A Saga Crepúsculo: Eclipse

A Saga Crepúsculo: Eclipse 2010-05-22 Francisco

Título original: (The Twilight Saga: Eclipse)

Lançamento: 2010 (EUA)

Direção: David Slade

Atores: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Billy Burke.

Duração: 124 min

Gênero: Romance

Status: Arquivado

5           10 71 5

(71 votos)

                   

Sinopse

Bella Swan (Kristen Stewart) enfim está reunida a seu grande amor, Edward Cullen (Robert Pattinson). Eles planejam se casar assim que chegar a formatura, o que marcará também a transformação de Bella em vampira. Apesar da vontade dela, Edward ainda é reticente em relação à transformação. Paralelamente, Jacob Black (Taylor Lautner), apaixonado por Bella, decide lutar pelo seu amor. Só que a vida do trio está em perigo quando uma legião de vampiros recém criados começa a atacar em Seattle, cidade próxima ao local em que vivem.

 

Notas do AdoroCinema

Clima sombrio e cenas de ação brutais, apesar de raramente serem sangrentas. O triângulo amoroso continua sendo o mote principal, com vários momentos de ciúmes entre os envolvidos. Alguns funcionam, outros não. Apenas mediano.

por Francisco Russo - Avaliação: 6          

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Elenco

Kristen Stewart

(Bella Swan)

Robert Pattinson

(Edward Cullen)

Taylor Lautner

(Jacob Black)

  • Billy Burke (Charlie Swan)
  • Ashley Greene (Alice Cullen)
  • Jackson Rathbone (Jasper Hale)
  • Nikki Reed (Rosalie Hale)
  • Elizabeth Reaser (Esme Cullen)
  • Peter Facinelli (Dr. Carlisle Cullen)

Comentários

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GI123 em 03/01/2012Nota: 9     

Bom filme, assim como os anteriores. História envolvente, lindas imagens. Bem legal.

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silmara em 16/12/2011Nota: 10     

Adorei todos os filmes...
O que mais me surpreende é o modo que ele protege ela.
Muito romântico ele é maravilhoso.

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Leandro Miecznikowski em 25/10/2011

...achei um amor

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yelyaluiza em 22/10/2011

É menos pior que Lua Nova, mas continua a mesma bos**.

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Angelica em 26/09/2011

...Vendo esse filme fiquei pensando: Se o coração do vampirinho não bati, pois ele é um "semi-morto"(sei lá o que)como ele vai engravidar a sem sal?
cheguei a conclusão: É filme.

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Lucimara™ em 11/09/2011Nota: 6     

Não é tão ruim quanto disseram, mas é o mais meloso dos três. Mostra (ainda) dois homens completamente diferentes tentando conquistar a sem graça da Bella de qualquer forma. Mostra o Jacob ainda com fé de Bella mudar de idéia e querer ficar com ele. Bom,não dá pra reclamar, já que é este triângulo que move a história. Só seria mais bacana se pelo menos tivesse lutas mais decentes, com real ação e sangue jorrando. Mas a classificação é 12 anos, então eles não vão fazer isso (apesar de "Deixe Me Entrar" também ter).
Os atores continuam na mesma, o Edward com esta história de romance a moda antiga chega a chatear. Nem precisa falar sobre a atuação da Kristen. E sobre os prêmios no MTV Movie Awards, todo mundo sabe que ele é movido por voto popular, então nenhuma das indicações e premiações deste filme valem alguma coisa. Porque, ganhar como melhor filme do ano, passando "HP parte 1" e "A Origem", melhor atriz e melhor cena de luta, só com voto popular mesmo!
Espero pra ver no que vai dar os dois últimos. Espero que melhore. - 8,0

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Isis Lourenço em 08/09/2011

...vi lua nova e nao gostei,mas ja que vi vamos ate o final...pq?continua a mesma enrolaçao,ta tem mais açao que o outro,mas qd vc acha que vai se surpreender,afinal sao + 2h de filme,acaba outra vez e a impressao que eu tenho e que isso nao vai acabar nunca.chato.

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Igor Mairinque em 11/06/2011

Histórias de amor sempre são contadas porque jamais deixarão de representar
desejos das pessoas. Desejos como viver eternamente ao lado do grande amor ou dar a
própria vida para salvar a pessoa amada. A cada instante uma saga romântica pode
tomar o mundo de assalto e se transformar num modelo para corações perdidos de
paixão e dominados pelo amor, mesmo que a eternidade desse sentimento seja mais
efêmera do que uma brisa tocando o rosto. Pobres corações dos apaixonados que
necessitam de constantes doses de romance para se manterem quentes e vivos.
Uma dessas histórias tornou-se mundialmente conhecida cerca de uns cinco anos
pra cá, quando o livro Crepúsculo, de Stephanie Meyer, surgiu com a história de amor
entre a garota mortal Isabella Swan e o vampiro Edward Cullen. Numa espécie de
Romeu e Julieta dos tempos modernos, essa história cativou milhares de pessoas e se
tornou um dos maiores sucessos literários, sobretudo, entre o público adolescente,
órfãos dos livros de Harry Potter, e ansiosos por novidades. E como tudo o que faz
sucesso, cai na rede de Hollywood, Crepúsculo e suas seqüências logo se tornaram
filmes com grande aceitação.
Na última quarta-feira, dia 30 de junho de 2010, estreou nos cinemas do mundo
inteiro o mais novo capítulo desta saga, baseado justamente no terceiro livro de Meyer.
A saga Crepúsculo: Eclipse chega às salas carregado de expectativas e prometendo dar
continuidade ao caminho iniciado pelas duas produções anteriores. Já tendo lido os
livros e assistido aos primeiros filmes, cheguei ao cinema com certa curiosidade no que
iria encontrar.
O começo é promissor: sombras, um ar gélido, suspense. Um rapaz tenta fugir de
uma ameaça que nem mesmo sabe o que é. Apenas um borrão é visto por várias vezes
ao seu redor. Apenas sabe-se que o rapaz está próximo de se tornar uma vítima daquela
estranha figura. Dito e feito. Ele se torna alimento para um sugador de sangue (ou seria
uma sugadora?). Penso diante dessa cena: estou diante de um filme de terror como se
fazia antigamente. Acho que finalmente os vampiros serão bem retratados no novo
episódio da chamada Saga Crepúsculo. Mas são apenas os minutos iniciais de projeção.
Na cena seguinte, uma imagem já familiar. Grandes árvores da floresta próxima à
cidade de Forks, cenário de toda a saga. Logo em seguida, num campo florido estão os
protagonistas da história, Bella Swan, interpretada pela (com o perdão do trocadilho)
bela e talentosa Kristen Stewart, e o vampiro Edward Cullen, interpretado por Robert
Pattinson. Em meio a tão bela paisagem, o casal continua o conturbado romance, ainda
que estejam vivendo um momento de tranqüilidade, com direito a versos recitados.
Bella cada vez mais convicta em se transformar uma vampiresa e passar a eternidade ao
lado de seu amor. Edward sempre relutante em lançar a amada numa segunda vida1.
Esta é a tônica de toda a história, sendo que todos os personagens e as situações
mostradas na tela giram em torno dessa relação.
A partir daí, A Saga Crepúsculo: Eclipse segue os mesmos passos de seus
anteriores: Bella entre o amor por Edward e a forte amizade por Jacob (Taylor Lautner),
o conflito entre os vampiros da “família” Cullen e os “lobisomens” quielutes, os amigos
quase esquecidos de Bella, seus pais, cada um a seu modo, tentando demonstrar seu
amor pela filha, enfim, os mesmos personagens e quase as mesmas situações já
conhecidas dos episódios anteriores. Pensando bem, nem tudo é mais do mesmo neste
filme, por mais que essa impressão seja forte e tente nos convencer do contrário.
Por conta de algo acontecido no primeiro filme, este ganha um pouco mais de
ação, trazendo um diferencial para aqueles que não se satisfazem apenas com os dilemas
amorosos do trio de personagens principais. Victoria, única sobrevivente do trio de
vampiros nômades apresentados em Crepúsculo, e que teve rápida aparição em A Saga
Crepúsculo: Lua Nova, ainda com sede de vingança contra Bella e os Cullen, arma um
terrível plano: cria um exército de vampiros recém-criados para atacarem Forks. Como
curiosidade, neste filme, Victoria é vivida pela competente e bela atriz Bryce Dallas
Howard, que com seus longos e ruivos cabelos cacheados dá à personagem uma
caracterização mais próxima daquela descrita nas páginas do romance, ainda que nos
filmes anteriores a personagem tenha sido interpretada também de forma digna pela
atriz Rachelle Lefeve. Bryce imprime, mesmo de forma discreta, um ar mais selvagem e
sensual à personagem.
A ação entra em cena justamente pela participação dos vampiros sedentos de
sangue e quase descontroláveis, algo já conhecido dos fãs de filmes de vampiros,
sobretudo quem assistiu à adaptação para o cinema da Graphic Novel 30 dias de noite.
Tanto este bom filme de vampiro, como o terceiro episódio da saga de Meyer foram
dirigidos por David Slade. O clímax do filme mostra uma batalha entre os Cullen, mais
destacados na trama, com seus intérpretes bem mais à vontade em seus papeis, contra os
“novatos”. Os Cullen recebem o apoio dos lobos, desta vez com uma garota no meio da
matilha. Uma cena que remete para a relação conturbada entre os lobos e os “frios”,
como são chamados os vampiros é contada sob a forma de uma lenda quielute, e
novamente lembra outras leituras sobre essas duas criaturas.
Entre tantas criaturas da noite, não se pode deixar de lado a presença dos Volturi,
o clã de vampiros que controla as ações de todos os sugadores de sangue pelo mundo.
Apresentados no filme anterior, eles surgem na nova história liderados por Jade,
interpretada de forma contida, mas assustadora pela jovem e sempre elogiada Dakota
Fanning. Com um ar doce de criança, mas esboçando intensa crueldade, a personagem é
uma espécie de anjo negro, cativando e aterrorizando ao mesmo tempo. Ela e seus
seguidores chegam à Forks para cobrar de Bella e dos Cullen a promessa feita
anteriormente. Além disso, eles ficam à espreita dos novos vampiros, vigiando seus
passos e intenções.
Como se vê, há no filme elementos interessantes, que podem atrair para as salas
mais do que adolescentes apaixonadas pelos atores principais. Há certa dose de emoção
em cenas ágeis, a fim de compensar as longas seqüências entre Bella e Edward ou entre
Bella e Jacob, como vistas nos primeiros filmes. Aqui o diretor imprime um tom mais
dinâmico, mesclando de forma equivalente o romance, carro chefe da obra, com ação e
até mesmo alguns elementos de terror.
Mas mesmo sendo mais atrativo que os demais, há alguns aspectos em A Saga
Crepúsculo: Eclipse que diminuem todo o seu potencial, mesmo que não comprometa o
resultado final. Se eu escrevesse que o filme não é tão bom (o que não é o caso), de
nada adiantaria, já que milhares e milhares de fãs o assistirão e trarão aos cofres da
Summit, produtora dos longas, uma bilheteria até maior do que os primeiros filmes.
Realmente, o filme é bom, mas isso não impede que ele apresente falhas ou pequenos
deslizes.
Um dos problemas do filme está na sua violência mais do que moderada. É
impossível que num filme que aborda seres que se alimentam de sangue, o próprio não
aparecer na tela. Não quero que os cinemas se encham de sangue como em seqüências
extremamente exageradas, ainda que bem construídas e esteticamente bem executadas
como em filmes como 300 ou V de Vingança. Talvez o diretor pudesse ter usado um
pouco do que aprendeu em seu outro filme de vampiros e obtido com isso resultados
bem mais impressionantes.
A batalha final é recheada de braços, pernas e cabeças decepadas. Como um fã de
vampiros, sei que uma das formas de matá-los é a decapitação. Quanto a isso, correto,
mas e o sangue jorrando? Mesmo as adolescentes de hoje em dia, por mais românticas
que sejam, e isso é um ponto positivo levantado pela história de Bella e Edward, creio
que elas não se importariam em ver na tela um pouco fúria mais extrema. Escrevendo
esta crítica, me lembrei de uma fala do ator Robert Englund no filme O novo pesadelo:
o retorno de Freddy Krueger. Dizia ele: “Mesmo numa comédia romântica, há espaço
para uma ou duas decapitações”. Sarcasmo total de uma lenda do terror moderno.
Um outro aspecto que me desagradou foram os efeitos especiais. Não são os
melhores que já foram feitos. Estranho em se tratando de uma produção cercada de
expectativa e que tinha condições financeiras suficientes para apresentar um resultado
melhor. Se o primeiro filme foi uma surpresa, alcançando uma bilheteria acima do
esperado em relação aos baixos custos da produção, os dois seguintes não tinham por
que ser do mesmo jeito, já que o dinheiro empregado foi maior. Isso não é uma crítica
sem razão, pois quando vemos os lobos perto de pessoas, nota-se claramente a
qualidade baixa dos efeitos que mostram os animais. Nas cenas de luta, acontece o
mesmo. Talvez o que aconteceu foi um pouco de desleixo do que falta de qualidade.
Apenas mais uma ressalva em relação à produção, até para que eu não fique
marcado como “chato” ou coisa pior. Não há como lutar contra uma legião de fãs. Então
que minhas palavras apenas possam se fazer conhecidas como expressão da opinião de
um espectador que somente quer mostrar a sua perspectiva do que viu. As atuações não
são profundas diante do drama que a história pretende passar ao espectador. Desde o
primeiro filme, critico a atuação de Kristen, que na minha opinião é uma excelente atriz
e já mostrou seu talento em filmes como O quarto do pânico e Doces encontros, e
acredito que dará um show, literalmente, em seu próximo filme, The Runnaways, em
que faz o papel de Joan Jett, uma das primeiras roqueiras, ao lado de suas companheiras
da banda que dá nome ao filme. Curiosamente, a atriz Dakota Fanning também participa
deste filme, no papel da vocalista Cherry.
Kristen não consegue convencer quando tem que transparecer a dualidade que sua
personagem Bella tem entre o amor por Edward e a amizade por Jacob. A interpretação
fica um tanto forçada quando ela tem que demonstrar emoções mais fortes, e isso a meu
ver, prejudica a atriz.
Já Robert Pattinson e Taylor Lautner ainda não têm “bagagem” suficiente para
demonstrar se estão na tela por serem atores talentosos ou só porque atraem a atenção
das garotas. E que esse último comentário em hipótese alguma seja considerado como
machista. Penso que um vampiro é um ser solitário e solidão deve provocar dor e
angústia numa pessoa, sentimentos que Edward Cullen não apresenta. E quanto aos
monstros mais amaldiçoados das histórias de terror, os lobisomens, seres que carregam
culpa e que buscam livrar-se dessa maldição, no filme esses elementos não são
explorados. Se bem que os quielutes estão muito longe de serem lobisomens, são apenas
pessoas que se transformam em animais, no caso, lobos gigantes, então a comparação
não vale. Os jovens atores precisam aprender com os veteranos como interpretarem
esses tipos de criaturas.
Os demais atores passam pelo mesmo problema, ainda que alguns consigam uma
interpretação um pouco mais convincente, como Ashley Greene, que faz Alice Cullen e
Nikki Reed, que interpreta Rosalie Cullen. Talvez porque essas personagens estejam
ganhando mais espaço e força ao longo dos filmes, fazendo com que as jovens atrizes
busquem uma impressão melhor de seus papéis. O mesmo vale para Dakota Fanning,
que em minha opinião tem a melhor interpretação no filme, ainda que breve. Pena
também que uma de minhas atrizes preferidas, Bryce Dallas Howard não tenha a mesma
sorte e fique limitada a caras e bocas em sua vingativa Victoria, também numa
participação breve.
Por falar em breve, cabe destacar a presença da personagem Bree Tunner, cuja
história é contada no novo livro de Stephanie Meyer, A segunda breve vida de Bree
Tunner, já lançado no Brasil. Trata-se de uma das recém-criadas. Uma garotinha que
não sabe bem o porquê da sede de sangue que está sentindo. Ela representa
perfeitamente a morte da primeira vida e o renascimento vampírico, um momento
experienciado por todos os “frios” e que define os rumos tomados por eles. Eclipse
explora em alguns momentos essa confusão sofrida pelos personagens vampíricos e
lança o espectador no turbilhão de escolhas e consequências que Bella terá que
enfrentar. Isso retoma alguns temas comuns em histórias sobre vampiros e que
considero interessantes de serem contadas na tela. Em relação a isso, o filme traz pontos
positivos que podem fazer dele um exemplar interessante na galeria de contos sobre
sugadores de sangue.
No geral, este novo episódio pode até mesmo ser considerado superior aos
anteriores. Isso é interessante, pois o desenrolar da saga está sendo acompanhado de
uma evolução sob diversos aspectos, ainda que certas coisas insistam em permanecer as
mesmas desde os primeiros instantes de Crepúsculo. De qualquer forma, o filme merece
ser assistido como entretenimento e é uma boa opção para quem gosta de histórias de
amor com certa de dose de emoção e suspense.

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wesleyaxe em 15/05/2011

Não melhor que o segundo mas é um ótimo filme ainda, aguardo ansioso pela continuação.

Nome do Usuario

Nayana M. Mota em 18/04/2011

comparado a qualidade do livro, eclipse é mto fraco. O Jacob rouba a cena o tempo todo, não é a toa que a sexualidade do Edward é posta em dúvida frequentemente em criticas engraçadinhas. As cenas de ação são legais, mas se não fosse o ofuros da saga crepusculo não teria recorde de bilheteria.

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