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Distrito 9

titulo original: (District 9)

lançamento: 2009 (Nova Zelândia) (África do Sul)

direção: Neill Blomkamp

atores: Sharlto Copley , Jason Cope , Nathalie Boltt , Sylvaine Strike , Elizabeth Mkandawie

duração: 112 min

gênero: Ficção Científica

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:District 9
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:01 hs 52 min
  • ano de lançamento:2009
  • site oficial:http://www.d-9.com/
  • estúdio:WingNut Films / Key Creatives / QED International
  • distribuidora:TriStar Pictures / Sony Pictures Releasing
  • direção: Neill Blomkamp
  • roteiro:Neill Blomkamp e Terri Tatchell
  • produção:Peter Jackson
  • música:Clinton Shorter
  • fotografia:Trent Opaloch
  • direção de arte:Emilia Rioux
  • figurino:
  • edição:Julian Clarke
  • efeitos especiais:Weta Digital / XYZ-RGB / The Embassy / Image Engine Design

imagens - 47

Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9 Distrito 9

sinopse:

Há 20 anos uma gigantesca nave espacial pairou sobre Joanesburgo, capital da África do Sul. Como estava defeituosa, milhões de seres alienígenas foram obrigados a descer à Terra. Eles foram confinados no Distrito 9, um local com péssimas condições e onde são constantemente maltratados pelo governo. Pressionado por problemas políticos e financeiros, o governo local deseja transferir os alienígenas para outra área. Para tanto é preciso realizar um despejo geral, o que cria atritos com os extra-terrestres. Durante este processo Wikus Van De Merwe (Sharlto Copley), um funcionário do governo, é contaminado por um fluido alienígena. A partir de então ele se torna um simbionte, já que seu organismo gera algumas partes extra-terrestres. Com o governo desejando usá-lo como arma política, Wikus conta apenas com a ajuda do extra-terrestre Christopher para escapar.

trailers - 4

elenco:

  • Sharlto Copley (Wikus Van De Merwe)
  • Jason Cope (Grey Bradnam)
  • Nathalie Boltt (Sarah Livingstone)
  • Sylvaine Strike (Dra. Katrina McKenzie)
  • Elizabeth Mkandawie (Entrevistadora)
  • John Summer (Les Feldman)
  • William Allen Young (Dirk Michaels)
  • Greg Melvill-Smith (Entrevistador)
  • Nick Blake (François Moraneu)
  • Jed Brophy (James Hope)
  • Louis Minnaar (Piet Smit)
  • Vanessa Haywood (Tania Van De Merwe)
  • Marian Hooman (Sandra Van De Merwe)
  • Vittorio Leonardi (Michael Bloemstein)
  • Mandla Gaduka (Fundiswa Mhlanga)
  • Johan van Schoor (Nicolas Van De Merwe)
  • Stella Steenkamp (Phyllis Sinderson)
  • Tim Gordon (Clive Henderson)
  • Hlengiwe Madlala (Sangoma)

comentários

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Julio Cesar Zanella
14/09/2009
nota:Rate06
Gostei. O filme apresenta uma abordagem diferente da tão batida ficção alienígena: a visão dos extra-terrestres diante do choque cultural entre raças diferentes. Interessante, bem produzido e inteligente.
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Marcos Wainstein
25/09/2009
nota:Rate06

Distrito 9 é de tirar o fôlego. Partindo de uma premissa gênial o filme conta a história de uma nave alienigena que por acidente permanece na terra por 20 anos, e acaba formando uma indesejável população alien no nosso mundo. Se já não bastasse a idéia ser gênial o filme é carregado de questões sociais que assolam o mundo moderno, como: super população aliada a pobreza e a tirania dos governantes, os aliens (chamados de camarões por causa da sua semelhança com o crustáceo ) são estabelecidos numa grande favéla em Johannesburgo (África Do Sul) mas por causa de interesses governamentais e por seu modo nada normal de viver serão obrigados a deixar suas casas. Assim como nas favélas cariocas no Distrito 9 existe além da extrema pobreza, o crime organizado que ao invés de traficarem drogas traficam (pasmen) comida de gato, tem também a prosituição e o comercio ilegal de armas. Agora porque eu estou falando tudo isso? simples é só pra se ter uma idéia da genialidade do roteiro, que aliado a uma produção caprichadissima trazem um baita filme de ficção/ação e diga-se de passagem isso é algo raro no cinema atual.

Wikus Van De Merwe (Sharlto Copley) é o chefe do plano de desocupação e no dia em que teria que executar o plano acaba se contaminando com um fluido que o faz aos poucos se tornar um "camarão" e isso seria algo maravilhoso para a industria bélica mundial pois somente os aliens tem o poder de manejar suas poderosas armas.

Depois disso aconselho a quem for assistir ao filme se segurar na cadeira porque a fita vira uma viagem alucinante de pura adrenalina, explosões,tiros, conversas emocionantes e nenhuma solução facil para a história..talvez eu esteja exagerando pela emoção de ter acabado de ver o filme, mas aposto que Distrito 9 já nesceu classico/cult..e vai ser lembrado daqui a uns 20 anos como Blade Runner ou Laranja Mecanica é lembrado hoje..

filme lindão que mostra que ainda existem filmes de ação interessantes bem feitos e com cérebro


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Ynara Boranga
28/09/2009
nota:Rate06

Faço das palavras do Marcos as minhas! Concordo com tudo, inclusive na parte de ser um novo filme clássico/cult... Totalmente diferente dos outros filmes.


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Davidson Silva
14/10/2009

NOTA: 9.

O maior mérito desse filme é trazer uma nova perspectiva aos filmes de alienígenas, coisa que não acontecia há muito tempo. Esqueça os alienígenas bonzinhos ou os dominadores, eles aqui são os “meio perdidos”.

Uma nave pousa na Terra, e dessa vez não é nos EUA, mas sim em Johannesburgo. Como não há atividade na nave, os humanos resolvem invadir a nave. Lá não há luzes piscantes nem nenhum efeito piro cinético. O que eles encontram são milhões de alienígenas acuados, desnutridos e sem saber direito o que fazer. Estudiosos acreditam que os líderes devem ter morrido por algum motivo, e essa é uma raça que precisa de um líder. Sem nenhum, eles não sabem o que fazer.

Assim, os humanos prendem todos numa espécie de favela onde eles devem ficar. A espécie é usada para realizar uma série de experimentos, por esse motivo eles não são autorizados a deixarem o planeta. São apenas controlados enquanto tentam descobrir um modo de usar as armas que não funcionam com humanos.

Como a população está insatisfeita com a situação, já que os intrusos se misturam com a população e há ataques e até assassinatos, o governo decide deslocá-los até uma espécie de campo de concentração. Então começa o processo de deslocamento, sendo liderado pelo burocrata chamado Wikus.

Wikus e o resto da população tratam os “camarões”, como são pejorativamente chamados, como todas as minorias foram tratadas ao longo da nossa história. Ninguém parece se interessar de onde eles vieram ou qualquer outra coisa sobre eles que não tenha motivos bélicos. Eles só se interessam em expressar que não gostam deles e que eles não são bem vindos. Numa cena, Wikus demonstra prazer em fazer um “aborto” numa casa cheia de ovos.

A vida de Wikus se complica quando ele encontra com um alienígena chamado Christopher Johnson (você não leu errado). Wikus entra em contato com uma matéria que começa a transformá-lo numa misto de alienígena com humano. Ele se torna interesse para o exercito, já que as armas deles só podem usadas por eles mesmos, e agora também por Wikus.

Ele se une então a Christopher (lembre-se que ele não é humano) para recuperar o objeto que o infectou. Para Christopher, é o trabalho de 20 anos para voltar para casa. Para Wikus, é a maneira de ser transformado ao normal.

É quando o filme se perde um pouco rumo ao final feliz, que nem chega a ser tão feliz assim. Mas nada que estrague o filme. Ele veio para revolucionar os filmes do gênero e conseguiu. O faz ainda como uma espécie de falso documentário que o torna bem interessante e perto do real, apesar do CGI, que nos faz identificarmos melhor com a situação. Ás vezes nojento, outras violento, e me fez em uma parte do filme ficar torcendo: “Mata os humanos desgraçados...”.

Mais resenhas de filmes no blog: http://resenhafilme.blogspot.com/


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Bruno
18/10/2009
nota:Rate04

Achei fraco. Até a metade o filme é entediante, do meio pro fim fica apenas chato. Várias pessoas saíram durante o filme. A mensagem do filme não é ruim, mas o filme sim.


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Julien
19/10/2009
nota:Rate08

FIlme brilhante. E é impressionante ler que foi o primeiro longa do diretor, Neill Blomkamp. Obviamente tem um produtor de peso atrás, o Peter Jackson, mas não tira o mérito do novato diretor, que acertou em cheio.

 

As cenas de ação são ótimas, bastante realistas para um filme de "fição cientifica".

 

O roteiro é fantástico, original, surpreende mais de uma vez. O final, que poderia ter sido mais feliz, mas que as "reportagens" e "entrevistas" que iniciam o filme deixam anteceipar, é duro em parte.

 

Os atores preenchem o papel perfeitamente: o Wikus, no papel do administrador, limitado, racista, cheio de preconceitos, com a vidinha bem organizada, a mulher loira arrumada que vê o mundo e a vida dele serem colocadas de cabeça para baixo em poucas horas; os soldados da MNU, em particular o batalhão de choque (que nas legendas aparece traduzido como "BOPE"... deve ser uma graça dos tradutores :-)), frios e revoltantes; o alto escalão da MNU, mais despreziveis ainda; os médicos da MNU... nojentos; os milicianos nigerianos, mais realistas impossivel; os colegas de trabalho do Wikus, cada um mais mediocre do que o outro...

 

E os aliens, feios, mas feios mesmo, combinam ao mesmo tempo fraqueza - quase que abandonados na nave espacial deles, morrendo de fome, perdidos no Distrito 9, prontos a vender a mãe e o pai para uma lata de comida de gato, doentes... - e força surpreendente - fazem os humanos voarem quando acertam porradas, dominam (como o Christopher Johnson) uma tecnologia anos-luz a frente da nossa...

 

É uma das dicotomias interessantes do filme: os aliens chegaram numa nave gigante, esplendida no por-do-sol sobre Joanesburgo, tem uma tecnologia extremamente moderna... porem são enfiados numa favela com ares de campo de concentração, como tantos prisioneiros de guerra derrotados, a merce das gangues nigerianas e da MNU, parecem incapazes de se defender, a pesar de terem armas de muito poder.

 

As armas... um dos temas importantes do filme, e o que corporações estão dispostas a fazer para controlar estas armas / tecnologias. A MNU é um horror, um pesadelo, o reflexo de todo que é abominavel nesse contexto: tortura os aliens e os seus proprios funcionarios, como o Wikus, se for necessario; faz experiencias geneticas neles... o que não deixa de lembrar as experiencias nazistas na 2a guerra mundial sobre o corpo humano, que queriam transformar o corpo em objeto, produto...

 

Obviamente, um dos aspectos mais interessantes do filme é o quanto ele expõe as fraquezas / erros de nossa sociedade:

 

- a segregação racial / o racismo: a escolha de Joanesburgo, capital da África do Sul, não foi de graça. O Distrito 9 modelado nos famosos "townships" de Joanesburgo. Os soldados brancos e racistos do BOPE da MNU. O arquetipo da mulher loira, dona de casa, do Wikus.

Mas para aliviar um pouco o maniqueísmo branco / preto, tem as milicias nigerianos, que são... bom, não muito brancas! e que desenvolvem um papel nojento na trama, com direito a pintadas de magia negra, canibalismo, prostituição, trafego de armas e outras atividades simpaticas.

 

- a luta pelo poder e o dominio de armas cada vez mais potentes... todo o papel da MNU, que passa por cima de qualquer consideração ética para tentar chegar aos seus objetivos.

 

E o amor?

 

Será que o Wikus so consegue lutar e ficar em pé porque quer reconquistar a mulher dele? Ou é simplesmente o instinto de sobrevivência?

Tem a relação pai-filho entre o Christopher Johnson e o filho dele (esqueci o nome agora), que tem alguns aspectos interessantes. Mas não foi falar mais sobre isso para não ter nenhum "spoiler".

 

Enfim... já escrevi bastante :-)

 

Em resumo: bela historia, ritmo excelente, boas cenas de ação, muitos temas mais "profundos" abordados no filme, dialogos bons... Grande filme!!!


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Filipe Santos
25/10/2009

Genial e brilhante. Quando estava iniciando o filme “distrito 9” não esperava que o quão bom seria o filme. É IMPRESSIONANTE. Mais de 20 anos de filme e ainda me impressionando. É por isto porque amo o cinema. E principalmente quando vemos obras primas como este filme. Distrito 9 é filmado em grande parte como estilo documentário, que registra o caos social ocasionado pela vinda de seres extraterrestres que desceram na terra, e por problemas técnicos não conseguiram mais voltar para seu planeta de origem. Logo, se fixaram e começaram a aumentar. Totalmente esquecidos pelo governo local, ficam marginalizados, tendo que se alimentar de lixo e usar meios ilegais para conseguir comida. Independente se forem aliens ou não, quando você junta um povo marginalizado e esquecido pelo governo, depois de alguns tempo inicia a formação de uma favela, aqui, chamada de “distrito 9”. A partir daí começam a surgir os problemas existente em favelas. Violência. Medo. Preconceitos sociais. E nesse caso, com pitadas crescentes de ódio. Alta referencia com racismo americano, que indicava os locais onde brancos e pretos deveriam andar e ao Apartheid na África do Sul são altamente exploradas. Como também o prazer doentio que existe em grupos que fazem a chamada limpeza étnica, brilhantemente demonstrado na cena em que agentes  levavam uma ordem de despejo dos habitantes do Distrito 9 para uma nova morada ( um campo de concentração!), e forçava-os a assinar, enquanto isso, queimavam barracas cheias de ovos de aliens e comparavam o barulho a pipocas estourando. Tal ordem de despejo era, como a propaganda dizia, por razões humanitárias. Porém, o real interesse é nas armas alienígenas. Qualquer semelhança com fatos reais não é mera coincidência. O problema que o governo encontra é que as armas alienígenas são condicionadas para serem usadas especificadamente pela genética aliens (dando a liberdade a fazer experiências genéticas com os aliens!). Daí, nosso protagonista,  o ator novato Sharlto Copley, funcionário da organização por trás de tudo isso ( uma ONU fictícia) sofre um acidente com um produto químico na favela aliens e consegue combina sua genética humana com a dos aliens, um hibrido, tornando-se o objeto de maior valor na terra. A partir daí, junte mais a pressão das diferenças entre raças, preconceito e armas e você terá prato cheio, que possui momentos de ternura a de extrema ação, que o diretor Neill Blomkamp consegue juntar tudo isso e nos jogar na nossa cara o que é importante de fato, que é aceitar as diferenças. O desafio de aceitar diferença, de saber respeitar o que cada um é (humano ou não), acredita e segue são coisas que para alguns pode ser difícil, mas é necessário para a harmonia entre povos e o crescimento saudável de diferentes nações. Talvez com esse bom senso sobre tal assuntos em tempos antigos, grandes vergonhas poderiam ter sido evitadas.


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Felipe Nicéas
26/10/2009
nota:Rate08

Um filme maravilhoso e um dos melhores de 2009. Gostei bastante do roteiro, dos efeitos especiais, da forma simples como foi realizado (uma ótima sacada) e a boa atuação de Sharlto Copley (Wikus Van De Merwe). Diante de tantas mesmices que acabamos encontrando nos cinemas, Distrito 9 é um sopro de originalidade e deve receber alguns prêmios por isso.


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Adailton Querino Alves
02/11/2009

NOTA: 3 Dos filmes que já assisti sobre alienígena esse é muito fraco, Não tem visão futurista nenhuma, alias os alienígena pelo que foi mostrado parecem um bando de mortos de forme e porcos, sem contar que o filme é muito monotono e muito chato.


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Marcelo
02/11/2009

Oi, colaboradores.

O filme é tão bom, mas tâo bom que considero a melhor parte dele quando, aos 20 minutos do primeiro tempo, levantei-me da poltrona e saí.

Nao cosnigo entender como alguém pode fazer algo tão ridículo e os críticos ainda gostarem.

Ah! Críticos, voces precisam ser mesmo críticos.

 


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Leandro Nogueira
05/11/2009

Muito bom! Um filme visceral e bastante original. Claro, não vai agradar aos conservadores, àqueles que gostam de filmes politicamente corretos. Este é um filme provocante e violento. Sem o menor escrúpulo (Pessoas são dasintegradas por armas, voando aos pedacinhos sem a menor cerimônia).

E mais: ainda provoca reflexão. Por exemplo, é assustador a forma como ele mostra como um indivíduo não significa nada diante dos interesses secretos de governos e das grandes corporações: quando Wikus van de merwe (esse, um dos mais singulares e cativantes "heróis" que o cinema produziu nos últimos anos) é contaminado pelo fluído alienígena que lhe permite acionar as armas dos aliens, ele deixa deixa de ser um homem e vira uma mercadoria, o "artefato" mais valioso do planeta!

De resto, este filme dá de lavada em outras superproduções hollywoodianas deste ano como Transformers, que é um filme cheio de ação insossa e nenhuma história. Distrito 9, além de ter uma excelente (e original, repito), tem cenas de ação bem elaboradas (Quem saiu da sessão aos vinte minutos de projeção, saiu perdendo).

Wikus, o personagem principal, é interessantíssimo. E como o Davidson Silva disse ali em cima, eu também não pude deixar de torcer: 'Mata, mata! Mata esses humanos degraçados!"

Só um aviso para aqueles que não curtem a utilização de novas técnicas em filmes (para mim, um sinal de conformismo e falta de espírito inovador): boa parte do filme é rodado como se fosse um documentário (depoimentos de pessoas inseridos entre vídeos de campo e noticiários, câmera na mão, imagem tremida, essa coisa toda). Esse recurso, claro, é proposital, para dar um toque de realismo à história e só é usado mais no início (Daí porque não se confiar na opinião da "galera dos 20 minutos").


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Guiga
05/11/2009

Gostei, Marcelo deve ser pq esse não é seu tipo de genero. Talves os criticos não estejam errados e sim vc.


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Guiga
05/11/2009

Achei o filme mto bom, 


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Davidson Silva
05/11/2009

Marcelo,

Acho que falo por todos quando digo "Viva a democracia", que nos dá o direito a ter uma opinião própria...


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edith aragao
06/11/2009

Filme incômodo em muitos aspectos! O fluxo frenético ao modo de um documentário nos deixa desconfortáveis e desconfiados que perderemos nosso tempo e dinheiro em uma sala escura, mas a medida que as cenas fluem, parece que vagarosamente vamos sendo fagocitados pelo surrealismo do enredo e vamos nos rendendo ao amargo sabor de penetrar na natureza mais íntima do ser humano onde o abandono a Ética vai cedendo espaço à luta pela sobrevivência. Mocinhos e bandidos se misturam a aliens devoradores e humanos traiçoeiros em um cenário que deflagra o pior e o melhor da índole de ambos grupos. Repito: é um filme "incômodo", mas deixa no ar uma indignação, quase uma resistência, em se aceitar como descendente da tribo, qual seja. 


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lucas
27/11/2009

um filme cheio de açao,um enredo fascinante!


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KBC
04/12/2009

Cansativo demais!!


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R. Junior
07/12/2009
nota:Rate06

do começo ao meio do filme eu tava ja desligando o dvd, depois o filme foi ficando legal e eu resolvi ver por completo, resumindo eu gostei.


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ianarthurz
16/12/2009

A príncipio quando vi aquela nave logo pensei que se tratasse de uma cópia barata de Independence Day e já estava pronto para levantar da poltrona, mas quando vi que a nave pousou na África do Sul o filme automaticamente ganhou pontos comigo pelo fato de não ter pousado nos EUA como é de praxe na maioria dos filmes.

Enfim, o filme é TOSCO E TRASH, mas a sua originalidade compensa toda sua tosquice, um filme tosco porém muito bom.


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Marcos Josian
26/12/2009
nota:Rate08

Com orçamento modesto, eles conseguiram fazer um filme com muita criatividade, Peter Jackson deu uma forcinha a o o diretor Neill Blomkamp, que realizou um dos filmes mais espetaculares do ano, uma ficção cientifica totalmente diferente.

   Os aliens do filme não são vistos como uma novidade espantosa, e sim como visitantes indesejados, mantidos por perto por um governo que deseja canibalizar sua tecnologia. O diretor Neill Blomkamp imaginou os alienígenas de D9 como insetos em uma colmeia, dispersos sem liderança e dispostos a fazer o que lhe mandam, apesar da superioridade fisíca e tecnológica.


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Filipe
29/12/2009
nota:Rate010

Achei esse filme fantástico! excelente! apenas os primeiros 10 ou 15 minutos são um pouco mais parados e naum apresentam muita emoção, mais qndo o filme começa a engrenar, orra! toda a trama, a historia vai sendo revelada. o roteiro é excelente, simplesmente impecável, os efeitos sao ótimos, e as cenas de ação entaum são de tirar o fôlego! para quem estiver axando o filme ruim no começo, naum desista! espere a historia se desenrolar e vc vai descobrir tudo q estava por tras dakilo. mto bom. um dos melhores filmes de 2009!


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john freitas
15/01/2010

Rapaz o filme atraves do trailer e bacana.. mais ainda to penssando duas vezes antes de perde tempo com o filme .. espero que eu goste .. mais  isso ainda nem chegou na minha terra... ainda to esperando


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john freitas
15/01/2010

Eee o filme  não vou dizer que e bacanaaaa .. mais tbm não vou dizerrr que e ruimm... da pra perde tempo sim vendo o filme .. e intereçante.. mais tinha q te algo mais louco.. uma guerra doida. sangue essas coisas todas..


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delhmc
18/01/2010

Achei a idéia do filme bacana, mas tem umas mancadas feias. Por exemplo, os caras não usam máscara ou luva ao tocarem nos objetos dos aliens ou mesmo ao mexerem nos aliens mortos, puts, "sem comentário", o risco de se infectar seria grande, afinal é um outro tipo de civilização. Achei muito estranho tb os aliens se comunicarem fluentemente com os humanos, muito forçado. Não gostei do estilo do repórter encarregado pela missão, ele parece debochar da situação (Que em princípio deveria ser de extrema tensão e preocupação), ele se daria bem num papel de comédia, achei que o ator foi mal dirigido. Esse detalhe tirou do filme o suspense necessário. Um filme médio, na minha opinião...


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William
20/01/2010

O tema é interessante e original, poderia ser mais bem explorado e levado mais a sério, o exagero das cenas de mortes e destruição com sangue e pedaços de corpos pra todo lado bem como o descaso com as vidas dos aliens e do personagem principal lembram os filmes trash, apenas os efeitos ficaram legais.

Definitivamente o filme poderia ser bem melhor.


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fer
22/01/2010

melhor filme de 2009 não ha duvidas,uma primeira leitura do filme pra queles que não gostaram chega a conclusão que não passa de mais um filme hooliudiano,pra queles que gostaram fizeram uma segunda leitura e chegaram a conclusão que o filme passa uma mensagem de critica politica da maneira mais inuzitada, numa ficção alienigena isso faz o filme ser original por isso e o melhor de 2009  


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Isabella Rogatschenko
14/02/2010

Gostei muuuuito! Nada de mensagens americanizadas...na verdade um soco no estômago de qualquer preconceito! Nos faz pensar ...sem enfeites nem maquiagem e principalmente nos faz identificar vários "Distritos 9" pelo mundo, inclusive muito próximo de nós!!


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Reinaldo Freire
24/02/2010
nota:Rate010

Uma boa visão do Apartheid.....perfeito.nota 9,5


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Jamille
27/02/2010
nota:Rate08
O filme é legal, mas já assisti a mehores filmes de ficção, na minha opinião, os efeitos especiais realmente se destacam mas não merece indicação ao oscar de melhor filme. A idéia é bem inteligente, os alíens são visto de outra forma e nos leva a pensar no abuso de poder das autoridads, no preconceito e nas várias fraquezas da sociedade
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marcelixx
10/03/2010

Como entretenimento e originalidade: excelente, apesar de nem todo mundo gostar de documentário.

Mas como conto de ficção, o filme é uma framboesa.

Os próprios roteiristas dizem nos extras: "criamos umas dez histórias diferentes", e, pelo visto, ficaram sem saber para onde ir com tantas idéias. O resultado? Um filme sem pé nem cabeça e cheio de "furos"no roteiro.

A começar pelas armas que só funcionam nas mãos dos aliens. O filme dá a entender, pela opressão, fome e miséria, que os aliens não podem usar as armas contra humanos porque simplesmente não funcionam. Mas não é isso. Mais adiante as armas passam a funcionar e matar tudo o que aparece. Inclusive os próprios camarões usados como cobaias. Incrivel, para não dizer ridículo. O que torna possível? As mágicas mãos de um humano que se tornou simbionte porque se contaminou com o "líquido de freio"das naves.

Sim, o mesmo tubo com o combustível que movimenta as naves tambem transforma humanos e camarões. A mecânica aeroespacial encontra a biogenética!

Ora, se as armas afinal funcionam nas mãos dos aliens então não tem o menor sentido eles serem oprimidos. O mais correto é que dominem a Terra como os seus sucessores dos outros filmes. E se funcionam contra os próprios camarões, no mínimo teríamos uma gangue de camarões armados oprimindo as outras e não um grupo de humanos oportunistas.

E as imagens em que aparecem dois humanos empurrando e batendo num alien no inicio do filme. Recado recebido: eles são fracos e frágeis como os crustáceos. Mas espere, na primeira vez que um camarão é contrariado na ordem de despejo ele arranca o braço de um funcionario como se ele fosse uma barata?

E a ridícula aula do aparelho reprodutivo dos camarões? " _ Os camarões sào hermaroditas, tem os dois sexos assim como as minhocas."

Sei...não seria então mais lógico se eles fossem machos e fêmeas como os camarões da Terra?

E quanto à cena final em que os militares tentam impedir a todo o custo que os aliens deixem o campo de concentração. Mas não era essa intenção, se livrar deles???

Bem, pela cena em que aparecem as pessoas comemorando em praça pública, sim, era esse o desejo da população. Então por que aqueles militares imbecis promovem a perseguição? A tecnologia das armas? Aah, tá bem... compreendo...

De qualquer forma... o "liquido de freio" que era a única alternativa de fazer funcionar uma nave auxiliar ficou sem uso já que foi a nave mãe quem trouxe a outra para dentro com aquela luz-magnética-antigravitacional. Ops! Por que ela não fez isso antes???

Bem, vamos esperar para daqui três anos que a nave dos camarões retornem dentro de uma trama um pouco melhor escrita e que justifique esse alarde todo.

Senão, vou iniciar uma revolução junto com os gatos, pelo direito de comer frutos do mar espaciais.

 

 

 


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marcelixx
10/03/2010

Como entretenimento e originalidade: excelente, apesar de nem todo mundo gostar de documentário.

Mas como conto de ficção, o filme é uma framboesa.

Os próprios roteiristas dizem nos extras: "criamos umas dez histórias diferentes", e, pelo visto, ficaram sem saber para onde ir com tantas idéias. O resultado? Um filme sem pé nem cabeça e cheio de "furos"no roteiro.

A começar pelas armas que só funcionam nas mãos dos aliens. O filme dá a entender, pela opressão, fome e miséria, que os aliens não podem usar as armas contra humanos porque simplesmente não funcionam. Mas não é isso. Mais adiante as armas passam a funcionar e matar tudo o que aparece. Inclusive os próprios camarões usados como cobaias. Incrivel, para não dizer ridículo. O que torna possível? As mágicas mãos de um humano que se tornou simbionte porque se contaminou com o "líquido de freio"das naves.

Sim, o mesmo tubo com o combustível que movimenta as naves tambem transforma humanos e camarões. A mecânica aeroespacial encontra a biogenética!

Ora, se as armas afinal funcionam nas mãos dos aliens então não tem o menor sentido eles serem oprimidos. O mais correto é que dominem a Terra como os seus sucessores dos outros filmes. E se funcionam contra os próprios camarões, no mínimo teríamos uma gangue de camarões armados oprimindo as outras e não um grupo de humanos oportunistas.

E as imagens em que aparecem dois humanos empurrando e batendo num alien no inicio do filme. Recado recebido: eles são fracos e frágeis como os crustáceos. Mas espere, na primeira vez que um camarão é contrariado na ordem de despejo ele arranca o braço de um funcionario como se ele fosse uma barata?

E a ridícula aula do aparelho reprodutivo dos camarões? " _ Os camarões sào hermaroditas, tem os dois sexos assim como as minhocas."

Sei...não seria então mais lógico se eles fossem machos e fêmeas como os camarões da Terra?

E quanto à cena final em que os militares tentam impedir a todo o custo que os aliens deixem o campo de concentração. Mas não era essa intenção, se livrar deles???

Bem, pela cena em que aparecem as pessoas comemorando em praça pública, sim, era esse o desejo da população. Então por que aqueles militares imbecis promovem a perseguição? A tecnologia das armas? Aah, tá bem... compreendo...

De qualquer forma... o "liquido de freio" que era a única alternativa de fazer funcionar uma nave auxiliar ficou sem uso já que foi a nave mãe quem trouxe a outra para dentro com aquela luz-magnética-antigravitacional. Ops! Por que ela não fez isso antes???

Bem, vamos esperar para daqui três anos que a nave dos camarões retornem dentro de uma trama um pouco melhor escrita e que justifique esse alarde todo.

Senão, vou iniciar uma revolução junto com os gatos, pelo direito de comer frutos do mar espaciais.

 


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marcelixx
10/03/2010

Como entretenimento e originalidade: excelente, apesar de nem todo mundo gostar de documentário.

Mas como conto de ficção, o filme é uma framboesa.

Os próprios roteiristas dizem nos extras: "criamos umas dez histórias diferentes", e, pelo visto, ficaram sem saber para onde ir com tantas idéias. O resultado? Um filme sem pé nem cabeça e cheio de "furos"no roteiro.

A começar pelas armas que só funcionam nas mãos dos aliens. O filme dá a entender, pela opressão, fome e miséria, que os aliens não podem usar as armas contra humanos porque simplesmente não funcionam. Mas não é isso. Mais adiante as armas passam a funcionar e matar tudo o que aparece. Inclusive os próprios camarões usados como cobaias. Incrivel, para não dizer ridículo. O que torna possível? As mágicas mãos de um humano que se tornou simbionte porque se contaminou com o "líquido de freio"das naves.

Sim, o mesmo tubo com o combustível que movimenta as naves tambem transforma humanos e camarões. A mecânica aeroespacial encontra a biogenética!

Ora, se as armas afinal funcionam nas mãos dos aliens então não tem o menor sentido eles serem oprimidos. O mais correto é que dominem a Terra como os seus sucessores dos outros filmes. E se funcionam contra os próprios camarões, no mínimo teríamos uma gangue de camarões armados oprimindo as outras e não um grupo de humanos oportunistas.

E as imagens em que aparecem dois humanos empurrando e batendo num alien no inicio do filme. Recado recebido: eles são fracos e frágeis como os crustáceos. Mas espere, na primeira vez que um camarão é contrariado na ordem de despejo ele arranca o braço de um funcionario como se ele fosse uma barata?

E a ridícula aula do aparelho reprodutivo dos camarões? " _ Os camarões sào hermaroditas, tem os dois sexos assim como as minhocas."

Sei...não seria então mais lógico se eles fossem machos e fêmeas como os camarões da Terra?

E quanto à cena final em que os militares tentam impedir a todo o custo que os aliens deixem o campo de concentração. Mas não era essa intenção, se livrar deles???

Bem, pela cena em que aparecem as pessoas comemorando em praça pública, sim, era esse o desejo da população. Então por que aqueles militares imbecis promovem a perseguição? A tecnologia das armas? Aah, tá bem... compreendo...

De qualquer forma... o "liquido de freio" que era a única alternativa de fazer funcionar uma nave auxiliar ficou sem uso já que foi a nave mãe quem trouxe a outra para dentro com aquela luz-magnética-antigravitacional. Ops! Por que ela não fez isso antes???

Bem, vamos esperar para daqui três anos que a nave dos camarões retornem dentro de uma trama um pouco melhor escrita e que justifique esse alarde todo.

Senão, vou iniciar uma revolução junto com os gatos, pelo direito de comer frutos do mar espaciais.

 


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WilsonJr
12/03/2010
Nada espetacular... Impossivel conceber que a forma de desocupação do distrito fosse como a realizada, ¨de casa em casa¨ e por um comandante despreparado, meio oligofrenico... Não poderia dar certo... Nem fazer sucesso no cinema...

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