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O filme é muito bom, bom enredo e direção (o mais próximo da história verdadeira de Jack). Porém, achei o final muito conturbado, mesmo para quem passou o filme inteiro atento às cenas finais, que foram muito rápidas e "alucinogeneas". Mesmo assim o filme foi muito bom. O Johnny esta ótimo como sempre. |
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O filme traz de volta às telas o famoso serial killer Jack, o estripador, mas o filme contém vários pecados. Primeiro o protagonista, Johnny Depp, canastrão como nunca, não convence nem um pouco na pele do detetive viciado em ópio. O suspense que deveria ter não existe em hora nenhuma do filme, não há muita lógica na história e pôr censura 18 anos num filme mediano como este é ridículo. Só vá assisti-lo se você não tiver mais nada de bom para fazer, pois o filme é totalmente dispensável. |
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Não se via tanto terror de qualidade há muito tempo. Mais uma vez Johnny Depp surpreende, agora exercendo o papel "do homem do lado da lei", completo oposto da personagem interpretada pelo ator no também excelente "Profissão de Risco". O filme trabalha com maestria conceitos delicados como os concernentes à maçonaria, e antes que "colecionasse" processos pelo mundo todo soube contornar de maneira precisa a conduta do médico responsável pelos crimes no bairro londrino de Whitechapel, colocando-o como um completo desequilibrado e, assim, "exumando-se" da possível associação de uma imagem fortemente pejorativa para com relação à instituição maçônica, que ainda é muito presente nos dias de hoje, mesmo se tratando do fato de estarmos em pleno século XXI. Mas o filme só não é nota 10 pela característica da personagem de Depp em ter "visões" dos crimes. Ele não parece um paranormal, mas sim um autêntico e crônico viciado em ópio, droga que matou grandes intelectuais no fim do século XIX. Fora isso, perfeito, brilhante. |
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O filme é show!!! As imagens são extremamente realistas, macabras, isso faz com que o clima de suspense, às vezes terror, se torne maior comparado aos demais filmes desse gênero. O roteiro e a maquiagem também são muito bons. |
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O filme é show!!! As imagens são extremamente realistas, macabras, isso faz com que o clima de suspense, às vezes terror, se torne maior comparado aos demais filmes desse gênero. O roteiro e a maquiagem também são muito bons. |
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"Do inferno" é um filme maravilhoso!!! O 2º melhor filme já feito (o melhor é "A lenda do cavaleiro sem cabeça"). Por falar nisso, o Johnny Deep está ótimo nesse filme e, ao contrário do que outros dizem, faz um personagem completamente diferente do Ichabod Crane. |
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"Do inferno" é tecnicamente perfeito. O clima sombrio da fotografia é invejável e a recontituição da sociedade londrina do século 19 também é digna de elogios. Contudo, o filme envolve mais pelo clima sombrio e pelo sentimento de injustiça do que pelo real propósito da trama. Johnny Depp, como sempre, convence, mas surpreendente é o carisma da linda e jovem Heather Graham. Não há ninguém que não se apaixone por ela desde o inicio do filme. Pontos também para Robbie Coltrane (Sargento Peter Godley) e para Annabelle Apsion (Polly Nichols) interpretando a cena mais temorizante do filme. Não espere sustos! |
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O clima sombrio do filme revela todo suspense que ele provoca ao publico. Jhonny Deep está, mais uma vez, (como em "Sleep Hollow") perfeito. Heather Graham casou perfeitamente com a personagem. Um bom enredo e uma cenografia impecavel. O final é imprevisível, mas poderia ser melhor. |
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Em 11/01/02 entrou em cartaz em nossos cinemas mais um filme de horror, "Do Inferno" (From Hell), numa produção entre Estados Unidos e República Tcheca, e trazendo dessa vez um dos precursores na arte de matar, o lendário "Jack, o Estripador". Na Londres de 1888 um assassino está atuando no distrito de Whitechapel matando violentamente prostitutas nas ruas escuras e sujas das noites londrinas. Para investigar o caso é chamado um inspetor da polícia, interpretado por Johnny Depp, que tem poderes de premonição em seus sonhos quando está drogado sob efeito do ópio. As vítimas, mulheres prostitutas do submundo de Londres, são mortas brutalmente por um serial killer possuidor de grandes habilidades cirúrgicas exemplificadas nos corpos estripados de suas escolhidas. Após a sangrenta morte de várias mulheres, o inspetor descobre a identidade do assassino, muito bem conduzido por Ian Holm ("O Senhor dos Anéis") e suas motivações em meio a uma trama envolvendo a família real inglesa e uma sociedade secreta maçônica. A história já é bem conhecida e muita explorada pelo cinema em várias produções anteriores e nesse caso específico, o filme é baseado numa história em quadrinhos de Alan Moore e Eddie Campbell. A ambientação da Londres do final do século XIX é muito bem feita numa atmosfera obscura e interessante, principalmente nas cenas do estripador com suas vítimas. Johnny Depp ("Edward Mãos de Tesoura" / "Ed Wood"), já está se especializando em filmes de horror e em papéis de investigador de assassinatos estranhos como também em "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça" ou "O Último Portal". Já o veterano Ian Holm arrasa como o sinistro e aristocrático estripador, usando um trocadilho, numa performance de tirar o sangue... Porém, não há grandes novidades no filme, somente algumas pequenas variações ficcionais em torno de uma conhecida história real, e todos os elementos característicos do gênero podem ser encontrados. De qualquer forma, é mais um filme explorando o tema de "Jack, o estripador" e que pode garantir alguns momentos de entretenimento sem muita exigência para os fãs do estilo. |
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Inaceitável! É incrível o que Hollywood consegue fazer com a imagem da Maçonaria para atrair o público. Difamar uma instituição centenária que sempre esteve presente nos momentos mais marcantes de nossa história contemporânea. RIDÍCULO! |
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Nem só de obras primas vive Hollywood. E, aliás, se todos os filmes bons fossem obra-primas, chamar uma película de obra-prima seria cair no lugar comum, não é mesmo? Mas graças a Deus podemos guardar nosso fôlego para sentirmos essas obras de arte com grande empolgação e atenção no momento certo enquanto nos deleitamos e nos divertirmos (sim, divertir, o cinema também serve pra isso, sabiam?) com películas que não tem outro fim senão um sadio, competente e inteligente entretenimento. O que é o caso de DO INferno, pelicula dos irmãos Hughes, baseados num HQ homonima de um dos mestres da área, Alan Moore. Certo, Do Inferno poderia ter sido uma obra-prima, tinha potencial, mas tantos filmes considerados (e realmente) ruins não poderiam o mesmo? Então, meus caros, nos contentemos com aquilo que já é o bastante nesses tempos de Harry Porter e Buffys: Do Inferno é um bom filme, um ótimo filme, e isto em si já é merito suficiente. Dos quadrinhos, os irmãos Hughes realmente tiraram apenas o título e o clima pesado, decadente, miserável que permeia todo enredo. Mas seu objetivo primeiro, está claro desde o início, era fazer um trailer de suspense. Objetivo que dá com os burros na agua a partir da metade do filme, quando revelada a identidade do assassino, como forma de seguir mais fielmente as premissas básicas da história original de Alan Moore. O problema é que nas HQs todos sabem desde o início que o Dr. William Gull é Jack, acompanhamos inclusive os assassinatos e suas premeditações através da ótica dele. Apresentá-lo no meio do enredo, no filme, não é o suficiente para que o telespectador (que não leu Do INFERNO) se familiarize com ele, entenda suas deturpadas motivações e até (como aconteceu comigo na leitura da obra) simpatize com o bom doutor. Mas fora essa falha drástica de roteiro, Do Inferno cumpre bem as expectativas, condensa o suspense a uma certa crítica social, concentra-se em alguns (embora de forma tímida) perfis psicológicos, e conta com excelentes atuações, principalmente de Iam Holm e Johnny Deep. Não é de admirar que os velhos fãs da sétima arte não gostem do visual de Do Inferno: é um filme com a cara dos anos 90, ou melhor, da primeira década do século XXI. Ele tem uma identidade fortemente ligada a nossa época, e não é que essa decadencia, essa inquietação, essa expectativa também estavam presentes na Londres do final do século XIX? Talvez por isso os jovens se ajustem tanto com as imagens e idéias transmitidas em Do Inferno. Vivemos talvez períodos semelhantes, onde a prosperidade esconde a exclusão social, onde a paz esconde conflitos endemicos, onde altas autoridades escondem facinoras sem escrupulos e onde respeitosas instituições não passam de joguetes manipulados por conspirações de grupos inescrupulosos. Como disse o próprio Dr. Gull, nas páginas de Do Inferno, é no Inferno, e aí que nós vivemos. E é por entender as palavras do bom doutor, que os diretores acertam em cheio. Do Inferno é uma ficção, não a obra definitiva sobre Jack. Nunca pretendeu isso, como poderia pretender? Poderiamos um dia, após tantos anos, realmente descobrir quem foi Jack? Nos sobra então dissecar a época, o espírito da época, tal como Alan Moore e os irmãos Hughes tentaram dissecar. Nada mais que um versão, condizente com nossa época, mas não definitiva - porque outras épocas e geraões virão, sobre vidas miseráveis que somente passam a valer algo quando vítimas de uma morte espetacular envolvida em mistério. Jack causava espanto e terror no século XIX. Hoje não assusta mais ninguém, porque há Jacks aparecendo todos os dias, em todas as grandes cidades do mundo, e as mortes espetaculares rendem, quando muito, capa de jornal para alguns dias. E, acredito, esse seja o maior e verdadeiro terror. |
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