|
|
|
||||||
|
Elizabeth Short foi brutalmente assassinada. Os detetives Lee Blanchard e Bucky Bleichert passam a investigar o caso, mesmo contra a vontade de Bleichert, que preferia continuar nas investigações de um assassino serial ainda solto. Lee e Bucky são grandes amigos e passam bastante tempo com Kay Lake, namorada de Lee. As investigações sobre Elizabeth e a liberdade recém-adquirida de um homem que faz parte de seu passado fazem com que Lee se distancie da namorada e do parceiro. Bucky, por sua vez, passa a se relacionar com uma mulher fatal que é bastante parecida com Elizabeth. Excelente filme! Brian De Palma explora o universo noir com maestria, sendo bastante auxiliado pelo roteiro baseado no livro de James Ellroy. Há várias cenas marcantes: a luta de boxe entre Lee e Bucky - violenta, sangrenta, realista -, o tiroteio em que Lee salva a vida de Bucky, a sequência em que o corpo de Elizabeth é encontrado - pouco se mostra do corpo no momento, que é revelado aos poucos no decorrer do filme -, o encontro de Lee com Bobby DeWitt e o derradeiro final. Até o momento é o melhor filme do Festival do Rio e sério candidato às principais premiações de fim de ano. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Adorei! Li o livro a uns 3 anos atras e estava ansiosa para ver a transposiçao para as telas. Nao decepicionou nada, apesar de algunas adaptaçoes de situaçoes, ficou otimo! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Se existe um cineasta que domina totalmente a linguagem de sua arte, ele atende pelo nome de Brian de Palma. Autor de filmes maravilhosos como "VESTIDA PARA MATAR", "UM TIRO NA NOITE", "DUBLÊ DE CORPO", "O PAGAMENTO FINAL" E "OLHOS DE SERPENTE", confesso e óbvio fã de carteirinha de Hitchcock, o cineasta Brian de Palma continua com o pleno domínio de sua arte neste "DÁLIA NEGRA": mostra a Los Angeles dos anos 40 do século passado através dos olhos de dois policiais que após uma luta de boxe para aumentar o prestígio da corporação tornam-se amigos. Bucky Bleichert (Josh Hartnett) e Lee Blanchard (Aaron Eckhart) passam a formar uma dupla de policiais e um triângulo amoroso com a namorada do segundo, a estonteante Scarlett Johanson na pele de Kay Lake. O título do filme que foi baseado no romance homônimo de James Ellroy, faz referência a um assassinato a uma moçoila aspirante a atriz na glamurosa indústria cinematográfica de Hollywood, que vestia roupas negras. No decorrer das investigações, Bucky descobre que a assassinada havia feitos filmes pornográficos patrocinados por um milionário, além de ter um envolvimento sexual com Madeleine Linscott (Hilary Swank, cuja sensualidade nunca havia sido tão bem explorada). Bucky percorre a vida noturna de Los Angeles, vai a clubes gays, assiste a um show da cantora homossexual K.D. Lang, que canta "Love for sale", enfim, dão o clima do que eram os anos 40 na visão da dupla Elroy/De Palma. O travelling que vai da rua em que a dupla de policiais procura um criminoso, com a câmera subindo, passando sobre o prédio, descendo na rua seguinte até atingir a face da dália negra, cujo corpo está estirado no chão, é maravilhoso. O problema do filme é o roteiro. Assassinatos dentro de assassinatos; referências dentro de referência; em outras palavras, metalinguagem. Chega numa determinada hora que a cabeça do espectador fica perdida. Com o roteiro mais simplificado, "DÁLIA NEGRA" poderia ser um filme belíssimo. Com a confusão criada pelo excesso de tramas policialescas, o filme perdeu força. Não posso deixar de mencionar a trilha sonora do trumpetista Mark Isham, que sublinha o clima noir dos personagens e da cidade. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Não posso negar o meu desapontamento ao sair da sala de cinema após assistir Dália Negra. Tinha tudo pra ser uma obra-prima: ótimo diretor, um elenco excelente e baseado numa história involvente e interessantíssima... porém o filme peca em vários sentidos. Seu desenrolar é lento e cansativo, apesar do seu visual ser deslumbrante. Josh Hartnett está melhor do que nunca (se bem que isso não quer dizer muita coisa pois nunca foi um bom ator... seu desempenho é apenas regular e sem dúvida é o mais fraco de todo o elenco); Scarlett Johansson e Hilary Swank, que são ótimas atrizes, parecem perdidas e suas personagens não correspondem aos seus talentos. As duas têm atuação fria e insossa. Já os destaques nesse quesito ficam realmente para Aaron Eckhart (que sempre me pareceu um ótimo ator e está muito bem nesse papel), Mia Kirschner (que rouba todas as cenas em que aparece) e Fiona Shaw (que apesar do papel pequeno, está simplesmente fantástica). Enfim, o filme tem ótima fotografia, figurinos impecáveis e direção competente, mas peca por alguns excessos e deixa a desejar em muitos aspectos. É simplesmente um filme cheio de altos e baixos, mas ainda assim é recomendável. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Filme com roteiro muito confuso, excesso de histórias paralelas e excesso de violência gratuita. Esteticamente é bonito, tem boa reconstituição de época. A atuação do elenco principal é irregular, alternando bons momentos com passagens onde a atuação é apagada ou apenas correta. Muita badalação para pouco conteúdo. Não valeu o ingresso. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O filme tinha tudo para ser ótimo, tem um elenco de primeira e uma boa história. Mas foi mal dirigido, ficou entediante, eu fiquei com sono! Só dou nota 5 por causa do elenco. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Excelente. Brian de Palma volta a Insanidade de "Scarface" em um belo filme noir e, explorando todos os seus ambientes. As interpretações não são marcantes, mas o roteiro junto com o conjunto da obra é uma obra prima; Destacando-se a direção de arte, o figurino, a maquiagem e a edição. Pelo que vimos este ano é um dos mais fortes candidatos ao Oscar do ano que vem, inclusive o de direção. Quem dera se o Cinema comercial de hoje fosse como o de Brian de Palma.O que mais impressiona no filme é a história tão "bem amarrada" sem clichés hollywoodianos sendo um filme sobre Hollywood e uma grande referência á "Crepúsculo dos Deuses". |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Apesar da execução do filme ser muito boa, com seqüências bem armadas e estética limpa, o roteiro apenas gera confusão. Além disso Scarlett Johansson não faz muito mais que mostrar seus belos lábios, e não muito mais do que isso, e segurar cigarros. Para tentar entender o filme é bom levar livro de anotações e muita paciência, para no fim perceber que o esforço não vale a pena. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Um classico para se falar durante anos! Realmente é um filme que ao mesmo tempo que choca traz a tona as culturas bastardas que os americanos nunca tiveram coragem de abandonar! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Produção impecável, direção extraordinária do superestimado De Palma. O único ponto fraco do filme é o enredo por vezes complicado escrito por Josh Friedman. O espectador precisa se atentar a todos os detalhes do filme, sob pena de não entender completamente a estória. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
É um bom filme, mas apresenta algumas falhas primárias, ainda mais se considerarmos a qualidade inquestionável de Brian de Palma. O filme acaba caindo numa fórmula muito utilizada: fatos interligados que acabam sendo revelados todos de uma vez, numa espécie de epifania que pretende deixar os espectadores atônitos na cadeira do cinema. Nada contra. Entretanto, a rede de fatos se torna tão densa que transforma a explicação em algo vazio, e até mesmo estúpido, que não me deixou sem fôlego- definitivamente. Sem falar que após tantas investigações, a cena em que a assassina é revelada se assemelha a um filme de humor- pastelão- em que a atriz Fiona Shaw (mãe de Madeleine) fecha "com chave de ouro" uma interpretação pesada e que se afasta da atmosfera do filme. Outro aspecto que poderia ter sido melhor desenvolvido é a obssessão de Bucky por Elizabeth, fato que demora a ficar explícito no filme.Apesar dessas pequenas falhas, há de se reconhecer o maravilhoso trabalho do diretor ao estabelecer um perfeito clima noir que casa figurino, trilha e fotografia numa mistura irretocável. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
A deficiência do roteiro quase afunda o filme. Se não fosse a exelente direção de Brian de Palma e a magnífica fotografía o filme seria só mais um na multidão. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Particularmente esperava mais desse filme,brian de palma consegui fazer um filme muito intrigante.mais não explora bem o triagulo amoroso dos personagens de scarlett johansson,josh hartnett e Aaron eckhart.É o tipo de filme que é lançado para ganhar prêmios mesmo a história não sendo boa,a nota fraca fica por conta do fraco desempenho de hilary swanck que após o sucesso de menina de ouro deveria escolher melhor seus papéis,porque francamente em dália negra ela tem uma atuação muito normal para uma atriz do seu nível(talvez por isso que existem tantos agentes no mercado de hollywood). |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Dália Negra é um filme esplendorosamente bem realizado tecnicamente, com belos figurinos, excelente direção de arte e fotografia, além dos famosos movimentos de cãmera característicos de De palma. Entretanto técnica não é tudo: o filme peca pela má construção do roteiro, que já nasce fadao ao erro por valorizar muito mais as subtramas vividas pelos protagonistas do que a história do assassinato de Elizabeth Shore.Além disso o número excessivo de personagens e reviravoltas dá 1 verdadeiro nó na cabeça do espectador; a resolução no final da trama foi resolvida de forma desenfreada,rápida demais, as reviravoltas foram muito repentinas e parcialmente explicadas, dando a impressão de que faltou algo para dar consistência ao desfecho.Apesar do roteiro confuso em sua parte final, Dália negra é um espetáculo visual, com cenas minunciosamente estudadas e com boas pitadas de sedução, suspense e violência características dos filmes noir.E Hilary Swank na pele da sedutora e sinistra femme fatale deu um toque significativo ao filme. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Excelente! A "volta" de Brian de Palma não poderia ser melhor! Coroando uma adaptação do livro de James Ellroy, o diretor fornece um clima, auxiliado pelas atuações, que reporta o espectador às momentos clássicos e fascinantes do cinema em uma uma história mto bem contada, intrigante e provocante! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Fraco, possui uma história muito confusa, atuações sem brilho e uma história sem um objetivo claro e marcante. O que fa merecer a nota "6", são alguns momentos de reflexão que surgem ao longo do filme. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Filme é mal contado com um final que decepciona. A fotografia do filme é boa mais alguns atores decepcionam nas suas atuações. O diretor poderia ter explorado melhor o fato do assassinato não ter tido um desfecho na vida real. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Entre os grandes diretores norte-americanos vivos, Brian De Palma é um dos poucos que jamais foi agraciado com o Oscar, sequer lembrado até hoje, apesar de ter coisas boas no currículo (O pagamento final, Scarface), talvez por muitas vezes limitar-se a reciclar velhas idéias e promover refilmagens disfarçadas, sobretudo de obras de Alfred Hitchcock (Dublê de corpo, Vestida para matar). Sua carreira andava meio por baixo depois de dois filmes mal recebidos pela crítica (Femme fatale e Missão Marte). Com este A dália negra, no entanto, ele não apenas consegue se reerguer como ainda se apresenta como forte candidato ao prêmio máximo do cinema para 2007. O filme é perfeito em quase todos os sentidos: ótimo roteiro (de Josh Friedman, baseado no romance homônimo do especialista James Ellroy), figurinos impecáveis, excelente fotografia (do mestre Vilmos Szigmond), primorosa reconstituição de época e bela trilha sonora. A trama é tortuosa, complexa, mas sempre absorvente e fascinante, em seus meandros de sordidez e crueldade. Faço ressalvas apenas ao elenco. Embora todos os atores estejam bem escalados em seus personagens, particularmente não acho que Josh Hartnett tenha peso e gabarito suficientes para sustentar um protagonista de tal envergadura, que transita entre o desencanto e a obstinação. Scarlett Johansson tem poucas chances como seu interesse amoroso, na maior parte do tempo limitando-se a fazer apenas caras e bocas. E Hilary Swank não tem a beleza exigida pelo papel, uma mulher sedutora e vingativa. Já Aaron Eckhart, ator preferido de Neil LaBute, compõe bem seu ambíguo personagem. A canadense Mia Kirschner (a dançarina de Exótica) interpreta a atriz assassinada aparecendo em cenas em flash-back. Mas o grande destaque fica para Fiona Shaw, que dá um banho de interpretação no papel da mãe enlouquecida. Ela aparece apenas duas vezes, mas rouba ambas as cenas. Grandes momentos: a luta de boxe entre os detetives, o atentado na escadaria, o jantar na casa de Madeleine Linscott e a descoberta do corpo da atriz, uma cena carregada de tensão embora nenhum detalhe seja mostrado na hora (só na cena final vemos o corpo). Um grande filme, aula de cinema e uma bela homenagem ao film noir. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Acho que errou em atropelar a história. Os fatos chegam muito rápido o que é de certa forma positivo pois não deixa o espectador entediado porém há um excesso de personagens ao desenrolar da trama que se confude na história. O triangulo poderia ter sido mais usado para causar um impacto maior. Elenco, direção, fotografia e figurino muito bom. É sem dúvida um filme recomendavel. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
DE PALMA TEM UM ESTILO QUE NENHUM OUTRO DIRETOR TEM. MIA KIRSHNER ESTÁ PERFEITA. QUEM ASSISTE A SÉRIE 24 HORAS JÁ SABIA QUE TRATA-SE DE UMA ATRIZ FENOMENAL, ALÉM DE SER LINDA PRA C...! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Brian de Palma como sempre agradando os cinéfilos críticos com seu detalismo nato nas cenas e no roteiro, para alguns pode ser cansativo pelo fato de Brian não colocar nitidamente o início, meio e fim do filme. Temos sempre a impressão de que o filme está no final enquanto está no meio e vice-versa. Recomendável para aqueles que são pacientes e observadores. |
|||||||
| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
| 2 - | Premonição 4 | 5 | 16 |
| 3 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 25 |
| 4 - | Sherlock Holmes | 8 | 37 |
| 5 - | O Fada do Dente | 7 | 3 |
| 6 - | Amor Sem Escalas | 6 | 8 |
| 7 - | High School Musical - O Desafio | 8 | 8 |
| 8 - | O Fim da Escuridão | 6 | 4 |
| 9 - | Invictus | 8 | 9 |
| 10 - | Xuxa em O Mistério de Feiurinha | 5 | 34 |