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El Cid

titulo original: (El Cid)

lançamento: 1961 (EUA)

direção: Anthony Mann

atores: Charlton Heston , Sophia Loren , Raf Vallone , Geneviève Page , John Fraser

duração: 184 min

gênero: Épico

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:El Cid
  • gênero:Épico
  • duração:03 hs 04 min
  • ano de lançamento:1961
  • site oficial:
  • estúdio:Allied Artists Pictures Corporation / Dear Film Produzione / Samuel Bronston Productions
  • distribuidora:Rank Organisation
  • direção: Anthony Mann
  • roteiro:Philip Yordan, Fredric M. Frank e Ben Barzman
  • produção:Samuel Bronston
  • música:Miklós Rózca
  • fotografia:Robert Krasker
  • direção de arte:
  • figurino:Veniero Colasanti e John Moore
  • edição:Robert Lawrence
  • efeitos especiais:

imagens - 13

El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid El Cid

sinopse:

A trajetória de Rodrigo Diaz de Bivar, mais conhecido como El Cid (Charlton Heston), herói espanhol do século XI que uniu os católicos e os mouros do seu país para lutar contra um inimigo comum: o emir Ben Yussuf (Herbert Lom). Esta longa jornada começou quando Rodrigo, um súdito do rei Ferdinand de Castella, Leão e Astúrias (Ralph Truman), liberta cinco emires que eram prisioneiros dele e por causa deste ato é acusado de traição. Don Ordóñez (Raf Vallone) o acusa inicialmente, mas na corte é o Conde Gormaz de Oviedo (Andrew Cruickshank) quem acusa duramente Rodrigo e humilha Don Diego (Michael Hordern), o pai de Rodrigo. Estes acontecimentos acabam provocando um duelo de Rodrigo com o Conde Gormaz, o campeão do rei. Rodrigo o mata, mas acontece que Gormaz também era pai de Jimena (Sophia Loren), a mulher que Rodrigo amava e com quem ele pensava em se casar. Mas, em virtude do acontecido, ela passa então a odiar (ou pensa, que odeia) Rodrigo, seu antigo amor. Aproveitando este momento conturbado Ramiro, rei de Aragão, exige a posse da cidade de Calahorra e sugere que ela seja disputada entre os paladinos de cada reino em uma luta até a morte. Então Rodrigo se apresenta para duelar pelo seu rei, pois ele tinha matado Gormaz, o antigo paladino, e se Rodrigo vencesse o combate contra Don Martin (Christopher Rhodes), que já tinha matado vinte e sete homens em combates corporais, seria perdoado pelo rei.

elenco:

  • Charlton Heston (El Cid)
  • Sophia Loren (Jimena)
  • Raf Vallone (Conde Ordóñez)
  • Geneviève Page (Princesa Urraca)
  • John Fraser (Príncipe Alfonso)
  • Gary Raymond (Príncipe Sancho)
  • Hurd Hatfield (Arias)
  • Massimo Serato (Fanez)
  • Frank Thring (Al Kadir)
  • Michael Hordern (Don Diego)
  • Andrew Cruickshank (Conde Gormaz)
  • Douglas Wilmer (Moutamin)
  • Tullio Carminatti (Padre)
  • Ralph Truman (Rei Ferdinand)
  • Christopher Rhodes (Don Martín)
  • Carlo Giustini (Bermúdez)
  • Gérard Tichy (Rei Ramírez)
  • Herbert Lom (Emir Ben Yussuf)

comentários

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Johnni Langer
02/01/2001
nota:Rate010
O melhor filme sobre a Idade Média de todos os tempos. Cenografia e cenários perfeitos, batalhas admiráveis, atores excelentes. Enfim, uma reconstituição grandiosa de uma épica formidável. Poucos filmes conseguiram atingir este nível histórico, fazendo do gênero épico uma referência para o cinema."
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Luís Jr.
03/01/2001
nota:Rate09
Herói extraordinário este Dom Rodrigo Dias de Bivar. A mais admirável personificação de lealdade, honra, compaixão, imparcialidade, coragem não importa ante o quê, senso de justiça e dever que um homem, à exceção de Jesus Cristo (que era perfeito), já demonstrou. Como se não bastasse, este homem magnífico, encarnado brilhantemente por Charlton Heston, viveu num universo fascinante: a Idade Média espanhola, mais adiantada que lugares como Inglaterra e França, com certos ares do antigo Império Romano, mas num cenário de A BELA ADORMECIDA, e prestes a ser destruída pelos exércitos de invasores árabes. O diretor Anthony Mann, em excelente forma, esmerou-se numa belíssima reconstituição de época em fabulosas seqüências de batalha, enquadradas em elegante fotografia. Nunca a Idade Média apareceu tão bela no cinema. E poucos filmes épicos podem orgulhar-se de exibir batalhas tão majestosas! A beleza de Sophia Loren (e seu talento imaculado) abrilhantam este épico rico e nostálgico, embalado pela música inesquecível de Miklos Rosza, em sua melhor partitura. Um fator muito importante a cerca de EL CID é que o filme corretamente desfaz um preconceito que moldou a forma de pensar de muita gente: em sua arrogância, os europeus medievais criam ter construído uma civilização superior a qualquer outra, enquanto, na verdade, a Europa era a periferia da Civilização. Era no Oriente que a luz da Civilização brilhava lidamente, e o ápice desta pirâmide de luxo e poder era o Império Árabe. Na época em que EL CID é ambientado, havia fraqueza imperial entre os árabes, e a Espanha estava dividida entre os herdeiros da velha Cristandade romana e os mouros, herdeiros dos árabes que havia conquistado a Espanha. Apesar da fraqueza régia, os mouros ainda constituíam o povo mais brilhante e culturalmente avançado na Europa daqueles dias. O preconceito dos europeus medievais ainda é a opinião que muita tem hoje. Um diretor menos cuidadoso teria apresentado uma representação sombria dos mouros, com cenários lúgubres e hábitos estranhos demais. Ao invés disso, Mann nos fascina com palácios maravilhosos e ricos trajes de seda, num nítido contraste com as pedras cinzentas das muralhas e castelos europeus. Um contraste que impressionou os europeus alguns séculos depois e os impulsionou a rumar para a Ásia em caravelas e cruzadores em busca da grandeza que os orientais haviam construído para si. EL CID é um espetáculo de História, uma explosão de romance impossível e devastador, da importânica da luta de um homem por seus ideais e um dos mais belos (e grandiosos) épicos já filmados.

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crítica do adorocinema

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