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Didi, o Cupido Trapalhão

titulo original: (Didi, o Cupido Trapalhão)

lançamento: 2003 (Brasil)

direção: Paulo Aragão , Alexandre Boury

atores: Renato Aragão , Daniel , Jackeline Petkovic , Tadeu Mello , Helen Ganzarolli

duração: 86 min

gênero: Infantil

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Didi, o Cupido Trapalhão
  • gênero:Infantil
  • duração:01 hs 26 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:
  • estúdio:RA Produções / Diler & Associados / Globo Filmes
  • distribuidora:Columbia Pictures do Brasil
  • direção: Paulo Aragão , Alexandre Boury
  • roteiro:Natália Grimberg e Paulo Cursino, inspirado em história de William Shakespeare
  • produção:Diler Trindade, Luiz Cláudio Moreira e Paulo Sérgio de Almeida
  • música:
  • fotografia:Cezar Moraes
  • direção de arte:Paulo Flaksman
  • figurino:Carla Andrete
  • edição:João Paulo Carvalho
  • efeitos especiais:

imagens - 10

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sinopse:

Após atazanar a vida de Deus no céu, Didi (Renato Aragão) é enviado à Terra como cupido, tendo a missão de unir casais e torná-los perdidamente apaixonados. Caso Didi consiga unir pelo menos um casal, terá condições de retornar ao céu. Porém, logo após chegar à Terra Didi decide por unir Romeu (Daniel), um entregador de lanches que sonha em se tornar cantor, e Julieta (Jackeline Petkovic), uma sonhadora jovem rica cujo casamento vem sendo arranjado por seu pai, Dr. Poleto (Mauro Mendonça). Para conseguir unir o casal Didi resolve se oferecer para ajudar na festa de noivado entre Julieta e Páris (Aramis Trindade), um político arrogante com quem Poleto quer que sua filha se case. Após chamar Romeu para trabalhar como garçom na festa, Didi aproveita um momento em que estão sós para flechá-los, iniciando assim uma paixão arrebatadora em ambos.

elenco:

  • Renato Aragão (Didi)
  • Daniel (Romeu)
  • Jackeline Petkovic (Julieta)
  • Tadeu Mello (Tatá)
  • Helen Ganzarolli (Suzy)
  • Aramis Trindade (Páris)
  • Armando Paiva (Angelino)
  • Dany Bananinha (Natália)
  • Kléber Bambam (Bambam)
  • Michelle Martins (Bianca)
  • Jacaré (Jacaré)
  • Vanessa Bueno (Adriana)
  • Marcelo Augusto (Marcelo)
  • Fernanda Chuquer (Carla)
  • Mauro Mendonça (Dr. Poleto)
  • Rosamaria Murtinho (Dona Ana)
  • Oscar Magrini (Nonô)
  • Herson Capri (Seu Arcângelo)
  • Lívian Taranto Aragão (Anjo Livinha)
  • Lucas Rocha (Poletinho)
  • Juliana Zambrano (Luíza)

comentários

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Andréia Azevedoa
02/01/2003
nota:Rate010
NÃO DAREI CRITICAS, MAS SIM ELOGIOS POIS AS PESSOAS QUE COMPÕEM O ELENCO SÃO PESSOAS QUE FAZEM ALGO TOTALMETNE DIFERENTE DO QUE ATUAR, NO CASO O CANTOR DANIEL, CANTAR É DIFERENTE DE ATUAR, COMO NO CASO DA JAQUELINE É SUA ESTRÉIA NO CINEMA E APRESENTAR É ALGO TOTALMENTE DIFERENTE, PARA A HELLEN QUE É UM AUXILIAR DE PALCO, SER UMA QUASE ESTRELA DE FILME DO DIDI,E PODE SER BOBINHO, ESTÃO DIZENDO POR AÍ, MAS ELES ESTÃO MOSTRANDO QUE TAMBÉM PODEM E QUEREREM CRESCER PROFISSIONALMENTE E VÃO A LUTA, ALÉM DO QUE ELES ESTÃO MOSTRANDO SUAS DIVERSIDADES ARTÍSTICAS."
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Daianaa
03/01/2003
nota:Rate010
Eu adorei o filme é muito esngraçado, é ótimo porque nossa vida é tão cheia de correria. E quando a gente começa a assistir até se esquece do que nos espera fora do cinema de tão divertido que é o filme. Parabéns a todo o elenco."
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Ana Liaa
04/01/2003
Uma verdadeira vergonha em meio a safra de bons filmes brasileiros que vêm sido produzidos ultimamente. A história tem todos os clichês possíveis além de péssimos atores. O enredo se repete novamente nas histórias do trapalhão, que pelo que vejo não tem um roteiro original desde seu primeiro filme. Candidato a sessão da Tarde Global! Um lixo."
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Ivan Jr.
05/01/2003
É impressionante como alguém insiste em fazer algo que já perdeu a graça há mais de 2 décadas. Os filmes do teimoso e sem graça Renato Aragão, são daqueles que costumamos dizer "darem azia em sonrisal". Piadas e situações já filmadas e refilmadas em filmes anteriores só vem confirmar a falta de criatividade e inteligência daqueles que escrevem, dirigem e produzem um filme como este.
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Alberto Souza
06/01/2003
nota:Rate05
Rever os velhos filmes dos "Os trapalhôes", é rejuvenescer um tempo que passou, e as lembranças não se tornam tão árduas e tristes, foram tantos os filmes, que nos encheram de encanto e esperança, no último, foi o Mágico de Oroz, na fantasia de levar água ao nordeste, ainda se mantém,há um porém, de se cometer muitos erros em sua produção, nesses filmes apresenta-se um descuido, seja com a fotografia, a sonorização e com a dramaturgia, mas naquele tempo, não tinhamos ciência de observação, mas mesmo assim, continuo com essas lembranças de uma infância que não pode retornar; e foi Mussum, Zacarias, Dedé e Didi, um dos nossos grandes condutores do riso ao povo, mas o último filme do Didi, vulgo Renato Aragão, deixa a desejar, primam pelas estrelas, de pouca técnica ou sem qualquer encenação possível, é previsível, porém, podemos vê-lo, sem o nosso senso critico, sem qualquer intenção, senão assistir, como se ainda fossemos crianças, e Didi é isso, a turma dos trapalhões, foi um ritmo de nossa infância. Enfim, Didi, o cupido trapalhão, merece um pouco das minhas lembranças, um pouco de um senso critico, que tenha mais cuidado e não seja tão comercial, e que retorne aquele deslumbramento que se via no cinema com o seu jeito, Didi, tú és eterno.
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Danielaa
07/01/2003
nota:Rate05
Vindo de Renato Aragão deveria ser uma coisa bem mais engraçada, como "Simão, o fantasma trapalhão". Didi não tem mais filmes como antigamente. Antes no elnco havia Dedé Santana. E agora?Jackeline Petkcovic, Jacaré e Daniel. Por Favor...
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Renan
08/01/2003
NUNCA VI PIOR>>>>>e ridiculo kelly key e uma baranga nem sabe fazer musica o didi deveria sair do brasil pq nem tem mais graca e so faltava mandar a xuxa ai a nota iria ser -10.e as historias de filmes brasileiros sao se matar.os unicos fimes q prestarma foram cidade de deus,central do brasil e talvez o homem que copiava..AFFFEEEE RIDICULO.
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Andressaa
09/01/2003
nota:Rate010
Amei. O filme é super bom,a produção,o elenco então...o Daniel de Romeu?maravilhooooso,ninguén melhor que ele pro personagem,ele é um verdadeiro príncipe,o Romeu de qualquer sonho de uma Julieta!Além de mostrar que temvários talentos,canta bem, atua bem...Afinal,tudo o que ele faz,faz muito bem!!!Recomendo o filme para todas as idades.
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Tatiana Oliveiraa
10/01/2003
nota:Rate010
Achei o filme intereçante, para crianças é um filme bem descontraido, adorei principalmente a parte que apareçe a dupla Guilhermne e Santiago a música que eles cantam no filme é muito bonita e da um otimo clima.
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Wesley Pereira de Castro
11/01/2003
nota:Rate02
O abstracionista russo Wassily Kandinsky, em um célebre ensaio sobre a importância do conteúdo espiritual nas ações produtivas do indivíduo, afirmou que "toda obra de arte é filha de seu tempo e, muitas vezes, mãe de nossos sentimentos". Com esta afirmação, ele defende que o artista verdadeiro é aquele que se esforça para ultrapassar os sentimentos elementares (alegria, tristeza, medo) e, a partir daí, despertar sentimentos matizados que, apesar de encontrarem-se ainda num patamar inominado, estimulam diferentes percepções de espírito por intermédio das formas materiais, estágio este que Kandinsky se refere com a palavra alemã Stimmung' [tendência']. Pois bem. Tal prefácio erudito serve como excelente ponto de partida para uma análise do sub-filme "Didi, o Cupido Trapalhão" , reflexo mais que evidente da corrupção gritante nos valores éticos do público de massa contemporâneo. Antes de iniciar a análise, porém, vale acrescentar um dado extra-fílmico que é essencial para o entendimento apocalíptico da obra aqui disposta: para que se "desfrute" a sensação apavorante de se assistir a este filme em seu local "apropriado" (uma tela de cinema), o espectador crítico deve permanecer na fila de um posto de venda cinematográfica por longos períodos de tempo, gastar valores monetários longinquamente desproporcionais à qualidade do filme e ser obrigado a suportar diversas manifestações de euforia interruptiva por parte da atomização espectatorial. Superados estes agouros desprazíveis, vemos a primeira cena do filme. Após uma seqüência inicial de créditos nefelóides, encontramos Herson Capri e Armando Paiva lutando para dignificar duas horrendas imitações daquilo que se convencionou chamar anjo'. Eles recebem a missão degradante de enviar um cupido insuportável à Terra, a fim de evitar que este ser execrável seja punido com a equiparação quantitativa das chamas infernais. Assim sendo, o querubim desregrado chega a Terra e, sob a alcunha de Didi, comete inúmeras gafes frasais com o intuito de formar um casal de enamorados. "Crescei-vos e Multiplicai-vos": este é o versículo bíblico que ecoa na sua consciência rudimentar, conselho este que é convertido pelos roteiristas numa convergência libidinosa cujo único fim é o entrelaçamento heterossexual, de maneira que todas as pessoas "inconvenientes" devem ser convertidas em gritalhões afeminados. Após algumas desventuras insalubres, Didi esbarra num entregador de produtos alimentícios chamado Romeu, donzelo que é escolhido para receber a visão tetricamente loira da mimada Julieta. A trama desvenda a partir de então seu itinerário de previsibilidades, com apenas um fator de relativo ineditismo: além da baixeza vulgar que caracteriza as produções de Renato Aragão (que envolve boa parte da família em sua empreitada maligna), este filme apropriar-se-á com desenvoltura surpreendente de elementos sacrílegos, que vão desde a profanação obscena do compêndio shakespeariano até a demonização política da figura onipotente de Deus. Referido desde a primeira cena como sendo "o Grande Chefão", a representação de Amor Infinito que responde pelo título de Criador da Humanidade' é aqui sujeita às mais depravadas finalidades egocêntricas, validando o uso da mentira, da humilhação alheia, do chulismo ignorante e de anulações monogâmicas para unificar um casal de apaixonados, ao mesmo tempo em que danifica terminantemente a vida de outras pessoas. O maior exemplo de vilania não comedida pode ser verificado na adesão hipnótica da platéia, que legitima com escárnio risório a ilicitude como ferramenta viável para a contaminação mortífera da prepotência terrena, encubada sob a forma de satisfação epidérmica. Podemos verificar este posicionamento doentio com mais audácia na maneira como os pseudo-atores externam seus diálogos: quando chega à casa de uma anfitriã festiva, a personagem de Vanessa Bueno anseia pelo encontro com "gatinhos" [derivação girial para garotos bonitos], pois ela está "sem ficar com ninguém há mais de uma semana", abstinência esta que pode levar à atrofia corporal; ao flagrar um garoto espionando mulheres seminuas, a irmã da supracitada convalescente chantageia este menino para conseguir melhores instalações dormitivas, não sem antes reforçar o desejo lúbrico do garoto ("minha irmã é a de calcinha rosa!") e de comprovar-se excessivamente hipócrita, pois maligna um comportamento que ela própria adotaria num contexto diferenciado, conforme percebemos na seqüência em que Marcelo Augusto e Kléber Bambam expõem suas proeminências penianas (recobertas por tecidos de formatação genital) para as câmeras indecisas do filme; quando Didi começa a sentir os inconvenientes provocantes de um marido enciumado, resolve transferir a belicosidade por ele inassumida para outra famosa personalidade patogênica ("ih, esse cara quer guerra. Tá parecendo o Busha!"); muitos são os personagens que se valem da língua-mãe do grande protetor capitalista [EUA] para traduzirem seus estímulos vocais em expressões como "let's go, boy", "excuse me" ou "pode me chamar de love' ", não importando os momentos em que eles são obrigados a falar o idioma colonial português; e, como fator mais aviltante, cabe aqui uma rejeição ao modo enojadiço como maus cantores expõem sua lixeira de refrãos. Talvez a característica de maior identificação para os padrões ignóbeis desse pretenso cinema de entretenimento' que é destinado às facções crescentes de um público débil e tomado pela agudeza imbecil, a onipresença de acordes melosos e vozes gemebundas na trilha sonora (explícita) do filme reduz o seu já parco quociente de interesse até os decaimento completo dos níveis de sensatez. Esta impressão é horrorosamente reforçada no desespero que toma o personagem Didi quando ele resolve anunciar o protegido Romeu como cantor. Preocupadíssimo com a diminuição tramática da persona' chamativa de Daniel, ele subitamente descobre a derivação gentílica de seu pupilo [Brotas interior de São Paulo] e permite que este último suba no palco com um violão pré-selecionado, onde figura o autógrafo agigantado de seu pastiche interpretativo. As adesões musicais restantes amplificam nosso incômodo intelecto-auricular. Se Falamansa desagrada, Vavá causa fastio e pesar, Marina Elali quase inexiste e Guilerme & Santiago injuriam o extremo de nossa paciência, nada consegue se comparar ao fervor antipedagógico da escabrosa Kelly Key, abominável rebenta do culto pedofílico, que proclama aqui seus versos e coreografias de orgulho acrimonioso, em especial no que se refere à idolatria desordenada que ela destina aos recursos ambivalentes de um falo . Após 85 minutos de atenção puramente masoquista, poderíamos nos considerar livres da tortura anti-ética que esse filme instaura, mas outros aspectos ideológicos do enredo prolongam nosso temor. A lembrança de um roedor instalado no cóccix descoberto de uma mulher dormente, a antipatia coadjuvante dos seres que acompanham Didi, o desespero agônico de observar bons atores como Mauro Mendonça e Rosamaria Murtinho envolvidos nesta arma contra-intelectual e a inconveniência gritante no fato de que este engodo castrador é dirigido (?) por dois realizadores diferentes [que nada fazem, além de abusar da utilização de contracampos fundidos para dissimular - sem sucesso a horripilação figurativa do elenco] são demonstrativos que não abandonarão nosso cérebro ponderativo de maneira tão simples, configurando-se num grave atentado à definição de seres humanos. Afinal, sequer os clichês típicos de solidariedade espúria que marcam o trabalho do embaixador da UNICEF no Brasil aparecem no roteiro deste filme, página negra na Enciclopédia Fílmica de qualquer nação. Retomando os dizeres sapientes de Wassily Kandinsky, é óbvio constatar que "Didi, o Cupido Trapalhão" rejeita todos os seus ideais a respeito de espiritualidade artística. E o que é pior, concentra-se exclusivamente num díptico de sentimentos elementares: a tristeza, por saber que este filme foi produzido por alguém; e o medo, decorrente da certeza que ele foi visto por outras pessoas. Na ânsia por encontrar aspectos positivos na estrutura deste dejeto cinematográfico [tarefa dificílima, mesmo para o mais apaixonado dos otimistas religiosos], vale a pena citar o acompanhamento razoável dos acordes cômicos de Mú Carvalho, o apelo milimétrico dos efeitos especiais que surgem quando Didi flecha o casal de protagonistas [que hesitam em omitir a ululação de suas diferenças sociais] e a percepção de que duração cronológica deste filme é finita, condição que concorda tranqüilamente com a canção final, interpretada por Daniel [nesse tipo de produção, quem canta a música é muito mais importante que o seu compositor!], cujo refrão é oportunamente "faça um pedido// e pense positivo". Através desse recurso musical e das obrigatórias falhas de gravação, a equipe técnica consegue a permanência da platéia até o final dos créditos, o que não deixa de ser um bom sinal, tão apropriado quanto a escolha do nome Salomão para um ratinho branco. A existência de triunfos ligeiros neste filme reforça com intensidade vigorosa a eternidade benéfica de Deus, que não só respeita as escolhas errôneas de Seus filhos, como também disponibiliza-lhes o Perdão absoluto logo em seguida. Num plano metafórico, a assistência do filme aqui exposto corresponde à degustação de bagos putrefeitos da fruta do Bem e do Mal' que assolou a trajetória adâmica. E quem tiver suficiente desejo por sabedoria (e/ou elevada resistência aos ímpetos dolorosos) que se disponha a apreciar tal obra!
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Daiane Rayzela
12/01/2003
nota:Rate010
Verdadeiramente um sucesso, o elenco é muito profissional, muito divertido, sem falar que não escolherão pessoa melhor para fazer o papel de romeu, Daniel com certeza deu um toque especial no filme ele é uma pessoa carismática humilde e é o que precisamos ver na mídia, pessoas como ele; Em meio a tantos problemas sociais era preciso criar um filme assim, cheio de magia que nos faça se desligar um pouco desta realidade cruel que tá o nosso país. Este filme é simplesmente um máximo!
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crítica do adorocinema

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