemzinho"... Tb o acusam de não ter fibra ou motivo o suficiente para mostrar o pq dos assassinatos. O que poderia levar dois garotos ricos e suadáveis matar seus colegas apenas por implicância na escola? Tentam dizer que é difícil ter pena dos "pobre garotos ricos americanos". Bobagem. Bobagem porque tudo que e se consome inspira as pessoas. Desde os desenhos dos Smurffs até os interesses da Bolsa de valores. Não é nem uma questão de saber se coisas influenciam para o mal ou não, mas saber que o mercado de consumo MONOPOLIZA SIM o mundo, querendo ou não. Somos influênciados todo dia por todo tipo de coisa. De um comercial de celular até a uma roupa da moda. É quase todo mundo que se influencia por Avril Lavigne e "MATRIX" para sair fazendo bobagem? Não sei, mas não é todo mundo que toca Beethoven no piano e depois sai matando pessoas. E se Eric é "Eminemzinho", como não notar que Alex é um "John Lennonzinho", o Gandhi do Rock'N' Roll? Bobagem tb pq não precisamos sentir pena dos assassinos para ficarmos comovidos com a história. Mas tb deveriamos porque, mesmo não tendo desculpa pelos atos malignos cometidos pelos dois, a de sentir-se simpatia por aqueles que sofrem nas mãos dos outros todo dia em todo lugar. Aqueles que são tratados como lixos apenas para satisfazer as vontades cômicas dos outros. Eu sinto pena pelas vítmas, mas sinto pena pelas pessoas que são tratadas assim com certeza. E o fato deles serem " muito bonitinhos, ou muito ricos ou muito americanos" não vão me impedir de sentir isso, pq seria tão preconceituoso quanto aqueles que não sentem pena dos pobres. Mas para falar a verdade, eu não sinto pena por alguém apenas por ser pobre. Sinto pena por alguém que sofre e SENTE o sofrimento todo dia. Então sinto muito para os "ricos meninos pobres" felizes nas favelas, mas sem motivo, não há pena. E quanto ao pai alcoolátra de John, interpretado pelo excelente Timothy Bottoms, que é a CARA do atual presidente dos Estados Unidos, George Bush, destruido pelo documentarista Michael Moore no filme "Tiros em Columbine que TB tratava sobre o incidente ocorrido na escola? Não seria isso uma ironia bastante divertida incluida de Van Sant antecipando as críticas banais de sempre? Se foi, é mais genial ainda. E deixando claro que TODO mundo é influênciado TODO dia por algo. O que não quer dizer que ela vai sair atirando ou matando gente por aí. Ah! E outro dado curioso é que, os dois atiradores reais, Eric e Dylan, eram integrantes a uma gangue chamada Máfia da Capa Preta que eram VICIADOS em jogos violentos de tio em 3ª pessoa EXATAMENTE igual ao que Eric do filme jogava, louvavam umma religião que cultuava a morte (Com tendências súicídas), adoravam Marlyn Manson e no dia do massacre em Columbine, se "comemorava" o aniversário da morte de Hitler. Sem contar que a alienação nunca está totalmente fora de quadro quando vemos que Eric não faz idéia de quem é Hitler. Isso que é um filme fiel aos dados reais... O ato final, a cena do massacre na escola revela com força uma nova atmosfera que até então era só insinuada. A apatia. É impressionante a indiferença dos dois garotos durante a matança. É relevante ver as cenas da chacina como uma metáfora obvia ao videogame, com pessoas caindo uma por uma (para começar quando eles ainda estão planejando com uma mapa da escola, como entrariam lá, o esquema das bombas já instaladas nas salas e o sistema de saída. Igualzinho um mapa de atalho de game para "zerar" um jogo, que é ressaltado ainda mais quando, acabado a explicação, Alex lembra a Eric algo muito importante: "Have Fun!" (Divirta-se) que foi a MESMA coisa encontrada escrita no bilhete de Dylan para Eric na vida real, antes do massacre. Mas além de tudo isso, é inevitável perceber como os dois eram tão frios atirando como profissionais em um ambiente que parecia mais uma "caça ao pato", o que na verdade revela-se que eles matando toda aquela gente era como andar no parque. Natural. Poupavam poucos (Os assassinos na vida real fizeram uma lista de nomes dizendo quem deveriam poupar e quem deveriam matar) e as vezes matavam por puro instinto. Mas tudo de forma "passiva" (Se é que se pode dizer tal sândice), sem o ódio expecífico no olhar, se não o ódio já acomulado. E essa indiferenças já se encontrava no primeiro momento deles juntos. Horas antes do massacre, tocavam música, jogavam videogame e tomavam café da manhã como um dia ordinário como qualquer outro, como se nada estivesse prestes a acontecer. A indiferença de Alex em dar uma "pausa" da matança para sentar na cafeteria e tomar um suco em cima de uma mesa de alguém morto, como TAMBÈM aconteceu de verdade nos tiroteiros em Columbine. (Quem viu os videos gravados da câmera da escola, sabe). Indiferença aos pedidos dos colegas, chorando em desespero implorando suas vidas, com gargalhadas e respondendo com tiros impiedosos. Essa indiferença TÂO real que deixa o filme ainda mais assustador. Uma indiferença de escolha. De sorte. De seja o que Deus quiser. De escolha. De "Uni-Duni-Tê"... Uma indiferença mais emotiva e mortal do que qualquer gesto passional. Gus Van Sant aqui está longe de ser o cineasta formalista de filmes como "Gênio Indomável" e "Finding Forrest. Ele usa sua câmera para observar a juventude que tanto o fascina e só. Ele não para o filme pra ensinar bons modos para uma criança, como fez com Matt Damon em Gênio. Ele agora só quer observa-las. E escolhe uma das maiores tragédias da história para observar, e assim como o público, tentar entender.
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Carlos Palacios
04/01/2003
nota:Rate07
O primeiro filme bom de Van Sant que eu já assisti até agora. Trata com frieza o trágico acontecimento do massacre de Columbine, mostrando um ambiente escolar onde praticamente não há amizade, afeto e amor. Tudo construído no filme por Van Sant é seco, para mostrar um ambiente que a qualquer momento está prestes a explodir. Longe de ser uma obra-prima, mas de longe é melhor do que Gênio Indomável e o remake de Psicose.
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Adriano Cloretz
05/01/2003
nota:Rate07
A filmagem tem a perspectiva de um videogame tipo Doom. O plano sequencial longo lembra as trajetórias intermináveis desses games de ação.A captação das imagens feitas por trás dos personagens também contribuem para o efeito "game em primeira pessoa".Para o filme de Gus Van Sant, essa seria a visão dos assassinos. Os colegas são alvos de um jogo eletrônico. O filme é muito bom. Não culpa a indústria do game. Apenas representa cinematograficamente a tragédia daquela escola.
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Andréaa
06/01/2003
nota:Rate07
É um filme muito interessante porque trata de um tema atual, mundialmente. Tem sido muito elogiado, mas na minha opinião o vai e volta do enredo é cansativo e monótomo, talvez com esse objetivo propositadamente, mas achei difícil de assistir.
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Júliaa
07/01/2003
nota:Rate07
Dou esta nota ao filme por sua primoridade técnica, a fotografia é uma das amis belas q já vi, os movimentos de camera dão todo um tom a e o clima cetos as cenas,porém não gostei muito da visão do diretor com relação ao q aconteceu em columbine....não sei acho q por ser um filme lento e na minha opinião ,ligeiramente frio,não ame agradou muito...e o final é muito abrupto..poderia ser melhor porém tecnicamente perfeito!
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Ana Beatriza
08/01/2003
nota:Rate08
O filme sobre a tragédia de Columbine (mesmo tema do documentário de Michael Moore) não aponta conclusões sobre o assunto. Leva a gente a pensar e tirar nossas próprias definições sobre a causa do aumento da violência não só na sociedade americana, mas em todo o mundo. Assistam!
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Élida Oliveiraa
09/01/2003
nota:Rate04
Para mim, o filme Elefante, de Gus Van Sant, tem um valor quase imperceptível. Os menos avisados correm o risco de sair do cinema com a incômoda sensação de nao saber se gostou ou não do filme. Ele realmente deixa a desejar no quesito "reflexão" sobre um assunto tão perturbador - a violência nos colégios americanos, e porque nao?, na juventude mundial - mas esse também não era o propósito do cineasta. De maneira crua, acompanha o dia de diversos adolescentes que convivem naquele mesmo espaço comum, tendo como mérito a edição das imagens, que apresentam diversas visões dos protagonistas do sinistro evento. Costurando as imagens, dá a percepção da simultaneidade das ações, enquanto o espectador assiste, passível, à sonolenta sequencia. Nem quando sabemos quem sao os assassinos e o que logo acontecerá depois sentimos alguma ponta de angústia. Se a intenção de Gus Van Sant era fazer o espectador sentir um ´mea culpa´ pelo distanciamento da ação, conseguiu com maestria. Quando percebemos que aquele tipo de violencia nao atinge mais, damo-nos conta de que a insignificancia da vida humana é o tema de Elefante.
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Rodrigo
10/01/2003
nota:Rate06
Primeiramente, é preciso entender o porquê do título Elefante . O nome faz referência a uma parábola budista na qual vários cegos tocam um elefante, e cada um o descreve de acordo com a parte que tocou: a pata, a cauda, a orelha ou a romba. Mas nenhum é capaz de imaginar o animal em sua totalidade. A nós, é mostrada a "visão" de todos os cegos (uma de cada vez) da parábola, sendo assim, possível tirar nossas próprias conclusões e entender melhor o elefante. Pois, quando se tem a visão de um só dos lados da história, não é possível compreender o que está acontecendo nem o porquê. Também outra interpretação para este título é a história do elefante instalado na sala de estar que só é notado quando o estrago chega a proporções maiores do que o suportável. Mas o próprio diretor disse que o seu filme está mais para a primeira interpretação do que a para a segunda, mas não que esta última esteja errada. O filme tem um estilo e uma proposta bem diferentes do normal e muito interessantes. Elefante é composto por diversos planos seqüência, dentro dos quais é contada a mesma história, mas na visão daquele que a câmera acompanha. A história começa acompanhando John, que tem um pai alcoólatra e sofre por isso. E logo depois, Eli, que sai pelas ruas a tirar fotos retratando a sua visão do mundo. A câmera os acompanha até a escola. E é lá onde se passa quase toda a história. A partir daí, a câmera passa a acompanhar as trajetórias de vários estudantes, nas quais é possível ver seus problemas, como são e o que sentem. Nate e Carrie, os namorados que causam inveja aos outros alunos; as amigas Brittany, Jordan e Nicole, patricinhas, e Michele, a nerd, que vive em isolamento e sendo humilhada, o que torna o filme um tanto estereotipado. Elefante não tem linearilidade de tempo alguma. O filme, na maioria das vezes, vai até certo ponto do enredo e volta para contar a trajetória de outro personagem, que passa por um já mostrado, para deixar bem clara a proposta do filme. Tudo está acontecendo normalmente na escola de Columbine, no interior dos Estados Unidos, e todos vivem suas vidas sem imaginar o que está prestes acontecer. Alex é um jovem que sofre com as implicâncias de Carrie e decide se vingar no mesmo dia. Ele vai pra casa e elabora um plano junto com seu amigo. Os dois compram uma metralhadora pelo correio que, somada aos pertences bélicos dos dois, se torna um belo arsenal de guerra. Os dois, então, se dirigem para a escola vestidos como se estivessem indo para o campo de batalha. Alex e seu amigo entram na escola armados até os dentes, e o único que percebe a catástrofe que está para ocorrer é John. Dentro da escola, os dois amigos, com toda a frieza do mundo, matam todos que vêem pela frente, assim como no vídeo game que jogam em casa. Os recursos estilísticos usados pelo diretor são bem evidentes. Longos planos seqüência simulando uma visão de vídeo game, em que a câmera acompanha a trajetória do indivíduo pela escola. Dificilmente é possível ver alguma coisa além do personagem que está sendo seguido pela câmera, pois o resto do quadro fica todo desfocado, o que é um pouco desconfortável para os olhos. A edição de som ficou mal feita, pois é claramente possível sentir a diferença brusca de som quando muda de um microfone para o outro. Também é possível constatar uma influência do Dogma no filme, já que a direção de fotografia é um pouco despreocupada com a iluminação. Elephant não tenta mostrar razões globais para justificar os acontecimentos ocorridos em Columbine, apenas conta uma história tentando mostrar todos os lados da trama. Para muitos autores de críticas, não ficou nenhum pouco claro o motivo que os leva a fazer tal coisa. Mas pra mim, ficou bem claro. Alex, está cansado de ser rejeitado e maltratado pelos colegas, ele nada pôde fazer quanto a isso, a raiva foi se acumulando e, com a facilidade de se conseguir uma arma, ele, que já matou tantas pessoas virtualmente, resolve experimentar algo mais próximo da realidade.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
11/01/2003
nota:Rate08
O filme vencedor do Festival de Cannes de 2003 usa uma narrativa ficcional para os eventos trágicos ocorridos numa escola de ensino médio no estado do Colorado, EUA, onde dois jovens assassinaram várias pessoas. Michael Moore fez um documentário sobre o mesmo tema, "Bowling for Columbine", analisado neste espaço há algumas semanas e já disponível nas videolocadoras. A grande diferença entre "Elefante" e "Bowling for Columbine" é que o primeiro mais retrata que procura a etiologia para o mal-estar na sociedade norte-americana. O loirinho do poster, John, tem de dirigir o carro no lugar do seu pai, pois este se encontra alcoolizado. Chega atrasado na escola e sofre na pele as conseqüências do alcoolismo do seu genitor. Brittany, Nicole e Jordan são as patricinhas da escola. Combinam ir ao shopping fazer compras, e são bulímicas. Após o almoço vão em conjunto ao banheiro vomitar para manterem "em forma" os seus corpinhos esguios. Michelle, por sua vez, é a patinha feia da turma. Não usa shorts nas aulas de educação física temendo ser gozada pelas colegas. Já Alex e Eric, a dupla assassina, faz uma encomenda de fuzis pela internet. Eles são apreciadores de jogos violentos de videogame e de filmes da época de nazismo, além de presumivelmente serem homossexuais. Há uma cena em que eles se beijam no chuveiro. Eles anseiam por vingança contra a escola, sendo que não são explicados os reais motivos dessa revolta. De toda forma, eles invadem a escola, tal qual o senhor Bush liderou suas tropas sobre o Iraque e vão atirando para cima de todos diante deles. Um massacre é perpetrado. A bela e bem-equipada escola torna-se o palco de um derramamento de sangue idiota. A narrativa de Gus van Sant é daquele dia fatídico e nada mais. Suas câmeras observam os "sintomas" da doença que afeta o tecido social norte-americano. Volto a dizer aqui o que já disse em outra coluna. O apreço que o povo do tio Sam nutre por armas de fogo é algo que merece uma análise mais pormenorizada. Mas, o que mais chama atenção naquela paisagem bonita onde a narrativa se desenvolve é a falta de união, de amizade, de laços entre os estudantes da escola. Não há qualquer senso de "comunhão" entre os estudantes. As longas e panorâmicas tomadas do interior da escola enfatizam a solidão que ali habitava. Todos os atores são amadores, fato que não é novidade na filmografia de Gus van Sant. Não perca!
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PazzoBaz
12/01/2003
nota:Rate010
Um ótimo filme que apresenta o universo de um ponto de vista hora inexistente hora muito presente demostra a fragilidade de um mundo e como grandes problemas são ignorados e passam despercebidos ( ao menos passava) um otimo trabalho de gus van sant.
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Danielaa
13/01/2003
nota:Rate010
Gostei muito, mostra a violência nas escolas americanas, mas de uma maneira sutil. Também não apresenta o motivo pelo qual os garotos fizeram aquilo, deichando uma reflexão para nós ao final... Seria Bethoven? Os videogames violentos? A ausência da família? A rejeição na escola? Bom, é ver e tirar suas próprias conclusões. Outra coisa bem legal é que a história é vista de vários ângulos, e as cenas se repetem, mas cada vez com o ponto de vista de um aluno diferente.
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Michel
14/01/2003
nota:Rate09
É um filme fascinante desde o início. Seu ritmo meio lento, os closes, o relacionamento dos jovens que planejam o massacre na escola. Escandaloso e ousado do diretor de Garotos de Programa. Depois desse filme não perco outro dele.
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Bárbara Garciaa
15/01/2003
nota:Rate09
Um filme americano que foge totalmente aos padrões estéticos hollywoodianos (ainda bem). Existem regras esteticas muito rigidas no cinema e o Gus Van Sant quebrou quase todas elas nesse filme. Além de ser maravilhoso. O roteiro é muito bem escrito, me atrevo a dizer que é uma obra-prima, dois garotos tão simples, comunzinhos e tal. Para quem ainda não assistiu, deixo a diga de prestar atenção nos sons, a qualidade sonora é adimiravel. Eu sei que estou babando ao falar do filme, mas ele é bom mesmo. E o que posso fazer?
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Helena Raquela
16/01/2003
nota:Rate010
Um excelente filme, além da montagem maravilhosa do roteiro, fotografia incrivel.Sobre os rumos que podemos optar, os caminhos fáceis e os dificeis. Você tem a liberdade de escolha, porém nem sempre ela é justa. Para pensar e repensar.
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Drussila Hollandaa
17/01/2003
nota:Rate06
Não é um filme ruim. Na realidade, o diretor consegue transmitir muito bem a idéia que ele quer passar: a de total banalidade da situação. Porém Elefante tem cenas muito longas com pouquíssimos diálogos, o que faz do filme muito devagar e maçante na maioria dos momentos.
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Wendel Negri
18/01/2003
nota:Rate010
Olha so esse filme demostra uma realidade muito absurda mas q esta em nossos dias!JOvens escluidos de uma escola devido as diferenças sociais e culturais, onde essas pessoas começam a comprar Armas, isso e umas das fases q apresenta o filme Elefante(Elephant)...uma q eu não entendi foi ao titulo Elefante o q isso tem a ver com a Historia do filme...UHhehehehehe..Eu aprovo o filme!
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João Henrique
19/01/2003
nota:Rate05
Filme deixou a desejar. Curto e entedioso. A proposta de mostrar os mesmos 3 minutos de 10 pontos de vista diferentes é interessante, mas deixa o filme sem açao. Certas cenas parecem querer esticar o filme somente para fazer-lo ultrapassar o tempo de um curta-metragem. A ausencia de final deixa-nos sem saber direito por que acabou assim tao repentinamente. Nao recomendo.
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Fábio Eduardo Pinella
20/01/2003
nota:Rate010
Ao retratrar a tragédia de Columbine , Gus , que não tenta em nenhum momento expelicá-la , mas retratá-la de forma crua , faz o filme extremamente angustiante.Um dos melhores filmes que vi na vida.
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Eduardo
21/01/2003
nota:Rate09
Sou fissurado por Columbine High School, acho q Gus só drenou de lá o fato de garotos humilhados atirarem nas coisas, embora tenha a clássica cena do Alex bebendo um troço na cafateria, exatamente como Eric Harris fez, não tem muita coisa a ver com o fato real...sei lá. A cena do piano é linda, a calmaria, as câmeras, Beethoven, a calma ao atirar nos colegas, a frieza, os detalhes, amarrando a bota, dirigindo o carro, matando.O filme é perfeito.Só perdeu 1 ponto por aqla cena nojenta dos dois se beijando no chuveiro.É nojenta mas é compreensivel tb.Agora q baixei vejo esse filme 22 horas por dia e realmente mudou um pouco minhas idéias.
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Sabrina Ardaisa
22/01/2003
nota:Rate04
Uma decepção completa! Talvez o diretor pense que joguinhos de computador violentos, homossexualismo e aparência estranha sejam justificativas pra um grupo de loucos saírem matando. Se isso fosse verdade, não restariam muitos em nosso mundo!
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Fernando Menucci
23/01/2003
nota:Rate03
O filme mostra que o diretor teve uma ótima idéia. E também mostra que o mesmo diretor pareceu ter se contentado com isto. Tão simples que beira a facilidade. E o título é lamentável.
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Taniaa
24/01/2003
O filme é uma droga, trata problemas da maior seriedade com uma pseudo intelectualidade que dá até nojo. As cenas de corredores e ruas vendo a nuca dos atores é um desrespeito a quem quer que tenha tido a péssima idéia de pagar um ingresso de cinema. Pior que ele só o último do Harry Potter!
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Luiz Heraldo
25/01/2003
nota:Rate08
Gostei do filme! é diferente, principalmente as tomadas de camera, e como é contada a historia, parabens para o Diretor! além de vc ficar refletindo o que esses muleques pensavam, sofriam.. e além do mais nao a nd que condene ninguem... interessante.. muito bom!
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Renan Peneluppi
26/01/2003
nota:Rate07
Uma grande atuação de todos os atores, a fotografia é impecavel, a istória, por ser baseada em fatos reais, é chocante. O nome eu explico: Elefante branco, é como sentiam-se os garotos assaninos, peixes fora d´gua, pessoas que não se encaixavam em seu ambiente. O final poderia ser mais dramático, valorizando melhor a critica que obviamente o filme faz a sociedade america, ao sistema de ensino e ao fato de que seus jovens são ou cruéis ou crucificados!
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Thiago Mancilha
27/01/2003
nota:Rate09
Quando terminei de assistir o filme Elefante, pensei comigo: - Acabou? Desse jeito? me senti um pouco insatisfeito, mas pensando melhor percebi que este é um grande filme, que não leva e não quer levar à um envolvimento do público com os personagens, não existe aquele vilão principal e o mocinho, clichês do cinema hollyodiano, pelo contrário, todos são vítimas, vítimas da sociedade desumana em que vivemos. De maneira crua, o diretor só mostra os fatos, como se observasse,como um mosquito, o que acontece pelos corredores da escola. Ele vê jovens que enfrentam todos os dias um lugar onde não são aceitos, onde para alguns é o pior lugar para se estar. Onde são ridularizados a troco de nada, como se fosse para um provar ao outro: -Sou mais "forte" que você. É a LEI DO MAIS FORTE como o que acontece todos os dias em nossas vidas. Falta amor, falta compaixão com o próximo, e isso resulta em violência em ódio, em sentimentos esmagados. Esta escola e seus alunos são na verdade uma metáfora, que representa a sociedade e cada um de nós, que lutamos para conseguir vencer, para sermos ouvidos e amados. E era só isso que os jovens desta escola queriam, serem aceitos, amados, o que infelizmente nao aconteceu. Resultado: violência, dor, morte! não foram só eles que morreram, todos nós morremos por dentro a cada dia, quando vemos o rumo que a humanidade tem tomando.
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Paulo Macedo
28/01/2003
nota:Rate09
Gus Van Sant usa a câmera de forma brilhante, conduzindo, literalmente, os personagens, e o espectador. Elefante é leve e pesado, uma contradição da qual somente os grande diretores sabem usufruir. Paquiderme-Filme!
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George
29/01/2003
nota:Rate08
O enredo do filme já é sabido, a forma que é tomado é que faz digno de ser assistido. Embora, nem tudo seja um céu azul, as idas e vindas do elenco tornavam-se cansativas às vezes, e a profundidade das idéias do filme ficam por conta daquele que o vê. Muitas das ações ou expressões exigem uma conclusão que nem sempre satisfaz. Enfim, um filme verdadeiramente denso.
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Henrique Ferraz
30/01/2003
nota:Rate010
Primeiramente, um filme difícil (mas ninguém disse que ia ser fácil). Difícil de assistir, pois é único, não vem mastigado, com explicações simplificadas ou maniqueístas: você é que tem que tomar seu partido (isto é, se você quiser um). Muito provavelmente quem detestou o filme não é muito fã de pensar sozinho. O filme também foi difícil de fazer pois mesmo com apenas 80 minutos e nenhum (d)efeito especial, a fotografia, a seleção dos atores, a sonoplastia e todos os outros elementos que o compõe são trabalhados com a precisão de um cirurgião, uma obra prima. Acho que não se trata de ser melhor nem pior que "Tiros em Columbine", de Michael Moore, pois a proposta é outra, não vai no mesmo sentido. Para mim, eles se completam. Para quem gosta de filmes que apresenta várias visões de um mesmo fato, recomendo "Rashomon" de Akira Kurosawa (1950).
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Brunaa
31/01/2003
nota:Rate04
Ainda não consegui entender o pq de tantos elogios.... deve ter algo, alguma coisa q n consegui analisar. Acredito que poderia ter sido retratado com a mesma estória, porém mais completo, menos surrealista.
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Rômulo
01/02/2003
nota:Rate08
O filme é bom,a história é boa!!Ele só peca por ser muito curto e em algumas horas a forma como ele foi filmado incomoda!! Mas ele é mto bem trabalhado,com atores bons e roteiro bem feito!
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Rebecca Cordeiroa
02/02/2003
nota:Rate08
Para quem viu Tiros em Columbine esse filme é meio frustrante. Na realidade, ele não passa de uma versão mais poética da tragédia de Columbine. O filme se torna frio quando começa a matança e você fica meio arepiado com isso. É bom.
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Rafaela Sayuria
03/02/2003
nota:Rate010
FILME MUITO BOM MESMO.... SO NÃO GOSTOU QUEM NAO ENTENDEU... TUDO BEM QUE O AUDIO N ESTAVA TÃO BOM, MAS O CONTEUDO, QUE É O MAIS IMPORTANTE, ESTAVA ÓTIMO, QUE O RESTO NEM PRECISOU SE PREOCUPAR... É UM FILME PRA REFLETIR E PENSAR UM POUCO SOBRE A VIDA... GOSTEI MUUUIITOOOOO!
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Estelaa
04/02/2003
Simplesmente o pior filme de todos os tempos. O que vemos sao só adolescente andando pelos corredores... lamentável! nem acredito que ele tenha sido indicado pra alguma coisa!
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Alessandro Veloso
05/02/2003
nota:Rate08
O cinema não diferente de todas as outras formas de arte, e como todos os meios de informação, exploram ao máximo os atos de violência, em qualquer de suas formas, seja ela coletiva ou individualizada. Usando esse "Câncer da Alma" para expressar sentimentos, opiniões, pontos de vista e é claro, ganhar dinheiro. Elefante, o mais novo filme de Gus Van Sant não foge a regra. O filme é inspirado na tragédia da Columbine High School, escola segundarista dos EUA, aonde dois adolescente entraram na escola fortemente armados e mataram vários companheiros. Gus Van Sant que já dirigiu os filmes Gênio Indomável e Psicose (anos 90), ganhou a Palma de Ouro e o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Cannes por Elefante. E ainda recebeu uma indicação ao César, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro e outras duas indicações ao Independent Spirit Awards, nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Fotografia. Gus Van Sant está longe de ser um excelente diretor, mas de todos os seus trabalhos, Elefante é com certeza o mais denso e polêmico. O seu trabalho no filme em questão, causou contestação no mundo inteiro, aqui no Brasil, para variar, Rubens Ewald Filho alfinetou mais uma das suas, chamando Gus Van Sant de "vigarista e enganador".... coisas de gente culta! Claro que na maioria dos pontos a direção foi positiva, mas também houve algumas coisas as quais o Diretor errou. Vamos comentar primeiro os pontos positivos:Elefante tem apenas 81 minutos e quase setenta por cento da projeção é em cima de algumas personagens, mostrando as suas idas e vindas dentro da escola. O Diretor utilizou longos planos seqüências, e por esse motivo ganhou várias críticas. Utilizando o discernimento, vamos tentar entender Gus Van Sant... utilizando grandes planos seqüências do modo que utilizou, podemos acreditar que o Diretor quis esticar a metragem?? Ou então, apresentar o cotidiano da escola e cada personagens de perto, inclusive os interesses de cada um, deixando assim o espectador livre para poder fazer considerações e formular perguntas?? Eu, particularmente prefiro acreditar na segunda hipótese. O Diretor também não usou profundidade de campo (Orson Wells talvez ficaria chateado com tamanha desfeita, na década de 40 este foi um de seus grandes feitos) mas esse não é caso da pendenga. Enfim, o Diretor usa um fundo sempre desfocado, as únicas imagens que são nítidas são aquelas que estão bem à nossa frente, deixando a leitura dos acontecimentos o mais próximo possível dos espectadores. Com isso, essa é a visão que temos de tudo aquilo que aconteceu em Columbine, tudo muito desfocado, sem nenhuma nitidez. Ou, o que eu acho mais apropriado e correto afirmar, por mero "efeito de desfocalização" dos acontecimentos, em outras palavras, não nos preocupamos com os porquês? Gus Van Sant usa esse efeito para que possamos ver de perto tudo o que se passa, e assim encontrarmos nossas próprias respostas. Outra coisa muito interessante na direção é a fascinante viagem que fazemos com o tempo dos acontecimentos. O Diretor utiliza pontos de referência na cronologia "real" e passa a brincar com o tempo dentro do filme. Utilizando a interação entre as personagens, e uma coreografia perfeita, o resultado final é algo de muito especial. Outra coisa interessante é que na seqüência em que os dois garotos entram na escola e começam a distribuir "balas" para todos os lados, Gus Van Sant usa um enquadramento que lembra o enquadramento do jogos de videogame, fazendo um paralelo entre o real e o "faz de conta" dos jogos violentos. Dirigir um filme é ter uma visão pessoal sobre determinado assunto, e Gus Van Sant deixa bem claro sua opinião do porque dos acontecimentos. Em vários momentos do filme há insinuações que os garotos (Alex e Eric) foram influenciados pelo nazismo, pela violência da própria sociedade, com jogos de violência gratuita, com a facilidade de comprar armas pela internet, bullying na escola. Agora vamos comentar alguns pontos negativos na direção:Gus Vant Sant introduz no filme uma cena em que supostamente há um relacionamento gay entre os dois garotos, achei isso totalmente desnecessário, mesmo sabendo que a DSMs (classificação norte-americana de psiquiatria) ainda incluem o Homossexualismo como uma doença patológica, sendo assim se o Diretor introduziu esta cena para dar mais motivos psicológicos para as ações dos dois garotos, acho que ele errou feio. Como também errou feio no remaker de Psicose, em acrescentar a masturbação de Norman Bates ao bisbilhotar Marion Crane no banheiro, a suposta ação de Norman não existe na versão original de Alfred Hitchcock. Usar metáforas no cinema é uma coisa corriqueira, é algo que pode deixar o filme mais poético, mais bonito e mais introspectivo. Gus Van Sant até que tentou mas não se deu muito bem, logo nos primeiros quadros do filme vemos a imagem de um céu lindo, azul e sem nuvens. O Diretor usa o tempo (condições meteorológicas) como metáfora de situação, quando os garotos entram na escola e começam a matar existe uma cena de "ligação", mostrando o céu já cheio de nuvens negras, relâmpagos e o som de trovões, e o filme termina com uma outra cena mostrando o céu ainda nublado. Acho esse artifício um pouco infantil e sem criatividade nenhuma... essa foi forçada!! A seqüência da fúria dos garotos que deveria ser o ápice do filme, infelizmente é a grande decepção. Não vi nenhuma intensidade, desespero, e para ser sincero nem muita lógica. Explico. O por que o casal de adolescente no lugar de fugir pelas portas e janelas do local foram se esconder dentro de um frigorifico?? O por que a garota que aparece na capa do filme (não lembro o nome) ficou parada o tempo todo, até o garoto negro vir e coloca-la para fora? Entrou em choque? Não parecia!!! E o por que o garoto negro foi calmamente andando o tempo todo até tomar um tiro e morrer (essa seqüência sim parece com os videogames!!) Na realidade não sei se isso foi realmente o que aconteceu no dia, mas se foi, com certeza não foi com a intensidade mostrada no filme. Enfim, não ficou legal e a única coisa que se salva nessa seqüência toda é o sarcasmo de Alex no final do filme, cantando "minha mãe escolheu esse daqui..." com uma arma apontada para o casal de adolescentes. Agora vamos ao roteiro:O roteiro a princípio não é tão elaborado, não tenta colocar enredos marcantes ou personagens extraordinárias, em vez disso retrata um dia absolutamente comum no cotidiano da escola... é aí que a gente se engana, na realidade as personagens são densas. É só prestar um pouquinho de atenção que vamos perceber um contexto psicológico marcante dentro do filme, levando assim a tragédia para frente. Temos a distância entre pais e filhos, rejeição de colegas, isolamento, humilhação, o bullying dentro da escola, a popularização dos videogames que incitam a violência, a televisão como influência de atos violentos. Tudo isso podendo tornar simples garotos em pessoas com transtorno de personalidade anti-social. E para ajudar ainda mais nisso tudo, o roteiro conta com uma gama de personagens diversos: a menina feia, as amiguinhas bulímicas (sem nada na cabeça), o casal bonitinho (que certamente iriam ser escolhidos o Rei e a Rainha do baile), os caras legais (mas também com problemas pessoais), e é claro, os caras que sempre são motivos de chacota de todos. Gus Van Sant não contente com tudo isso, ainda usou atores não profissionais, emprestando seus verdadeiros nomes as personagens, e os diálogos são nitidamente improvisados, pois as conversas são amenas e em nada acrescenta. Descobri que o filme se chama Elefante, em homenagem a uma série de TV inglesa de 1989, que tinha com mote a violência na Irlanda do Norte. O título se inspira na frase, "tão fácil como ignorar um elefante que está em nossa sala". Por falar em frase, gostaria de terminar esse meu comentário com duas frases, a primeira foi dita pelo "Ator" Alex nos extras do DVD e a outra foi dita pela "personagem" Alex no decorrer do filme. Talvez esteja sintetizado nessas duas frases o porque dessa tragédia. Acho um filme importante para ser visto, e analisado com cuidado, porque nesse caso o "real" e o "faz de conta" acabam se fundindo em um só bloco. "Pra mim a escola e como o inferno. Você acorda e vai pro inferno todo dia" "Como é horrível e belo o dia em que ainda não vi".
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Almir Francisco Ambrosi
06/02/2003
nota:Rate010
Muito Bom, relata com o peso de um Elefante o que se passa na mente e na vivência das pessoas na fase escolar, e o que é capaz de fazer uma pessoa sensível que sofre preconceito. Adorei!
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Marinaa
07/02/2003
nota:Rate010
O filme é muito bom, foge do convencional, não é aquela coisa hollywoodiana de sempre. Para quem já conhece a história, vale à pena assistir o filme, pois ele mostra a tragédia em Columbine por outro ângulo.
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Eduardo Araújo
08/02/2003
nota:Rate05
Com certeza o filme é "um Elefante na sala de estar" como diz o ditado, ou seja, algo que incomoda e não da pra se fingir não estar vendo. Particularmente esperava muito mais do filme por ter sido feito sobre um tema riquissímo. Tive a sensação de estar vendo "waiting for Godot", quem conhece esta obra saberá o porquê. Bom, mas o filme tem seus méritos é um a análise fria e sem os pitacos holiwoodianos. Excelente montagem e uma belíssima fotografia. Mas possívelmente vc sairá do filme com a sensação de que nada aconteceu.
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Natháliaa
09/02/2003
nota:Rate09
Quando aconteceu o massacre todos que souberam do acontecido ficaram chocados mas depois de ver este filme que foi, visivelmente, dirigido de uma forma bem imparcial voce deixa de ver esta história tão chocanate como algo repugnante e ve que naum tem como uma pessoa não ter sérios danos psicológicos vivendo em um mundo deplorável como aquele que nos é mostrado.
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Robert
10/02/2003
Odiei, se eu pudesse da nota negativa eu dava pq o filme nao tem nd a ve,nao tem moral alguma, isso tudo eh mintira.... nao tem nenhuma parte legal.....elis tinham q mata td mundo ate o diretor do filme.
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Riccardo Carvalho
11/02/2003
nota:Rate010
Fantástico. Um documentário despretencioso sobre o incidente e que mostra de forma simles o que acontece quando as pessoas têm sua auto-estima prejudicadas pelo ambiente em que vivem.
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Lidiane Linsa
12/02/2003
nota:Rate05
O filme é documentário lento e despretensioso, que subestima uma tragédia de tamanha proporção. Antes de decidir se gosto ou não, preciso descobrir o porquê do título "Elefante"!
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Débora Rodriguesa
13/02/2003
nota:Rate03
O filme curou totalmente minha insônia numa noite de sábado! Parabéns à direção, porque para eu dormir na frente da TV, precisa ser algo muito poderoso!
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Nádiaa
14/02/2003
Quase chorei ao ver o filme. Não de emoção, mas de ÓDIO, pois achei um desperdício fazer um filme sobre uma história tão interessante e destorcer completamente os fatos. 1- Eles deveriam ter explorado mais o bullying que os dois sofriam na escola. A única coisa que apareceu foi um garoto jogando uma bolinha de papel em um deles, mais NADA. 2- Quem não conhece a história do Columbine e assiste o filme, fica meio perdido, não entende nada, e ainda acha que os dois garotos era doidos por entrar na escola matando sem nenhum motivo aparente. 3- A parte do homossexualismo é hilária. Desde quando eles eram gays?! O Dylan até tinha uma namoradinha... 4- Odiei o filme pq ele é repetitivo, tem cenas cansativas, e quase dormi assistindo!
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Ígor Capelatto
15/02/2003
nota:Rate08
Muita gente se pergunta do porque de Gus van chamar seu filme de Elefante... o que tem haver com a trama? Bem, achei esta explicação feita por críticos de alto nível de revistas especializadas. "O título faz alusão a um filme inglês homônimo antigo, cuja a mensagem era: as circunstâncias de um evento são tão fáceis de ignorar quanto um elefante no meio de uma sala de estar!" Espero ter respondido as dúvidas. Bom, o filme é excelente e faz uma alusão ao que ocorreu em Columbine. Mas não é a mesma história e Gus faz um jogo sensacional mostrando um dia comum onde alunos atiram na escola. se somos um psicólogo,sociologo enfim, podemos enterder as causas do problema, se somos o FBI queremos prender os assassinos e pensamos em como fazer, se somos a mídia, mostramos os horrores do lado de fora da escola e tentamos invadí-la, se somos Michael Moore fazemos críticas sociais com o fato ocorrido, mas e se somos um simples aluno neste dia, apenas assistindo aula? Como reagiríamos, o que compreenderíamos? Esta foi a visão que Gus deu ao seu roteiro... por isso a obra se torna única, interessante, surpreendente. e a filmagem é muito boa, uma linguagem que mostra diversas vezes uma mesma cena, só que cada vez na visão de uma personagem. Ótima jogada.
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Wanderson
16/02/2003
nota:Rate010
O Filme é otimo!!!!!!! As justificativas do que aconteceu, tudo fica muito interessante porque nao é dita claramente, isso faz vc se prender ao filme foi otimo, vale a pena ver, os atores são super legais.
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Luiz
17/02/2003
nota:Rate010
Gus Van Sant mostra como e dolorosa para muitos a vida nas escolas como diz o proprio ator que imterpreta um dos assassinos no filme "a escola e um inferno, então e como se eu fosse para o inferno todo dia". Elefante e um filme impressionante e é mostrado de uma maneira bastante criativa.
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Denisea
17/02/2003
nota:Rate01
Só gastei dinheiro alugando esse filme! O filme é mt repetitivo, aí acaba ficando mais chato ainda.. fora a parte em que quase só aparece o povo andando por akele corredor e sendo filmado por trás.. Filme supertrash!
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Saulo Padilha
18/02/2003
nota:Rate03
A fotografia é legal, mas o filme é muito repetitivo e chato. Sobre o mesmo tema eu prefiro infinitamente "Tiros em Columbine". Também não consegui entender porque tantos elogios.
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Riccardo Carvalho
19/02/2003
nota:Rate010
Voltei somente para responder aos questionamentos de alguns sobre o porquê do nome "Elefante". O título faz referência à lenda dos cegos e o elefante do rajá, na qual cada um dos cegos que tocaram uma parte do elefante o definiram como algo completamente diferente da realidade. Isso mostra que não se pode julgar algo ou alguém analisando apenas um ângulo do fato.
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Rodrigo C.
20/02/2003
nota:Rate02
Simplesmente uma perda de tempo querer alugar um filme que ganha palmas de ouro. No meu caso foi ter visto que esse diretor foi fazer um filme sobreo queocorreu em Columbine e transformar dois garotos rebeldes em dois adoradores de Hitler gays.Não estou falando que sou contra os homossexuais, e sim, ele ter mostrado dois adolecentes que adoravam Hitler em pessoas que antes de morrer preferem transar com o amigo do sexo. Desde quando eles eram gays,desde que gostavam da banda Marilyn Manson,que pensamento deste diretor. Só por quenão gosta da banda tem que fazer fãs serem homossexuais?
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Stéfani Brizzaa
21/02/2003
nota:Rate010
Elefante é um filme que foge realmente aos padrões. Como estudante de jornalismo, percebo a fuga à Indústria Cultural mostrando uma visão crua do fato. Grandes produções tendem a transformar algo simples em fantástico (o encontro de um amor, um assassinato, um crime - essas coisas já banalizadas). Com Elefante acontece o inverso: transforma-se algo fantástico (a tragédia real na escola dos EUA) em algo simples, sem rodeios e sem uma visão pré-formulada. O filme não tem aquelas musiquinhas tristes que se juntam com cenas tristes para fazer o espectador chorar. A própria capa do dvd e o nome não é uma tentativa desesperada de vender, já que não faz nenhuma referência ao fato real. O filme é diferente de tudo que você está acostumado a ir ver no cinema e por isso torna-se excelente!
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Sivle Mesquita
22/02/2003
nota:Rate010
O filme é algo de assustador mas é excelente pois retrata o0 ambiente de todos com uma fidelidade estupenda dos conflitos pessoais humanos. C´reditos para o diretor e como ele conseguiu colocara junto a cena dos dois prematuros assassinos por nunca terem beijado ninguém... Fantástico!
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Maianaa
23/02/2003
nota:Rate09
A fotografia é excelente, o tempo muito bom para se refletir um sintoma social e veridico. O filme nos dá tempo para pensar. Quanto ao nome encontrei uma outra explicação, que seria em homenagem a uma série de TV inglesa de 1989, que tinha com mote a violência na Irlanda do Norte. O título se inspira na frase, `tão fácil como ignorar um elefante que está em nossa sala`. Achei cabível, visto que o filme é inspirado na historica veridica da escola Columbine.
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Suellena
24/02/2003
nota:Rate010
Um ótimo filme,que procurou ser objetivo em relação aos fatos decorrentes ao longos dos anos,nos EUA sobre a obsessão juvenil pelas armas de fogo.O filme simplesmente não se estrutura de maneira a demonstrar uma tese ou provocar fortes emoções de empatia ou repulsa em relação aos seus personagens,ele abre mão de procedimentos dramáticos de edição e narrativa,drena violência e suspende juízos, e apenas observa,nascendo desse distânciamento o poder de inquietar.Tal nome foi devido a uma homenagem ao cineasta inglês Alan Clark,cujo filme adimitia o nome de'um elefante na sala de estar'que abordava assuntos incômodos as pessoas que tentavam ignorar,o que servio de idéia para Van sant,em relação a crueldade juvenil americana.
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Fabrício Bonni
25/02/2003
nota:Rate09
Primeiro o filme deve ser analisado como uma parte de um todo, Gerry q o antecede acaba tendo a funcao de irmao gemeo de Elefante e junto com Last Days completa a trilogia. Em Elefante a Morte retrata na trilogia de tres maneiras diferentes, chega pelas maos do amigo, do conhecido. O Fato de haver muitas nucas no filme e de nao haver um julgamento, só o relato, sob varios pontos de vista diferentes , remontado traduz assim como nos longos caminhos sem cortes dos personagens uma mesmice com hora pra explodir. Filme como parte se faz Todo.
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Anne Lisea
26/02/2003
nota:Rate08
Bom, eu gostei muito do filme. Ele nos mostrou como aconteceu essa tragedia. Um fato q eu achei muito importante, foi a forma q eles compraram a arma. Mas como o filme aconteceu em fatos reais, além de mostrarem como tudo aconteceu, eles teriam que mostrar tambem o que aconteceu com o autor do crime.. sabemos que ele esta preso mas poderia mostrar o que passava na cabeça dele para fazer tudo isso que aconteceu.. Finalizando eu adorei o filme.
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Renata Quadrosa
27/02/2003
nota:Rate010
Simplesmente demais. O filme o tempo todo deixa o telespectador envolvido com cada personagem e nas cenas q se repetem em óticas diferentes. O final super frio como o dia na vida real de Columbine deveria ter sido. As cenas com poucos planos deixam a gente entusismado pra saber o q i´ra acontecer a seguir..adorei!
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Ana Maria P. Camargoa
28/02/2003
nota:Rate07
Utilizei o filme para discutir com meus alunos a questão do "bullying" na escola. Ficaram impressionados com a seqüência dos fatos. Eu, particularmente, esperava mais do filme. Achei cansativo.
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Jéssica dos Santos Marquesa
01/03/2003
nota:Rate010
Eu amei o filme, alem de muito interesante conta uma hitória real e ao mesmo tempo muito triste, o que torna o filme mais interesante ainda, e fazendo valer a pena todos os premios que ele concorreue e ganhou.
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Alexandre
02/03/2003
nota:Rate010
Excelente! Fora do convencional e peculiar em vários aspectos. É um filme, acima de tudo, artistico! O filme não está tão preocupado em explicar alguma coisa, apenas em mostrar os acontecimentos (por sinal, de maneira singular). A fotografia é belíssima; a trilha sonora, somada às tomadas de camêra, é fascinante. Além disso, o modo de exibição da história é super original. O diretor mostra os "pontos de vista" dos diferentes personagens, separadamente. E vc pode ir tirando suas próprias conclusões. Por exemplo, em uma cena (ou talvez, algumas), a câmera vai seguindo o personagem em seu percurso durante alguns minutos em que "nada" acontece! Ele apenas anda! E no final, todos esses detalhes (dos diferentes pontos-de-vista) se "unem"! Além disso, o the-end do filme deixa aquela sarcástica cena incompleta!
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Guilherme
03/03/2003
nota:Rate010
Vi ele várias vezes e todas as vezes quando acaba o filme eu quero ver de novo. A câmera seguindo os personagens pelas costas, as cenas na visão de cada aluno, o silêncio, e o fim trágico fazem desse filme o melhor filme q já vi na vida!
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André Marchiori
04/03/2003
nota:Rate09
Este é um filme que nós não estamos acostumados a assistir,por isso que talvez ele provoque uma reação tão forte em nossas mente capaz de nos paralisar por alguns minutos e pensar para onde caminha nossa humanidade. Ele nada mais é do que a realidade do mundo,pessoas que não se amam como ser humanos,pessoas que só pensão em si mesmo e acham que a melhor forma de mostrar sua autoridade é usar o sistema mais primitivo da Terra que é de matar por prazer.É estranho assistir este filme e ao mesmo tempo saber que ele só existe porque é real,nele estão presentes atores e atrizes reais,e muito pior que isso eles estão na sua escola na sua faculdade e também do lado da sua casa! O filme mostra vários lados do ser humano,mostra garotos normais com poucos amigos e também preocupados com sua vida profissional no filme é um garoto apaixonado por fotografia,tem também o chamado Pop Star que pensa ser o dono da escola,meninas patricinhas que estão preocupadas em ser magras e poder ir ao shoping fazer compras. Também uma menina descriminada por não está dentro da beleza convencional e por isso é ridicularizada. E por fim dois garotos aparentemente calmos más que dentro de si existe uma mente poluída refletida na ficção de video game com o ódio real e isso tudo misturado acaba sendo uma tragédia que nós todos podemos assistir.Nada desse filme é imaginação ele é apenas uma realidade cruel de falta de amor entre as pessoas e é difícil acreditar que está será a ultima história triste porque o jeito que anda o Mundo está será apenas mais uma no meio de tantas. O massacre na escola expressa a falta de fraternidade na sociedade que infelizmente o mundo só percebe através de terrorismo! Cuidado para fechar os olhos e acreditar que isto é apenas um filme e quando abri-los ser atingido por uma bala do garoto da sua escola que voçê descriminou.Nesse mundo não se sabe quem é quem!
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Naiaraa
05/03/2003
nota:Rate08
Só não dou dez porque achei o flme muito curto.Muitos disseram que o filme não tinha nada haver com o que realmente aconteceu em Columbine,mas por favor isso era apenas um filme baseado na tragédia. Alex e Eric não eram Eric e Dylan de Columbine. O filme em si é espetacular. A filmagem, o foco da câmera, a forma fria que Alex mata seu, suposto, amigo. O " Eeny, meeny,mine and moe " do Alex quando vai matar o Nathan e a namorada. Tudo maravilhoso. Esse filme não é nenhuma superprodução, posso definir como um filme feito por um criativo diretor. O paradoxo de Alex e Eric serem hitleristas e homossexuais torna ainda mais fria a conclusão de seus planos. Eles mataram por matar, e esse é um ponto em comum aos homicidas de Columbine, pois estes deixaram um bilhete dizendo:": "Não culpem mais ninguém por nossos atos. É assim que queremos partir". Foi algo planejado e executado, sem pressupostos ou ideologias.
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Giselea
06/03/2003
nota:Rate010
Acabei de assistir... E adorei!!!!!!!! Ótima direção de Van sant... Sua melhor. Fiquei emocionada, com a história, com os jovens atores... Princiaplemente com a fotografia e todas as posições de câmera... Ótimo filme, recomendo!
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Ani Capriaccia
07/03/2003
nota:Rate09
Filme excelente! Gus consegue criar de maneira inteligente, imparcial e metafórica o Massacre de Columbine.Não é filme pra qualquer um...pois não vem mastigado e escapa da esfera hollywoodiana.Muito bom mesmo!
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Alcides
08/03/2003
nota:Rate04
O filme no quesito de fotográfia, cenário, atores, trilha, e ponto de vitas até que foi bonzinho. Mas, o filme deixou mto a desejar; teve um espaço enorme para apresentação de cada fulano do filme, mostrando seus pontos de vista e nao valorizou o enredo principal, ou seja, a tragédia, e além do mais e o titulo "Elefante" o que tem haver? Se alguem souber me conte. É isso.
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Daniel Freire
09/03/2003
nota:Rate010
Um filme essencial para quem quer entender, não só o massacre de Columbine, mas o porquê que jovens surtam de uma hora para outra sem motivo aparente nenhum. Uma minuciosa, apesar de minimalista, análise sociológica e psicológica da sociedade. Interessante, instigante e arrebatador. Assista!
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Paulo H. Cianci
10/03/2003
nota:Rate010
O filme mostra bem o que aconteceu na realidade, o diretor teve uma ótima idéia, o filme é meio repetitivo mais mesmo assim é ótimo, vale a pena assistir, eu tive que assistir 2 vezes para entender, mais vale a pena ver e rever esse filme.
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Isaías Goulart
11/03/2003
nota:Rate05
Dei nota 5 por causa da edição e fotografia. O resto é lixo. A história não diz nada. Os fatos mostrados antes do atentado não são suficientes para tentar explicar o que se passava na mente das personagens. O que se passa parece pura especulação da acerca da realidade. Quem não conhece a história do atentado terá que pesquisar pra entender alguma coisa. O filme não informa, não faz pensar, não causa sentimento nenhum que não seja o arrependimento de ter gastado grana na locação. Horrível.
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Alessandraa
12/03/2003
nota:Rate07
O nome Elefante se deve a um conto hindu onde vários cegos apalpam um efefante. Quando perguntados sobre as características do animal, cada um dá uma resposta relativa somente à parte apalpada: um animal comprido e fino pra quem pegou na cauda, um animal achatado e grande pra quem pegou na orelha e assim sucessivamente. O filme mostra a situação a partir de diferentes óticas. Achei muito interessante, esteticamente bonito, a idéia original e muito bem desenvolvida. Foge ao lugar comum de olhar pra uma situação tão dramática apenas por um viés sensacionalista.
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Nina Cunhaa
13/03/2003
nota:Rate09
Ele realmente podia ter sido melhor, mas não que não tenha sido espetacular! E o porquê do nome Elefante deve-se a uma fábula budista : Vários cegos tocam um elefante, e cada um o descreve de acordo com a parte que tocou: a pata, a cauda, a orelha ou a tromba. Mas nenhum é capaz de imaginar o animal em sua totalidade. A nós, é mostrada a "visão" de todos os cegos (uma de cada vez}, sendo assim, possível tirar nossas próprias conclusões e entender melhor o elefante. Pois, quando se tem a visão de um só dos lados da história, não é possível compreender o que está acontecendo nem o porquê.
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Rafael Coradi
14/03/2003
nota:Rate08
Filme excelente, intrigante com uma direção INCRIVEL! o filme se chama elefante por causa da colcha da cama, que esta no quarto do piano, na casa de um dos alunos assassinos. Muito bom!
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Rodrigo Scapim
15/03/2003
nota:Rate010
Apesar do que muitos pensam, o filme não só mostra detalhadamente a vida dos assassinos e também não tem a intenção de colocá-los como tal, o filme mostra a realidade de dois jovens descriminados e atormentados com sua vida, relatando implícitamente a dificuldade que viam em viver junto aos outros.
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Júliaa
16/03/2003
nota:Rate07
Toda a vez que eu via um personagem, andando num corredor ou algo assim, eu já olhava o tamanho do corredor pra ver quanto tempo ia demorar pra ele andar tudo, em silêncio, e de costas pra câmera. Achei monótono e cansativo. O final é bom. Mas o filme fica enrolando durante toda sua duração, para que nos últimos 15 min de filme, possamos entender qual era a finalidade, ou então para que prestasse um pouco mais. Muito silencioso e esquisito. Realmente, um filme que fica aberto para qualquer tipo de conclusão.
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Marianaa
17/03/2003
nota:Rate010
Um ótimo filme, que adapta o título ao filme de uma maneira extremamente especial:o problema retratado em "Elefante" é tão fácil de se ignorar quanto um elefante em uma sala de estar.
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Elianaa
18/03/2003
nota:Rate05
Certamente não é um filme que eu recomendaria para alguém assistir. O filme é cansativo, quando passa muitas cenas que parecem que terá uma razão mas acaba não acontecendo nada e pior várias dessas cenas se repetem! Só no final o filme mostra algo de novidade que possa prender a atenção do expectador. Mais parece uma piada, quando alguém conta para outra pessoa, que não aguentou esperar para ver o final do filme: o filme é super entediante e de repente, dois adolescentes começam a disparar tiros para todos os lados e faz uma reviravolta totalmente maluca no desfecho do filme.
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Samiraa
19/03/2003
nota:Rate010
Adorei o filme, mas nao é isso que me fez escrever. quando vc pensa num elefante, qual a primeira coisa que lhe vem a cabeça? ele é enorme! o filme tem esse nome pq os garotos q realizam o desastre sao desajustados, ou seja, sao algo enorme, incomodo, diferente da realidade ao redor deles. eles sao o elefante.
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Juliana M.a
20/03/2003
nota:Rate010
Ótimo! é claro, se a pessoa espera ver um filme de ação cheio de emoção e tiros, num é isso que vai conseguir. A montagem do filme é muito boa, a análise do nome "elefante" eh uma reflexão completa quanto ao seu conteúdo. Chocante e real.
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Fernando Gabriel
21/03/2003
Má podre ! Peeeeense num filme podre ! Distorce totalmente os fatos, os atores são péssimos, a história é passada de uma maneira monótona e demostra apenas que o diretor utilizou um acontecimento trágico para fazer um filme de modo que seu nome tivesse mais repercussão. Aconselho a quem tenha visto o filme que procure se interar do assunto pois, na película a história foi passada sem nenhum estudo e conhecimento dos fatos ocorridos na Columbine High School. Ps: procurem "Massacre de Columbine" Video de 10 minutos no youtube.
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Robertaa
22/03/2003
Estou muito assustada!!! Acho que preciso assistir ao filme novamente pra tentar entender o motivo de tantos elogios. Foi simplesmente um dos piores que assisti...aqueles que quando sobe a legenda você fica com uma imensa sensação de vazio.
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Vítor Massami Takizawa
23/03/2003
nota:Rate010
O Filme é exelente, a fotografia trata as pessoas como paisagem, e a imagem do mundo artificial em que vivemos é muito bem mostrada, a divisão dos vermelhos (pessoas que necessitam de auto afirmação) e os amarelos(quem nao cultua o corpo como a sociedade impõe) é super interessante! Quanto ao nome do filme, vem de um conto indiano, sobra os cegos e um elefante, cada cego, segurando uma parte do elefante, disse o que segurava, alguna diziam estar segurando um tronco, pelas patas, outro uma corda, pelo rabo, alguns uma pedra, pela lateral do animam, mas nenhum deles conseguia ver a totalidade do animal, estavão limitados ao seu tato, é a sociedade artificial retratada, a visao curta que temos do mundo.
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Maíra Diniza
24/03/2003
nota:Rate010
Para primeira vista e para os que não estão ligados a verdadeira realidade o filme passa a história de apenas mais um acontecimento em alguma escola americana. Para olhos mais atentos e realmente realistas ele passa a mensagem subliminar da alienação, insatisfação e a angustia em que se encontra o povo americano sabido ou não. Um filme para se refletir.Simplismente maravilhoso.
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Carinaa
25/03/2003
nota:Rate010
L-I-N-D-O! É mais do que sutil.. mexe com a nossa cabeça de uma tal forma a mudar nossa opiniao a toda hora! O filme nao julga culpados e nem tenta dar um motivo ao que nao teve motivo (os ataques). De uma fotografia e detalhes de prender a respiraçao é um filme que merece nota 11!
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Vinícius Diaz
26/03/2003
nota:Rate010
O título vem de um 'proverbio', dito, conto indiano mais ou menos assim: colocaram varios cegos ao redor de um elefante sem avisar o que estava em sua frente, depois reuniram os cegos para eles avaliarem e tentarem descobrir o que era. não conseguiram. Moral :: quando vc esta dentro de um contexto vc nao consegue enxergar a situação como um todo, vc eh mto parcial. somente se afastando e tendo uma visão imparcial voce entende a situação bom, foi assim que me explicaram, espero ter ajudado.
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Gabrielaa
27/03/2003
nota:Rate010
Ótimo filme e fotografia. O jogo de idéias nos mostra a diferente realidade vista pelos personagens. Para esclarecimeto, o nome do filme é baseaso em uma lenda hindu que fala sobre um elefante e sete sábios cegos, onde todos estão certos mas enganados ao mesmo tempo pois estão vendo a mesma coisa sobre angulos diferentes.

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