Título original: (Dona Flor e seus Dois Maridos)
Lançamento: 1976 (Brasil)
Direção: Bruno Barreto
Atores: Sônia Braga, José Wilker, Mauro Mendonça, Deborah Brillanti.
Duração: 120 min
Gênero: Comédia
Status: Arquivado
Durante o carnaval de 1943 na Bahia, Vadinho (José Wilker), um mulherengo e jogador inveterado, morre repentinamente e sua mulher, Dona Flor (Sônia Braga), fica inconsolável, pois apesar dele ter vários defeitos era um excelente amante. Mas após algum tempo ela se casa com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), um farmacêutico que é exatamente o oposto do primeiro marido. Ela passa a ter uma vida estável e tranqüila, mas tediosa e, de tanto "chamar" pelo primeiro marido, ele um dia aparece nu na sua cama. Então ela pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema: no fundo Flor quer que ele fique, pois há um forte desejo que precisa ser saciado.
Num ano de recordes históricos e uma literal invasão da temática espírita nas sala...
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Odacyr Roberth em 07/12/2011
Amei o filme, especialmente por ser nacional. Pensei que ia encontrar muito mais sexo nele (pelo que ouvi as pessoas falarem), mas depois pensei que não, por que ele é um pouco antigo (na época deve ter sido muito escandaloso)... A Sônia está espetacular. A trilha sonora está divina! Muito brasileiro sim o filme, apesar de terem outros que representem tão bem o país quanto este. É claro que um filme só não irá representar toda a pluralidade cultural do país, por que não há tempo nem roteiro que suporte - isso seria querer demais. Mais gostei assim mesmo, apesar de eu ter uma leve impressão de safadeza por parte da Dona Flor (o que seria generalizado para todas as mulheres do Brasil), quando o filme mostra que a mulher prefere um marido que lhe roube, lhe bata, mas que lhe dê uma noite calorosa de sexo, a um que lhe trate com amor e carinho, mas que é frio na cama... Não sei se a minha interpretação está quivocada, mas foi isso que eu senti ao ver o filme. Por atender às minhas expectativas e ter me encantado dou 8.3 para o filme.
Tijolada em 11/05/2010Nota: 5
Espetacular filme. Os personagens são complexos, as cenas são perfeitamente exploradas, em suas tomadas, na fotografia, na sonoridade, na trilha sonora. O clima criado é perfeito. Há cenas de sexo, mas estão perfeitamente inseridas no contexto. E a cena final do trio descendo a ladeira depois da missa, ao som de "O que será que me dá", é antológica, a melhor cena do cinema brasileiro. Claro que o filme é alvo de críticas por parte de pseudo-intelectuais, de politicamente-corretos revoltados contra o Vadinho, de esquerdinhas revoltados porque o filme não aborda a questão social e de bichinhas em geral que não conseguem entender o elã do filme, do amor-erótico entre o casal tema do filme. Mas não sabem o que dizem. Trata-se do melhor filme do cinema brasileiro, onde todos os fatores se unem em harmonia perfeita: atuações magistrais, fotografia, timing, trilha sonora, romance e as pitadas de humor. Nota 10, com estrelinha.
Júlio César Valente Ferreira | em 02/01/2001Nota: 0.5
Perfeitamente dispensável o relançamento deste filme. Só as cenas de sexo e de nudez de Sônia Braga para tornar este filme a maior bilheteria nacional. O filme somente se destaca para aqueles que não conhecem a Bahia. De resto, nada se aproveita."
Marcel Nabero Tavares em 08/01/2001Nota: 2.5
Bom o filme é de passagem, pois como dizem outros que já criticarão não sei por que falão tanto deste filme, não sei o que os produtores deste filme quizerão passar na época, dizem ser um filme bem brasileiro mas se passado em outros paises parece que o brasil é maior put.ria(desculpe a palavra ma é assim com muitos filmes brasileiros da década de 70 em que so tem carnaval e sexo.
Carlos Dunham em 06/01/2001Nota: 4.5
Devo confessar que, ao ir assistir "Dona Flor" nessa nova versão com cenas inéditas, fui ao cinema apreensivo: havia sido insistentemente divulgado na mídia que os cinco novos minutos que o filme estava ganhando eram compostos basicamente por cenas de sexo. "Será que estão vulgarizando a obra?", temia, receando pelo destino de um filme o qual sou apaixonado. Felizmente, isso não aconteceu: "Dona Flor" festeja seu Jubileu de Prata provando que não precisa de cenas explícitas para provar sua qualidade, e continua encantador. É verdade que seu moral é bastante incômodo: as entrelinhas do filme sugerem que o casamento com um vagabundo, que bate e explora sua esposa, seria melhor, ou mais interessante, que o enlace com um homem de bem. Mas Bruno Barreto dirige tal trama com tanta devoção, inserindo um sabor de Bahia tão intenso no filme, que assistir "Dona Flor" é tão delicioso quanto comer um quitute baiano (dos feitos sem a utilização de animais mortos, claro): picante e inesquecível. E as novas cenas, que felizmente não são de sexo, não vulgarizam, portanto, "Dona Flor"."
Mariaa em 05/01/2001Nota: 5
Sinto que o tema é ainda extremamente atual. Há barreiras em nossa sociedade que precisam ser quebradas, preconceitos, etc. Este filme ajuda a ver o brasileiro e o ser humano como ele é, um ser polígamo por excelência e reprimido pela sociedade católica, em especial. Gostaria muito de fazer um filme um dia sobre a minha vida, dirigido por José Wilker, só que seria algo tipo: "Fulana e seus 7 maridos". Daria uma mini-série, um livro e um filme, que bem trabalhados mostrariam um pouco do povo brasileiro. Quem sabe, não custa sonhar."
Henrique Bassaini em 07/01/2001Nota: 5
Esse filme me cativou, pois além da belíssima atuação dos atores, a trilha sonora fois simplesmente maravilhosa. A cantora Simone, que iniciava sua carreira, pode mostrar seu vigor e talento. A partir desse filme, a Simone ganhou o mundo, a crítica e o publico. Esse filme deveria virar dvd. E a trilha sonora original deveria sair em cd. Uma boa dica.
Fábio Ananias Moisés em 09/01/2001Nota: 5
O filme é sensacional, principalmente as atuações de Wilker,Sônia Braga, Mauro Mendonça etc. Vale assistir este filme por causa das cenas de sexo e nudez.
Francisco Russo em 03/01/2001Nota: 2.5
Sempre tive muita curiosidade em saber o porquê de "Dona Flor e seus 2 maridos" ser a maior bilheteria do cinema nacional. Aproveitei então o relançamento do filme nos cinemas para vê-lo, justamente para matar esta curiosidade. E a sensação que tive foi de decepção. "Dona Flor..." é um filme apenas mediano, que se torna extremamente cansativo quando Vadinho, personagem de José Wilker, sai de cena. Na verdade ele é o único personagem interessante na trama, já que o de Mauro Mendonça é chatíssimo e Sônia Braga não faz muito em cena. Nem as tão comentadas cenas de sexo são grande coisa, até porque são em pequena quantidade e não mostram mais do que qualquer novela ou especial de TV mostra hoje em dia. No final das contas, achei que o filme tem muita fama para pouco conteúdo."
É um bom filme.
por Otávio, 14/02/2012 às 19:33
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
Filme recomendado. Análise: roteiro bom, atuações boas, fotografia boa, trilha sonora reg...
por NEO, 14/02/2012 às 18:55
...Muito bom o filme! Está entre os melhores na minha opinião!
por Gustavo, 14/02/2012 às 18:35
Já teve um filme com roteiro parecido com o Adam Sandler e a Drew Barrymore, não teve?
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:13