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"O diário de Bridget Jones" é daqueles filmes que te fazem sair do cinema mais alegre. A história não é nenhuma novidade e você com certeza já a viu em algum outro filme. Mas o grande diferencial aqui é justamente como a história foi contada. Fiquei impressionado com o modo como a trilha sonora se completa com o restante do filme, entrando em cena sempre na hora certa. As músicas, todas grandes sucessos, possuem letras que refletem com exatidão a situação que Bridget vive naquele momento ou ainda seu estado de espírito, o que indica uma grande sensilidade do diretor e de sua equipe musical. Outro ponto a se destacar é o elenco de "O diário de Bridget Jones". Hugh Grant aparece fazendo um personagem bem diferente do bom moço com o qual nos acostumamos a vê-lo e com certeza tem sua melhor atuação até o momento. Renée Zellweger também aparece muito bem em cena, tendo ainda enfrentado o desafio de engordar e emagrecer vários quilos para interpretar o papel-título do filme. Outro grande charme de "O diário de Bridget Jones" é que não vemos nas telas pessoas ideais, mas sim reais. Bridget Jones, por exemplo, está acima do seu peso, fuma e bebe muito e ainda se mete nas mais diversas situações humilhantes apenas porque diz o que pensa sem medir as consequências. Bridget possui defeitos como qualquer outra pessoa e assim também são os personagens que giram ao seu redor, como o de Hugh Grant (conquistador e ao mesmo tempo sentindo um vazio interior), sua mãe (que além de tratar a filha como uma garotinha e viver se intrometendo em sua vida, larga o marido de tantos anos apenas em busca de mais atenção) e tantos outros. Por tudo isso "O diário de Bridget Jones" é um filme divertido, alegre e que te deixa ao menos um pouco mais contente quando você deixa o cinema. |
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Quem diria que a Gata Borralheira do século XXI seria tão bem contada pela equipe de "Um lugar chamado Notting Hill" e "Quatro casamentos e um funeral"? Renée Zellwegger poderia ser a nossa Julia Roberts às avessas... Hugh Grant está ótimo no papel do príncipe canalha. Destaque para a cena da briga ao som de "It's Raining Men"... hilária... "Bridget Jones c'est moi". |
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Demais!!! Não li o livro, mas posso garantir que o filme é ótimo. Trabalha bastante com o humor, de modo bastante leve. Tem aquele romance, enfim, um filme totalmente divertido. Eu adorei, me diverti bastante e recomendo para todo mundo. Destaque a Renée Zellweger, que é uma atriz bastante talentosa e transmite toda sua simpatia atráves deste filme. Muito legal mesmo! |
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Filme que agrada a ambos os sexos, embora a história seja vista pelo lado feminino. Renée está excelente, inclusive no sotaque que espanta nas primeiras cenas aos fãs acostumados ao seu jeito texano de falar. Vale por cada quilo que engordou para viver a Bridget. Peca apenas por dar ênfase apenas ao lado amoroso da personagem, passando ao largo das crises existenciais por que passa. Mas o resultado final é um filme agradável. |
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Que mulher não quer encontrar seu princípe encantado? Ou qual delas nao resolve comer desesperadamente toda vez que algo dá errado? E resolve fazer dieta no dia seguinte pra compensar os quilinhos a mais adquiridos com os chocolates e doces? Bridget Jones ainda tem mais: 30 e poucos anos, fumante inveterada, solteira e sem pretendes (fora aqueles que sua mãe arranja), com um amigo gay e duas outras intrometidas, e que luta para beber menos.Mas para tudo tem solução e Bridget resolve escrever todas as suas aventuras e desventuras cotidianas num diário: amor, sexo, trabalho, família, amigos, homens. Os homens são realmente um problema na vida dessa jornalista londrina. Sempre sozinha, de repente aparecem dois em sua vida: Daniel Cleaver (Hugh Grant), seu chefe, que parece ser bom demais pra ser verdade, e Mark Darcy (Colin Firth), que sua mãe empurrou e que, de tão errado, deve ser o certo.Baseado no best-seller de Helen Fielding, "O Diário de Bridget Jones" traz Renée Zellweger no papel da heroína embalada por uma trilha sonora especial, que vai desde "It´s raining man" a "Have You Met Miss Jones?". Essa fábula moderna prendeu a atenção mundial e se tornou obrigatório para a legião de mulheres independentes que buscam um final feliz à moda antiga. |
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Como boa balzaquiana, me identifiquei com a atrapalhada Bridget. Mas esse não é um filme apenas para mulheres: é para todo mundo que já se sentiu perdido, sofreu por amor, levou um fora, disse a coisa errada na hora errada. Enfim, todo ser humano normal, com seus altos e baixos. E o filme é realmente muito divertido, apesar do final exagerado. |
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É, com certeza, um filme que interessa mais às mulheres que aos homens. Tem boas piadas, mas não apresenta grandes surpresas: dá pra manjar o desenrolar de várias situações antes do tempo. Como comédia romântica, está na média. É leve e divertido e só. |
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Não é novidade para ninguém que a escritora inglesa Helen Fielding adora escrever sobre temas polêmicos, e sobretudo pertencentes ao universo feminino. Nesse sentido, nada mais próprio deste universo do que a escrita de um diário. Uma prática que surge muito antes dos 32 anos da personagem Bridget Jones retratada no filme de mesmo nome. O diário enquanto gênero literário pode ser classificado como uma auto-biografia, mas que na prática acaba por funcionar como uma espécie de "válvula de escape" ou até mesmo um baú repleto de tesouros, e aí leia-se, local onde guardamos/depositamos os nossos maiores segredos, temores, inseguranças. Um verdadeiro confessionário, com a enorme vantagem de estarmos todas livres das penitências advindas de nossos pecados.Mas falemos do filme em si, deixando a literatura para o meu horário de trabalho... Não consigo me recordar de um filme que tenha retratado tão perfeitamente as confusões, chateações e vexames pelas quais estão sujeitas todas aquelas mulheres que se encontram solteiras... E nem é necessário que se tenha 32 anos para se estar envolvido nessas insólitas situações... É incrível como a sociedade ainda se preocupa com questões desse tipo, fazendo delas motivo de piadas e até mesmo de conversas sérias do tipo: "mas o tempo está passando e você parece não se importar com o fato de que pode ficar sozinha, não casar...". E assim, como não poderia deixar de ser, passamos a nos preocupar com o peso, com as rugas, cabelos. Prometendo a cada nova passagem de ano que deixaremos de fazer isso ou aquilo em prol do abandono dessa condição pessoal tão caçoada que é a de solteiro. Não obstante ao fato de aqui estarmos discutindo um filme, e por excelência uma ficção, Bridget me pareceu tão humana, tão próxima, como se fosse na verdade, uma daquelas amigas de faculdade, a quem contamos simplesmente tudo. E que mesmo depois de formadas, ainda continuam saindo juntas e discutindo as mesmas questões. O "cenário" de amigos é tão real que não falta nem mesmo o amigo homossexual para dar palpites em meio as outras vozes femininas nos chamados momentos cruciais.Providência do destino ou não, a minha melhor amiga assistiu comigo a esse filme... Nem havíamos combinado nada... Simplesmente nos encontramos... Ela sentou-se ao meu lado, e à medida que as cenas iam se desenrolando aos nossos olhos, vinham em nossas mentes lembranças de situações vividas em nossos anos de amizade... E ríamos alto em meio a uma platéia que nos via como inconvenientes ou mesmo indiscretas. Não importa... Descobrimos ao fim da exibição do filme que por mais que os anos passem, nossas carreiras se desenvolvam com novos empregos, melhores salários, ainda estaremos à procura de um alguém idealizado ao estilo do mais perfeito herói retratado nos romances. Isto parece ainda ser mais enfatizado no caso das pessoas que escolhem a carreira das Letras como meio de ganhar a vida (caso pessoal e de minha amiga). Se conseguiremos ou não encontrar esse "herói" só o tempo poderá responder... E enquanto isso continuaremos a ouvir e sobretudo adorar músicas como "All by myself" e "Ain't no mountain high enough", na esperança de que por mais impossível que esse herói exista, ele deve estar perdido em algum lugar ou até mesmo ao nosso lado... Até que esse dia chegue, - claro, porque se Bridget parece-nos tão real e o seu "príncipe" apareceu, a nós não cabe destino diferente - continuaremos encarando a vida com bom humor, cometendo os maiores vexames, sendo brilhantes em outras situações, afogando as mágoas em memoráveis porres de vinho ou overdoses de chocolates. Mas nunca, em hipótese nenhuma deixaremos de fazer algo para que todo e qualquer desejo/sonho nosso se torne uma feliz e eterna realidade. Ou pelo menos como disse Vinícius de Moraes em seu "Soneto de Fidelidade", se o amor é posto como uma chama, que seja eterno enquanto dure. |
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O "Diário..." é uma ode aos tempos modernos, onde as mulheres lutaram muito para conseguir espaço no mundo dos negócios. É interessante ver como a atriz que interpreta a Bridget o faz de maneira tão realista que poderia ser qualquer uma de nós! Gostei também da atuação do Hugh Grant como mau caráter, uma vez que ele só faz papel de mocinho açucarado! A trilha sonora é maravilhosa! Toca o coração das pessoas que viveram intensamente os "Anos Disco", de 1970 a 1980. |
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Bridget é uma simpática londrina, às avessas com seu quilos a mais, seus mais de trinta anos e sua vida amorosa levemente apagada. Após uma festa de ano-novo - cruel como só uma festa familiar consegue ser - resolve criar algumas resoluções para melhorar sua vida, em todos os aspectos. Adaptação de livro homônimo de Helen Fielding, dirigido por Sharon Maguire. Impossível imaginar Bridget sem Renée Zellweger, merecidamente indicada ao Globo de Ouro, ao Oscar e ao British Awards, todos na categoria melhor atriz. Sua perfeita interpretação nos conquista desde o início, com as inseguranças e adoráveis gafes que sua personagem comete. Buscando constantemente por um novo amor, ou um novo trabalho, percebemos que Bridget é uma mulher admirável, transcendendo os limites da hipocrisia, pois ela mesma se encarrega de rir de seus defeitos. Nada mais fascinante. Um diário que, nós homens, precisamos ler constantemente.O resto do elenco também cumpre seu dever, com Jim Broadbent, Hugh Grant e Colin Firth, este último indicado como Mehor Ator Coadjuvante no BAFTA, onde também as categorias de Melhor Filme Britânico e Melhor Roteiro Adaptado foram lembradas. Indicado ao Oscar ainda por Melhor Roteiro Adaptado e Globo de Ouro de Melhor Filme Comédia/Musical. |
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Um filme muito alegre, divertido e romântico, mas eu esperava muito mais pelo que falavam. É muito bom, mas não chega aos pés das comédias românticas britânicas "Um lugar chamado Notting Hill" e "Quatro casamentos e um funeral"!Mas o filme mereceu o sucesso, pois apresentou situações muito engraçadas. É um filme do qual se sai do cinema bem leve. O melhor quesito do filme é mesmo o elenco, principalmente Renée Zellweger, que está sensacional, está estranha gordinha mas continua linda. Colin Firth está demais e Jim Broadbent, que tem o melhor ano de sua carreira. Sinceramente não gostei muito do papel do Hugh Grant, pois ele tem cara de paspalhão! "O Diário de Bridget Jones" é um dos filmes mais divertidos que já assisti! |
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Este filme não relata apenas o cotidiano de uma solteirona, simplesmente demonstra realmente como é a vida de uma pessoa quando ela está sozinha. O filme é engraçado, real, comovente... É incrível como o diretor transmitiu a verdadeira BRIDGET que encontramos no livro e isso se dá também por causa da excelente escolha dos atores que fazem este filme. Uma esplendorosa diversão para todas as idades e carências afetivas! |
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Para quem assistiu a esse filme e adorou, como eu, certamente vai querer assisti-lo mais vezes. É um filme leve, engraçado e deliciosamente romântico. Mostra de uma maneira clara a difícil condição de mulher (trintona) solteira, enfrentando todos os preconceitos à sua volta. Mas o que o torna realmente interessante é a busca de Bridget Jones em encontrar o seu verdadeiro amor e não apenas "arrumar" um casamento de conveniência. Renée Zellweger ficou perfeita no papel. A trilha sonora é simplesmente maravilhosa!! O ator Colin Firth (o Mark Darcy) é muito charmoso. Vale a pena assistir de novo, de novo, de novo... |
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O filme é perfeito! Com muita comédia, faz você ficar preso à tela sem conseguir parar de rir com os foras que ela dá e as tentativas fracassadas de consertá-los! Adorei, muito interessante principalmente para as mulheres, que com certeza vão se identificar com o filme! Além do mais, a atriz estava perfeita como Bridget, ninguém faria melhor! |
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Eu simplesmente amei é de um extremo bom gosto o humor e as reviravoltas da vida de Jones. è complicado para algumas pessoas entenderem o que de fato se quis passar nesse filme, mas pra quem é solteira e está sozinha, acredite não é mesmo! A gente sempre sonha em ter uma pessoa e ela fez o papel de muitas mulheres, da alta sociedade ou não. Pois no sentimentos somos todas iguais. Queremos um Marck Darson e não um Daniel Cleaven. Foi uma delícia ver ele e sua continuação. Amei! Estamos precisando de filmes com esse toque de humor e reverência. |
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Esse filme é ótimo, valeu apena assistir. Eu e minha prima quase morrimos de rir quando asistimos.É uma ótima comédia sobre Bridjet jones que é interpretada por Renée Zellweger que eu acho uma ótima atris, ela é uma solteirona que no final do filme encontra o homem da sua vida, e também assisti o "Bridget Jones - No limite da razão" também é ótimo SUPER engraçado! |
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Amei o filme, porque o mesmo narra a necessidade humana de amar alguém e ser amado.O se humano não foi criado para viver só, por isso existe uma busca constante por um amor em algum lugar. |
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eles --> Renée Zellweger, Colin Firth, Hugh Grant são Maravilhosos! O filme é Maravilhoso! |
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Sempre assisti o no.2 e hoje, fev.2010 vi o no.1 do Diário de Bridget Jones e, achei bem interessante. O ator Colin Firth (Mark Darcy) é simplesmente MARAVILHOSO!!! Gostaria de fazer um filme com ele. O interessante deste filme é que é bem britanico e o no. 2 é bem interessante também, até mais movimentado que o 1o.. Eu acho que deveria ter a sequencia, pois o no.3 teria que superar os 2 primeiros com uma história bem convincente, mas seguindo os moldes da trama, talvez com os filhos e a vida deles meio atrapalhada... está dado o recado! |
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