Título original: (Croupier)
Lançamento: 1998 (França, Alemanha, Inglaterra)
Direção: Mike Hodges
Atores: Clive Owen, Nick Reding, Nicholas Ball, Alexander Morton.
Duração: 94 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Jack Manfred (Clive Owen) sonha em se tornar um escritor, mas em meio às suas tentativas em terminar e publicar seu primeiro romance acaba ficando endividado. Tentando ajudá-lo, seu pai (Nicholas Bell) lhe consegue emprego em um cassino de Londres, onde Jack se revela um exímio jogador e croupier. Entretanto, apesar de estar se saindo bem no novo emprego Jack recebe a pressão de Marion (Gina McKee), sua namorada, para que peça demissão, pois Marion acredita que o novo emprego está atrapalhando sua veia literária. É quando Jack se envolve romanticamente com Bella (Kate Hardie), outra funcionária do cassino, e Jani (Alex Kingston), cliente do local que deseja convencer Jack a ajudá-la em um assalto ao próprio cassino.
Fabrício Santos em 03/01/2001Nota: 4
"Os dados jogados na mesa da vida" Filmes em que os cenários são cassinos não é novidade. O exemplo mais recente é o fabuloso e muito bem dirigido "Onze Homens e Um Segredo". Com um orçamento bem menor e filmado em vários países, "Crupiê" não fica atrás em matéria de bom filme. A modesta produção acerta em vários pontos, sendo que o maior trunfo foi produzir um longa em que o enredo gira em torno de jogos e cassinos na visão dos meros "coadjuvantes" das produções do gênero: o crupiê, quase sempre despercebido pela platéia na maioria dos filmes. O crupiê em questão é Jack Manfred, interpretado muito bem por Clive Owen, demonstrando frieza nos seus sentimentos de vício e profissionalismo nas mesas de apostas. Perfeito. Sem falar que a vida deste "mais um crupiê" mostra que estes profissionais podem ter vidas complexas e confusas, dedicando e afundando em relacionamentos. A esposa de Jack Manfred é Marion Nell, interpretada pela não menos brilhante e muito bonita Gina McKee (para quem não conhece, ela fez a paralítica em "Um Lugar Chamado Nothing Hill"). O filme ousa em alternar, em uma boa edição, a trama entre relacionamentos e a trama que Jack se envolve, gerando um bom desenvolvimento do enredo. Mesmo que possa parecer lento para alguns, a história de "Crupiê" flui de uma forma bem espontânea. Outro ponto positivo no filme foi colocar um cassino modesto como pano de fundo, quebrando a rotina de sempre assistirmos a cassinos glamourosos e luxuosos. Inovador. O subtítulo brasileiro, "A Vida em Jogo", foi muito bem colocado, pois o crupiê protagonista passa todo o seu trabalho presenciando apostas e mais apostas e, ironicamente(ou talvez puro sarcasmo do diretor)ou não, ele sempre se encontra em meio a decisões, em meio a "apostas" na vida. Um bom jogador na mesa, Jack tem que se virar para jogar na vida. Jack passa o filme inteiro afirmando que "Não jogo. Não aposto", mas não foge das apostas da vida, mesmo que inconscientemente, como um bom jogador. Um ótimo paralelo. A fotografia não é das melhores, mas não compromete de forma alguma o filme. Apenas não se destaca. A trilha sonora é um caso a parte pois...não há trilha sonora! Mas não pense que isso é um fator negativo. A ausência de música em "Crupiê" é fundamental para realçar a atmosfera dos jogos e apostas(tanto do cassino quanto da vida),destacando desde os barulhos das fichas apostadas até o simples barulho do carro. Talvez o maior erro de "Crupiê" foi ter sido transmitido na TV holandesa antes de ser lançado nos cinemas, tirando o seu direito de indicação ao Oscar. E para consagrar este filme como um bom filme, o final surpreende. Se tiver a oportunidade, aposte em "Crupiê".
Francisco Russo em 02/01/2001Nota: 2.5
Filme apenas razoável. O mais interessante em "Crupiê" é justamente conhecer como são vistos os cassinos e seus apostadores pelos olhos de alguém que organiza o jogo, que é o próprio crupiê. As melhores cenas e diálogos do filme são justamente quando o personagem Clive Owen está no cassino analisando os jogadores e o próprio serviço que ele realiza. Por outro lado, trata-se de um filme de ritmo lento, que cansa o espectador apesar de ter pouco mais de 1 hora e meia. O filme ainda traz uma pequena surpresa no seu minuto final, mas nada de realmente impressionante."
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Sinceramente nao entendo como filmes imbecis com atores imbecis ainda rendem tanto!
por William, 14/02/2012 às 09:36
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
...Adam Sandler se saiu muito bem vestido de mulher!!!Mais a historia em si poderia ser mais...
por renata bueno, 14/02/2012 às 09:24
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
Capitão América: O Primeiro Vingador
Dessa série dos vingadores, o Capitão América não é o pior, achei o Thor mais fraco, e ...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:38