Título original: (La Dolce Vita)
Lançamento: 1960 (Itália)
Direção: Federico Fellini
Atores: Marcello Mastroianni, Anita Ekberg, Anouk Aimée, Yvonne Furneaux.
Duração: 167 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Em Roma Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) é um jornalista que escreve fofocas para os tablóides sensacionalistas. Ele anseia ser um escritor sério mas, como tantos, nunca consegue escrever qualquer coisa mais profunda além do que ele normalmente escreve para viver. Em uma boate Marcello conhece uma herdeira rica, Maddalena (Anouk Aimée), que sofre por sentir um enorme tédio pois tudo a chateia, e ela constantemente está à procura de excitações novas. Juntos pegam uma prostituta e passam a noite fazendo um menage à trois no quarto da meretriz. Quando Marcello volta para casa encontra sua costumeira amante, Emma (Yvonne Furneaux), que tinha tomado uma overdose de pílulas para dormir. Marcello se apressa em levá-la até o hospital onde ele fica seguro que Emma se recuperará, apesar dela estar ainda muito deprimida. Marcello então corre para cobrir no aeroporto a vinda de Sylvia Rank (Anita Ekberg), uma nova atriz de Hollywood. Logo Marcello fica mais íntimo de Sylvia e é tudo que ele deseja, pois está totalmente fascinado pela beleza dela. Assim percorrem juntos os pontos turísticos de praxe, como a Praça de São Pedro, as Termas de Caracalla e a Fonte de Trevi, onde ela resolve tomar um banho com roupa enquanto Marcello tentava achar leite para um gatinho, que Sylvia tinha visto nas ruas. Ao retornar Marcello vê Sylvia se banhando e se deslumbra, principalmente quando ela o convida para tomar banho com ele. Mas ao voltarem da fonte a situação fica desagradável, pois Robert (Lex Barker), o noivo de Sylvia, a esbofeteia e faz o mesmo com Marcello, que não revida.
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Carlos em 05/01/2012Nota: 10
...Um dos melhores filmes de Fellini, o homem que fazia cinema de verdade. Narra estórias de um jornalista (Mastroianni) abalado em sua carreira profissional. Estava cansado do sensacionalismo e invasão doentia de privacidade que os jornais obrigavam os repórteres a terem da vida íntima das pessoas. E ele sabia disso..queria uma carreira artística no meio literário. E também enfrentava crise amorosa com sua namorada. Ela queria um relacionamento monogâmico e dominador, quase maternal. E ele não queria rédeas para o amor, era livre e queria voar por terras desconhecidas nessa área. Com fotografia incrível, que só a Europa pode proporcionar com sua arquitetura histórica, o filme conta em uma trama bem densa as aventuras desse homem na noite de Roma, ou nos relacionamentos de amizade ou da profissão...uma busca incessante para se conhecer, essa é a batalha travada pelo personagem central. Longametragem grandioso e poético, não pode ficar de fora do conhecimento dos verdadeiros amantes da arte. O filme é pura paixão pela vida.
Mostarda sem Katshup em 21/04/2010
Esse é um dos filmes mais belos já feitos na historia , nunca terminei de ve-lo mas só os primeiros minutos se encherga a poesia que Fellini transmitia na alma PURA POESIA
yyamamoto em 02/04/2010
Precisei assistir esse filme três vezes para poder entendê-lo completamente. Talvez por descuido meu, ele não é tão complicado assim. A obra conta a história de Marcello, um jornalista (Fellini trabalhava como jornalista) intelectual que se vê dividido entre dois mundos, o pré 60 e o pós 60. O pré 60 é o típico mundo provinciano, intelectualizado, sem qualquer agitação, temos como representantes dele a turma intelectual da qual Marcello conhece quando vai a uma festa na casa de um amigo seu (onde ele escuta os sons da natureza), e um outro personagem chave que a primeira vista tem pouca importância no filme, a garçonete provinciana. O pós 60 é agitado, cheio de badalações, onde se valoriza o superflúo; o nosso mundo. Mas o que o mundo pós 60 tem de tão atraente para competir com o pré 60? Isto fica por conta do pai do Marcello. O filme é um retrato da época em que foi feito, não só na Itália, mas no resto do mundo. Uma verdadeira obra prima. Tudo nele é meticulosamente bem construído, cada detalhe é importante. Não vou explicá-lo por completo, como disse anteriormente, ele não é tão complicado assim. Não sei como expressar o quanto gostei desse filme. Só descobri que o filme tinha quase 3 horas de filme quando o assisti pela sexta vez e a pilha do controle remoto acabou, daí tive que andar até o dvd para apertar o botãozinho, antes disso, se me perguntassem, diria que tinha no máximo 1 hora e meia. Um filme delicioso, e sim, a vida é doce, segundo o mestre Fellini. Apesar de todos os obstáculos e amarguras da vida, Fellini mantém sua perspectiva otimista e bem humorada da vida, ao contrário do que foi dito anteriormente. Segundo melhor filme de Fellini (competir com Oito e Meio também é covardia...).
Rafael Vespasiano em 04/01/2010Nota: 5
A doce vida: Um filme esplêndido! Com ótima atuação, como sempre, de Mastroainni! A vida cultural da Itália naquela época é passada a limpo pela ótica desproporcional de um jornalista (Marcelo), como escreveu Tathianna, em sua crítica, a vida realmente é louca e não tão doce assim; o título do filme deve ser uma "tirada irônica" de Fellini para definir o que seja a vida que nós levamos, independente da época e do lugar em que vivemos. Fellini mostra a vida de forma amargurada, mas também, paradoxalmente, alegre. O termo que até hoje usamos "paparazzo" surgiu nesse filme e foi um neologismo criado por Fellini. Figurinos impecáveis! Inesquecível filme! Nota: 10.
Gabriel Wirz em 06/01/2001Nota: 5
Incontestável obra-prima do cinema!Fellini retrata soberbamente as facetas humanas para o amor e para a beleza, mostrando que nós podemos ser muito intrigantes!Fantástico!
João Paulo em 08/01/2001Nota: 5
Sem dúvida, A Doce Vida é o melhor filme dos anos 60.Federico Fellini mostrou com esse filme ser o melhor diretor surgido no pós-guerra e um dos melhores da história do cinema italiano.
Juliano Motter Ribas em 02/01/2001Nota: 5
Adorei ao filme, é um filme que segue a risca o que Fellini tentou transmitir ao longo de sua carreira como diretor de cinema, com uma atuação impecável de Mastroianni, A Doce Vida fala da insustentável leveza, que é o vazio dentro de uma pessoa.
Joice Mittmanna em 04/01/2001Nota: 5
Belíssimo! Um filme de imagens e música fascinantes. Nos propicia a sensação de se estar alí, em Roma. Uma festa! Para a qual fomos generosamente convidados por Fellini, Mastroianni & CIA! Bom revê-lo (sempre!).
Cícero Antônio Simões em 09/01/2001Nota: 5
Obra-prima incontestavel! Felini devassa a alma humana a pro cura da resposta para o vazio que existe em todos nós.Vazio que procuramos preencher com coisas exteriores.Os atores dão um show,a trilha sonora émaravilhosa e Felini é sempre Felini.
Rodrigo Lima em 10/01/2001Nota: 5
Não vejo Fellini como um gênio, ao contrário da crítica especializada, mas nesse filme ele conduz com uma leveza que é impossivél não se apaixonar. A liberdade e futilidade que oa personagens apresentam são encantadoras, assim como o clima que gira ao redor desses personagem tão despretenciosos . A cena em que eles saem da casa, se despedindo "de cena" um a um, como em um teatro, é linda e cheia de simbolismos. Inesquecivél.
Filme incrível. Vale muito a pena ver.
por Gigi Santos, 10/02/2012 às 23:56
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Fabuloso! Um filme prazeroso de se ver, de uma forma única.
por Gigi Santos, 10/02/2012 às 23:50
Tem uma estória legal, e segue um ritmo interessante esse filme, mas o melhor de tudo mesmo...
por wesleyaxe, 10/02/2012 às 23:19
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Mesmíssima coisa! Antes de assistir já imaginava que era tipo, "um filme pra mim"...
por Letícia, 10/02/2012 às 22:21