sinopse:
Em São Paulo, Ed Mort (Paulo Betti) é um detetive de nona categoria, que mora em um cubículo, está sempre sem dinheiro e no café da manhã come pastel e garapa (fiados, obviamente). Um dia Ed é procurado por Dayse (Roseane Lima), uma sensual e misteriosa mulher que quer ajuda para encontrar o marido, o Silva, que é um mestre em disfarces e aparece disfarçado como: Chico Buarque, Marília Gabriela, Cauby Peixoto, Luiza Tomé, Gilberto Gil e José Mojica Marins. Mas é o Silva que encontra Ed para revelar-lhe que descobriu na Delbono, uma indústria de salsichas onde trabalha, um maquiavélico plano. Ed se defronta com Nogueira (Ary Fontoura), o presidente da fábrica, e ainda precisa evitar o delegado Mariano (Otávio Augusto), um corrupto que sempre está perseguindo Ed. Tudo se complica ainda mais quando Ed investiga o sumiço de um garoto e se envolve com Cybele (Cláudia Abreu), a apresentadora de um programa infantil patrocinado pela Delbono, que odeia crianças.
Gabrielaa
Josinaldo Maria da Costa
Esse filme ainda não recebeu a atenção merecida. As diversas "caracterizações" do Silva são um achado, as paródias de filmes policiais e de espionagem (sobretudo do meu amado Casablanca) são excelentes e a gozação sobre as tais "louras" apresentadoras de programas infantís é simplesmente sensacional.
Rafael Vespasiano
Ed Mort é de 1996 e uma personagem do escritor gaúcho Luís Fernando Veríssimo; uma sátira aos filmes americanos de detetives (em especial à James Bond); o humor do filme é de uma ironia; o detetive particular vivido por Paulo Betti sempre apresenta-se como: Mort, Ed Mort! Betti está hilário. Roteiro bem envolvente, prende a atenção, bastante engraçado. nota: 7,0.