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A Doce Vida

titulo original: (La Dolce Vita)

lançamento: 1960 (Itália)

direção: Federico Fellini

atores: Marcello Mastroianni , Anita Ekberg , Anouk Aimée , Yvonne Furneaux , Magali Noël

duração: 167 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:La Dolce Vita
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 47 min
  • ano de lançamento:1960
  • site oficial:
  • estúdio:Riama Film / Société Nationale Pathé Cinéma / Pathé Consortium Cinéma / Gray-Film
  • distribuidora:Astor Pictures Corporation
  • direção: Federico Fellini
  • roteiro:Federico Fellini, Ennio Flaiano, Tullio Pinelli e Brunello Rondi
  • produção:Giuseppe Amato e Angelo Rizzoli
  • música:Nino Rota
  • fotografia:Otello Martelli
  • direção de arte:
  • figurino:Piero Gherardi
  • edição:Leo Cattozzo
  • efeitos especiais:

imagens - 11

A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida A Doce Vida

sinopse:

Em Roma Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) é um jornalista que escreve fofocas para os tablóides sensacionalistas. Ele anseia ser um escritor sério mas, como tantos, nunca consegue escrever qualquer coisa mais profunda além do que ele normalmente escreve para viver. Em uma boate Marcello conhece uma herdeira rica, Maddalena (Anouk Aimée), que sofre por sentir um enorme tédio pois tudo a chateia, e ela constantemente está à procura de excitações novas. Juntos pegam uma prostituta e passam a noite fazendo um menage à trois no quarto da meretriz. Quando Marcello volta para casa encontra sua costumeira amante, Emma (Yvonne Furneaux), que tinha tomado uma overdose de pílulas para dormir. Marcello se apressa em levá-la até o hospital onde ele fica seguro que Emma se recuperará, apesar dela estar ainda muito deprimida. Marcello então corre para cobrir no aeroporto a vinda de Sylvia Rank (Anita Ekberg), uma nova atriz de Hollywood. Logo Marcello fica mais íntimo de Sylvia e é tudo que ele deseja, pois está totalmente fascinado pela beleza dela. Assim percorrem juntos os pontos turísticos de praxe, como a Praça de São Pedro, as Termas de Caracalla e a Fonte de Trevi, onde ela resolve tomar um banho com roupa enquanto Marcello tentava achar leite para um gatinho, que Sylvia tinha visto nas ruas. Ao retornar Marcello vê Sylvia se banhando e se deslumbra, principalmente quando ela o convida para tomar banho com ele. Mas ao voltarem da fonte a situação fica desagradável, pois Robert (Lex Barker), o noivo de Sylvia, a esbofeteia e faz o mesmo com Marcello, que não revida.

elenco:

  • Marcello Mastroianni (Marcello Rubini)
  • Anita Ekberg (Sylvia Rank)
  • Anouk Aimée (Maddalena)
  • Yvonne Furneaux (Emma)
  • Magali Noël (Fanny)
  • Alain Cuny (Steiner)
  • Annibale Ninchi (Pai de Marcello)
  • Walter Santesso (Paparazzo)
  • Valeria Ciangottini (Paola)
  • Riccardo Garrone (Riccardo)
  • Ida Galli (Debutante do Ano)
  • Audrey McDonald (Sonia)
  • Alain Dijon (Frankie Stout)
  • Lex Barker (Robert)

comentários

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Juliano Motter Ribas
02/01/2001
nota:Rate010
Adorei ao filme, é um filme que segue a risca o que Fellini tentou transmitir ao longo de sua carreira como diretor de cinema, com uma atuação impecável de Mastroianni, A Doce Vida fala da insustentável leveza, que é o vazio dentro de uma pessoa.
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Lívia Limaa
03/01/2001
nota:Rate09
O filme é lindo!! E é pela beleza que Fellini presa. Marcelo Mastroanni, pra mim o melhor ator de todos os tempos, não poderia estar melhor! em meio a crises e tentativas de ascendência profissional, o jornalista Marcello se depara com várias pessoas que compartilham com ele suas frustações e tentam mostrar como a vida é doce!
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Joice Mittmanna
04/01/2001
nota:Rate010
Belíssimo! Um filme de imagens e música fascinantes. Nos propicia a sensação de se estar alí, em Roma. Uma festa! Para a qual fomos generosamente convidados por Fellini, Mastroianni & CIA! Bom revê-lo (sempre!).
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Fernanda Lemosa
05/01/2001
nota:Rate010
Só me deu vontade de ver mais e mais Fellini... O filme é realmente muito bom... Marcelo é mais que apenas um Don Juan carente, um jornalista medíocre.Vale a pena ver e rever clássicos como esse!
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Gabriel Wirz
06/01/2001
nota:Rate010
Incontestável obra-prima do cinema!Fellini retrata soberbamente as facetas humanas para o amor e para a beleza, mostrando que nós podemos ser muito intrigantes!Fantástico!
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Rosângela Villa Reala
07/01/2001
nota:Rate010
Trata-se de um filme dinâmico, com uma bela fotografia e atuações. São várias histórias dentro de uma só. Fellini retrata com primor a cultura romana diante da fama, do possível milagre, da perda de um amigo, do encontro de uma jovem bela e doce. Bárbaro!
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João Paulo
08/01/2001
nota:Rate010
Sem dúvida, A Doce Vida é o melhor filme dos anos 60.Federico Fellini mostrou com esse filme ser o melhor diretor surgido no pós-guerra e um dos melhores da história do cinema italiano.
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Cícero Antônio Simões
09/01/2001
nota:Rate010
Obra-prima incontestavel! Felini devassa a alma humana a pro cura da resposta para o vazio que existe em todos nós.Vazio que procuramos preencher com coisas exteriores.Os atores dão um show,a trilha sonora émaravilhosa e Felini é sempre Felini.
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Rodrigo Lima
10/01/2001
nota:Rate010
Não vejo Fellini como um gênio, ao contrário da crítica especializada, mas nesse filme ele conduz com uma leveza que é impossivél não se apaixonar. A liberdade e futilidade que oa personagens apresentam são encantadoras, assim como o clima que gira ao redor desses personagem tão despretenciosos . A cena em que eles saem da casa, se despedindo "de cena" um a um, como em um teatro, é linda e cheia de simbolismos. Inesquecivél.
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Rafael Vespasiano
04/01/2010
nota:Rate010

A doce vida:

     Um filme esplêndido! Com ótima atuação, como sempre, de Mastroainni! A vida cultural da Itália naquela época é passada a limpo pela ótica desproporcional de um jornalista (Marcelo), como escreveu Tathianna, em sua crítica, a vida realmente é louca e não tão doce assim; o título do filme deve ser uma "tirada irônica" de Fellini para definir o que seja a vida que nós levamos, independente da época e do lugar em que vivemos. Fellini mostra a vida de forma amargurada, mas também, paradoxalmente, alegre. O termo que até hoje usamos "paparazzo" surgiu nesse filme e foi um neologismo criado por Fellini. Figurinos impecáveis! Inesquecível filme! Nota: 10.


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crítica do adorocinema

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