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O Diário de Anne Frank

titulo original: (The Diary of Anne Frank)

lançamento: 1959 (EUA)

direção: George Stevens

atores: Millie Perkins , Joseph Schildkraut , Shelley Winters , Richard Beymer , Gusti Huber

duração: 180 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Diary of Anne Frank
  • gênero:Drama
  • duração:03 hs 00 min
  • ano de lançamento:1959
  • site oficial:
  • estúdio:20th Century Fox
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corp.
  • direção: George Stevens
  • roteiro:Frances Goodrich e Albert Hackett, baseado em peça teatral de Frances Goodrich e Albert Hackett e em diário de Anne Frank
  • produção:George Stevens
  • música:Alfred Newman
  • fotografia:William C. Mellor
  • direção de arte:George W. Davis e Lyle R. Wheeler
  • figurino:Charles Le Maire e Mary Wills
  • edição:David Bretherton, William Mace e Robert Swink
  • efeitos especiais:

imagens - 3

O Diário de Anne Frank O Diário de Anne Frank O Diário de Anne Frank

sinopse:

Holanda, 1942. Anne Frank (Millie Perkins) vive no sótão secreto de um estabelecimento comercial, juntamente com seus pais, Otto (Joseph Schildkraut) e Edith (Gusti Huber), e sua irmã Margot (Diane Baker). Além deles vive no local uma outra família judia, composta por Hans Van Daan (Lou Jacobi), Petronella Van Daan (Shelley Winters), Peter Van Daan (Richard Beymer) e Albert Dussell (Ed Wynn), um idoso dentista. Anne Frank, uma jovem de 13 anos, documenta sua vida enquanto se esconde da Gestapo da Holanda. Este refúgio foi providenciado por Kraler (Douglas Spencer) e Miep (Dodie Heath), bondosos proprietários de lojas. Por dois anos eles ficam escondidos, vivendo sempre na apreensão de saberem que podem ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração. Apesar disto eles sonham com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonam.

elenco:

  • Millie Perkins (Anne Frank)
  • Joseph Schildkraut (Otto Frank)
  • Shelley Winters (Petronella Van Daan)
  • Richard Beymer (Peter Van Daan)
  • Gusti Huber (Edith Frank)
  • Lou Jacobi (Hans Van Daan)
  • Diane Baker (Margot Frank)
  • Douglas Spencer (Kraler)
  • Dodie Heath (Miep)
  • Ed Wynn (Albert Dussell)

comentários

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Sidnei Ramos Borges
02/01/2001
nota:Rate010
Audrey Hepburn certamnete se arrependeu por não ter aceitado o convite para estrelar esta fabulosa película. Em 1960, quando concorreu ao Oscar - Melhor filme, esta película não foi injustiçada, pois Ben Hur, o ganhador do Oscar -Melhor filme do ano, realmente é fantástico, no meu entendimneto sem concorrente até nos dias atuais, mas deixou muitas dúvidas nos avaliadores. É, sem sombra de dúvidas, um dos melhores filmes produzidos e dirigidos por George Stevens, um grande gênio do cinema.
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José Augusto de Freitas Sobrinho
03/01/2001
nota:Rate09
Enfim, qual é a obra-prima de George Stevens? Não bastasse sua magnífica trilogia sobre a América: Assim Caminha a Humanidade, Os Brutos Também Amam e Um Lugar ao Sol, compôs esta magnífica obra, que é um verdadeiro hino em favor da paz. Nele cristaliza-se a mística do diário escrito pela menina que simboliza os mártires do holocausto. Um dos melhores filmes da história do cinema.
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Ayres Pereira Filho
04/01/2001
nota:Rate08
Otto Frank deteve os passos no interior da casa onde tudo havia acontecido e fitou o diário: MEU NOME É ANNE FRANK. TENHO TREZE ANOS DE IDADE. NASCI NA ALEMANHA, MAS SOMOS JUDEUS E EMIGRAMOS PARA A HOLANDA QUANDO HITLER SUBIU AO PODER. Como George Stevens havia previsto, Millie Perkins, que não fez grande carreira no cinema, compôs muito bem o personagem central, embora tivesse completado 21 anos de idade em 1959 (o que seria pior para Audrey Hepburn, que já tinha 30). DESCREVER COMO A GENTE SE SENTE NUM ESCONDERIJO? SEI APENAS QUE É ENGRAÇADO, NUNCA SE PODE PASSAR ALÉM DA PORTA; NUNCA RESPIRAR AR PURO NEM CORRER ... Um filme denso, longo, mas bem conduzido pelas mãos hábeis de George Stevens. Enfoca o conteúdo de um diário e sete pessoas vivendo ocultas, de forma subumana, no sótão de uma livraria. Enfim, retrata um pouco do holocausto dos judeus numa guerra sem o menor sentido, num anti-semitismo que até hoje envergonha a humanidade. George Setevens, um grande diretor de atores, que não conseguiu dar um Oscar para Shelley Winters com a sofrida Alice Tripp de Um Lugar ao Sol, em 1951, desta vez não deu outra na personagem da senhora Van Daan. Os sinos do carrilhão estavam tocando...aqueles mesmos sinos que ela costumava ouvir com tanta freqüência em seus dias de coragem inquebrantável, fé e confiança na vida. Otto olhou novamente para o diário da filha, folheando as páginas até que encontrou o que procurava: APESAR DE TUDO, AINDA ACREDITO QUE A HUMANIDADE TENHA REALMENTE UM BOM CORAÇÃO. Será que precisa mais?

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crítica do adorocinema

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