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Desmundo

titulo original: (Desmundo)

lançamento: 2003 (Brasil)

direção: Alain Fresnot

atores: Simone Spoladore , Osmar Prado , Berta Zemei , Beatriz Segall , José Eduardo

duração: 100 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Desmundo
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:
  • estúdio:Columbia Pictures do Brasil
  • distribuidora:Columbia Pictures do Brasil
  • direção: Alain Fresnot
  • roteiro:Sabina Anzuategui e Alain Fresnot, baseado em livro de Ana Miranda
  • produção:Van Fresnot
  • música:John Neschling
  • fotografia:Pedro Farkas
  • direção de arte:Adrian Cooper e Chico Andrade
  • figurino:Marjorie Gueller
  • edição:Júnior Carone, Mayalu Oliveira e Alain Fresnot
  • efeitos especiais:

imagens - 8

Desmundo Desmundo Desmundo Desmundo Desmundo Desmundo Desmundo Desmundo

sinopse:

Brasil, por volta de 1570. Chegam ao país algumas órfãs, enviadas pela rainha de Portugal, com o objetivo de desposarem os primeiros colonizadores. Uma delas, Oribela (Simone Spoladore), é uma jovem sensível e religiosa que, após ofender de forma bem grosseira Afonso Soares D'Aragão (Cacá Rosset) se vê obrigada em casar com Francisco de Albuquerque (Osmar Prado), que a leva para seu engenho de açúcar. Oribela pede a Francisco que leh dê algum tempo, para ela se acostumar com ele e cumprir com suas "obrigações", mas paciência é algo que seu marido não tem e ele praticamente a violenta. Sentindo-se infeliz, ela tenta fugir, pois quer pegar um navio e voltar a Portugal, mas acaba sendo recapturada por Francisco. Como castigo, Oribela fica acorrentada em um pequeno galpão. Deprimida por estar sozinha e ferida, pois seus pés ficaram muito machucados, ela passa os dias chorando e só tem contato com uma índia, que lhe leva comida e a ajuda na recuperação, envolvendo seus pés com plantas medicinais. Quando ela sai do seu cativeiro continua determinada em fugir, até que numa noite ela se disfarça de homem e segue para a vila, pedindo ajuda a Ximeno Dias (Caco Ciocler), um português que também morava na região.

elenco:

  • Simone Spoladore (Oribela)
  • Osmar Prado (Francisco de Albuquerque)
  • Berta Zemei (Dona Branca)
  • Beatriz Segall (Dona Brites)
  • José Eduardo (Governador)
  • Débora Olivieri (Maria)
  • José Rubens Chachá (João Couto)
  • Cacá Rosset (Afonso Soares D'Aragão)
  • Giovanna Borghi (Bernardinha)
  • Laís Marques (Giralda)
  • Arrigo Barnabé (Músico)
  • Caco Ciocler (Ximeno Dias)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2003
nota:Rate05
Assim como aconteceu em algumas superproduções brasileiras, como "Mauá" e "Bufo & Spallanzani", o maior problema de "Desmundo" é que ele não possui alma, ele não consegue fazer com que o espectador entre na história e se importe com os rumos dos principais personagens. A produção técnica do filme é impecável, bem como a reconstituição histórica de vilas, caravelas, roupas e todos os demais acessórios do século XVI, mas a história em si é apenas mediana. Apenas nos últimos 20 minutos há uma melhora, que torna o filme mais atrativo, mas ainda assim ela logo é interrompida por um final meio que repentino. Mediano apenas.
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Marinaa
04/01/2003
nota:Rate010
Fui à pré-estréia em São Paulo. Um filme impecável. É quase um documento, um retrato do nascimento do Brasil, onde raças diferentes coabitavam um novo mundo perdidos nos próprios valores. Nativos, Portugueses, Espanhóis...e mulheres. Desmundo é antes de tudo, a História da Mulher nos anos que seguiram o descobrimento do Brasil. E de como ela chegou à América. A fotografia é deslumbrante. Os atores surpreendem. A Trilha Sonora de Arrigo Barnabé não podia ser mais apropriada. A Edição é clara, perfeita, segue a narrativa. Para quem disse que este filme não tem alma...Desmundo trabalha a emoção na medida certa. A alma feminina na época é o principal documento deste grande trabalho.Imperdível para quem adora cinema brasileiro,e tenha bom gosto e sensibiliade."
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Renataa
05/01/2003
nota:Rate09
Tocante. Denso. Mas assessível a qualquer público ligado. A produção é impecável. A fotografia é a imagem que fica. É o começo do Brasil. Obscuro,indefinido, selvagem e irritantemente machista. Maravilhosa a interpretação de Simone Spoladore. Alain Fresnot e sua equipe souberam criar um belo trabalho. E mais do que tudo,pelo menos para mim, evidenciou uma imagem realística da época. Mostrou o que provavelmente deve ter sido. Parabéns."
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Míriam Bemelmansa
06/01/2003
nota:Rate010
Filme com alma, belíssimo!!! Interpretações primorosas. Além de ser um filme muito bem produzido, com detalhes de produção de época, é contundente em mostrar a forma como as primeiras mulheres foram enviadas a um Brasil selvagem, sem infra-estrutura, rude, onde a mulher tinha que ser submissa, obediente. Uma obra de arte com muita, mas muita alma."
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Christian Jafas
07/01/2003
nota:Rate08
Bom, eu assisti a Desmundo no início dessa semana mas só agora pude escrever. Gostei do filme e não achei a narrativa lenta e também não achei o filme violento em excesso. A história de Desmundo começa em 1570 num Brasil bárbaro e isolado do Reino. As regras da civilização européia e cristã são rasgadas quando os portugueses se deparam com as índias e com a possibilidade de uma vida nova. Para impedir o ‘pecado’ os padres da colônia pedem que Portugal envie jovens órfãs para saciar a fome dos colonos. Com um rico trabalho de cenografia e figurino, o diretor Alain Fresnot (nasceu em Paris e fugiu para o Brasil depois da guerra) procurou mostrar os costumes e a vida no chamado Novo Mundo. As feministas vão chorar e espernear nos cinemas vendo Desmundo. Mas Simone Spoladore prova que é uma grande atriz e que os papéis bobinhos que faz na novela não é culpa sua. Falar que Osmar Prado está muito bem é chover no molhado, o ator transforma o rude Francisco de Albuquerque numa figura firme, e longe do caricatural. E fugir do tom caricatural deve ter sido um dos desafios da direção. Seria mais simples usar o ‘estilo globo’ para narrar a história, isso deixaria o filme mais acessível ao público. Mas Alain Fresnot preferiu o usar o silêncio, palavras não ditas ou meio ditas, e isso tudo sem deixar o roteiro arrastado. Li que Fresnot teve que contar muito o filme para chegar ao tempo que seria o ideal para uma produção dessas, e que isso pode ter atrapalhado a compreensão de alguns trechos. Como sempre fui apaixonado por História não pensei duas vezes em entrar no cinema e fazer uma viagem ao início do Brasil colônia. Já vimos milhões de horas sobre a Independência americana, Napoleão, Hitler, as cortes européias, o velho oeste e agora podemos ver um pouco de um período da história que era abandonado pelos livros didáticos."
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Marcelo Barros Martins
08/01/2003
Mal gosto total, filme nojento e porcalhão com final desastroso, é por essas e outras que o cinema nacional não decola mesmo. Poderia ser mostrado o Brasil colonial sem esse mal gosto todo. Quem acha que este tipo de filme é cultura deveria ler um bom livro, cinema é local de diversão e não escola. Joguei meu dinheiro fora."
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Thiago Pérez
09/01/2003
nota:Rate09
Desmundo é obra de primor inigualável e o simples fato de ter sua narrativa a presença marcante do português arcaico muito bem articulado por sinal já o justifica. A "tupinização" de parte do roteiro é algo sublime tal como em Hans Staden. Me entristece a falta devisão de alguns que acreditam ou desejam que o cinema seja apenas alternativa de divertimento. Cinema é escola sim, cinema é palco para debates e muito mais. Quem quer apenas de divertir deve ir ao Play Center. Quem vai ao cinema é para algo mais. E Desmundo deixa isso bem claro. Meus sinceros parabéns a Alain Fresnot e a Hélder Perri. É muito bom ver esse tipo de iniciativa nos cinemas. Thiago Pérez."
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Natália Tucunduvaa
10/01/2003
nota:Rate010
Desmundo retrata as realidades da época do Brasil colônia, mostrando o sofrimento das mulheres que eram obrigadas a se casar com os ignorantes e machistas homens da época. A mostra da terrível escravidão indígena e os conceitos da igreja me deixaram muito indignada. O cenário, os atores e a real história fizeram de Desmundo um ótimo filme. Tive a oportunidade de assitir com meus colegas de sala de aula (alunos do 2 colegial), e esta foi minha única decepção, pois percebi com os comentários que nem todos tem a noção da história, e veem os filme como uma coisa chata, sendo que não é. Para vocês que gostam de história e que gostariam de ver a real sociedade do Brasil de Portugal, assitam. Particularmente achei o filme maravilhoso!
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Nathaly Liliane Moreno da Costaa
11/01/2003
nota:Rate07
Assisti o filme e achei bom. Foi um filme bem produzido, pórém acho que o filme apresenta cenas fortes, pesadas. Mas expressa algumas da realidades dos dias atuais também! Acho interessante que as pessoas assistam e possam valorizar mais os filmes brasileiros!
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Francisco Hipólito Aguiar Machado |
12/01/2003
Como estudante de jornalismo, entendo que tenho a visão de sempre ver os dois lados da moeda. O Brasil colonial foi e sempre será visto e revisto sempre que possível para nos contar a história do começo do nosso país. O filme, que não pretende ser fiel em si, nos joga um enredo fraco e humilhante para o cinema nacional. Sou um grande fã dos filmes brasileiros, mas para este filme, infelizmente, irei sempre criticá-lo fortemente.
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Fernanda de Oliveiraa
13/01/2003
nota:Rate010
Apesar de trabalhar com vídeo, não quero me ater as questões técnicas e sim expressar sentimentos de uma telspectadora que ficou profundamente encantada com a história... Acho que todos nós (Brasileiros)nos sentimos Filhos de Oribela. Nesse sentido a perfeição foi grandiosa... Filhos, feitos por interesses, filhos que não se sabe de quem, filhos do desamor e da brutalidade de uma época. Oribela cumpre o próposito... e aqui estamos nós.
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Rhenner
14/01/2003
nota:Rate010
Forte, frio, vibrante! Direção vigorosa, belíssima trilha sonora e um roteiro envolvente fazem de "Desmundo" uma obra prima do cinema brasileiro contemporâneo. Também é uma curiosa oportunidade de se ouvir o português falado no século XVI.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
15/01/2003
nota:Rate08
A primeira coisa que chama a atenção no filme é a linguagem, ou seja, português do século XVI, o que torna os diálogos difíceis de serem entendidos sem as legendas. O livro de Ana Miranda deu origem ao roteiro do filme que retrata o Brasil inóspito do início da colonização. Como os portugueses que habitavam nosso país varonil começaram a desposar indígenas, o senhor rei da metrópole lusitana achou por bem enviar jovens brancas, portuguesas e órfãs para evitar que a miscigenação se tornasse regra. O Brasil era um desmundo, daí só fugitivos ou desesperados se decidiriam por mudar-se para cá. Oribela (Simone Spoladore) era uma órfã que foi escolhida por Francisco de Albuquerque (Osmar Prado) para ser sua esposa. Como não poderia ser diferente, Francisco era um ser rústico. Ela não se sujeitou às vontades do seu esposo e tentou fugir. Foi caçada e mantida em "cárcere privado" por ele. A distância entre os dois aumentou, apesar dela tentar disfarçar o seu desprezo pelo marido. O sonho de Oribela era voltar para Portugal e trabalhar como ama numa casa de família. Para tanto ela recorre à ajuda de Ximeno (Caco Ciocler), um novo cristão espanhol, que vive do comércio. A paixão dos dois, que pode ser antecipada desde as cenas iniciais do filme, se consome. Porém, o "carma" de Oribela não era ser feliz para sempre como nos contos de fada. A reconstituição de época, a fotografia e a edição são excelentes. No elenco quem se destaca é Osmar Prado. O mais importante é a visão feminina que temos dos primórdios da colonização. Alain Fresnot acertou na mosca para nossa sorte.
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Luciana Motaa
16/01/2003
nota:Rate07
Interessante contexto, o filme não buscava apenas retratar a vivencia na epoca da colonização mas tambem a linguagem.A autora se basea no fato real da vinda das portuguesas para o Brasil imposta pela rainha e destrincha (em ficção) a visão de uma delas.Muito interessante.
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Auro M. dos Santos
17/01/2003
nota:Rate09
Desmundo é um filme que mostra uma das facetas do início da colonização do novo mundo. Como tal, deve figurar ao lado de filmes com Aguirre, a fúria dos Deuses, A missão, Hábito Negro, e outros tantos. Cada um contribuindo para se entender aquele período. A violência retratada em Desmundo é focada para a relação entre as pessoas. Esta relação éra bruta e rude. Apesar de religiosos quase não ha espaço para bons sentimentos. As pessoas são quase selvagens! A violência visível, como nos filmes americanos, fica sutilmente escondida durante a trama para aparecer no final do filme. É um bom filme. Vale à pena assistir.
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Ramon Cassiano de Souza
18/01/2003
nota:Rate05
Eu realmente deveria dar zero, se não fosse o grande trabalho da produção técnica e a belíssima interpretação de todos. Mas, faltou alma no filme. Este se aproxima tanto do Brasil Colonia, que se afasta do Brasil hoje, e nos deixa sem um bom entendimento do filme. Talvez fosse emociante para aqueles portugueses e índios do filme, mas para nós não. Precisa-se de muita criatividade para interagir com ele.
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Alberto
19/01/2003
nota:Rate08
Como cinéfilo português tenho de saudar além da alta qualidade de Desmundo, designadamente a fotografia, o facto de pela primeira vez ter assistido um filme em Portugês arcaico. A obra assim falada ganhou mais veracidade e se tornou num documento de referência. Viva o cinema! Falado. Em Português.
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George
20/01/2003
nota:Rate07
Em geral a gente pergunta por que o Brasil não deu certo. Ao ver "Desmundo", a pergunta é: como conseguimos chegar a construir um país desse jeito? É um bom retrato da época e da formação do Brasil nos seus primórdios. Tem suas falhas, mas vale a pena ver, vale mesmo.
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Róger Elias
21/01/2003
nota:Rate010
Um dos melhores filmes da nova geração de filmes nacionais, Desmundo retrata o início da colonização no Brasil de maneira rica e viva. A opção por retratar o cotidiano da colonização através de uma relação amorosa permitiu um mergulhar no estilo de vida e nos dilemas do início do período colonial. Afora a espetacular idéia de tentar refazer os diálogos em português seiscentista, o filme retrata com maestria a relação de disputa e acordo entre o português e o indígena, o convívio tenso do colono com o jesuíta, as intenções de catequisação, mas também de trabalho do jesuíta para com o índio, a situação dos cristãos novos que por aqui vieram parar, fugidos das perseguições do santo ofício, a quase total independência do colono frente à Coroa numa terra em que, por suas dimensões, distâncias e perigos, esta estava impedida de controlar diretamente. Enfim, Desmundo é um filme que merece ser visto e lembrado. Fico realmente impresionado com idéias em contrário que não conseguem ver no filme toda a sua preciosidade. É realmente lamentável que num país carente de conhecer suas raízes, uma produção como esta seja desconsiderada e não tenha recebido maior atenção da mídia e do público.
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Adriano Michetti Lulli
23/01/2003
nota:Rate010
Parabéns, um dos poucos filmes que retrata muito bem a época. Muito bem trabalhado, um elenco de primeira, diante de uma intensa pesquisa o que possibilitou tornar o filme realidade. Não pode ser cristicado por quem não tem um entendimento profundo na História.
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Danúzia Marinhoa
24/01/2003
nota:Rate010
Sou estudante de História da Universidade Federal de Alagoas, assiste o filme e gostei, justamente por mostrar a realidade da aquela apóca, nossa História precisa ser contada o mais próximo da verdade, mesmo que incomode, é assim que devemos mostrar, ela ñ é feita de belezuras, é trágica e triste, e é preciso que o povo brasileiro entenda isso, fomos explorados e continuamos sendo, se ñ despertarmos para isso, nossa História estará sendo apagada.
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Helena Erthala
25/01/2003
nota:Rate08
Achei um grande avanço para a 7a arte brasileira encontrar um filme tão bem pesquisado, com elenco primoroso onde a reconstituição de época élevada a sério. Esse filme tem uma história simples, porém, muito bem contada. Não achei mal colocadas as cenas de sexo, simplesmente foi necessário para poder expressar o quê acontecia naquela época(deveria até ser bem pior).
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Socorro Blobo Mottaa
26/01/2003
nota:Rate08
Não costumo assistir a filmes nacionais por ser sempre amesma coisa palavrões e sexo, mais foi por acaso que assisti o filme me encantei pois ele consegue nos transportar no tempo, gosto muito de história geral eo filme demostrou ser riquissimo de detalhes demonstrando uma pesquisa muito bem feita. parabéns, recomendei o filme a varia pessoas, que assistiram e tiveram a mesma opinião ,é tão real que me transportei no tempo.
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Olavo
27/01/2003
nota:Rate010
A produção é perfeita. A idéia de filmar em português arcaico trouxe uma outra dimensão ao filme (no início achei que iria entender, depois tive que recorrer às legendas). Para quem gosta de realismo, história e "cinema bem feito" o filme é excelente.
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Jorge Valentim
28/01/2003
nota:Rate010
ADOREI! UM DOS MELHORES FILMES NACIONAIS QUE JÁ ASSISTI EM TODA MINHA VIDA. RETRATAR O PERIODO COLONIAL COM TAMANHO REALISMO E NATURALIDADE, FEZ PARECER AS CENAS DE SEXO "BRUTAS", SINGELAS. O ELENCO MUITO BEM ESCOLHIDO, SOUBE TRADUZIR EM CENAS O SENTIMENTO DO DIRETOR DENTRO DO CONTEXTO/PROJETO; DESTES, GOSTARIA EM ESPECIAL DE PARABENIZAR A SIMONE PELA EXELENTE INTERPRETAÇÃO/INCORPORAÇÃO DESTA PERSONAGEM TÃO SENSIVEL E FORTE. A OUTRA COISA QUE MUITO CHAMOU ATENÇÃO FOI A TRILHA SONORA, SIMPLES MAS, CONSONANTE, HARMONICA, ABSOLUTA, COM O CLIMA CÊNICO, PSICOLÓGICO, FOTOGRÁFICO DESTE FILME DESLUMBRANTE.
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Joel Emidio da Silva
29/01/2003
nota:Rate08
Um filme destinado a ser um clássico. O figurino, as locações, a caracterização dos personagens, tudo realizado num requinte que nada fica a dever as melhores produções do mundo. Como disse outra espectadora, "é quase um documentário", pois até o clima, a atmosfera da época, são verdadeiras. Também o filme tem a duração correta, pois tinha elementos para se constituir num épico de 3 horas de duração. Mas, sabiamente, o diretor centrou a ação na menina Oribella e assim acabou falando da condição das mulheres (e homens) da época - e porque não? - da condição de homens e mulheres em qualquer época. A única coisa que me pareceu um pouco esquisito foi o rostinho da global Spoladore. Porém, nenhuma restrição a sua interpretação, simplesmente soberba, como de todo o elenco.
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José Rodrigues
30/01/2003
nota:Rate010
Será que Sexta-Feira ou Rambo parte 100 tem alma??? É lógico que o filme tem alma. Tem uma mulher lutando ferozmente para que sua alma seja libertada da opressão, do descaso, de tudo. Isso já justifica o filme independente de fotografia, de elenco (que é fabuloso).
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Gladys Daiane dos Santosa
31/01/2003
nota:Rate08
O filme e bom,porem sua falta de personalidade faz com que fique desinteressante para algumas pessoas que nao intendem nada da realidade mostrada no filme,da epoca do descobrimento.
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Anna Giovanna Rocha Bezerraa
01/02/2003
nota:Rate010
Sou professora de Literatura Brasileira e não tive como deixar de mencionar "Desmundo" em minhas aulas. A escolha pelo português arcaico é extremamente enriquecedora, além de nos proporcionar uma real visão da língua e dos costumes da época.Percebe-se que a sétima arte brasileira cresce.
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Daniella Santosa
02/02/2003
nota:Rate010
Esse filme é maraviulhoso,tive que assitir e fazer um trabalho da escola nunca gostei de filmes desse tipo mais esse conseguiu me imprecionar, nada de extraordinário mais é uim filme que tem um história muito sofrida me emocionou!
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Ronnie Rodrigues
03/02/2003
nota:Rate08
Desmundo, assim como a nova levad do cinema brasileiro, me encantou muito. Além dem achar que a atriz Simone Spoladore está fantástica, o roteiro do filme é de muito singelo, tendo apenas a pretensçao de contar uma história, parecida eu acredito, que com a história de muitas outras mulheres que eram casadas em troca de vacas...que eram cedidas a homes que nem a conheciam! Acho um ótimo referencial de cinema brasileiro! Com uma carga dramática forte o filme não deixa de ter poesia e um aguçado trabalho de pesquisa histórica!
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Neuza Andradea
04/02/2003
nota:Rate09
Gostei do filme,mostra a necessidade de ter mulheres brancas no Brasil para poder continuar o modelo Português.Apesar dos homens serem selvagens e das cenas serem fortes elas mostra a realidade no nosso Período Colonial,confesso que em algumas cenas ficaram algumas interrogações,penso que acabe o telespectador descobri a cena que deferia ser apresentada nesse tempo a Igreja se fazia presente em tudo a parte de sexo foi importante pra mostrar como acontecia,sem muito glamou, a mulher era feita para procriar e não pra ter prazer, questão do pecado,a igreja com os jesuítas querendo faze-los de crisãos marcou tambem.Eu gosto muito de filme brasileiro e parabenizo a toda equipe.

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